İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592

    ======================
    ==========================
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

    ==========================
    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
    ==========================
    ==========================
    1. Crónica: A nova religião da saúde

    A cruzada higienista da ASAE virou-se agora contra as IPSS. Costuma
    (ou costumava, não sei) dizer-se que em tempo de guerra não se limpam
    armas. Querer obrigar as cozinhas de algumas das instituições de
    solidariedade que, preenchendo o lugar deixado vazio pela
    insensibilidade social do Estado, estão hoje na linha da frente da
    guerra contra a fome, a ter túneis de congelação e outros rigores
    próprios de restaurantes de luxo, forçá-las a destruir géneros
    guardados em arcas congeladoras comuns e a deitar fora os alimentos
    oferecidos pelas populações, tudo numa altura em que aumenta
    exponencialmente em Portugal a legião dos carenciados, já é mais que
    falta de senso, é falta de vergonha. Depois da demonização moral dos
    fumadores, queimados como hereges na praça pública que são hoje os
    media pelo verbo incendiário do director-geral de Saúde, e da
    perseguição a rissóis, empadas e colheres de pau, o “calvinismo”
    fiscalizador que se instalou na sociedade portuguesa não dá sinais de
    desarmar. Já faltou menos para os encapuzados da ASAE começarem a
    meter o nariz também nas nossas cozinhas, se não nos nossos quartos e
    salas de jantar para verificar se usamos o preservativo ou se
    fumamos. E por que não nos nossos lavabos para ver se tomamos banho
    todos os dias?

    Manuel António Pina

    https://jn.sapo.pt/2008/05/19/ultima/a_nova_religiaoda_saude.html

    ==========================
    2. Matosinhos: Estudo vai identificar riscos

    Segundo a nova legislação, é obrigatório incluir uma Carta de Risco e
    um Plano Prévio de Intervenção de cada tipo de risco existente no
    concelho no Plano Municipal de Emergência. Nesse sentido, e por
    considerar que “não possui condições internas para a elaboração dessa
    carta de risco”, a Câmara de Matosinhos vai encomendar o trabalho ao
    departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do
    Porto, a quem reconhece “a idoneidade e competência técnica adquirida
    na elaboração das Cartas de Risco Distritais para o Governo Civil do
    Porto”.

    O estudo deverá ficar concluído em seis meses e vai custar 30 mil
    euros. A proposta para a celebração do protocolo com a faculdade vai
    ser apreciada hoje pelo Executivo, em reunião pública. “O objectivo é
    completar os elementos em falta no Plano Municipal de Emergência”,
    esclareceu Guilherme Pinto, notando que os principais riscos do
    concelho já estão identificados, mas serão, agora, avaliados com mais
    pormenor.

    As questões relacionadas com o armazenamento e a indústria dos
    combustíveis, com as grandes artérias rodoviárias que atravessam o
    Município, com as cheias do Rio Leça e a proximidade do aeroporto são
    os principais riscos identificados, afirma o presidente da Câmara,
    certo de que com o trabalho da Faculdade de Letras será possível
    prestar um melhor serviço à comunidade.

    Além do levantamento das ocorrências no concelho, da sua localização,
    identificação dos pontos críticos e elaboração de propostas de
    prevenção, o trabalho prevê também a definição de planos de
    intervenção, onde estão identificados os equipamentos a proteger em
    caso de acidente, como as escolas, hospitais, centros comerciais,
    aglomerados populacionais mais densos, praias, entre outros.

    https://jn.sapo.pt/2008/05/19/porto/estudo_identificar_riscos_o_concelho.html

    ==========================
    3. Serra da Cabreira repovoada

    A Câmara Municipal de Vieira do Minho está a proceder ao repovoamento
    da serra da Cabreira. A ideia é muito bem vista junto da comunidade
    de caçadores que estão, inclusive, a trabalhar com a autarquia para
    transformar aquele espaço de montanha, mais ordenado, mais
    fiscalizado e logo mais vigiado. Para além da prevenção mais atenta
    de incêndios, a caça desportiva há muito que está associada ao
    conceito de turismo cinegético, apresentando-se como um importante
    recurso económico e social para as localidades que dispõem das
    condições ideais para acolher esta modalidade.

    Curiosamente, esta ideia de sustentabilidade vem ao encontro de uma
    tese de doutoramento desenvolvida na Universidade do Minho, sobre as
    áreas de montanha e que teve a Cabreira como estudo-base e onde são
    apontados alguns erros do passado “as áreas montanhosas sofreram
    processos de degradação ecológica e um considerável despovoamento,
    acompanhada de uma incorrecta utilização de pastagens e de florestas
    e, por vezes, de um crescimento não sustentável do turismo”.

