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    Destaque: Sobre a Quinta de São Roque (n.º 1): Se a todo o momento esse
    património pode voltar à posse do município, porque não regressa já? Porque
    não fica desde logo excluído do fundo imobiliário em causa? Os
    contorcionismos que se fazem para evitar o que é simples…

    Ah! É que não é assim tão simples: existe um pequeno alçapão, certamente não
    por acaso: é que a quinta voltará a ser do município mas apenas “com
    altíssima probabilidade”… Isto de probabilidades são jogos de azar…
    JCM

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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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    Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006
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    1. Porto: Socialistas temem perda para o município da casa e logradouro da
    Quinta de S. Roque
    Quinta em fundo de investimento

    O PS contestou na Assembleia Municipal a inclusão da casa e logradouro da
    Quinta de S.Roque num fundo de investimento imobiliário fechado. Em
    resposta, Rui Rio garantiu que o fundo deverá ser 100 por cento da câmara,
    pelo que o património pode regressar ao município.
    Eduarda Vasconcelos

    O presidente da Câmara do Porto assumiu ontem, ³com 98 por cento de
    certeza², a integração de 21 imóveis e terrenos municipais em dois fundos de
    investimento imobiliários fechados. Rui Rio adiantou aos deputados
    municipais que num primeiro fundo ficarão os terrenos com maior liquidez, ou
    seja, os que estiveram já sujeitos a hasta pública e não tiveram comprador.
    O segundo fundo será, por seu turno, constituído por terrenos que de momento
    não apresentam praticamente liquidez alguma. Trata-se assim de um fundo de
    longo prazo, cujos terrenos aqui incluídos necessitam de estudos até se
    poder tomar uma decisão final. Após a explicação da proposta que estava a
    ser submetida à apreciação da Assembleia Municipal de anteontem, a oposição
    soltou inúmeras críticas. Críticas estas que acabaram por se centrar
    nomeadamente na Quinta de S. Roque da Lameira, incluída no segundo fundo.
    Rui Rio esclareceu que apenas estava a integrar-se a casa e o logradouro e
    não a zona de mato.
    Teresa Andersen, do PS, considerou, a propósito, ser ³extremamente grave
    ouvir falar assim do património². ³Uma quinta é um todo e não se divide aos
    bocados², defendeu, considerando que a inclusão da casa e logradouro num
    fundo imobiliário fechado faz supor que ³é mais uma quinta que perdemos na
    cidade e elas já são escassas².

    Património pode regressar ao município
    Levantada a questão, Rui Rio chamou o director de finanças para mais
    explicações. Este assegurou que ³em qualquer momento o património pode
    regressar à posse do município².
    Porém, e depois do PS, através de Rodrigo Oliveira voltar a «torcer o
    nariz», o presidente da autarquia admitiu que ³se o fundo for 100 por cento
    da câmara o património regressa². Antes, o edil havia dito que o segundo
    fundo, onde está incluída a casa e logradouro da Quinta de S. Roque, ³será
    com altíssima probabilidade 100 por cento da câmara².

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=bc81fadfc26148b56970f10a36db111a

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    2. Porto: Contra controlo governamental

    A eventual mudança da estrutura de gestão da empresa Metro do Porto está a
    preocupar os vereadores socialistas no executivo portuense. Francisco Assis
    posicio-nou-se contra a gestão maioritária do Governo, garantindo
    ³solidariedade² com a posição que a Junta Metropolitana venha a assumir.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=9c7e5b44c60361937a73447d8e1f6969

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=bc81fadfc26148b56970f10a36db111a

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    3. Porto: Providência cautelar para travar construção de prédio

    Edifício para habitação que está a ser construído na esquina das ruas do
    Marechal Saldanha e do Funchal não agrada aos vizinhos

    Um grupo de moradores vai interpor uma providência cautelar no Tribunal
    Administrativo e Fiscal do Porto para travar a construção de um edifício de
    habitação na esquina das ruas do Marechal Saldanha e do Funchal, na
    freguesia de Nevogilde, no Porto. Os contestatários alegam que o projecto do
    prédio – com cave, rés-do-chão e cinco andares – não respeita as regras
    urbanísticas em vigor à data da sua aprovação.

