• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Porto Vivo faz oito percursos gratuitos

A Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) vai realizar oito percursos gratuitos para dar a conhecer o património histórico e cultural da cidade do Porto. A primeira viagem pedonal é ao Porto Barroco, com partida marcada para amanhã às 9.30 horas na Estação de S. Bento. Todos os interessados têm de inscrever-se na página da SRU (www.portovivosru.pt).

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/porto/porto_vivo_oito_percursos_gratuitos.html

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2. Preços dos combustíveis sobem a ritmo superior aos do petróleo

O preço dos combustíveis rodoviários subiu mais no primeiro semestre deste ano do que o do petróleo, situação que ocorre pela primeira vez desde a liberalização dos combustíveis. Fontes do sector explicam que o fenómeno se deve à pressão crescente sobre os preços à saída das refinarias, uma tendência que vai agravar-se, dada a falta de capacidade mundial de refinação. O início das férias nos EUA deverá inflacionar mais os preços, em especial da gasolina, nas próximas semanas.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/economia_e_trabalho/precos_combustiveis_sobem_a_ritmo_su.html

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3. Calor não dá descanso a distritos do interior

As notícias são piores para quem vive no país Interior não há perspectiva de descida das temperaturas que desde o início da semana mantêm os termómetros a rondar os 40 graus.

O conceito de onda de calor, como a que agora se vive, implica uma situação de continuidade. Significa que se verificam numa estação meteorológica, durante pelo menos seis dias consecutivos, temperaturas máximas superiores em cinco graus à média das últimas três décadas para o mesmo dia do ano.

Exposição perigosa

Também no sábado atingem-se valores de alarme do índice ultra-violeta (IUV) em todo o país.

Segundo o especialista, também do Instituto de Meteorologia, a previsão do IUV para amanhã “não é a pior relativamente a outras já medidas em Maio e Junho, mas o perigo agora acaba por aumentar, porque há mais exposição solar”. Diamantino Henriques chama a atenção para o período de risco apontado nas previsões (que oscila entre as 11/16 ou 12/16 horas consoante os distritos), assim como para o facto de as radiações não causarem efeitos no momento da exposição. “Há pessoas que ficam tranquilas por não sentirem calor ou ardor, mas os efeitos só se sentem horas depois”, alerta.

Outro fenómeno aliado tanto ao aumento das temperaturas como do IUV, a concentração de ozono, fez-se ontem sentir em quatro zonas de medição. Segundo o Instituto do Ambiente, em nenhuma estação se mediram níveis acima do limiar de alerta, mas apenas do limiar de informação ao público (a partir dos 180 mg/m3).

Ermesinde, no concelho de Valongo, foi o que registou valores mais altos (209 mg/m3) . Ainda no Porto Litoral, os valores de referência foram também ultrapassados nos concelhos de Matosinhos, Maia e Porto. Juntaram-se-lhes, no Vale do Ave, Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão e, noutras zonas de medição, Estarreja e Ílhavo.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/sociedade_e_vida/calor_da_descanso_a_distritos_interi.html

IUV pode chegar hoje ao máximo
https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=0d74c4bbf7e6c266666e61b7b8cd7ea1

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4. Praia de Árvore continua interdita

O Centro Regional de Saúde Pública do Norte (CRSP/Norte) recusou o pedido de suspensão da interdição da praia de Árvore em Vila do Conde, apresentado em Junho pela Câmara. Em decisão tornada pública na passada segunda-feira, o CRSP/Norte decidiu, após duas análises à qualidade da água com resultado mau, manter a praia da freguesia interdita à prática de banhos. A proibição deve manter-se até ao final da época balnear.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/porto/praia_arvore_continua_interdita.html

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5. Nós ficamos… mas com vontade de sair
alfredo cunha

Não. Não é por causa dos conflitos sucessivos que opõem “almeidas” e vereadores. Não. Isso é mais ou menos de agora e a sujidade na cidade já tem muito tempo. Também não é por haver mais gente na cidade que, isso, todos sabemos que já não há. Como não é por haver mais actividade que, isso, também já não existe. De facto, tirando casas vazias, pombas poluentes, grafitis “idiotas”, “outdoors” gigantes em empenas desmesuradas e outras tantas enormidades do género, pouco mais há que tenha aumentado na cidade. Ora, a tudo isto, chama-se… lixo!

A verdade é que a negligência, a incivilidade e a falta de educação, tal como a irresponsabilidade e a incompetência, também têm aumentado mas, isso, não é só nesta nossa ainda bela mas cada vez mais pobre cidade! Com efeito, o espaço público continua a ser muito desprezado e a rua voltou a ser cinzeiro, caixote do lixo, escarrador, urinol, ou seja, a vala para onde se atiram toda a espécie de restos e detritos que não queremos dentro das nossas casas.

Claro que a diligência, o civismo e a boa educação se adquirem e aprendem pela vida fora, tal como a responsabilidade e a competência, mas há coisas que se têm porque se beberam em pequenino, em casa, na rua e na escola, ou não se têm. Esta é uma das razões pelas quais a educação é tão importante. Não é só por causa da matemática, da filosofia, das ciências naturais, da filosofia, da educação sexual ou dos professores ou dos tempos que correm! Não. A educação é importante porque só há mesmo duas hipóteses ou se é bem-educado ou se é mal-educado e isso acontece no tempo justo. Não há meio-termo: ser mais ou menos bem-educado, não faz qualquer sentido e é uma absoluta impossibilidade.

