• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

 

Açude no Rio Sousa – Senhora do Salto

Para qualquer visita ou caminhada organizada pela Campo Aberto, pressupõe-se que o participante inscrito conhece e concorda com as condições gerais de participação.

Veja abaixo informações sobre cada uma das visitas e caminhadas em preparação ou de inscrições já abertas.

Para ir diretamente à visita que lhe interessa, ou que mais lhe interessa, clicar nas expressões a cor verde claro. Com exceção da mais imediata, as informações irão sendo completadas antes da abertura do período de inscrições. Volte novamente aqui ao longo do ano para completar a sua informação e decidir-se. As informações de caráter prático serão divulgadas por email. Neste artigo são sobretudo os motivos de interesse, o programa, que se destacam.

Colocado na primeira semana de fevereiro de 2019

* De curta distância

– 23 de fevereiro 2019
Senhora do Salto e margens do rio Sousa
(Paredes)

– 16 de março 2019

Parque das Azenhas junto ao Rio Ave e Souto de Bairros
(Trofa)

– 30 de março de 2019

Ribeira do Espírito Santo e percurso junto ao mar, do Senhor da Pedra ao Cabedelo
(Vila Nova de Gaia)

– 6 de abril de 2019
Reserva Ornitológica do Mindelo e Parque Atlântico
(Vila do Conde)

– 18 de maio de 2019
Margens do Rio Ave e Parque Urbano Sara Moreira
(Santo Tirso)

– 25 de maio de 2019
Campos de masseira e Monte de São Félix
(Póvoa de Varzim)

– 1 de junho de 2019
Geoparque da Serra da Freita, Aldeia de Castanheira
(Arouca)

– em preparação: Espinho, Maia, Matosinhos,  Santa Maria da Feira, São João da Madeira

* De média e longa distância

– 11-12 de maio 2019
Alto Trás-os-Montes e Alto Sabor

– 8 de junho de 2019
Lagoas de Bertiandos e Mimoso, e caminhada de Bertiandos a Ponte de Lima junto ao Rio Lima

– 21 de setembro 2019
Flora e Fauna do Adernal na Mata do Bussaco

SENHORA DO SALTO E MARGENS DO RIO SOUSA
23 de fevereiro de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Paredes

Senhora do Salto. É um dos locais mais apreciados do concelho de Paredes. Este espaço paisagístico de rara beleza está encravado entre altas serras por onde corre o rio Sousa. Neste local, encontra-se a denominada Boca do Inferno, de caraterísticas geológicas particulares e imbuída de grande misticismo. O lugar da Senhora do Salto proporciona momentos de tranquilidade, de frescura, e as suas escarpas permitem a prática de rapel e de escaladas. Apesar da existência de um vale com declives acentuados é possível um alcance visual de longa distância se subirmos a vertente da serra de Santa Iria.

Casas rústicas na Senhora do Salto

Alguns outros locais de interesse natural, ecológico e paisagístico no concelho de Paredes, não incluídos nesta atividade: Sítio de Valongo; Zonas Ribeirinhas de Bustelo e Santa Comba; Bacia Visual do Mosteiro de Cête; Monte das Covas (Castromil); Serra do Muro, Vandoma/Baltar e Torre do Castelo de Aguiar de Sousa.

Recorde-se que Paredes é um dos três municípos da Associação de Municípios Parque das Serras do Porto, e que o Sítio Valongo, da Rede Natura 2000, abrange também o concelho de Paredes.

Rio Sousa. Afluente da margem direita do Rio Douro, com extensão de 65 quilómetros, tem nascente em Friande (Felgueiras) e desagua em Foz do Sousa (Gondomar). No seu trajeto atravessa os concelhos de Felgueiras, Lousada, Penafiel, Paredes e Gondomar. Mais informações, abundantes, em http:tiny.cc/111-espacos Procurar no índice: Gondomar, e, depois, Rio Sousa. Muita da informação aí inserida aplica-se a todo o curso do rio. [A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de Paredes toda a colaboração  que nos prestou na preparação desta atividade. Uma palavra especial de agradecimento ao Dr. Marcos Moreira e a todos os que ajudaram nessa tarefa.]