    O docente universitário aproveita para pedir “um aumento do
    investimento na área arborizada” feito de “forma sustentável”,
    apostando-se “na qualidade, na eficiência e no valor agregado do
    sector”, através da preparação das áreas florestais para a produção
    de bens e serviços diversificados, evitando a repetição “de uma
    extensa mancha florestal de baixo valor económico” e, por isso,
    exposta a um risco de incêndio muito elevado.

    https://jn.sapo.pt/2008/05/19/norte/serra_cabreira_repovoada.html

    ==========================
    4. Baixo Vouga um pouco mais limpo

    Os campos do Baixo Vouga lagunar, de Canelas até Avanca, estão um
    pouco mais limpos depois de uma acção de limpeza, promovida, ontem,
    pela Associação de Caçadores e Pescadores de avança (Estarreja) , que
    permitiu recolher mais de uma tonelada e meia de toda a espécie de
    resíduos, a maior parte plásticos e embalagens de pesticidas, mas,
    também, pneus velhos, outras peças e acessórios de automóveis e até
    fogões velhos.

    A iniciativa, a primeira do género, organizada por um clube de
    caçadores, na zona de Aveiro, reuniu cerca de meia centena de
    associados, apesar da chuva que caiu, de manhã, na região.

    https://jn.sapo.pt/2008/05/19/norte/baixo_vouga_pouco_mais_limpo.html.___
    Mensagens neste tópico (1) Responder (através da web) | Adicionar um novo tópico
    Mensagens | Arquivos | Fotos | Links | Banco de dados | Enquetes | Associados | Agenda

    ==========================
    5. Turismo responsável por efeito de estufa

    Os ambientes densamente construídos e a proliferação de aparelhos de
    refrigeração nos edifícios e estâncias turísticas estão a contribuir
    não só para a formação de microclimas negativos, como também podem
    interferir nos processos que induzem as alterações climáticas. O
    alerta foi lançado por Andreas Matzarakis, um investigador do
    Instituto Meteorológico, da Universidade de Friburgo (Alemanha),
    durante a conferência internacional “Cidades e alterações climáticas.
    Que futuro?”, na Universidade de Lisboa.

    Segundo o especialista alemão, as condições microclimáticas podem
    constituir um factor positivo de criação de áreas turísticas, já que
    os turistas procuram, essencialmente, climas temperados e quentes.
    Todavia, os efeitos negativos dessa carga de visitantes implica
    alterações na climatologia urbana e no planeamento regional e urbano.

    “Por um lado, o clima e as condições de tempo são os principais
    factores promotores do turismo e do recreio ao ar livre,
    conjuntamente com a natureza e a paisagem”, explicou Andreas
    Matzarakis. “Por outro lado, o turismo afecta o clima e é responsável
    por 5% das emissões de gases com efeito de estufa”, acrescentou o
    investigador dos fenómenos climáticos.

    Andreas Matzarakis justificou ainda que as propriedades físicas e
    químicas das áreas urbanas contribuem, de igual forma, para as
    alterações climáticas. “O fenómeno melhor conhecido é a ilha ou
    arquipélago de calor urbano. No entanto, outros factores como a
    poluição do ar e as alterações na ventilação também são importantes”,
    admitiu, defendendo que as modificações do clima pela cidade podem
    ser contrabalançadas pelo ordenamento do território.

    https://jn.sapo.pt/2008/05/19/sociedade_e_vida/turismo_responsavel_efeito_estufa.html

    ==========================
    6. Visita guiada ao Jardim Botânico do Porto

    O Jardim Botânico do Porto é um espaço de árvores centenárias mas
    também de encontro com memórias de quem ali habitou. É o caso da
    escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, que residiu na antiga
    Quinta do Campo Alegre, transpondo essa vivência para algumas das
    suas obras, como «O Rapaz de Bronze».

    O conto infantil foi ontem dramatizado no próprio Jardim Botânico. A
    chuva condicionou mas não impediu a actividade.

    A ideia de recorrer ao conto de Sophia Mello Breyner para servir de
    base a uma visita ao recém requalificado jardim partiu de Alcide
    Gonçalves, arquitecta paisagística. Alcide Gonçalves explicou que a
    ideia assenta na vontade de promover os jardins que “ainda estejam
    preservados e que contam uma história, têm memória”. “A ideia tinha
    também surgido por necessidades óbvias da profissão”, disse,
    acrescentando que um dos objectivos destas incursões pelos jardins da
    cidade é mostrar que “o jardim não é um espaço morto, não server só
    para ter relva e jogar à bola”.

    Sobre os “jardins ainda preservados” da cidade, Alcide Gonçalves diz
    que “o Porto está a qualificar os espaços verdes e há muito para
    fazer”.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=12290f81b634aaec8ee8e70474c06c22

    ==========================
    ==========================
    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

    ==========================
    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Maria Carvalho

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário