• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

Para qualquer visita ou caminhada organizada pela Campo Aberto, pressupõe-se que o participante inscrito conhece e concorda com as condições gerais de participação.

VISITA AO PARQUE URBANO DE RIO TINTO
Sábado, 8 de dezembro, às 9:30

 

Há já uma nova data para esta visita, sábado 8 de dezembro de 2018 às 9:30, depois de, por motivos independentes da nossa vontade, a realização inicialmente marcada para 13 de outubro passado ter sido adiada.

Agrupamento dos participantes às 9:30 na estação de Metro da Levada (linha de Fânzeres). Calculamos que a visita esteja concluída pelas 12:00/12:30. A visita só se realizará com um mínimo de 8 inscritos e terá um máximo de 25 participantes (aplicável unicamente aos inscritos via Campo Aberto) por forma a ser possível acompanhar as explicações e observações que serão feitas ao longo dela.

Integrada no seu Ciclo Observatório do Urbanismo, a Campo Aberto, em colaboração com o Movimento em Defesa do Rio Tinto, promove uma visita ao recém-inaugurado Parque Urbano de Rio Tinto, guiada pelo Autor do Projeto, Arq. Paisagista Luís Guedes de Carvalho.

O objetivo da visita é de caráter cívico, didático e pedagógico, incluindo, num espírito aberto e leal de cidadania, o debate construtivo e democrático de algo que cada vez mais é reconhecido como fulcral para as cidades atuais, ou seja, os seus espaços verdes.

Este parque era há muito ambicionado pelos habitantes da cidade de Rio Tinto, tendo o Movimento Em Defesa do Rio Tinto desenvolvido de modo perseverante, ao longo de muitos anos, diligências e iniciativas com vista a propor a sua realização em dimensões superiores às que acabaram por lhe ser atribuídas.

O local como destinado a um parque urbano foi selecionado em 2008 enquanto um dos 50 espaços prioritários na campanha promovida pela Campo Aberto sob o mote 50 espaços verdes em perigo e a preservar na Área Metropolitana do Porto, campanha essa que viria a dar origem ao livro, editado pela associação em setembro de 2017, intitulado Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto.

No Ciclo Observatório do Urbanismo temos dado relevo, além de a outros temas, aos parques urbanos e suas múltiplas funções que concorrem para o bem-estar e qualidade de vida dos habitantes das cidades.

Para se inscrever nesta visita, enviar nome, email e telefone de contacto de cada pessoa a inscrever, até quinta-feira 6 de dezembro,  para: atividadesca@gmail.com

A atividade é inteiramente gratuita. No entanto, por livre decisão de cada participante, é possível fazer um pequeno donativo à Campo Aberto, que não tem quaisquer subsídios regulares, como contributo voluntário para as despesas da organização. Se optar por esse gesto, que agradecemos antecipadamente, basta fazer uma transferência para
PT50 003507300003575610354
registando como descritivo ou comunicação ao destinatário: donativo, seguido de um dos nomes do doador: donativoMota, por exemplo. Outra forma de apoio é tornar-se sócio da associação, para o que poderá pedir informações para o email: contacto@campoaberto.pt

A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de Gondomar a autorização dada para a realização da visita, e à Junta de Freguesia de Rio Tinto a cedência do seu auditório, onde decorrerá uma introdução inicial à visita. Agradece de modo especial ao Arq. Luís Guedes de Carvalho, autor do projeto do Parque, pela sua disponibilidade em acompanhar e orientar os participantes.

 

NATUREZA E PAISAGEM EM VALE DE CAMBRA
Sábado, 27 de outubro de 2018

Coorganizadores
Câmara Municipal de Vale de Cambra (Pelouro do Ambiente)
e Campo Aberto – associação de defesa do Ambiente

Apoio

Associação para a Promoção Turística e Cultural de Paraduça
Associação Rede Scientiae 

 

Com a colaboração da Câmara Municipal de Vale de Cambra e da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Cultural de Paraduça, e ainda o apoio da Associação Rede Scientiae, a Campo Aberto realiza uma visita ao concelho de Vale de Cambra que é simultaneamente um convite a começar a descobrir o seu património natural, paisagístico e cultural. O percurso é precedido da apresentação e debate, no Edifício Municipal (sede da CMVC), do livro, editado pela Campo Aberto, Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto.
No sábado, 27 de outubro, das 9:00 (partida) até às 17:30 (regresso).
Local: Edifício Municipal.

