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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sexta, 25 de Janeiro de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações
indicadas.

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1.Portugal com elevado respeito pelo ambiente

Portugal é o 18.º país de uma lista de 149 que mais respeita o ambiente, segundo o “Índice de Desempenho Ambiental 2008” divulgado no Fórum Económico Mundial de Davos, Suíça.
Entre os 27 Estados-membros da União Europeia, Portugal posiciona-se na 14.ª posição, à frente de países como Itália, Dinamarca, Espanha, Luxemburgo ou Holanda, segundo o estudo citado ontem pela agência Lusa.
O “Environmental Performance Index (EPI) 2008”, divulgado anteontem em Davos, é um ranking elaborado por uma equipa de especialistas da Yale University e da Columbia University, Estados Unidos, que avalia a qualidade ambiental e a vitalidade do ecossistema em cada país.
A Suíça lidera o ranking que ordena os 149 países utilizando 25 indicadores distribuídos por seis categorias critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais produtivos e alterações climáticas.
O segundo lugar é ocupado pela Suécia, seguida pela Noruega, Finlândia, Costa Rica e Áustria, estando os Estados Unidos na 39.ª posição e a China na 105.ª posição.
Segundo o Ministério do Ambiente, em termos de “score”, Portugal posicionou-se este ano acima da média europeia em cinco das seis categorias analisadas qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas.
Na categoria biodiversidade e habitat, embora com um “score” ligeiramente abaixo da média, Portugal ocupa a 13.ª posição.

https://jn.sapo.pt/2008/01/25/sociedade_e_vida/portugal_elevadorespeito_pelo_ambien.html

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2. Ban Ki-moon defendeu em Davos que a água poderá gerar mais conflitos como o do Darfur

O ambiente foi ontem tema em destaque no Fórum Económico Mundial, com o secretário-geral da ONU a abordar a escassez de água e Al Gore o aquecimento global
A escassez de água no planeta corre o risco de provocar novos conflitos como o do Darfur, defendeu ontem o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, no Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça. As questões ambientais estiveram na ribalta no segundo dia da cimeira, com o Nobel da Paz Al Gore a salientar que as alterações climáticas estão a acontecer mais rápido do que o previsto.
“A experiência prova que a falta de água pode provocar conflitos, sobretudo nos países pobres”, salientou Ban Ki-moon. “O crescimento da população vai agravar o problema, tal como as alterações climáticas. Muitos novos conflitos perfilam-se no horizonte.” Deu como exemplo o Darfur, ao salientar que a seca que se vive há cerca de dez anos na parte ocidental do Sudão é, em grande parte, responsável pelo conflito que desde 2003 já matou cerca de 200.000 pessoas.
Também o antigo vice-presidente norte-americano Al Gore advertiu os líderes da política e da economia presentes para o facto de as alterações climáticas estarem a acontecer “mais depressa e de uma forma mais grave do que mostraram as inquietantes projecções do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas” (IPCC), que em 2007 foi galardoada com o Nobel da Paz junto com o autor de Uma Verdade Inconveniente.
“Algumas projecções mostram que os bancos de gelo no Pólo Norte podem desaparecer completamente em cinco anos”, acrescentou Al Gore, citado pela AFP. Mais importante do que mudar lâmpadas para diminuir o consumo de energia, disse, é mudar “as leis e as obrigações de cada nação para combater esta ameaça”.
Ontem, em Davos, foi também apresentado o Índice de Desempenho Ambiental de 2008, no qual Portugal ocupa a 18.ª posição nos países que mais respeitam o ambiente. Entre os Estados-membros da União Europeia, Portugal, que teve uma classificação de 85,8 por cento, ficou em 14.º lugar, à frente de países como Itália, Dinamarca, Espanha, Luxemburgo ou Holanda.
A lista integra 149 países e é liderada pela Suíça, com 95,5 por cento. Foi elaborada por especialistas das universidades de Yale e Columbia (EUA) e contempla vários aspectos ligados à preservação ambiental, como a poluição do ar ou da água e a vitalidade dos ecossistemas em cada país analisado.
Portugal encontra-se acima da média europeia em áreas como a qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas, mas teve pior desempenho na categoria de biodiversidade e habitat.
Logo a seguir à Suíça surgem a Noruega, a Finlândia, a Costa Rica e a Áustria, os cinco países com melhor desempenho na protecção do ambiente.
No campo oposto estão cinco países africanos – Mali, Mauritânia, Serra Leoa, Angola e Níger, em último lugar, com 39,1 dos 100 pontos possíveis. Guiné-Bissau está pouco antes, na posição 140, e Moçambique em 134.º lugar. Os EUA ocupam o 39.º lugar e a China está na 105.ª posição.
Al Gore alertou para o facto de as alterações climáticas estarem a acontecer mais rapidamente do que se previa

https://jornal.publico.clix.pt/

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3. Saúde: Sono é fundamental para vida saudável

O velho ditado popular que diz ‘deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer’ está a ganhar uma nova actualidade à medida que os investigadores descobrem a importância do sono para uma vida saudável. “As pessoas, até há pouco tempo, acreditavam que o sono era uma fase inactiva do nosso dia-a-dia, era como desligar um botão, mas agora sabe-se que é um factor essencial para uma vida saudável”, afirmou o investigador João Carlos Winck, em declarações à Lusa.
Na perspectiva deste especialista da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), que defende que “o sono não tem sido levado a sério”, a sociedade “está com uma dívida de sono”. “O problema é que a duração média do sono passou nos últimos anos de umas razoáveis nove horas para apenas sete e há muita gente que não dorme mais do que cinco horas por noite”, alertou.
As consequências desta “dívida de sono” traduzem-se, entre outras, num aumento da probabilidade de sofrer doenças cardíacas, estando também a ser estudada a influência que exerce na gravidez e nas alterações hormonais que podem levar à obesidade.

Diagnóstico precoce

As novas evidências do impacto do sono na saúde são o tema central de uma reunião científica que se realiza hoje entre investigadores das universidades do Porto e de S. Paulo, no Brasil. O encontro, que tem lugar na Aula Magna da FMUP, reúne investigadores de centros de excelência na área do sono, na sequência de um protocolo estabelecido entre as duas universidades que visa o desenvolvimento de projectos de investigação comuns nesta área.
Um dos problemas que actualmente se colocam, segundo João Carlos Winck, é a necessidade de sensibilizar os profissionais de saúde para a importância de um diagnóstico precoce. “Ainda não está nos hábitos dos profissionais de saúde perguntar ao doente como é que ele dorme”, salientou o investigador, acrescentando que essa pergunta “pode permitir descobrir que existem perturbações no sono”.
Uma dessas principais perturbações é a apneia do sono, que se caracteriza pelo ressonar intenso, associado a paragens respiratórias durante o sono e a sonolência excessiva durante o dia.

https://jn.sapo.pt/2008/01/25/sociedade_e_vida/sono_e_fundamental_para_vida_saudave.html

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Selecção hoje feita por Celina Raposo

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