Cascatas na Senhora do Salto

PARQUE DAS AZENHAS JUNTO AO RIO AVE E SOUTO DE BAIRROS 
16 de março de 2019, sábado
Concelho da Trofa

Parque das Azenhas. Algumas citações: … o lugar é bonito, convidativo e, de certa forma é um passo para que o Rio Ave comece a ser devolvido aos trofenses. Os mais velhos recordam assim os tempos em que nele iam a banhos ou nele brincavam. Os mais novos, que nunca tiveram esse gosto, podem agora aproveitar as suas margens para praticarem desporto, para passarem algum tempo ao ar livre… (in «… e aTrofa é minha!», sítio na net)

… com base no Projeto de Requalificação das margens ribeirinhas do Rio Ave, integra a estrutura verde do Município da Trofa. Situa-se na margem esquerda… e apresenta um percvurso pedonal e ciclável numa extensão de 4.03km, que atravessa o meio urbano e rural, assumindo os verdejantes campos uma presença mais intensa ao longo do percurso para poente. Passa por cinco passadiços, sobre linhas de água, e é pontuado por dois Centros de Apoio à Visitação, três instalações sanitárias e equipamentos de aluguer de bicicletas (in Preâmbulo do Regulamento do Parque)

… uma nova paisagem, assente no respeito pelos ecossistemas e no aproveitamento justo e equilibrado dos recursos naturais que, enquanto paisagem, há de resultar de um conjunto determinado dxe interações homem/Natureza. (in geocaching.com, sítio na net)

O Rio Ave majestoso visto do percurso do Parque das Azenhas

Souto de Bairros. Situado em meio rural, no lugar de Bairros, na margem esaquerda do Rio Ave em pleno coração de uma planície aluvionar, nele se podem observar áreas relvadas onde se dispõem árvores de grande porte, predominando sobreiros centenários e plátanos. Ao longo da área distribuem-se bancos que constituem ,locais de estadia bem como equipamento geriátrico. No extremo poente encontra-se uma escola primária e um parque infantil, vedados com um gradeamento sobre um muro de granito.[A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal da Trofa a colaboração nesta atividade. Um agradecimento especial à Eng.ª Maria Emília Ferreira e a todos aqueles que nos estão ajudando a prepará-la]

Souto de Bairros, na Trofa: troncos de árvores notáveis

 

RIBEIRA DO ESPÍRITO SANTO E PERCURSO JUNTO AO MAR,
DO SENHOR DA PEDRA AO CABEDELO

30 de março de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Vila Nova de Gaia

Ribeira do Espírito Santo – Vila Nova de Gaia

Ribeira do Espírito Santo. Inaugurado em 21 de maio de 2018, o corredor verde da Ribeira do Espírito Santo, em Arcozelo (Vila Nova de Gaia), tem início junto à Capela de Santa Maria Adelaide e ligação à Estrada Nacional 109 e aos 15km do passadiço já existente na orla marítima entre Lavadores e São Félix da Marinha. Numa extensão de 1,8km constitui um percurso pedonal, requalificado pela empresa municipal Águas de Gaia, num financiamento da Agência Portuguesa do Ambiente. O espaço vinha já sendo usufruído pela população semanas antes de ser inaugurado formalmente.

Ribeira do Espírito – ponto do percurso recuperado

Zona dunar. O percurso do Senhor da Pedra ao Cabedelo atravessa uma zona dunar importante. As dunas têm um importante papel ecológico e são fulcrais na conservação da biodiversidade em largos trechos do nosso litoral. Os problemas com elas relacionados são objeto de uma série de artigos no espaço digital da Campo Aberto, sendo o primeiro deles relativo precisamente a esta zona. Possivelmente controverso, é um contributo valioso para o esclarecimento e o debate relativo à ecologia e conservação dunar. [A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia a colaboração nesta atividade, em especial ao Vereador do Ambiente, Valentim Miranda,  bem como à Dra Carla Machado, por toda a ajuda que nos estão prestando.]

Ribeira do Espírito Santo – passadiço

 

RESERVA ORNITOLÓGICA DO MINDELO E PARQUE ATLÂNTICO
6 de abril de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Vila do Conde

Reserva Ornitológica de Mindelo. É a mais antiga zona natural protegida  no nosso país, remontando a 1951, graças à ação científica e conservacionista do Biólogo e Professor Santos Júnior (1901-1990), da Universidade do Porto, pioneiro da anilhagem científica de aves e da ornitologia em Portugal. Existem nesta zona áreas de terrenos públicos e privados, áreas de Reserva Ecológica Nacional e de Reserva Agrícola Nacional e áreas defendidas ao abrigo do Plano de Ordenamento da Orla Costeira – POOC. É Biótopo CORINE e refúgio de caça, e, segundo o POOC, uma das pequenas zonas húmidas mais bem conservadas entre Caminha e Espinho. Atualmente está integrada na Paisagem Protegida Regional do Litoral de Vila do Conde e Reserva Ornitológica de Mindelo (criada em 2008 mas só reafirmada com mais clareza em 2015).

