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Com base em informações provenientes de pessoas que participaram na organização, pode afirmar-se que a Quermesse de Natal, realizada no sábado 4 de Dezembro de 2010, excedeu as expectativas. Valeu francamente a pena ter vencido as hesitações e dificuldades múltiplas que surgiram. O balanço foi positivo, ao ponto de algumas das pessoas mais de perto envolvidas terem proposto a realização de nova quermesse na Páscoa e, até, uma vez por estação do ano, ou com semelhante regularidade.

O conteúdo mais temático da tarde, sobre a flora da Serra de Valongo, a cargo de Maria Pires de Carvalho e de Paulo Araújo, deixou a melhor impressão em todos. O que não surpreende, pois conhecemos bem o valor do trabalho que ambos têm desenvolvido no domínio da botânica e da árvore, parte dele aliás realizado no âmbito da Campo Aberto, que o tem como um património de que se orgulha.

Teriam passado pela sede da associação talvez mais de 30 pessoas, tendo grande parte delas permanecido de modo estável ao longo da tarde. Em benefício da associação foram feitas vendas em várias modalidades, incluindo um leilão, uma novidade na tradição das quermesses na sede. Venderam-se produtos oferecidos pelos sócios e amigos, como o azeite e o vinho produzido pelo Fernando Guedes Pinto ou os atoalhados oferecidos pela Francisca Beirão, artigos do comércio justo e outros. A receita, antes de deduzidos os pagamentos a fazer a fornecedores (basicamente, Comércio Justo), rondou os 380 euros. Grosso modo, pode arriscar-se dizer que a quermesse pagou um mês de despesas com a sede. Se passar a ser uma atividade regular, talvez resolva um terço da despesa anual nesse capítulo, o que seria um contributo inestimável para o equilíbrio das contas da Campo Aberto. Para já não falar no seu valor como ocasião de confraternização e reforço dos laços de solidariedade entre sócios e amigos.

As castanhas trazidas pela Antónia Bacelar e pelo Fernando Pinto foram muito elogiadas, bem como a jeropiga do Fernando. Outros argumentos gustativos deram timbre à confraternização. A afluência, identificada como quase toda de sócios ou de amigos frequentes, e poucas caras novas, mostra que um número de pessoas que equivale a cerca de um sexto dos associados responde ao chamamento, o que se pode considerar uma taxa elevada no quadro associativo nacional. Inclinar ligeiramente a proporção no sentido das caras novas pode ser talvez o próximo passo.

A associação tem que estar grata a Alcina Silva, Ana Moreira, Antónia Bacelar, Cristiane Carvalho, Daniel Silva, Fernando Guedes Pinto, Hugo Cunha, Lúcia Fernandes, Maria das Dores Carvalho, Maria Pires de Carvalho, e todos os que contribuíram com grande dedicação para este excelente resultado.

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