Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Peça informações a:
    campo_aberto@oninet.pt

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592

    ==========================
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

    ==========================
    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
    ==========================

    1. Porto: Rali na Alameda das Antas

    Nem só o futebol serve para animar a zona das Antas, no Porto. Amanhã à
    noite, os protagonistas não são 11 nem vestem de azul e branco. As estrelas
    serão os cerca de 50 pilotos, inscritos no rali F.C. Porto, a acelerar na
    super especial que converterá a Alameda do Dragão numa pista. Quem já tem
    saudades de ouvir os motores dos automóveis de competição a roncar na
    cidade – e recorda as corridas de automobilismo no velho Estádio das
    Antas -, poderá assistir à prova cronometrada. O acesso é gratuito

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/rali_animar_noite_antas.html

    ==========================

    2. Porto: Filipe La Féria lamenta falta de investimento no Rivoli

    – A data de estreia do musical de Filipe La Féria, “Jesus Cristo superstar”,
    no Teatro Rivoli, no Porto, está dependente da aprovação de um empréstimo
    que o empresário foi obrigado a contrair para colmatar “a surpresa amarga”
    que teve ao confrontar-se com o “diminuto material técnico” do Teatro
    Municipal. “O sistema de som e luz é primário. A mesa de som está ao nível
    da de qualquer colectividade. Não há robótica. Não há sequer uma máquina de
    fumo. Qual é a discoteca que a não tem?”, questiona Filipe La Féria,
    surpreendido com “a inconcebível falta de investimento” no equipamento

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/material_tecnico_rivoli_uma_surpresa.html

    O grande auditório do Rivoli surgirá completamente transformado. Porquê?

    Será uma das grandes surpresas. Quem conhece o espaço não irá reconhecê-lo.
    Tem a ver com essa interpretação contemporânea, que não se reflecte só no
    texto, mas também a nível estético. O espaço cénico estende-se pela sala
    toda. O público também estará ali a condenar Cristo.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/nao_trabalho_para_o_umbigo.html

    “Fiquei surpreendido com a preparação dos jovens que encontrei no Porto”,
    torna La Féria. “São apaixonadíssimos e profundos conhecedores de música.
    Todos sabem ler uma partitura”.
    O encenador deixa a pergunta “Jovens sem mercado de trabalho têm a justa
    possibilidade de brilhar. O que é isto senão serviço público?”

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/o_e_isto_senao_servico_publico.html

    ==========================

    3. Matosinhos: Câmara quer alargar utilização da VILPL

    A Câmara de Matosinhos quer que a Via Interna de Ligação ao Porto de Leixões
    (VILPL) sirva todo o tráfego pesado do referido porto, do Ikea e da
    plataforma logística de Leixões que vai nascer uns metros a sul do complexo
    da empresa de mobiliário sueco. Aquela ligação, que vai desembocar ao
    IP4/A4, tirando os camiões da malha viária de Matosinhos, ainda não está a
    aberta à circulação viária, apesar de estar concluída desde Fevereiro de
    2004.
    A VILPL foi pensada para os pesados que chegam e partem do Porto de Leixões,
    mas Guilherme Pinto quer, agora, alargar o seu âmbito às unidades que vão
    nascer na zona.
    Esta noite, os deputados da Assembleia Municipal de Matosinhos vão votar uma
    proposta de reconhecimento da utilidade pública municipal do projecto viário
    de acesso ao pólo de Gonçalves/APDL (Administração dos Portos do Douro e
    Leixões), integrado na plataforma logística de Leixões, cujo processo se
    encontra em fase de expropriações. IS

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/camara_quer_alargar_utilizacao_vilpl.html

