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    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Peça informações a:
    campo_aberto@oninet.pt

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592

    ==========================
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

    ==========================
    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
    ==========================

    1. Maratona cultural gratuita está de regresso a Serralves

    É só na aparência que a quarta edição de “Serralves em Festa” parece uma
    réplica das anteriores. A fórmula que notabilizou o evento – 40 horas de
    actividades culturais em regime ‘non-stop’ – permanece sem alterações de
    maior, mas o programa foi ampliado de forma significativa, graças à
    assinatura de novas parcerias com instituições como a Culturgest, a
    Faculdade de Belas Artes do Porto, a Universidade Católica ou o Núcleo
    de Experimentação Coreográfica.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/11/cultura/maratona_cultural_gratuita_esta_regr.html

    ==========================

    2. Facturas da EDP deixam de ter efeitos ambientais

    Ricardo David Lopes

    A EDP arrancou com um projecto pioneiro a nível mundial para compensar
    os impactos ambientais associados à produção, emissão, impressão e
    transporte de facturas. O projecto, em parceria com o Instituto Superior
    Técnico (IST), envolve acções em cinco explorações agrícolas
    certificadas pelo por um programa ambiental europeu, e permite anular o
    efeito causado pelas 36 milhões de facturas que todos os anos a
    eléctrica envia aos clientes.

    As acções, explicou ao JN fonte oficial da EDP, permitem, por exemplo,
    compensar os 9830 metros cúbicos de água (9,83 milhões de litros)
    consumidos no processo de fabrico das 350 toneladas de papel, que a
    empresa usa nas facturas e envelopes, ou as 1,19 toneladas de dióxido de
    carbono (CO2) libertadas para a atmosfera, sobretudo à custa dos
    combustíveis gastos no transporte das facturas, sendo este o efeito – e
    o gasto de água – mais “impactante” em termos ambientais.

    O resultado deste programa, garante a mesma fonte, é que as facturas são
    “efectivamente limpas”, tendo um “impacto zero” no ambiente. Os impactos
    são calculados por um programa informático, sendo escolhidas e
    quantificadas as medidas para anular cada um deles e as explorações
    agrícolas capazes de realizar

    acções compensatórias.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/11/economia_e_trabalho/facturas_edp_deixam_ter_efeitos_ambi.html

    ==========================

    3. Vem aí Verão quente e perigoso

    Nelson Morais
    A Direcção-Geral de Saúde avisou ontem, com base nas previsões
    meteorológicas disponíveis, que o país pode estar à beira de um dos
    verões mais quentes das últimas décadas. E, como se não bastasse, o
    número de mortes associadas aos efeitos do calor poderá ainda ser
    agravado pelo facto de não se terem registado grandes surtos de gripe no
    último Inverno.·
    “Tivemos pouca gripe. Portanto, temos um capital que, provavelmente, irá
    engrossar o número de mortos”, previu o subdirector -geral de Saúde,
    José Robalo, numa sessão, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde
    foram apresentados os planos, nacional e da Zona Centro, de contingência
    para as ondas de calor.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/11/ultima/vem_verao_quente_e_perigoso.html

    ==========================

    4. Setúbal e produtores florestais previnem incêndios na Arrábida

    Investimento superior
    a 600 mil euros conta com fundos comunitários,
    mas os responsáveis
    da iniciativa esperam maior adesão dos proprietários

    Cerca de 420 hectares do Parque Natural da Arrábida, correspondentes a
    22 propriedades – em que apenas uma, o Alambre, é pública – foram alvo
    de uma operação de limpeza, nos últimos dois anos, para prevenir a
    ocorrência de incêndios.

    A Câmara de Setúbal e a Associação de Produtores Florestais (Aflops)
    mostraram ontem os resultados, numa visita que acabou por tornar-se numa
    reunião de campo entre os técnicos das entidades convidadas. A cada
    paragem para mostrar o trabalho realizado e a importância do controlo
    dos matos, sobretudo numa área protegida onde existem restrições à acção
    humana, os responsáveis da Aflops, do Instituto de Conservação da
    Natureza (ICN) e da Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF)
    discutiam formas de manter limpos os espaços intervencionados, de chamar
    mais proprietários para colaborarem nestas acções e de encontrar formas
    de gestão que tirem verdadeiro partido das áreas protegidas. O
    vice-presidente do ICN, João Alves, aproveitou a ocasião para salientar
    as especificidades de um parque natural, onde as condicionantes não
    passam de “normas de bom senso”, numa lógica de “atitude preventiva e
    cautelosa”.

    https://jornal.publico.clix.pt/default.asp?dt=20070511

    ==========================
    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Celina Raposo

    -> danielpc@fastmail.fm

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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    Categorias: Boletim

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    É só na aparência que a quarta edição de “Serralves em Festa” parece uma
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    actividades culturais em regime ‘non-stop’ – permanece sem alterações de
    maior, mas o programa foi ampliado de forma significativa, graças à
    assinatura de novas parcerias com instituições como a Culturgest, a
    Faculdade de Belas Artes do Porto, a Universidade Católica ou o Núcleo
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    2. Facturas da EDP deixam de ter efeitos ambientais

    Ricardo David Lopes

    A EDP arrancou com um projecto pioneiro a nível mundial para compensar
    os impactos ambientais associados à produção, emissão, impressão e
    transporte de facturas. O projecto, em parceria com o Instituto Superior
    Técnico (IST), envolve acções em cinco explorações agrícolas
    certificadas pelo por um programa ambiental europeu, e permite anular o
    efeito causado pelas 36 milhões de facturas que todos os anos a
    eléctrica envia aos clientes.

    As acções, explicou ao JN fonte oficial da EDP, permitem, por exemplo,
    compensar os 9830 metros cúbicos de água (9,83 milhões de litros)
    consumidos no processo de fabrico das 350 toneladas de papel, que a
    empresa usa nas facturas e envelopes, ou as 1,19 toneladas de dióxido de
    carbono (CO2) libertadas para a atmosfera, sobretudo à custa dos
    combustíveis gastos no transporte das facturas, sendo este o efeito – e
    o gasto de água – mais “impactante” em termos ambientais.

    O resultado deste programa, garante a mesma fonte, é que as facturas são
    “efectivamente limpas”, tendo um “impacto zero” no ambiente. Os impactos
    são calculados por um programa informático, sendo escolhidas e
    quantificadas as medidas para anular cada um deles e as explorações
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    Nelson Morais
    A Direcção-Geral de Saúde avisou ontem, com base nas previsões
    meteorológicas disponíveis, que o país pode estar à beira de um dos
    verões mais quentes das últimas décadas. E, como se não bastasse, o
    número de mortes associadas aos efeitos do calor poderá ainda ser
    agravado pelo facto de não se terem registado grandes surtos de gripe no
    último Inverno.·
    “Tivemos pouca gripe. Portanto, temos um capital que, provavelmente, irá
    engrossar o número de mortos”, previu o subdirector -geral de Saúde,
    José Robalo, numa sessão, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde
    foram apresentados os planos, nacional e da Zona Centro, de contingência
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    Investimento superior
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    mas os responsáveis
    da iniciativa esperam maior adesão dos proprietários

    Cerca de 420 hectares do Parque Natural da Arrábida, correspondentes a
    22 propriedades – em que apenas uma, o Alambre, é pública – foram alvo
    de uma operação de limpeza, nos últimos dois anos, para prevenir a
    ocorrência de incêndios.

    A Câmara de Setúbal e a Associação de Produtores Florestais (Aflops)
    mostraram ontem os resultados, numa visita que acabou por tornar-se numa
    reunião de campo entre os técnicos das entidades convidadas. A cada
    paragem para mostrar o trabalho realizado e a importância do controlo
    dos matos, sobretudo numa área protegida onde existem restrições à acção
    humana, os responsáveis da Aflops, do Instituto de Conservação da
    Natureza (ICN) e da Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF)
    discutiam formas de manter limpos os espaços intervencionados, de chamar
    mais proprietários para colaborarem nestas acções e de encontrar formas
    de gestão que tirem verdadeiro partido das áreas protegidas. O
    vice-presidente do ICN, João Alves, aproveitou a ocasião para salientar
    as especificidades de um parque natural, onde as condicionantes não
    passam de “normas de bom senso”, numa lógica de “atitude preventiva e
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    actividades culturais em regime ‘non-stop’ – permanece sem alterações de
    maior, mas o programa foi ampliado de forma significativa, graças à
    assinatura de novas parcerias com instituições como a Culturgest, a
    Faculdade de Belas Artes do Porto, a Universidade Católica ou o Núcleo
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    Ricardo David Lopes

    A EDP arrancou com um projecto pioneiro a nível mundial para compensar
    os impactos ambientais associados à produção, emissão, impressão e
    transporte de facturas. O projecto, em parceria com o Instituto Superior
    Técnico (IST), envolve acções em cinco explorações agrícolas
    certificadas pelo por um programa ambiental europeu, e permite anular o
    efeito causado pelas 36 milhões de facturas que todos os anos a
    eléctrica envia aos clientes.

    As acções, explicou ao JN fonte oficial da EDP, permitem, por exemplo,
    compensar os 9830 metros cúbicos de água (9,83 milhões de litros)
    consumidos no processo de fabrico das 350 toneladas de papel, que a
    empresa usa nas facturas e envelopes, ou as 1,19 toneladas de dióxido de
    carbono (CO2) libertadas para a atmosfera, sobretudo à custa dos
    combustíveis gastos no transporte das facturas, sendo este o efeito – e
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    último Inverno.·
    “Tivemos pouca gripe. Portanto, temos um capital que, provavelmente, irá
    engrossar o número de mortos”, previu o subdirector -geral de Saúde,
    José Robalo, numa sessão, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde
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    Cerca de 420 hectares do Parque Natural da Arrábida, correspondentes a
    22 propriedades – em que apenas uma, o Alambre, é pública – foram alvo
    de uma operação de limpeza, nos últimos dois anos, para prevenir a
    ocorrência de incêndios.

    A Câmara de Setúbal e a Associação de Produtores Florestais (Aflops)
    mostraram ontem os resultados, numa visita que acabou por tornar-se numa
    reunião de campo entre os técnicos das entidades convidadas. A cada
    paragem para mostrar o trabalho realizado e a importância do controlo
    dos matos, sobretudo numa área protegida onde existem restrições à acção
    humana, os responsáveis da Aflops, do Instituto de Conservação da
    Natureza (ICN) e da Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF)
    discutiam formas de manter limpos os espaços intervencionados, de chamar
    mais proprietários para colaborarem nestas acções e de encontrar formas
    de gestão que tirem verdadeiro partido das áreas protegidas. O
    vice-presidente do ICN, João Alves, aproveitou a ocasião para salientar
    as especificidades de um parque natural, onde as condicionantes não
    passam de “normas de bom senso”, numa lógica de “atitude preventiva e
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