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    NÃO MAIS DESTRUIÇÃO DE JARDINS E ABATES LEVIANOS DE ÁRVORES!
    Colocado em

    7 de fevereiro de 2021

    Pode ler-se no final deste artigo uma informação ao público nesta data difundida. Veja-se o texto completo. Veja também e divulgue o vídeo:
    https://youtu.be/TS9RWuWdL0c

    Destacamos de seguida alguns comentários dos muitos que se podem ainda ler na página da petição que foi enviada às entidades de tutela.

    Embora as assinaturas já tenham sido entregues às entidades destinatárias, quem ainda não assinou está a tempo de fazê-lo pois a petição continua ativa, exprimindo dessa forma publicamente o seu apoio à não destruição do Jardim de Sophia (Praça da Galiza, Porto) e ao não abate de 503 sobreiros em Vila Nova de Gaia.

    Adiante, o texto em itálico foi acrescentado por nós.

    *

    No Porto tem feito escola a ideia de que um jardim por si só não vale grande coisa, tendo por isso que ser enriquecido com outras valências. Nesta linha de pensamento, um jardim com estação de metro é muito melhor do que um jardim sem ela. Que o resultado final seja um espaço degradado (como o é inequivocamente o Jardim do Marquês) ou integralmente destruído (como será o Jardim de Sophia) pouco importa para quem vê a realidade pelas lentes das ideias preconcebidas. Por que será que em Londres, onde há tantas praças ajardinadas e tantas estações de metro, essas estações nunca (ou quase nunca) são em jardins, mas sim nos prédios que ladeiam a praça?
    Paulo Ventura Araújo
    Um dos autores do livro À Sombra de Árvores com História, coeditado em segunda edição pela Câmara Municipal do Porto em 2006; Professor na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

    *

    A destruição de ecossistemas é em 2020 um crime contra o futuro próximo. É preciso dizer basta! E agir em conformidade.
    Viriato Soromenho-Marques
    Professor Catedrático da Universidade de Lisboa, um dos mais conceituados pensadores em matéria ambiental em Portugal

    *

    A falta de sensibilidade é sinal de falta de cultura, falta de formação e falta de informação. Muitas das nossas empresas são adequadas a terras dum chamado terceiro mundo – ou talvez nós estejamos numa dessas terras.
    Fernando Santos Pessoa
    Arquiteto paisagista, colaborador imediato de Gonçalo Ribeiro Telles como pioneiros na criação de legislação e estruturas de defesa do ambiente e da natureza

    *

    Não mais destruição de jardins!
    Francisco Pires

    *

    A destruição dos espaços verdes no centro da cidade do Porto tem de parar.
    João Sousa Ceregeiro
    Presidente da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas

     

     

    É um crime matar árvores que levaram pelo menos 25 anos a fazerem-se. Trata-se de um jardim belíssimo. Nao me parece que o projectado jardim assinado por Souto Moura seja melhor do que aquele que existe. Substituir relvado por empedrado não é boa opção. Isso já se vê na Praça da Liberdade. Façam experiências onde ainda nada existe. O Porto tem tão poucos espaços verdes no centro da cidade…
    Gracinda Paulino

    *

    Um jardim aparentemente simples mas uma autêntica aula de arquitectura paisagista. Um dos melhores jardins da cidade, um local único que deveria ser salvaguardado na íntegra. O dever da autarquia deveria ser o de salvaguardar o património de todos os portuenses. Um bem haja a todas as associações que tiveram a iniciativa de criar esta petição e de lutar pelo nosso património cultural e florístico.
    Pedro Centeno

    *

    É um crime destruir este belo conjunto. Não esquecer que foi dedicado a esta grande escritora e poeta[Sophia de Mello Breyner Andresen], cujos restos mortais tiveram a honra de serem depositados no Panteão Nacional.
    Luís Pacheco

    *

    Não concordo com o desaparecimento desse belo jardim, um dos mais belos do Porto e bastante frequentado pela população local. É um desastre o que querem fazer. Me admira o sr. Rui Moreira concordar com isso. Obrigada.
    Elizabeth Guttler

    *

    Este é um jardim que deve ser preservado, pelo seu traçado belíssimo, porque a sua construção trouxe biodiversidade ao local, e porque é um local completo e aprazível para descansar e mesmo para atravessar, permitindo criar pequenas bolhas de natureza, numa cidade que se quer mais verde.
    Ana Soares

     

    Jardim de Sophia. Foto de Álvaro Manadelo. Com a devida vénia e os nossos agradecimentos.