    ==========================

    4.Matosinhos: Exponor sem parceiro

    Depois da Associação Empresarial de Portugal (AEP) e da promotora holandesa
    TCN terem cortado relações e perante o risco dos projectos da Exponor para
    Leça da Palmeira e Santa Maria da Feira ficarem no papel, Guilherme Pinto,
    presidente da Câmara de Matosinhos, quer ajudar a encontrar uma solução. O
    autarca manifestou-se disponível para procurar um parceiro para a AEP que
    permita executar o projecto anunciado para os terrenos de Leça.
    “A Câmara está disponível para ajudar a AEP a encontrar novos parceiros”,
    referiu o autarca, que tem sido informado pela associação sobre os
    desenvolvimentos do processo.
    Guilherme Pinto teme que “o projecto entre num limbo” e, por isso, garante
    que ficará atento aos promotores “que aparentem ter dimensão” para executar
    o plano da AEP. “Terei muito gosto em poder servir de interlocutor e de os
    sentar à mesa”, referiu, adiantando que ainda não fez contactos nesse
    sentido.
    Recorde-se que o investimento para a Feira e Matosinhos, estimado em 850
    milhões de euros, e considerado um Projecto de Interesse Nacional (PIN),
    corre o risco de não avançar. Tudo porque a TCN Portugal e a AEP entraram em
    ruptura depois do responsável da promotora, Júlio Macedo, ter vindo a
    público acusar Ludgero Marques, responsável máximo da AEP, de querer incluir
    no empreendimento a construir nos terrenos do Europarque uma fábrica de
    painéis solares, da qual é administrador.
    O acordo ainda não foi oficialmente rasgado, mas tudo indica que não haverá
    entendimento. Se assim for, além de necessitar de um novo parceiro, a AEP
    tem de fazer outro projecto e submetê-lo à apreciação do Governo. IS

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/exponor_parceiro.html

    Exponor faz 20 anos com mudanças no horizonte

    O maior parque de exposições da zona Norte do País, Exponor, e a Associação
    Empresarial de Portugal (AEP) festejam, em conjunto, os seus aniversários. A
    Exponor com duas décadas de vida e a AEP com 158 anos. Em dia de festejos,
    recordam-se os seus percursos.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=edc6aa139d788ab6c7e03d147d5db3e2

    ==========================

    5.Ikea abre a 31 de Julho e espera dois milhões no primeiro ano

    j. paulo coutinho
    Loja Ikea está em fase de acabamentos. Abrirá dentro de três meses

    Inês Schreck
    No dia 31 de Julho abrem-se as portas da loja Ikea de Matosinhos e espera-se
    uma multidão. A data foi anunciada, ontem, por responsáveis do grupo que
    prevêem atrair ao espaço comercial dois milhões de visitantes no primeiro
    ano de funcionamento. A Câmara garante que os acessos à megaloja de
    mobiliário foram “muito bem pensados” para evitar congestionamentos. Porém,
    o túnel rodoviário que ligará o IC1/A28 ao complexo Ikea só deverá ficar
    pronto em meados do próximo ano, pouco antes da inauguração do centro
    comercial do mesmo grupo.
    “Posso dar garantias de que tudo foi pensado para que o trânsito flua com
    conforto”, frisou Guilherme Pinto, presidente da Autarquia matosinhense,
    sublinhando a capacidade das avenidas que vão ser construídas nas imediações
    da loja. Será a uma dessas avenidas que o túnel vai ligar, passando por
    baixo da Rua Veloso Salgado (à saída do IC1 para Leça da Palmeira). A Norte
    do espaço comercial, também deverá ser reabilitado o actual nó da Tertir que
    faz a ligação a Santa Cruz do Bispo. No que respeita a mobilidade, o autarca
    admitiu sonhar com a chegada do metro às imediações daquele espaço “com 750
    hectares [incluindo a plataforma logística] de pulsar de vida económica”.

    A menos de três meses da inauguração, a obra está em fase de acabamentos. “A
    construção dos acessos e a instalação de ares condicionados e iluminação
    estão a ser finalizadas. A última fase será em meados de Junho com a
    decoração e preparação do espaço para a inauguração”, explicou Ricardo
    Pinheiro, director da loja Ikea de Matosinhos, numa cerimónia na Câmara,
    antes de uma visita à empreitada.

    Com a proximidade da abertura, a empresa entrou num ritmo acelerado de
    selecção de colaboradores. A Ikea vai empregar 500 pessoas (60% mulheres) e
    155 já estão escolhidas. Daquela equipa, 35% são de Matosinhos e a média de
    idades é de 31 anos. No total, registaram-se mais de 15 mil candidaturas e,
    actualmente, estão a ser feitas 200 entrevistas por dia. “Mostra bem que é
    um foco de emprego muito importante para a região”, referiu Ricardo
    Pinheiro, acrescentando que o recrutamento está a ser feito no Centro de
    Congressos de Matosinhos em colaboração com a Câmara e o Centro de Emprego e
    Formação Profissional da Região Norte.
    (…)

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/ikea_abre_a_de_julho_e_espera_dois_m.html

    ==========================

    6.AMP: Junta dividida sobre proposta do Governo para o metro

    O vice-presidente da Junta Metropolitana do Porto, Castro Almeida, afirmou
    que é “inaceitável” a última proposta do Governo sobre a expansão da rede do
    metro do Porto. Esta posição do social-democrata Castro Almeida contrasta
    com a do outro vice-presidente, o socialista Guilherme Pinto, que afirmou
    não existirem divergências entre a JMP e o Governo. A inserção urbana e a
    linha da Trofa são os factores de discórdia.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=11c484ea9305ea4c7bb6b2e6d570d466&subsec=&id=59ad229c78d9e0701dd53519fd254260

    ==========================

    7. Autarcas exigem reunião para selar acordo sobre metro
    Apelo parte de Mário de Almeida
    artur machado

    Junta Metropolitana do Porto continua sem chegar a um acordo com Governo
    sobre o metro
    Carla Soares e Inês Schreck

    Aúltima versão do acordo para o metro definida pelo Governo provocou, ontem,
    nova ronda de reacções, depois de, na véspera, ter sido rejeitada pelo
    presidente da Junta Metropolitana do Porto (JMP), Rui Rio, por não incluir
    alterações propostas pela estrutura na recente carta ao Ministério das Obras
    Públicas. Os dois vice-presidentes da JMP, Guilherme Pinto e Castro Almeida,
    divergem, com o primeiro a insistir em que já há condições para assinar o
    acordo e o segundo a garantir que, tal como está, “é inaceitável”. Mas ambos
    concordam na necessidade de uma reunião urgente com os membros do Governo, à
    semelhança do que vem reclamando outro membro da Junta, Mário de Almeida.

    Como noticiou o JN, a resposta às alterações propostas pela JMP já foi
    enviada mas não satisfaz Rio. As duas versões não coincidem nos pontos sobre
    a inserção urbana e linha da Trofa.

    Por sua vez, o socialista Guilherme Pinto defendeu que “há muito tempo que
    se deveria ter resolvido o problema sem andar a trocar cartas”, e que, neste
    momento, não há diferendo com o Governo. “As divergências que existem são, a
    meu ver, nenhumas. O que está em causa é a redacção de um conjunto de opções
    onde já não há divergências”, reforçou. Segundo Guilherme Pinto, as partes
    envolvidas deveriam reunir-se.”Devíamos sentar-nos à mesa para escrever o
    acordo em conjunto”, apelou, no final de uma cerimónia na Câmara de
    Matosinhos, pois “tudo seria mais rápido”.

    Por sua vez, o social-democrata Castro Almeida disse, ao JN, que “a resposta
    do Governo é diferente da proposta da JMP no que respeita à inserção urbana
    e à Trofa, e, por isso, inaceitável”. “Nesta medida, tenho dificuldade em
    compreender o optimismo de Guilherme Pinto”, declarou. Sobre a inserção
    urbana, diz que os autarcas aceitam incluir um ponto sobre as obras da
    segunda fase. “Quanto à primeira, a nossa vontade de fazer acordo é tão
    grande que basta o texto não referir o assunto. Mas o Governo insiste em
    incluir a repartição de encargos”, disse, com uma interpretação “equívoca”.
    Quanto à reunião, concorda com Guilherme Pinto. “Este processo de faz que
    anda mas não anda não credibiliza ninguém. É importante haver outra
    tentativa. A reunião facilitaria as coisas”, defendeu.

    O presidente da Câmara da Trofa, Bernardino Vasconcelos, quer, por sua vez,
    uma reunião para Guilherme Pinto esclarecer a sua posição e insiste na
    prioridade à linha do concelho.

    Mário de Almeida, presidente da Câmara de Vila do Conde, insiste no apelo
    para que se dê continuidade às reuniões realizadas entre os governantes e os
    autarcas, que envolveram não apenas a comissão permanente da Junta
    Metropolitana mas, também ,os autarcas com assento na Metro do Porto, como é
    o seu caso e o de Valentim Loureiro. “As questões de fundo tinham ficado
    resolvidas nessas reuniões”, recordou, lamentando que as questões de
    pormenor que faltará acertar estejam a ser tratadas “apenas com papéis para
    trás e para a frente e não sejam objecto de uma reunião conjunta onde seriam
    rapidamente resolvidas”. “Andam há semanas a empatar. O problema pode ser
    facilmente resolvido, mas deve ser tratado à mesa, olhos nos olhos, como
    sempre defendi”, disse o autarca, concluindo que é a região que perde.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/autarcas_exigem_reuniao_para_selar_a.html