Localize o Edifício Municipal.

 

PROGRAMA

10:30
Apresentação de breve panorama do património natural e paisagístico do concelho de Vale de Cambra, a cargo do Pelouro do Ambiente do município. Apresentação pela Campo Aberto do livro «Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto».
Abertura (José Alexandre Pinho – Vereador do Ambiente de Vale de Cambra)
Um olhar sobre o património natural e paisagístico de Vale de Cambra (Joel Santos – técnico de turismo)
A Vida no Vale – uma História Natural sobre Vale de Cambra (Pedro Suarez)
Apresentação do livro «Espaços Verdes e Vivos – um futuro para a Área Metropolitana do Porto»
(José Carlos Costa Marques – Campo Aberto)

11 : 50  Debate com a assistência

12:30
Partida para Paraduça, pequena aldeia da freguesia de Arões

13:00
Almoço com a colaboração da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Cultural de Paraduça, com caldo à lavrador, broa, rojões, vinho verde da terra e água e café à moda antiga (em panela).

14:30
Início de caminhada: percurso circular em torno da aldeia, com destaque para a zona das hortas e visita aos moinhos de rodízio, num total de 4,6km. Ao longo de cursos de água e em terreno sem grandes desníveis.

À ida para Paraduça ou no regresso, haverá uma ou outra paragem curta para contemplação de pontos de interesse da Serra da Freita.

17:30/18:00
Regresso ao Porto ou outro ponto de partida

A Campo Aberto agradece a colaboração da Câmara Municipal de Vale de Cambra, em especial do Vereador do Ambiente, José Alexandre Pinho, e da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Cultural de Paraduça, bem como o apoio da Associação Rede Scientiae, em especial Tiago Fernandes e Cláudia Almeida

 

MOTIVOS DE INTERESSE
Paraduça é uma pequena aldeia da freguesia de Arões, concelho de Vale de Cambra, situada entre as Serras da Arada e do Arestal, no cimo de um monte onde corre a Oeste a Ribeira de Paraduça e a Nordeste a Ribeira de Agualva. Ambas as Ribeiras confluem com o Rio Teixeira que corre a Leste da aldeia.

Os vales encaixados e a impressionante biodiversidade destes cursos de água em contraste com os desníveis do maciço montanhoso criam um cenário de excelência, no qual se destacam alguns recantos como a cascata do Poço do Linho, localizada à entrada da aldeia, na Ribeira de Paraduça; as margens do Vale da Ribeira de Agualva, que alberga uma das mais belas florestas da região, ou os vários Poços do Rio Teixeira, considerado um dos rios mais bem preservados da Europa. Sobre estes locais pode consultar mais informações no site da Rota da Água e da Pedra (www.rota-ap.pt).

Rota dos Moinhos de Paraduça

Em 2004 foram recuperados 5 dos moinhos que serviam a aldeia de Paraduça (o Moinho do Cabo, o das Bouças, o da Cavada, o do Burmeiral e o do Castelo). Todos eles são alimentados pela mesma levada de água, com origem na Ribeira de Paraduça, localizando-se a Noroeste da Aldeia, em área agrícola.

Em termos estruturais, estes moinhos de rodízio apresentam paredes em granito e telhados de lousa. O engenho é composto por um único casal de mós. Quando foram recuperados, pela Associação de Desenvolvimento Turístico e Cultural da aldeia, os moinhos estavam na sua grande maioria abandonados e em acelerado estado de degradação. Atualmente quatro desses moinhos encontram-se em funcionamento, sendo regularmente utilizados pela população, e um quinto moinho foi exteriormente recuperado, no entanto não possui sistema de moagem.

 

 

VISITA ÀS MARGENS DO RIO OVELHA
E A AMARANTE FLORESTAL E ORNITOLÓGICO
SOB O SIGNO DE TEIXEIRA DE PASCOAES

Sábado 22 de setembro

Cascatinha no Rio Ovelha

Para se informar de como se inscrever, e de outros pormenores da organização, siga as instruções dos emails de divulgação ou, se os não recebeu, peça para: contacto@campoaberto.pt

Esta visita inclui, na parte da manhã, uma caminhada ao longo das margens do Rio Ovelha, desde Várzea de Ovelha até à Ponte de Vila Nova, graças à colaboração da Associação dos Amigos do Rio Ovelha – AARO, a quem a Campo Aberto agradece. Teremos de tarde uma visita ao Viveiro Florestal de Amarante, sob orientação do seu técnico responsável, Eng. Carlos Silva, bem como um percurso pela cidade de Amarante, por um lado visitando os pontos da cidade mais ligados à figura do grande escritor e poeta Teixeira de Pascoaes, notável pela forma como na sua obra privilegia o sentimento cósmico e o sentimento da natureza, por outro lado tentando observar algumas aves locais em parques, jardins e outros pontos, no espírito do birdwatcher. O primeiro aspeto sob orientação do escritor e historiador António José Queiroz, o segundo com a colaboração do grupo Aves de Amarante, em especial de Hugo e Nuno Ribeiro, um grupo de entusiastas de ornitologia. Ao Eng. Carlos Silva, a António José Queiroz, a Hugo e Nuno Ribeiro e a todo o grupo Aves de Amarante, os agradecimentos da Campo Aberto.

Parque Florestal de Amarante – Foto Eng. Carlos Silva

Esta visita na região das faldas do Marão decorre sob o signo de Pascoaes, o artista que na época contemporânea da cultura portuguesa mais fundamente exprimiu o sentimento da natureza, e talvez o que mais o fez em toda a história da nossa cultura. Não só está nele presente uma visão cósmica que remonta à antiguidade primitiva e clássica, e se alicerça ainda na ciência moderna, como precede e antecipa o atual sentimento e movimento ecológico, sendo pois uma inspiração para todos os que se deixem tocar pelo reencantamento capaz de nos religar de novo, no meio do tumulto da civilização de hoje, às fontes primordiais da vida.

Teixeira de Pascoaes

PROGRAMA E CRONOGRAMA

Guarda-rios pássaro emblemático

7:50 Agrupamento em frente ao Café Velasquez na Praça Francisco Sá Carneiro (ou Praça Velasquez)

8:00 Partida para Marco de Canaveses, breve visita à foz do Rio de Galinhas onde desagua no Rio Ovelha, e à foz deste onde desagua no Rio Tâmega; na chegada a Várzea de Ovelha, apresentação da AARO pela presidente, Cristina Coutinho, e Gil Reis e António Mendes, membros da associação

9:15 Início do percurso desde Várzea de Ovelha (concelho de Marco de Canavezes) até à Ponte de Vila Nova (início do concelho de Amarante), com duração de cerca de 2 horas, num total de cerca de 7km, normalmente seguindo junto ao rio

Rio Ovelha remansoso ou agitado

12:30/12:45 Partida para Amarante

13:00 Almoço em restaurante e em piquenique
(opção a cargo de cada participante; à entrada do Parque Florestal, à beira rio, perto do ponto em que se iniciará a visita da tarde, há um local agradável para piquenique; procuraremos também indicar aos inscritos um restaurante com boa relação qualidade preço; perto do ponto já indicado, há uma rua com numerosas opções de restaurantes)

 

Rio Ovelha vigiado pela poupa

15:00 Visita aos Viveiros Florestais de Amarante sob orientação do seu técnico responsável, Eng. Carlos Silva, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (Ministério da Agricultura); dada a atual situação «florestal» no país, há um novo interesse pelos viveiros ricos em espécies autóctones, como é o caso

16:00 Início de percurso pela cidade, evocativo de Teixeira de Pascoaes, Poeta Cósmico da Natureza, orientada por António José Queiroz, acompanhado também por Hugo e Nuno Ribeiro, do grupo Aves de Amarante, na observação de aves.

 

Rio Ovelha e margens

 

18:00 Regresso ao Porto
19:15 Chegada ao Porto

À entrada do Parque Florestal de Amarante

A Sombra Humana

Quando passeio, ao longo dos caminhos,
Batem asas de medo os passarinhos,
Escondem-se os répteis, no tojo em flor.
Meu ser espalha um trágico pavor
Nas pobres criaturas
Que, neste mundo, vivem, às escuras!