     

    Sou natural do Porto e ainda que nos nossos dias esteja deslocado, conheço, identifico-me e quero preservado o Jardim de Sophia. É para mim um património inalienável.
    António Matos

    *

    Frequentadora há muitos anos do Jardim de Sophia, espaço tão agradável e tranquilo para usufruir, fiquei surpreendida pela negativa das deliberações já anunciadas para o mesmo. É preciso preservar os sítios icónicos da cidade e desse modo, neste caso, rever o projecto.
    Manuela Soares

    *

    Não destrua as zonas verdes e lindas da cidade!! O Jardim Sophia é de uma beleza e arquitetura única!! Deixem-no ficar!!
    Hermínia Cunha

    *

    Hoje em dia contemporizar na destruição de um espaço verde de valor seja porque motivo for equivale a destruir um monumento histórico, ou seja não faz qualquer sentido nem tem qualquer justificação credível.
    Pedro Pereira

    *

    Mais uma vez se demonstram como donos disto tudo. Já aquando do planeamento da linha de metro para Gondomar (término em Fânzeres), foi uma vergonha a obra realizada. Fazem de conta que o País se tem de submeter aos seus interesses corporativos. DDT.
    Eduardo Ferreira

    *

    Um pequeno oásis num cruzamento muito movimentado. Atravessá-lo é um prazer e proporciona um momento de pausa e de contemplação, com a zona de água a inspirar tranquilidade. Uma enorme perda.
    Mónica Oliveira

     

     

    Chega de destruição de património cultural e ambiental/ cumpram os acordos e os direitos à qualidade ambiental/
    Rosália Henriques

    *

    Os slides 17 a 20 da apresentação da LINHA CASA DA MÚSICA – S. BENTO, fevereiro do 2017, disponível na página da Metro do Porto identificam claramente que será preservado o espaço à superfície. Assim, é crucial que no projeto de execução o atual Jardim de Sophia seja mantido, assumindo que apenas os poços de ventilação podem obrigar a pequenos rearranjos. Sou contra qualquer outra solução que venha a desvirtuar o atual e cuidado espaço público de jardim urbano existente e bem adaptado aos nossos tempos.
    Rui Ramos

    *

    Sem dúvida que na envolvência de um jardim público consolidado na cidade do Porto e de grande afluência, o projecto deve procurar alternativas que não passem pela destruição do mesmo envolvendo a Arquiteta Paisagista, autora do projecto do jardim. Além do mais, nunca a plantação de novas árvores compensa o abate de árvores adultas e de grande valor natural, que são os sobreiros que para além disso dispõem de proteção legislativa.
    Cláudio Graça

    *

    O aumento de estações e de linhas do metro é um ponto fundamental para fomentar uma mobilidade mais sustentável. A destruição de jardins e de espécies protegidas é pois, numa perspetiva de sustentabilidade das nossas cidades, incompreensível.
    Laura Roldão Costa

     

     

    A defesa do património não deve servir para os interesses obscuros e economicistas sondarem as condições para agirem contornando os condicionamentos, de modo a maximizarem os lucros, desprezando o património! As entidades especializadas em património têm de ser empossadas de poderes que lhes permitam impedir estas actividades à pato-bravo. Basta!
    Carlos dos Santos Ferreira

    *

    É um atentado ao meio ambiente, ainda por cima numa área metropolitana tão grande como é o Porto, a destruição deste jardim e de todas as árvores não vai só denegrir a paisagem, o que contribui para o turismo, como vai aumentar ainda mais o impacto ambiental no Porto e em Portugal, parece que o conceito de conservação ambiental e paisagística ainda não chegou a muitas cabeças, o que é vergonhoso nos tempos em que vivemos onde se fala tanto do aquecimento global e dos impactos da falta de natureza nas áreas urbanas.
    João Mário Carvalho

    *

    O jardim está no seu apogeu e é totalmente insensato, descabido e ambientalmente condenável a agressão que querem levar a cabo.
    Rui Barbedo Soares