    ==========================

    7. Gaia: Nova linha da STCP para Vila d’Este

    A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) requereu, à
    Direcção-geral dos Transportes Terrestres e Fluviais, a concessão de uma
    nova carreira entre a Boavista, no Porto, e a Urbanização Vila d’Este, em
    Gaia. O pedido, sob a forma do “aviso número 8227/2007”, veio publicado no
    ‘Diário da República’ (DR) de anteontem, mas a notícia colheu de surpresa a
    STCP, que desconhecia o o teor do aviso quando contactada pelo JN.

    De acordo com o texto do DR, a futura linha, que utilizará a ponte da
    Arrábida, partirá da Boavista, passando pela Praça da Galiza. Entrará em
    Vila Nova de Gaia pelo nó do Candal e seguirá pelo Largo do Montinho,
    Coimbrões, GaiaShopping, Largo de Soares dos Reis, Rotunda de Santo Ovídio e
    Monte da Virgem.
    O processo da concessão poderá ser consultado durante 60 dias, na delegação
    de Transportes do Norte, na Rua do Campo Alegre, no Porto.

    Reforço útil
    A Associação dos Proprietários da Urbanização de Vila d’Este congratulou-se
    com a futura linha, lamentando, todavia, a falta de planos para o
    prolongamento da linha do metro até àquela urbanização, “conforme havia sido
    prometido”, afirmou, ao JN, António Moreira, daquela associação.

    “Aplaudimos a nova linha. Será um reforço extremamente útil para servir a
    população que trabalha e estuda na zona ocidental do Porto e tanto m ais
    importante quanto não há planos para o interface do metro em Vila d’Este”,
    sublinhou, ainda, António Moreira.
    A urbanização é servida pela linha 905, que atravessa a ponte do Infante e
    termina no Bolhão, no Porto. “É bom que a nova carreira seja assegurada pela
    STCP, que tem um serviço mais uniforme e regular. Mas convém não esquecer
    que Vila d’Este produz cerca de 1,7 milhões de passagens nos transportes
    públicos”, concluiu aquele dirigente. RP

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/nova_linha_stcp_para_vila_deste.html

    ==========================

    8. Paredes: 400 mil euros revitalizam o comércio

    O comércio tradicional de Paredes tem uma imagem obsoleta e será impossível
    renová-lo se esta condicionante não for alterada. Partindo deste
    pressuposto, a associação empresarial local definiu um plano global para a
    promoção do sector, pondo em prática cursos de vitrinistas, projectos de
    animação de rua e outras actividades. Em dois anos serão investidos cerca de
    400 mil euros na promoção comercial dos quatro centros urbanos Paredes,
    Lordelo, Rebordosa e Gandra. Elsa Leite, presidente da Associação
    Empresarial de Paredes (AEP), não tem dúvidas de que “é mesmo impossível
    revitalizar o comércio mantendo a actual imagem”, mas acredita na
    reconversão do sector desde que haja, por parte dos comerciantes locais, a
    predisposição para a mudança.

    O investimento tem por base uma candidatura, apresentada pela AEP, ao
    programa comunitário PRIME (URBCOM), que permite a captação de ajudas
    financeiras europeias, tendo em vista a revitalização do sector.

    Além disso, a associação representativa dos empresários e comerciantes
    paredenses quer aproveitar a requalificação urbana em curso no centro de
    Paredes e noutros locais para definir estratégias de promoção comercial.

    A autarquia paredense avançou com várias frentes de obra, quase todas em
    simultâneo, com o objectivo de dotar as zonas urbanas de infra-estruturas
    básicas e de comunicações. A renovação urbana passa pela criação de passeios
    mais amplos ao longo das ruas mais movimentadas. JV

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/400_euros_revitalizam_o_comercio.html

    ==========================

    9.Gondomar: Prevenção contra incêndios avança

    Aprovado que está pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) o plano
    municipal de defesa contra incêndios, a Autarquia de Gondomar dará hoje, na
    reunião de Câmara, luz verde ao plano de acção para este ano.

    Ao executivo camarário serão, no âmbito da aprovação daquele plano municipal
    de defesa da floresta, apresentados o plano de acção de 2007 e o plano
    operacional, que visa articular todas as entidades de protecção civil na
    defesa, no combate e no rescaldo dos incêndios.

