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……….Os cogumelos tornam-se cada vez mais interessantes aos olhos dos humanos, de variadíssimas maneiras, que vão desde os aspectos ligados à conservação até à gastronomia, passando pela sua interessante biologia. Dado o crescente interesse que a sociedade demonstra pelos cogumelos silvestres, a associação Campo Aberto vai promover um curso livre sobre esta temática nos dias 11, 12, 18, 19 e 20 de Outubro de 2007, que espera venha a ser do agrado dos seus associados e amigos.……….Fungos e cogumelos silvestres
……….Os cogumelos silvestres têm sido alvo da imaginação dos Homens que, desde tempos idos, os têm relacionado com raios, trovões e tempestades, poções, magia negra e até com ritos de adoração do próprio Inominável.
……….Mas essas misteriosas estruturas naturais, de cores e formas extravagantes e que todos os anos aparecem e desaparecem nos nossos bosques e prados, mais não são do que as estruturas reprodutoras de fungos que jazem no substrato. Como se de “flores” se tratassem, ali se produzem os esporos, que asseguram a disseminação e a sobrevivência das espécies.
……….É sabido que algumas espécies de cogumelos silvestres são ingredientes célebres das mais requintadas cozinhas do Mundo e chegam a atingir preços exorbitantes pela sua procura por parte dos gourmets. No entanto, a importância dos fungos não é apenas gastronómica: muitos fungos e cogumelos têm importantíssimas propriedades medicinais e todos eles jogam um crucial papel na manutenção da saúde e produtividade dos ecossistemas agro-florestais, dos quais todos dependemos.
……….Os fungos e os seus cogumelos estão, assim, intimamente ligados à manutenção da própria vida na Terra, incluindo a nossa…
……….Venha conhecer a vida secreta dos cogumelos, aprender a identificá-los e colhê-los e porque é importante preservá-los!

………………………………………………………………………….A formadora,
………………………………………………………………………….Gabriela Santos


Nas fotos: Fistulina hepatica / Macrolepiota procera

……………………………..Curso livre sobre Cogumelos Silvestres
..…………………………………….(estrutura e condições de funcionamento)
1. Público-alvo
O curso será dirigido ao público em geral, privilegiando os associados da Campo Aberto.

2. Duração e cronologia
Duração total de 12 horas de formação, em regime pós-laboral, das quais 8h em sala e 4h no campo.
O horário é o seguinte:
1ª Semana – Dias 11 (Quinta) e 12 (Sexta) de Outubro – 20:30 – 22:30h (Sala)
2ª Semana – Dias 18 (Quinta) e 19 (Sexta) – 20:30 – 22:30h (Sala) e Dia 20 (Sábado) – 9 – 13h (Saída de campo)

3. Local
A formação em sala terá lugar na sede da Campo Aberto, R. de Santa Catarina, 730 2º Dto. Porto. A formação no campo será em local a definir, dentro de um raio de 50 km do Porto.

4. Nº mínimo e máximo de participantes
O curso realizar-se-á com um nº mínimo de 5 participantes e um máximo de 20.

5. Tópicos do curso
5.1. Introdução à Micologia – o que são os cogumelos.
5.2. O papel dos fungos e cogumelos nos ecossistemas agro-florestais e a necessidade da sua preservação.
5.3. Introdução à identificação de cogumelos silvestres, características a ter em conta e consulta de guias de campo.
5.4. Toxicidade, confusões com falsos comestíveis e mitos/crenças na identificação dos cogumelos.
5.5. Gastronomia.

6. Inscrições
A participação no curso terá o custo de 75€ para os sócios e de 100€ para não sócios. A inscrição e o respectivo pagamento devem ser efectuados até ao dia 30 de Setembro. A inscrição deve ser efectuada para o endereço electrónico – contacto@campoaberto.pt O Pagamento deve ser efectuado por transferência bancária para o NIB – 0035 0730 0003 5756 10354 e o respectivo comprovativo enviado pelo correio ou entregue no primeiro dia do curso.

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……….Sobre a formadora
……….Gabriela Santos licenciou-se em Biologia pela Universidade do Porto em Setembro de 2001. Desde então tem desenvolvido diversas actividades, das quais se destacam as que se relacionam com a Micologia. Realizou um estágio profissional na Associação para o Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês (ADERE-PG), em Ponte da Barca, durante o qual foi responsável pela elaboração de um projecto de valorização dos recursos micológicos do Parque Nacional. Para tal, realizou diversos levantamentos da diversidade de macrofungos em freguesias dos Arcos de Valdevez e Ponte da Barca e fez também o diagnóstico de necessidades no que diz respeito às populações locais.
……….Foi formadora em diversas acções e cursos para agricultores e produtores sobre o aproveitamento dos cogumelos silvestres.
……….É membro da Associação Micológica “A Marifusa”, sediada em Braga, que dinamiza actividades de investigação, divulgação e educação ambiental sobre a importância dos recursos fúngicos (inventários micológicos, saídas de campo, actividades gastronómicas, palestras, actividades de educação ambiental com crianças, etc.), tendo participado enquanto organizadora e monitora em muitas delas.
……….Actualmente a trabalhar como
freelancer em consultadoria, formação, criação de conteúdos e educação ambiental, dedica ainda uma grande parte do seu tempo a projectos humanitários.
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