Parque Atlântico em Vila do Conde – plantas dunares autóctones

Parque Atlântico. Inaugurado em 2005, com projeto do Arquiteto Siza Vieira e colaboração do Engenheiro Agrónomo Manuel Pedro Melo e do Biólogo Henrique Nepomuceno, é uma vasta área (mais de dez hectares) de espaço dunar remanescente e que se encontrava fragmentado já que esteve sujeito ao longo de muitas décadas a intensos processos erosivos e a usos indevidos e perniciosos. Daí a degradação biofísica e a dissipação da sua dinâmica ecológica. No âmbito do Programa Polis, a requalificação deste espaço singular – espaço verde urbano que é a frente marítima da cidade de Vila do Conde – fez-se segundo soluções inovadoras através de um ousado método de renaturalização do sistema dunar. Deposição e modelação das areias, revestimento vegetal com espécies autóctones, instalação de paliçadas de retenção de areias e formalização de percursos pedonais para a travessia das dunas e o acesso às praias – foram essas as linhas de força que nortearam esse método. [A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de Vila do Conde a colaboração, incluindo a cedência das imagens que ilustram esta secção sobre o Parque Atlântico. Ainda um agradecimento especial à Arquiteta Fernanda Órfão pela ajuda prestada.. 

 

 

DAS MARGENS DO AVE NA CIDADE AO PARQUE URBANO SARA MOREIRA
18 de maio de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Santo Tirso

Margens do Ave em Santo Tirso

Margens do Ave. No centro de Santo Tirso, um percurso  junto às margens do Rio Ave liga a cidade ao Parque Urbano Sara Moreira, percurso esse pedonável e ciclável com cerca de 1,4 km de extensão que faz parte de uma rede mais ampla dentro da cidade, permitindo aumentar o acesso da população às duas margens do rio. Com a sua criação, foi consolidada e reconstituída a galeria ripícola das margens do Ave e constituídas áreas verdes de enquadramento e estadia.

Parque Urbano em Santo Tirso

Parque Urbano Sara Moreira. Situado a nascente da cidade de Santo Tirso, estende-se pela margem esquerda do Rio Ave. Utilizado pela população ao longo de todo o ano, é no verão que mais evidencia o seu encanto, quando a sombra da mata e a proximidade do rio tornam este espaço particularmente atraente. Nele se observam manchas de floresta natural, incluindo bosquetes dominados por carvalhos e sobreiros [A Campo Aberto agradece a colaboração da Câmara Municipal de Santo Tirso. Um agradecimento especial à arquiteta Carla Moreira bem como a todos os que nos estão a ajudar a organizar esta visita].

Parque Urbano Sara Moreira em Santo Tirso

 

 

CAMPOS DE MASSEIRA E MONTE DE SÃO FÉLIX
25 de maio de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Póvoa de Varzim

Campos de masseira no litoral dunar de Póvoa de Varzim

Campos de masseira. São uma forma de agricultura inventada pelos monges beneditinos da Abadia de Tibães e constituem uma forma de agricultura única no mundo. São terrenos agrícolas em areias de duna, retangulares ou quadrados, com aproximadamente três metros de profundidade, divididos por talhões para culturas agrícolas (geralmente hortícolas e vinha) de elevada fertilidade. Às masseiras estão associados elementos de paisagem relevantes como as dunas litorais.

Caminhando a pé entre dunas e campos de masseira junto ao mar em Póvoa de Varzim

Monte de São Félix. Com 202 metros de altitude, é o ponto mais alto da Serra de Rates e do concelho da Póvoa de Varzim. Possui uma vista panorâmica sobre a cidade e as suas praias. Tornou-se por isso um espaço de lazer e de convívio das populações locais, com um miradouro e um parque de merendas, e nele existem moinhos restaurados utilizados como residências de férias.[A Campo Aberto agradece a colaboração da Câmara Municipal de Póvoa de Varzim. Um agradecimento especial à Vereadora  Sílvia Costa].

 

GEOPARQUE NA SERRA DA FREITA
1 de junho de 2019, sábado (manhã)
Concelho de Arouca

Planalto primaveril na Serra da Freita (Arouca)

Geoparque. A Rede Europeia e Rede Global de Geoparques da UNESCO (Nações Unidas) integra desde 2009 o Geoparque de Arouca. Isso quer dizer que estamos perante um património geológico de excecional importância, que tem como propósito a geoconservação, a educação para o desenvolvimento sustentável e o turismo. Nele se destacam as Pedras Parideiras da aldeia da Castanheira, as Trilobites Gigantes de Canelas e os Iconofósseis do Vale do Paiva. O património inventariado totaliza 41 geossítios, lugares de interesse geológico que se destacam pela sua singularidadee valor científico, didático e turístico. Metade do território do Parque está classificada como Rede Natura 2000. Refiram-se também as praias fluviais e as aldeias traicionais, como Castanheira e Cabaços, Janarde e Meitriz, entre outros motivos de interesse.