    O novo plano de acção entrará em vigor no dia 1 do próximo mês mas será
    posto em prática ainda antes dessa data. Nessa altura, e até o próximo mês
    de Setembro, estarão no terreno quatro equipas de vigilância florestal, com
    jipes e motos. Haverá, igualmente, dois pontos de vigia, um no lugar de
    Ramalde, freguesia de S. Cosme, e outro na Varziela, em Melres, explicou, ao
    JN, o vereador Telmo Viana, que tem como pelouro a Protecção Civil.

    O plano de acção, que faz parte do tal plano municipal aprovado pela DGRF,
    inclui acções específicas em termos de infra- -estruturas, como beneficiação
    e pavimentação de caminhos florestais, construção de pontos de água e
    criação de faixas de gestão de combustíveis, que permitam travar a evolução
    dos incêndios.

    Ao mesmo tempo, será promovida junto da população uma campanha de
    sensibilização, com distribuição de desdobráveis que abordam, entre outras
    questões, as acções proibidas em período crítico, as limitações à realização
    de queimas e fogueiras e as medidas a tomar no que toca às habitações que
    ficam junto das áreas florestais.

    A fiscalização dos madeireiros, o levantamento do cadastro das indústrias
    que existem nos espaços florestais e dos terrenos junto das zonas urbanas
    são outras medidas previstas no âmbito do plano de acção para este ano.
    Carla Soares

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/porto/prevencao_contra_incendios_avanca.html

    ==========================

    10.V.Castelo: Mercado depende de escavações

    O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) deu luz verde à
    construção do futuro mercado municipal de Viana do Castelo no espaço onde
    actualmente se encontra o prédio Coutinho, após ter rejeitado a pretensão,
    em Julho passado. Para a viabilizar, aquele organismo exige, agora, a
    realização de uma prospecção arqueológica no local, dado tratar-se de
    intervenção que decorre em pleno centro histórico da cidade.

    Aludindo à viabilização do projecto por parte do IPPAR, o presidente da
    Câmara, Defensor Moura, disse que para tal bastou um aditamento realizado
    pela equipa responsável pelo projecto, “onde é esclarecida a proposta”. No
    concreto, um edifício com cave, rés-do-chão e dois pisos, que “se aproxima”
    da forma do mercado que ali existiu até finais da década de 60, explica a
    sociedade gestora do Polis vianense.

    A campanha arqueológica, que decorrerá em área compreendida entre a Capela
    das Almas e a Igreja de S. Bento, deve arrancar uma vez aprovado, pelo
    IPPAR, o plano de trabalhos, da responsabilidade dos serviços municipais.
    Apesar de viabilizada, a construção do futuro mercado permanecerá suspensa
    por tempo indefinido, devido ao processo de demolição do prédio Coutinho.

    Durante a reunião de ontem do Executivo, foi aprovado o prolongamento da Rua
    Pedro Homem de Melo (junto à ponte metálica) até à Rua Nova de S. Bento,
    através da permuta de uma moradia, situada na segunda daquelas artérias, que
    será demolida para dar lugar à ligação. Considerando tratar-se de empreitada
    “projectada há mais de 30 anos”, Defensor Moura indicou que, para concluir
    os trabalhos, faltará, depois, prolongar o arruamento até à Praça D. Maria
    II.Luís Henrique Oliveira

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/norte/mercado_depende_escavacoes.html

    ==========================

    11. Murça: Presidente acusado de aprovar projecto da própria mulher

    Ermelinda Osório
    João Teixeira diz que a mulher “tem toda a legitimidade para investir e
    aproveitar apoios existentes”

    O Partido Social Democrata (PSD) de Murça acusa o presidente da Câmara
    local, eleito pelo Partido Socialista (PS), de “aproveitar as funções como
    presidente da Associação do Douro Histórico, em 2006, para aprovar um
    projecto de investimento do programa ‘Leader +’, em nome da esposa”.
    Segundo Joaquim dos Anjos, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD,
    “trata-se de um favorecimento pessoal e familiar, e não se entende como é
    que o presidente escolhe um concelho vizinho para realizar este
    investimento, em vez de o fazer no concelho onde vem buscar mais de oito mil
    euros por mês”.
    Em causa, está um investimento de no valor de 176.339 euros para a
    recuperação de uma casa para turismo rural, propriedade de Maria Domítilia
    Fernandes, em Parada do Pinhão, no município de Sabrosa.
    As acusações da estrutura local do PSD e dos vereadores do mesmo partido,
    Costa Leite e José Moutinho, estendem-se, ainda, ao facto de “o presidente
    morar em Mirandela de onde se desloca diariamente com carro e motorista; ter
    apartamentos em Vila Real e no Porto, o que, em conjunto, significa
    claramente que não confia em Murça e no seu futuro”, consideram.
    O presidente, João Teixeira, recorda que a esposa “é natural de Parada do
    Pinhão, onde herdou bens legados pelos pais, tendo toda a legitimidade, como
    qualquer cidadão, de realizar os investimentos que entende, e o direito de
    recorrer a fundos para esse efeito”. O autarca acrescenta que “o projecto
    foi aprovado, pela Câmara de Sabrosa e pelas diversas entidades, sem
    qualquer intervenção do presidente da Câmara de Murça. E na Associação do
    Douro Histórico foi aprovado numa reunião estando eu ausente”, garante.

    “Politiqueiros”
    O PSD acusa ainda o autarca “pouco ou nada fazer em termos de obra”, a não
    ser “ter construído em 2004 um muro luxuoso numa sua propriedade com
    dinheiros públicos, com a desculpa de segurar as terras, não se tendo
    preocupado em segurar as terras dos vizinhos”.
    Já o presidente chama os seus opositores de “politiqueiros” e apresenta um
    extenso rol de obras realizadas ou a decorrer. O PSD argumenta que não foi
    cumprido outro extenso rol de promessas e quanto ao que foi realizado, “fez
    disparar a dívida da autarquia total conhecida para quase 12,5 milhões de
    euros. Uma gestão sem rumo que hipotecaram as hipóteses de concorrer a
    financiamentos comunitários e vedaram o recurso ao crédito”, acusa a
    Oposição.
    João Teixeira lembra que “metade da dívida foi herdada do Executivo
    anterior”, do qual fazia parte também ele próprio e um dos actuais
    vereadores (José Moutinho), na altura ambos eleitos pelo PSD.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/norte/presidente_acusado_aprovar_projecto_.html

    ==========================

    12.Centro: Rota da Luz quer ideias turísticas
    João Paulo Costa

    A Região de Turismo Rota da Luz quer ideias para desenvolver o sector. E para isso está disposta a pagar. A forma de chegar ao público é inovadora. Um concurso nacional de ideias, o primeiro em Portugal, ao qual deu o nome de “Mentes Brilhantes… em Turismo”. Ontem, na apresentação, o presidente da Região de Turismo, Pedro Silva, disse acreditar que vão surgir “ideias inovadoras, susceptíveis de criarem uma nova dinâmica na região”, que neste caso se estende de S. João da Madeira a Coimbra. O mentor do projecto foi Carlos Costa, professor da Universidade de Aveiro,uma das entidades organizadoras. O ex-responsável pelo Observatório de turismo não dúvida que vão chegar candidaturas, “que poderão contribuir para o plano de desenvolvimento que está em marcha para a Rota da Luz e para a ‘nova’ Rota de Vinhos da Bairrada”, representada através da Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB). Os organizadores não pretendem projectos “virtuais”, mas propostas concretas para os 19 municípios envolvidos. Qualquer pessoa pode concorrer. As propostas podem estar associadas a uma ou mais áreas temáticas, tais como transportes, ambiente e energia, rotas e itinerários, eventos, gestão, cooperação, história e património, entre outros. A organização “pretende implementar o mais número de ideias possível”, assegurou Carlos Costa, que enunciou os critérios de avaliação originalidade e inovação; apresentação e desenvolvimento da ideia e exequibilidade na implementação da proposta ao território em concurso. As propostas deverão ser entregues até 28 de Setembro (www.ideiasturismo.com). Os resultados serão conhecidos até ao final deste ano. Serão distribuídos 2000 euros e seis estágios remunerados na área do turismo, entre outros prémios.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/norte/rota_luz_quer_ideias_turisticas.html