Avezinha fugindo ao ruído dos meus passos,
Se o que eu sinto por ti, acaso, pressentisses,
Tu virias fazer o ninho nos meus braços…
Virias ter comigo, ó pedra, se me ouvisses!

(in Vida Etérea)

O Marão, a montanha, é indissociável da imagem de Pascoaes. «Pensar como uma montanha», na expressão do grande clássico da natureza que foi Aldo Leopold, eis algo que era familiar a Pascoaes, e que funda uma maneira de ver e sentir nos antípodas do frenesim apressado do mundo actual.

Teixeira de Pascoaes

VISITA A CABEÇO SANTO E PATEIRA DE FERMENTELOS
(ÁGUEDA: REFLORESTAÇÃO AUTÓCTONE E CONSERVAÇÃO DA NATUREZA)
Sábado 30 de junho

 

Vista geral da Pateira de Fermentelos, importante sítio da Rede Natura 2000
Informações e inscrições: atividadesca@gmail.com e 918527653.

Esta visita tem a colaboração do núcleo Quercus-Aveiro e o apoio da Câmara Municipal de Águeda. A ambos a Campo Aberto agradece.

Vista geral da Pateira de Fermentelos, importante sítio da Rede Natura 2000

Cronograma e programa – motivos de interesse

7:50 Agrupamento frente ao Café Velasquez, Praça Velasquez (Francisco Sá Carneiro), Porto
8:00 Embarque e Partida para Cabeço Santo

Manhã

1-Visita Guiada ao Cabeço Santo

Um projeto de reflorestação com árvores autóctones e vegetação nativa

O Projeto Cabeço Santo foi criado em 2006 no âmbito da Quercus Núcleo de Aveiro, na sequência de um grande incêndio. O seu primeiro objetivo era recuperar e proteger escassos núcleos de vegetação nativa que se encontravam dispersos pelo imenso eucaliptal existente.

Em colaboração com a Câmara Municipal de Águeda, com quem foi assinado um protocolo, e apoio de vários patrocinadores, o projeto passou a incluir áreas antes cultivadas, que assim têm sido recuperadas para a vegetação nativa.

10:00 – Chegada a Belazaima do Chão/Feridouro, concelho de Águeda

Receção e acompanhamento por Paulo Domingues, Raul Silva, Jorge Morais e pelo biólogo Fernando Leão, da Quercus-Aveiro.

Descrição do projeto e do trabalho a desenvolver. Percurso de visualização de trabalho desenvolvido. (Caminhada aproximadamente 45-60 minutos – c. 11:00 – 12:00).

12:15 Viagem de autocarro até à Pateira de Fermentelos, passando por Óis da Ribeira.

13:00 Almoço no Restaurante Pôr do Sol (na Pateira), ou piquenique, conforme a opção de cada participante.

Tarde

2-Visita guiada à Pateira de Fermentelos

Pormenor da Pateira de Fermentelos

A Pateira de Fermentelos é a maior lagoa natural da Península Ibérica; assume grande relevo nacional e internacional como área sensível e valiosa zona húmida da REDE NATURA 2000: Zona de Proteção Especial e Sítio de Importância Comunitária. Importante para o equilíbrio dos sistemas naturais da zona, no contexto natural, socioeconómico e turístico.

As zonas húmidas desempenham funções essenciais nos ecossistemas como a regularização hídrica e climática e a purificação da água, além de contrariarem o efeito de estufa, entre outras.

É ainda notável pela biodiversidade faunística, particularmente na componente ornitológica.

14:00 Lado Norte da Pateira de Fermentelos

Caminhada em trilho acompanhados por Raul Silva e Fernando Leão. Percurso de visualização da biodiversidade.

16:00 Lado Sul da Pateira de Fermentelos

Percurso até à estalagem em Fermentelos. Percurso de visualização da biodiversidade.

17:30 Regresso ao autocarro.

17:45 Saída para o Porto

19:00 Chegada ao Porto

Águia-pesqueira

 

VISITA À SERRA D’ARGA
Sábado 9 de junho

(Mais abaixo: Visita a São Pedro do Sul: programa e motivos de interesse)

(A Campo Aberto agradece a colaboração da COREMA – Associação de Defesa do Património, do Centro de Interpretação da Serra d’Arga – Câmara Municipal de Caminha e à empresa de turismo ambiental «DescubraMinho» a colaboração dada para a programação e execução desta visita).

Nota: as caminhadas a efetuar nesta visita são em princípio de dificuldade moderada.

Uma vista da Serra d’Arga

Serra d’Arga – Paisagem e Património
A Serra d’Arga integra o sistema montanhoso da Peneda-Gerês, culminando a 825 metros de altitude (Alto do Espinheiro, Montaria – Viana do Castelo).

De grande interesse paisagístico, dela é possível ver o mar, o Rio Lima e o Rio Minho, e povoações como Caminha, Viana do Castelo, Ponte de Lima e várias povoações na Galiza.

É também um espaço natural de grande valor ecológico, cuja importância para a conservação da natureza e da biodiversidade explica a sua inclusão na Rede Natura 2000, de dimensão europeia.

Tem além disso outros importantes valores naturais, sendo o seu património etnográfico, histórico e cultural igualmente muito rico. Nele se destacam as festas, romarias e o artesanato, incluindo o da lã e do linho, bordados e rendas.

Ponto de especial interesse é o Mosteiro de São João de Arga, de estilo românico, que remonta à época medieval (finais do século XIII) e que é local de uma romaria famosa.

Veredas da Serra d’Arga

Programa e cronograma

08:05  – Agrupamento junto ao Café Velasquez (Praça Velasquez=Francisco Sá Carneiro), no Porto
08:15 – Partida para a Serra d’Arga
09:45 – Chegada a Dem, ponto de encontro com membros da COREMA
10:15 – Visita ao miradouro da Senhora das Neves (vista panorâmica sobre o rio Coura e Caminha)
10:30 – Partida para S. João d’Arga
11:00 – Visita ao Mosteiro de São João d’ Arga
11: 20 – Partida para Arga de Baixo
11: 30 – Visita ao Centro de Interpretação da Serra d´Arga (CISA) em Arga de Baixo
12:15 – Regresso a Dem e deslocação a S. Lourenço da Montaria
13:00 – Almoço em S. Lourenço da Montaria
14:30 – Encontro com um responsável da «DescubraMinho», empresa de turismo ambiental sedeada em S. Lourenço da Montaria  
15:00 – Partida
15:30 – Visita à Chã Grande da Serra d’ Arga e ao miradouro da Senhora do Minho (vista panorâmica sobre o Vale do Lima)
16:00 – Partida para o Rio Âncora; caminhada e observação da flora
16:30 – Vista ao Pincho (Rio Âncora)
18:30 – Regresso ao Porto
20:00 – Chegada ao Porto

Mosteiro de São João de Arga

VISITA A SÃO PEDRO DO SUL 
Sábado 26 de maio

Bioparque, Carvalhais, São Pedro do Sul

(A Campo Aberto agradece à Câmara Municipal de São Pedro do Sul, à Freguesia de Carvalhais e à direção do BioParque, ao Centro Cultural Casa do Povo de Santa Cruz da Trapa e aos proprietários do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões pela colaboração dada na organização desta visita.)

Programa e Cronograma 

Ponte Romana no Rio Vouga, São Pedro do Sul

7:30  Agrupamento frente ao Café Velasquez,
7:40  Partida
9:20  Chegada a São Pedro do Sul, Termas
9:30   Visita às Termas, incluindo informações sobre a vertente geotérmica (aproveitamento energético)
– Balneário Termal Rainha D. Amélia, Centro Educativo das Termas

Termas, São Pedro do Sul

11:30 Percurso na margem do Rio Vouga e ecopista do Vouga
12:30  Almoço em restaurante ou em piquenique (opção do participante)
13:45 Partida para o Bioparque de Carvalhais
14:00  Visita e percurso pedestre Rota dos Moinhos; degustação de produtos locais
15:45  Visita breve à aldeia de Carvalhais

Bioparque, Carvalhais, São Pedro do Sul

16:00 Partida para Trapa; breve visita ao Centro Cultural Casa do Povo de Santa Cruz da Trapa
16:30 Partida para S. Cristóvão de Lafões

Mosteiro de São Cristóvão de Lafões

17:00  Visita ao Mosteiro de São Cristóvão de Lafões

Claustro do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões

18:00 Partida para o Porto
20:00 Chegada ao Porto

Aldeia na região de São Pedro do Sul

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