• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

Veja adiante:

Dia 5 – Dia Mundial do Ambiente

Dia 11 – Apresentação AdEP – Agência de Energia do Porto

Dia 22 – Hortas Urbanas Comunitárias

Dia 26 – Jardins Verticais

Dia 29 – Como se faz um jardim / Imaginar um jardim

 

—————————————————————————————————————————————-

 

Dia 5 – Dia Mundial do Ambiente

10:00 em contínuo até 20:00 – Maratona de filmes

21:15 –  Debate ARREBITA!PORTO

Entrada livre e gratuita! Veja mais em: http://goo.gl/Y2DIc

Sprout.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia 11 – 21:15, terça-feira

APRESENTAÇÃO AdEP – Agência de Energia do Porto

Local: Rua Sta Catarina, 730-2.º (sede de trabalho da Campo Aberto)

Gratuito – Inscrição obrigatória para o email contacto@campoaberto.pt

No assunto do email escrever: AdEP

No interior indicar nome, email e telefone de contacto de cada uma das pessoas que se pretende inscrever.

Prazo: até 9 de junho às 24:00

Esta tertúlia tem em vista apresentar os objetivos e funcionamento da Agência de Energia do Porto e complementa o Ciclo Energia e Clima, promovido pelo Grupo Energia e Clima da Campo Aberto (sobre o que tem sido este ciclo, pode ver http://goo.gl/hhtTv).

 AdEPorto

 

 

 

22 – 15:00, sábado – Tertúlia Ciclo Cidade-Campo

HORTAS URBANAS COMUNITÁRIAS

com a socióloga Flávia Santos

Local: Rua Sta Catarina, 730-2.º (sede de trabalho da Campo Aberto)

Gratuito – Inscrição obrigatória para o email contacto@campoaberto.pt

No assunto do email escrever: Hortas 22

No interior indicar nome, email e telefone de contacto de cada uma das pessoas que se pretende inscrever.

Prazo: até 16 de junho às 24:00

Hortas Urbanas, Comunidade e Participação – o caso da Quinta Musas da Fontinha, no Porto, e da Horta do Monte, em Lisboa. É inegável: as hortas urbanas estão em crescimento. E muitas delas não são propostas por Câmaras ou outras Instituições, mas por coletivos independentes de cidadãos, ou seja: hortas comunitárias.

Porque surgem? Como estão organizadas? Que motivos levam os indivíduos a participar? Que funções têm estas hortas? Serão apenas locais de cultivo ou têm um papel maior na comunidade em que se encontram inseridas? Será em torno destas questões que se centrará esta conversa, de forma a perceber quais as ligações entre uma horta urbana e a comunidade, com base no exemplo concreto da horta Quinta Musas da Fontinha, no Porto. Será ainda referida uma experiência semelhante em Lisboa.

Flávia Santos é autora da investigação «Hortas Urbanas de Iniciativa Comunitária – Participação e Desenvolvimento», que apresentou no âmbito da sua tese de mestrado do curso de Desenvolvimento, Diversidades Locais e Desafios Mundiais, do ISCTE-Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Lisboa, e na qual, entre outras, estudou a iniciativa da horta Quinta Musas da Fontinha. É também entusiasta das hortas urbanas e uma hortelã amadora.

2011_0702_ (24)

 

 

2

 

 

 

 

 

 

Foto: sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com

 

 

Dia 26 – 21:15, quarta-feira – Tertúlia Ciclo Cidade-Campo

JARDINS VERTICAIS

com o Eng.º Diogo Ricou

Local: Rua Sta Catarina, 730-2.º (sede de trabalho da Campo Aberto)

Inscrição paga

Para se inscrever, envie um email com assunto: Jardins verticais, para contacto@campoaberto.pt

No interior indicar nome, email e telefone de contacto de cada uma das pessoas que se pretende inscrever.

Prazo: até 22 de junho às 24:00

Preços e pagamento

Sócios: €2,00, pagos à entrada da sessão

Não sócios: €4,00, pagos por transferência bancária ou depósito numa agência CGD para o NIB 0035 0730 0003 5756103 54. Sempre que possível, indicar um descritivo com um nome mais usado e a data da tertúlia. Exemplo: Lopes26junho. Como o multibanco não permite descritivos, usá-lo só se não tiver outra possibilidade. O comprovativo do pagamento deve ser enviado para o email contacto@campoaberto.pt

Também pode enviar cheque ou vale postal em benefício de Campo Aberto – associação de defesa do ambiente para o seguinte endereço (exclusivamente): Apartado 5052, 4018-001 Porto.

O não sócio pode de imediato usufruir do preço de sócio se simultaneamente se fizer sócio. Pode aderir através de: http://www.campoaberto.pt/junta-te-a-nos/ Indispensável enviar comprovativo do pagamento da adesão para o mesmo email contacto@campoaberto.pt

Diogo Ricou é licenciado em Engenharia Agrícola pela Universidade dos Açores. Desde muito cedo está ligado a esta área de trabalho. É o responsável técnico da empresa Monteiro & Ricou – Horticultura e Jardins, Lda. É também autor de diversos artigos em revistas da especialidade e é formador na área da jardinagem, nomeadamente em jardins verticais e planeamento de jardins.  A sua área de especialização são os jardins verticais. Sócio profissional da APEV (associação portuguesa de espaços verdes). A Monteiro & Ricou presta serviços de consultadoria, gestão de obras, construção de jardins, implantação de sistemas de rega, instalação de jardins verticais, agricultura e projetos.