    *

    O  jardim de Sophia é um espaço lindo, que liga 2 pontos nevrálgicos da cidade através de um corredor verde, com canais de água a produzirem uma música natural que transmite serenidade, tão necessária em todos os tempos. Há muito poucos espaços tranquilos na cidade e seria um crime destruir este jardim e os 503 sobreiros previstos ….em nome de uma modernidade que terá certamente outras formas alternativas de se expandir.
    Maria Manuel Seoane

    *

    Em vez de investirem na destruição do nosso património ambiental, invistam em tornar os autocarros que cobrem este percurso menos poluentes e mais eficientes. Os autocarros fazem o mesmo trajecto logo não há necessidade de este arvoredo histórico ser afectado.
    Catarina Campos

    *

    Todos?? sabemos que o bem-estar de uma pessoa passa pelo ambiente, pela existência de espaços verdes, árvores, arbustos e flores. O stresse do dia-a-dia pode ser contrariado com os jardins. NÃO DESTRUAM OS JARDINS E OS SOBREIROS!!
    Eugénia Ribeiro

    *

    Triste e revoltante.
    Fernanda Resende

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    Não se pode admitir que na emergência das alterações climáticas não se valorizem as Árvores que existem. É urgente que elas permaneçam nos espaços e portanto que as obras as contemplem!
    Teresa Rito

     

     

    Chega de destruírem o nosso património florestal. Arranjem alternativas.
    Isabel Santos

    *

    Indispensável reformulação conceptual alternativa, que cumpra a legislação em vigor e salvaguarde as manchas verdes referidas e essenciais à salubridade e qualidade de vida de todos os que habitam e visitam a cidade.
    Dalila Pombo

    *

    Inacreditável o que conseguem fazer às zonas mais emblemáticas da cidade.
    Catarina Rodrigues

    *

    O progresso e melhoria dos serviços para as pessoas não podem nunca ser feitos destruindo
o que deve ser preservado, desde as espécies protegidas à cultura herdada de gerações anteriores a quem devemos respeito e dever de preservação para legado às gerações futuras. O Porto já quase não tem jardins nem espaços verdes de bairro, nem hortas, nem árvores para continuar a abater, Gaia vai a caminho. Preserve- se o Oxigénio! O verdadeiro e o mental! Preserve-se a cultura e multipliquem-se espaços verdes e Árvores! Basta de Ignorância e parolice!
    Cidália Machado

    *

    Subscrevo a presente petição. Por favor, não deitem abaixo as árvores centenárias nem destruam o Jardim da Sophia e revejam devidamente os planos da Metro do Porto!
    Inês Ramos

    *

    Inacreditável tal chacina!
    Catarina Cadima

     

    OUÇAM O APELO DE MAIS DE DOIS MIL CIDADÃOS
    Informação à Imprensa e aos Cidadãos

    Quatro associações atuantes na região do Porto solicitaram aos Presidentes da Agência Portuguesa do Ambiente, da Câmara Municipal do Porto, do Conselho de Administração da empresa Metro do Porto S. A., da Comissão de Coordenação do Desenvolvimento Regional do Norte e ao Vereador do Ambiente de Vila Nova de Gaia que ouvissem o apelo de mais de dois mil cidadãos e interviessem para evitar a destruição do Jardim de Sophia (ou da Galiza), no Porto, e o abate de 503 sobreiros em Gaia. Ao mesmo tempo remeteram-lhes o texto da petição e as mais de duas mil assinaturas em que o apelo é feito.

    Apesar de já ter sido entregue às entidades destinatárias, a petição continua ativa para quem, não a tendo ainda subscrito, queira deixar publicamente o seu apoio a esta causa:

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT103532

    Veja também e divulgue o vídeo:
    https://youtu.be/TS9RWuWdL0c

    Veja uma seleção dos numerosos comentários deixados por parte dos subscritores, muito interessantes na expressão das suas motivações.

    Na missiva enviada à Agência Portuguesa do Ambiente, as quatro signatárias solicitam o cumprimento das Declarações de Impacte ambiental relativas à construção das Linhas Rosa e Amarela do Metro do Porto, designadamente no que diz respeito à preservação integral do Jardim de Sophia (à Praça da Galiza, no Porto) bem como de 503 sobreiros em Vila Nova de Gaia. Tais exigências deverão ser inequivocamente plasmadas na Declaração de Conformidade do Projeto de Execução (DECAPE).