A verdade é que durante as últimas décadas só houve mesmo um tempo – há muito tempo mesmo – e durante um pequeno lapso de tempo, em que parecia que a cidade iria tornar-se numa cidade bastante mais limpa e, portanto, mais saudável e melhor para viver. Isto é houve um tempo em que a cidade, para além de estar mais limpa, parecia que tinha gosto nisso porque isso já tinha sido assumido como coisa natural e, fosse lá pelo que fosse, houve mesmo essa esperança. Mas foi sol de pouca dura! Hoje, em muitos dos seus lugares, a cidade parece ter regressado aos tempos em que os despejos se faziam para a rua e em que pelas ruas circulavam alimárias de todas as raças, necessariamente pouco dadas a estas coisas da saúde e da limpeza. Hoje, há demasiados locais em que o lixo de dias atapeta ruas e largos, preenche os mil e um buracos dos imensos passeios esboroados, os interstícios das pedras das calçadas em mau estado, acumula-se nos mais pequenos recantos entre muros derrubados e paredes esventradas de casa abandonadas e por restos de obras de que nunca mais ninguém fez caso. Há mesmo pontos da cidade em que é visível que a política só pode ser a do “quanto pior, melhor”! Uma atitude declarada de deixar que o lixo se transforme na imagem de marca da cidade.

E não estou a falar só da “imagem”! Não. Estou a falar duma coisa muito mais importante que é “ser cidadão”. É que o nosso problema, enquanto cidadãos minimamente preocupados com a nossa rica saúde, não é só de imagem e, portanto, um problema de turismo e com os turistas. Não. Esses, os turistas, vêm por pouco tempo, após o que regressam aos seus países e às suas cidades limpas, cuidadas e saudáveis, levando na bagagem imagens exóticas e uma lista, também ela exótica, de cuidados a ter quando se visita um país exótico como Portugal. Mas nós… não. Nós ficamos. Só que com cada vez mais vontade de também partir deixando para trás todo o lixo de que não conseguimos livrar-nos!

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/porto/nos_ficamos_com_vontade_sair.html

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6. Moram numa casa nova sem água da rede pública

O loteamento da Gândara, começado a edificar em 2003, na freguesia de Fareja, em Fafe, ainda não tem ligação à rede pública de água. O caso foi denunciado, há dois meses, pelo JN, que ouviu as queixas dos habitantes. Neste momento, com o calor a apertar, Daniel Pereira reitera as críticas e lamenta que desde que habita a sua casa nova, há um ano, nunca tenha tido direito a água da rede. “Andam sempre a passar a culpa de uns para os outros e continuamos a usar a que vem de dois depósitos, que já têm verdete, e não temos direito a um banho de água fria porque sai sempre dali muito quente”.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/minho/moram_numa_casa_novasem_agua_rede_pu.html

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7. Aterro na serra do Carvalho já tem licença

O Instituto do Ambiente atribuiu à Braval, empresa intermunicipal de valorização e tratamento de resíduos sólidos, licença ambiental para o aterro sanitário da serra do Carvalho, no âmbito da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição.
A mesma fonte revela que a licença ambiental é válida por cinco anos, devendo, depois, ser renovada, e que o diploma relativo à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição regula as questões ligadas à actividade de deposição em aterro de resíduos não perigosos.

Abrangendo seis concelhos, a Braval vai avançar com o ecoparque, de que fazem parte uma unidade de digestão anaeróbia e compostagem de verdes, uma unidade de tratamento de resíduos hospitalares, uma unidade de desmantelamento de veículos em fim de vida, uma unidade de armazenamento de resíduos eléctricos e electrónicos fora de uso, entre outros projectos.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/minho/aterro_serra_carvalho_tem_licenca.html

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8. Na Geira como na época romana

Amélia Gomes revela que a “ideia é identificar peças de grande interesse e que se relacionam com o trajecto da própria Geira e produzi-las de forma artesanal por artesãos de Terras de Bouro” mas com algumas particularidades “não vão ser peças típicas da época mas peças daquela época inovadas ao tempo actual”. Nesta altura estão previstas serem confeccionadas cerca de 30 peças tradicionais que vão desde moedas a cerâmica passando por couro e vestuário, “todas elas certificadas com a marca de Terras de Bouro”.

https://jn.sapo.pt/2006/07/14/minho/na_geira_como_epoca_romana.html

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9. Jardins com cor a convite da junta e da câmara

Decorreu esta quarta-feira, na freguesia de Paranhos, a iniciativa «Jardins com Cor». Promovida pelo pelouro do Ambiente da Câmara Municipal do Porto e pelo mesmo pelouro da Junta de Freguesia de Paranhos, esta acção, que decorreu durante a manhã na própria autarquia paranhense, visou convidar a população local a plantar um jardim, relembrando a importância dos espaços verdes na cidade.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5&subsec=3df1d4b96d8976ff5986393e8767f5b2&id=a9d5ad08d89a66f2a68275ab95a69b62

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
https://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
www.campoaberto.pt
campo-aberto.blogspot.com

Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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Categorias: Boletim

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