401099_356762814343325_220236927995915_1342360_1899165234_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto: http://tribuna-publica.blogspot.pt/2012/02/hortas-verticais.html

 

 

 

Dia 29 – 14:30, sábado – Ciclo Jardins do Porto, visita a três espaços verdes guiada pela criadora

COMO SE FAZ UM JARDIM/IMAGINAR UM JARDIM

Arq.ª Marisa Lavrador (veja adiante informações complementares)

Local de agrupamento: junto ao busto de Rosalia de Castro, na Praça da Galiza, Porto

Inscrição paga

Para se inscrever, envie um email com assunto: Imaginar Jardim, para contacto@campoaberto.pt

No interior indicar nome, email e telefone de contacto de cada uma das pessoas que se pretende inscrever.

Prazo: até 25 de junho às 24:00

Importante

Indique igualmente: se precisa de lugar em carro ou se dispõe de carro para a deslocação entre a Praça da Galiza, a Pasteleira e a Cantareira (Foz) e regresso à Praça da Galiza, e quantos lugares pode ceder a outros inscritos (custos de combustível a partilhar pelos passageiros sem interferência da Campo Aberto).

Preços e pagamento

Sócios: €3,50, crianças e adolescentes até 16 anos acompanhadas por sócios: gratuito.

Não sócios: €6,00, crianças e adolescentes até 16 anos acompanhadas por não sócios: €2,00.

Pagamentos por transferência bancária ou depósito numa agência CGD para o NIB 0035 0730 0003 5756103 54. Sempre que possível, indicar um descritivo com um nome mais usado e a data do evento. Exemplo: Neto29junho. Como o multibanco não permite descritivos, usá-lo só se não tiver outra possibilidade. O comprovativo do pagamento deve ser enviado para o email contacto@campoaberto.pt

Também pode enviar cheque ou vale postal em benefício de Campo Aberto – associação de defesa do ambiente para o seguinte endereço (exclusivamente): Apartado 5052, 4018-001 Porto.

O não sócio pode de imediato usufruir do preço de sócio se simultaneamente se fizer sócio. Pode aderir através de: http://www.campoaberto.pt/junta-te-a-nos/ Indispensável enviar comprovativo do pagamento da adesão para o mesmo email contacto@campoaberto.pt

Marisa Lavrador. Nasceu em Lisboa, em 1962, viveu em Cascais, licenciou-se em Arquitetura Paisagista na Universidade de Évora em 1985. Desde então vive no Porto, principalmente por opção profissional, onde exerce há 27 anos. Começou por estagiar durante um ano na então CCRN, com orientação do Eng. Ilídio de Araújo e do Arquiteto Ribeiro Telles; ingressou como técnica na Câmara Municipal Gaia onde permaneceu até 1997. Seguidamente exerceu funções de assessoria no Pelouro de Ambiente na Câmara Municipal do Porto durante seis anos. Em 2002,  passou exclusivamente a exercer atividade privada no Gabinete de Estudos e Projectos «Marisa Lavrador- Arquitectura Paisagista, lda», sociedade constituída em 1992. Ao longo de toda a atividade com as instituições referidas, desenvolveu sempre atividade privada configurada em consultorias (Câmara Municipal  de Vila do Conde, IPPAR, Vale Arqueológico do Côa) e desenvolvimento de estudos e projetos para diversas empresas e instituições.

Sobre os espaços verdes a visitar

Jardim da Galiza (ou  jardim de Sophia, como a Câmara do Porto recentemente lhe chamou)

O espaço expectante que existia até 1997, então comprado para receber um Hotel, foi objeto de permuta, de projeto e construção do jardim entre Maio e Outubro de 1997. O projeto original incluía à cota alta um edifício de pequenas dimensões com funções de cervejaria e cafetaria (como alusão à Cervejaria CUF que ali tinha existido); diversas vissicitudes resultaram na não construção da cervejaria planeada e aprovada. O Condomínio dos Edifícios Mota Galiza requereu à Câmara do Porto, no final da construção, a transformação num parque infantil, pretensão que não foi aprovada.

Parque da Pasteleira

O projeto foi desenvolvido antes da atividade de Marisa Lavrador como assessora da Câmara Municipal do Porto, e ultimado em 1996. As obras foram iniciadas em 1997 no quadro do Programa de Erradicação de Barracas na cidade do Porto. Os 7 hectares da mata então conhecida por «mata da Pasteleira» estavam em grande degradação e eram ocupados parcialmente por bairros de barracas (degradação da paisagem, social, marginalidade…) O conjunto arbóreo pré-existente de pinheiros e sobreiros foi fundamentalmente  conservado na sua quase totalidade. A forma que o Parque hoje oferece foi resultado de uma obra não totalmente finalizada, cuja última ação foi a construção da Cafetaria do Lago, concluída em 2002.

Marginal da Cantareira

Espaço conquistado ao Rio Douro, por terrapleno necessário para proteger dos avanços do mar sobre a frente urbana ribeirinha da Cantareira, construído pela APDL com a colaboração da Faculdade de Engenharia do Porto.  A sua configuração em espaço de lazer surgiu do objetivo cumulativo de criar uma nova centralidade à cota baixa da encosta, objetivo que Marisa Lavrador definiu com a aprovação da APDL. O projeto é de 1999 e o espaço foi aberto ao público em outubro de 2000. Por razões de gestão e necessidade de adaptações de obras posteriores, foi realizado um Projeto de Alterações e respetiva obra em 2004. Esse Projecto foi Menção Honrosa no concurso Prémio Nacional de Arquitetura Paisagista 2005.

1400621_66700050

Imprimir esta página Imprimir esta página

Categorias: Notícias

Um comentário até agora.

Deixar comentário