Planalto da Serra da Freita. Espaço natural por excelência para contactar e compreender uma realidade com que os citadinos nem sempre têm contacto direto – o meio rural. Vários percursos pedestres atravessam áreas de bosque, de matos rasteiros, pequenos ribeiros e quedas de água, cruzando-se com vacas arouquesas e gado caprino e ovino. Nas aldeias mais antigas podemos observar a utilização das rochas que afloram na região e em algumas cortes de gado o uso do colmo.

Aldeia de Castanheira na Serra da Freita – Arouca

Aldeia de Castanheira. Pode aqui observar-se um fenómeno único ou muito raro no mundo, pedras a parir pedras, as chamadas pedras parideiras, cuja fama parece em tempos recentes ter atraído uma febre de destruição dos que querem levar essas pedras consigo. Segundo um artigo de Augusto Baptista (na revista Notícias Magazine), o povo indignava-se com essa predação e ansiava por uma proteção legal que lhe permitisse defender o seu património. Na tradição ancestral da região, ainda presente nas populações locais, as pedras parideiras simbolizam a fertilidade. Há quem acredite que dormir com uma pedra parideira debaixo da almofada aumenta a fertilidade. É certo que o artigo remonta a 16 de maio de 1993, é de crer que a proteção obtida com a integração em 2009 na Rede de Geoparques da UNESCO tenha melhorado a situação, mas a recomendação para que os visitantes não recolham ou não retirem pedras do local se calhar continua a ser aconselhável. [A Campo Aberto agradece a colaboração da Câmara Municipal de Arouca. Um agradecimento especial ao Vice-Presidente António Brandão Tavares,à Dra Margarida Rocha da Divisão de Desenvolvimento Social e Biblioteca Municipal  e à Associação Geoparque].

(Boa parte  das anotações supra foram adaptadas com base no espaço digital do GeoParque de Arouca, com a devida vénia.)

Em preparação:
Espinho, Maia, Matosinhos,  Santa Maria da Feira,
São João da Madeira

Libelinha na Serra da Freita: Crocothemis erythraea

VISITAS 2019 DE MÉDIA E LONGA DISTÂNCIA

ALTO TRÁS-OS-MONTES E ALTO SABOR
Dois dias: 11-12 de maio 2019 (sábado e domingo)

Programa/Cronograma
(poderá ainda haver ajustamentos a este programa até 31 de março de 2019)

Rapinas são presença nas altas terras de Sendim. Aqui uma delas pintada, mas realista e artística.

Sábado, 11 de maio

7:30 Saída do Porto
10:30 Chegada a Junqueira (Vimioso), entre o rio Maçãs e o rio Sabor, concelho de Vimioso
Caminhada entre os vales do Maçãs e do Sabor
12:00 Almoço no campo (merenda/piquenique), a cargo de cada participante (trazido de casa)
14:00 Saída da Junqueira

Esta é verdadeira! Britango, abutre ou abutre-do-egito, rei dos céus, elegantíssimo, de bela cabeleira.

15:00 Chegada a S. Joanico, ao PINTA (Parque Ibérico de Natureza Turismo e Aventura de Vimioso)
Visita ao Centro Expositivo da Rede Natura 2000
Percurso pedestre interpretativo de S. Joanico a Serapicos, com duração de uma hora, ao longo do rio Angueira
Possibilidade de realização de alguma atividade lúdico-ambiental com o PINTA (deteção de borboletas diurnas, de plantas e seus usos, etc)
18:30 Saída de S. Joanico
19:00 Distribuição pelos alojamentos (Atenor, Sendim, Barrocal do Douro), em autocarro – opcional.
Em alternativa, às 22:00
20:30 Jantar no restaurante O Encontro, em Sendim
22:00 Distribuição pelos alojamentos, em autocarro (Atenor, Sendim, Barrocal do Douro)

Duas burrinhas, duas beldades: será que já dão leite para os sabonetes de leite de burra que se fazem aqui no planalto? Uma simbiose: sustentam projetos de economia rural mas em compensação são tratadas com muito carinho…

Domingo, 12 de maio

A Casa da Ti Cura é uma das opções para pernoita nesta visita de dois dias.

8:30 Recolha pelos alojamentos (Barrocal do Douro, Sendim)
9:00 Chegada a Atenor
Projeto Tomelo: Burras de Miranda e cosmética com leite de burra, visita ao ar livre
Projeto Oriolus: ao ar livre, descrição de atividades de ecoturismo e turismo rural, passeios ornitológicos e abrigos para observação e fotografia de fauna

Oriolus (nome científico do papa-figos) é uma pequena empresa de turismo rural e de natureza,
parceiro da Campo Aberto nesta visita.

Outro aspeto da Casa da Ti Cura.

12:00 Almoço na Associação Cultural e Desportiva de Atenor
13:30 Diaporama sobre Atenor e projetos desenvolvidos – conversa informal sobre a problemática do despovoamento do interior e exemplos de projetos que procuram contrariar esta tendência.
15:30 Saída de Atenor
16:30 Paragem em Santo Antão da Barca, albufeira do Baixo Sabor
17: 30 Saída de Santo Antão da Barca
19: 30 Chegada ao Porto

Paisagem grandiosa do Alto Sabor: aqui o rio ainda é livre

 

LAGOAS DE BERTIANDOS E MIMOSO
E DE BERTIANDOS A PONTE DE LIMA JUNTO AO RIO LIMA
8 de junho de 2019, sábado (manhã e tarde)

Este passeio começará pela visita à Escola Superior Agrária de Refoios de Lima, que integra o Instituto Politécnico de Viana do Castelo. O valor patrimonial do edifício do antigo Mosteiro onde a Escola funciona impõe uma visita ao mesmo, sob orientação do Dr. Tito Moraes, bibliotecário da ESA. A visita aos campos agrícolas de ensino e ensaio será feita sob orientação do Professor Dr. Raul Rodrigues, que tem também a seu cargo um mestrado em agricultura biológica e um pomar de variedades tradicionais.

Paisagem de vale e montanha com destaque para o Mosteiro onde funciona a Escola Superior Agrária de Refoios de Lima, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

O segundo passo da visita será, muito próximas da ESA, às lagoas de Bertiandos e Mimoso. Bertiandos é património natural mundial ao abrigo da Convenção de RAMSAR, que protege as zonas húmidas, e proporciona um percurso pedestre surpreendente. De Bertiandos  a visita segue em caminhada pedestre até às margens do Lima, e por estas, até Ponte de Lima. Após a visita à ESA, que deverá terminar às 11:00, a jornada segue em colaboração e sob orientação da DescubraMinho, poequena mas dinâmica empresa de turismo rural que conhecemos na visita de 9 de junho de 2018 à Serra d’Arga, graças aos bons ofícios da associação COREMA e do seu presidente, José Gualdino Correia.

Outra vista do Mosteiro, edifício classificado pelo seu valor histórico, artístico e arquitetónico

 

O Mosteiro em primeiro plano contra o fundo de montanha

FLORA E FAUNA DO ADERNAL NA MATA DO BUSSACO
21 de setembro 2019, sábado (manhã e tarde)

O aderno, arbusto ou pequena árvore, de folha persistente, pode chegar a atingir 15 metros de altura.

Ao lado de impressionantes árvores de grande porte da Mata do Bussaco, pode encontrar-se uma flora e fauna riquíssimas em biodiversidade. Com destaque para um habitat precioso, o adernal, relíquia da nossa floresta primitiva, sem paralelo no nosso país e no continente europeu.

O Guia de Campo que tem por autoras, na flora, Lísia Lopes, Paula Maia e Rosa Pinho e, na fauna, Milene Matos e, para os invertebrados, Tatiana Moreira; as fotografias do guia são de Lísia Lopes.

No adernal pertence naturalmente a dominância ao aderno (Phillyrea latifolia), arbusto que aqui atinge porte arbóreo e que coexiste com o medronheiro, o loureiro, o azevinho e outras espécies arbóreas autóctones. Abundante em espécies arbustivas, o sub-bosque do adernal compreende a torga, a giesta-das-serras, o pilriteiro, o folhado e muitas outras.

A Professora Rosa Pinho, que orientará esta visita, e a sua equipa, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, com apoio da Fundação Mata do Bussaco, têm vindo a desenvolver extenso e notável trabalho de investigação, no âmbito do projeto BRIGHT (Bussaco’s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats, apoiado pelo Programa LIFE Natureza e Biodiversidade), que encontra uma das suas expressões na edição de um Guia de Campo; Flora e Fauna do Adernal, Mata Nacional do Bussaco, sob inspiração do lema «preservar uma relíquia única».

Mata Nacional do Bussaco

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