    Árvores com História e Crime Ambiental
    Dos comentários feitos por subscritores destacamos o de Paulo Ventura Araújo, professor na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, um dos autores do livro À Sombra de Árvores com História, de grande influência no redespertar de interesse pelas árvores e jardins históricos do Porto e cuja segunda edição foi coeditada pela Câmara Municipal do Porto, em 2006: «No Porto tem feito escola a ideia de que um jardim por si só não vale grande coisa, tendo por isso que ser enriquecido com outras valências. Nesta linha de pensamento, um jardim com estação de metro é muito melhor do que um jardim sem ela. Que o resultado final seja um espaço degradado (como o é inequivocamente o Jardim do Marquês) ou integralmente destruído (como será o Jardim de Sophia) pouco importa para quem vê a realidade pelas lentes das ideias preconcebidas. Por que será que em Londres, onde há tantas praças ajardinadas e tantas estações de metro, essas estações nunca (ou quase nunca) são em jardins, mas sim nos prédios que ladeiam a praça?»

    Também em comentário, o Professor Catedrático da Universidade de Lisboa Viriato Soromenho-Marques escreveu: «A destruição de ecossistemas é em 2020 um crime contra o futuro próximo. É preciso dizer basta! E agir em conformidade.» Fernando Santos Pessoa, arquiteto paisagista, que foi colaborador imediato de Gonçalo Ribeiro Telles na sua obra legislativa e executiva pioneira em matéria de ambiente a nível governamental, apoia a petição e escreve: « A falta de sensibilidade é sinal de falta de cultura, falta de formação e falta de informação. Muitas das nossas empresas são adequadas a terras dum chamado terceiro mundo – ou talvez nós estejamos numa dessas terras.»

    Incredulidade, indignação e revolta
    Numerosos outros comentários, que podem ser lidos na página digital que aloja a petição, realçam o valor do património ameaçado nela defendido e manifestam incredulidade, indignação e revolta pelas ameaças a que se opõem.

    As associações signatárias apelam aos que ainda o não fizeram a que a subscrevam no endereço acima citado.

    Porto, 7 de fevereiro de 2021

    ACER – Associação Cultural e de Estudos Regionais
    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    Clube Unesco da Cidade do Porto
    NDMALO – GE: Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Lordelo do Ouro – Grupo Ecológico

     

     

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    5 comentários até agora.

    1. António d'Alte da Veiga diz:

      Assinei esta petição logo no princípio.
      Volto à carga contra as ilegalidades que a Câmara do Porto pretende cometer contra os seus próprios projectos e as leis nacionais.
      Li há algum tempo que a Câmara pretende aumentar os espaços verdes. Agora pretende destruir os já existentes, sendo alguns autênticos monumentos. É a lei do dinheiro com as corrupções acompanhar.
      Apreciei os vários protestos e, em particular, o de Rui Ramos que apresentou uma solução.

    2. Eduarda Ferreira diz:

      Em vez da obra,cara porque será preciso abrir no solo galerias, criem um corredor bus para circular entre as 2 estações. É muito mais barato e funciona!
      Se não há espaço, que se sacrifiquem os automóveis e se criem percursos alternativos: há muitos.
      Não é preciso gastar muito dinheiro que faz muita falta noutros sítios.
      Há que respeitar os jardins e espaços livres para usufruir a cidade. Uma cidade não é só prédios de habitação e serviços!

    3. Acácio Altino Pinto Valente diz:

      Deixem de ser loucos!.. Não agridam, AINDA MAIS, A NATUREZA!..
      A ânsia do lucro matar-nos-á!..
      Não matem a beleza da vida: a natureza, pois, caso contrário, daremos todos em loucos!..
      Sejam pessoas e não monstros porque o que querem fazer é monstruoso!..

    4. Maria Manuela Baptista de Andrade Couto diz:

      Cortar sobreiros é um crime ambiental.
      Não podemos dar-nos ao luxo de destruir espaços verdes.

    5. Florentino Barbedo Soares diz:

      Absolutamente insensato e lamentável!

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