    “Volumetria excessiva”, “cércea superior à dominante” e “taxa de
    impermeabilização do solo a 100%” são algumas das “infracções” que os
    moradores vão apresentar na acção judicial que está a ser preparada contra a
    Câmara (ler caixa). Entre os cerca de doze moradores está o arquitecto
    Alexandre Burmester, directamente afectado pela construção.

    “Faço-o também como cidadão e técnico que trabalha nesta cidade e a quem
    irritam e entristecem situações como esta”, escreveu no blogue “A Baixa do
    Porto”. No mesmo blogue, o arquitecto desafiou o vereador do Urbanismo, Lino
    Ferreira, a rever o processo, deixando no ar suspeitas sobre a rapidez de
    aprovação do mesmo. “É daqueles casos em que se fica perplexo com tantas
    irregularidades. E a aprovação foi demasiado rápida”, afirmou, ao JN,
    Alexandre Burmester.

    https://jn.sapo.pt/2006/12/06/porto/providencia_cautelar_para_travar_con.html

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    4. Porto: Câmara “perdoou” 400mil euros a imobiliárias

    Câmara “perdoou” 400 mil euros a imobiliárias

    ACâmara do Porto “perdoou”, em cinco meses, 400 mil euros a promotores
    imobiliários. Desde Julho que a taxa municipal de infra-estruturas está a
    ser cobrada sem incluir um factor que penaliza a construção em altura, mas
    sem que essa alteração tenha sido aprovada pela Assembleia Municipal,
    conforme o estipulado pela lei. Só anteontem é que a proposta de mudança da
    fórmula de cálculo da taxa (o regulamento em vigor inclui o referido factor)
    foi discutida. E acabou por não ser aprovada face às críticas de toda a
    oposição, que considera ilegal o procedimento da Câmara, o vereador do
    Urbanismo, Lino Ferreira, foi forçado a retirar a proposta.

    https://jn.sapo.pt/2006/12/06/porto/camara_perdoou_400mil_euros_a_imobil.html

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    5. Póvoa: Trocar o lixo por uma árvore

    Material reciclável por uma árvore. É este o mote da campanha “Troca por
    Troca”, que a Câmara da Póvoa organiza, durante o mês de Dezembro, pelo
    quarto ano consecutivo, oferecendo uma árvore ou um pequeno arbusto a todos
    os que, durante o mês do Natal, entregarem material para reciclar no
    Ecocentro de Laúndos. O início simbólico da campanha foi dado, ontem, na
    Escola n.º 2 de Navais, onde as 50 crianças do 1.º Ciclo aproveitaram os
    materiais recicláveis para fazer enfeites para a sua árvore de Natal.

    https://jn.sapo.pt/2006/12/06/porto/trocar_o_lixo_uma_arvore.html

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    6. Porto: Reitoria da Universidade volta ao centro da cidade

    A Reitoria da Universidade do Porto (UP) regressou às suas origens e ocupa,
    desde há algum tempo, o edifício mais emblemático da Academia situado na
    Praça de Gomes Teixeira, o primeiro reitor da secular instituição portuense.
    “Queremos contribuir para animar a cidade e mostrar os diferentes espólios
    museológicos ao público”, anuncia o professor José Marques dos Santos,
    reitor da UP.

    https://jn.sapo.pt/2006/12/06/porto/reitoria_universidade_volta_centro_c.html

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    7. Caminha: Centro perde moradores por causa do barulho

    Centro histórico está a perder habitantes, em parte devido ao ruído

    Por que é que há tantas casas na Rua Direita para vender e ninguém as
    quer?”. Esta uma das interrogações lançada por uma das moradoras no centro
    histórico de Caminha, no decorrer de uma reunião promovida pela Junta de
    Freguesia, destinada a debater com os proprietários dos bares o mal-estar de
    novo latente na população residente, resultante do funcionamento daqueles
    espaços de diversão nocturna.

    https://jn.sapo.pt/2006/12/06/norte/centro_perde_moradores_causa_barulho.html

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por José Carlos Marques

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    www.campoaberto.pt
    campo-aberto.blogspot.com

    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592
    contacto@campoaberto.pt

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