    ==========================

    13. Coimbra: Câmara dá terrenos no Ingote para hortas
    Tânia Moita

    Doze moradores dos bairros da Rosa e Ingote receberam, ontem, da Câmara Municipal de Coimbra, terrenos para o cultivo de agricultura de subsistência. A par dos blocos habitacionais, naqueles que são, porventura, os dois bairros sociais mais problemáticos da cidade, vão passar a existir hortas com tomates, pepinos, feijão verde, pimentos e couves. Zulmira Ferraz vê as cebolas de José Manuel Pinto, que foi dos primeiros a receber o talhão de terra, por detrás do Bairro Velho, ainda em 2006, na encosta para a Circular Externa, e já consegue projectar as suas culturas. O tempo da sementeira já passou, mas pode começar a “arrancar ervas e tirar pedras”. E o trabalho é muito, que o digam José Pinto e a esposa Maria José Santos, que, para conseguirem “o primor” de horta que actualmente têm, demoraram “mais de seis meses”. “Aqui não entra máquina, é tudo à enchada”, vai explicando o morador, que retomou as práticas agrícolas “dos tempos de solteiro, quando ainda vivia na aldeia”. Com o projecto das hortas, a autarquia conimbricense “devolve” aos moradores do Planalto – bairros sociais da Rosa e do Ingote – parcelas de terra que estes haviam ocupado de forma ilegítima e que acabaram por ser retirados aquando da requalificação de toda a envolvente aos bairros, nomeadamente com a construção de estradas, passeios e espaços verdes. Os primeiros 13 talhões foram atribuídos em 2006, os restantes 12 na tarde de ontem. “A experiência revelou-se muito positiva, como se pode ver pelas hortas já atribuídas. Porque ficam com os talhões pessoas reformadas e, conjunturalmente, desocupadas, que têm aqui não só uma ocupação do tempo como um complemento de rendimento”, explica Gouveia Monteiro, vereador da Habitação. Os “agricultores”, quase todos, como Armando Antunes, admitem “perceber um bocadinho de tudo um pouco”, mas terão acções de formação práticas, numa parceria com a Escola Superior Agrária de Coimbra, para que tenham cuidados ambientais, seja a nível de fertilizantes ou de uso racionalizado de água. A autarquia “empresta-lhes” a terra dotada de água, a troco do pagamento de uma renda de 30 euros anuais, mas proibe-os de alargarem à pecuária e aos galinheiros que antes povoavam as encostas traseiras aos prédios.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/pais/camara_terrenos_ingote_para_hortas.html

    ==========================

    14.Montijo: Mil alunos venderam produtos agrícolas na rua
    Alexandra Ferreira da Silva

    Crianças comercializaram produtos que elas próprios cultivaram. Mais de mil alunos das escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho de Montijo animaram, ontem, a praça central da cidade, com a venda de vários produtos agrícolas por eles produzidos. A quarta edição da Eco-Feira, uma iniciativa do pelouro do Ambiente da Câmara Municipal, foi, conforme explicou o vereador Nuno Canta, apenas “o culminar de uma série de iniciativas de sensibilização ambiental desenvolvidas durante o ano lectivo, nomeadamente as Hortas Escolares”. O projecto Hortas Escolares está implementado em 12 escolas do concelho e pretende promover e sensibilizar a comunidade escolar para os benefícios da agricultura biológica em relação à agricultura convencional. A agricultura é, assim, utilizada como forma de divulgação de usos, costumes e características culturais, de modo a contribuir para o conhecimento e preservação do meio rural e ainda de uma alimentação mais racional e saudável. Ontem, cada escola envolvida montou uma pequena banca com couves, salsa, batatas, alfaces e feijão verde. Os alunos ficaram encarregues de apregoar a qualidade do que vendiam e, assim, aliciar quem por ali passou até à hora do almoço. O balanço ainda não foi feito, mas os sorrisos e as brincadeiras dos mais novos provaram que para os pequenos vendedores a feira teve um resultado muito positivo.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/pais/mil_alunos_venderam_produtos_agricol.html

    ==========================

    15.Região do Douro também vai produzir água de mesa

    Em terra de vinho, também há boa água. A Região Demarcada do Douro prepara-se para acolher a sua primeira unidade para produção de água de mesa, num projecto a cargo da empresa “Águas de Cambres”, que se irá desenvolver no concelho de Lamego. O investimento está orçado em 2,5 milhõesde euros, devendo as obras do complexo arrancar ainda este ano. Um empresário português e outro da região da Galiza lideram o processo, depois de terem adquirido a “Águas de Cambres” ao grupo Ladário, sediado no Porto e ligado à construção civil.

    https://jn.sapo.pt/2007/05/10/economia_e_trabalho/regiao_douro_tambem_produzir_agua_me.html

    ==========================

    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

    ==========================

    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário