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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 15 de Julho de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Satélite Met Op vai estudar o clima e as suas alterações

O satélite de observação terrestre mais complexo alguma vez colocado em órbita vai melhorar consideravelmente o conhecimento do clima e a sua evolução. O MetOp terá como missão completar os dados recolhidos de órbitas geoestacionárias pelos satélites Meteosat, fornecendo informações inéditas e de precisão inegualável.

O satélite, que deverá partir para o espaço segunda-feira, às 17.20 horas, desde o cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, no foguetão russo Soyuz, é o primeiro de uma série de três satélites meteorológicos e climatológicos europeus de órbita solar, resultantes de um programa conjunto da Agência Espacial Europeia e da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos (Eumetsat), num investimento total de 2,4 mil milhões de euros.

Com seis metros de altura e mais de quatro toneladas de peso, o MetOp leva a bordo 11 instrumentos de ponta, incluindo o interferómetro de infravermelhos Iasi, que mede a humidade e a temperatura da atmosfera, o Gome-2, que irá medir o ozono da atmosfera, e o Ascat, responsável pela medição da velocidade e direcção dos ventos à superfície do oceano e dos gelos flutuantes.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/sociedade_e_vida/satelite_op_estudar_o_clima_e_suas_a.html

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2. Cientistas portugueses apostam na energia solar

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e a BP Solar assinaram, ontem, um contrato de financiamento de projecto de investigação e desenvolvimento da energia solar.

A investigação visa o desenvolvimento de uma novo processo de fabrico das células solares fotovoltaicas com potencial para uma redução significativa do seu elevado custo de produção, que se apresenta como principal obstáculo actual à expansão deste tipo de energia alternativa.

Os elevados custos de produção da energia solar devem-se ao preço da matéria-prima das células solares, os cristais de silício ultrapuro, produzidos em forma de grandes lingotes, que têm de ser cortados em finas bolachas de 0,2 milímetros de espessura de que são feitas as células solares, levando esse processo ao desperdício de mais de metade do material.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/sociedade_e_vida/cientistas_portugueses_apostam_energ.html

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3. Portugal condenado por Bruxelas

O Tribunal Europeu condenou Portugal por alterar uma zona de protecção de aves no Alentejo, sendo o Estado obrigado a suportar os custos da sua reposição, anunciou ontem a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).

A SPEA apresentou queixa à Comissão Europeia em Fevereiro de 2003, alegando que as áreas retiradas da Zona de Protecção Especial (ZPE) para as Aves de Mourão/Moura/Barrancos continham populações de aves protegidas.

A Comissão Europeia considerou, anteontem, que o Estado português não cumpriu com as suas obrigações ao abrigo da Directiva Aves e que terá de suportar os custos necessários para a reposição da ZPE.

A alteração dos limites foi decretada pelo Governo português em Maio de 2002.

Segundo a SPEA, “esta decisão foi tomada por razões políticas e desrespeitando a legislação europeia, que só admite alterações aos limites de zonas da Rede Natura 2000 (incluindo ZPE) por razões eminentemente técnicas”.

Luís Costa, director da SPEA, explicou à Lusa que o “Governo alterou estes limites sem auscultar ninguém, nem apresentar justificações”.

“Quando procurámos saber quais os motivos que levaram a reduzir esta área, invocaram razões técnicas, mas a verdade é que nunca apresentaram qualquer argumentação nesse sentido e, por isso, o Estado foi condenado”.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/sociedade_e_vida/portugal_condenado_bruxelas.html

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4. Arqueólogos há um século a escavar a Cividade de Terroso
Cividade de Terroso recebeu seis mil visitantes durante o ano passado

Um século depois das primeiras escavações, então levadas a cabo por Rocha Peixoto, a Cividade de Terroso, na Póvoa de Varzim, prepara-se para integrar a rede de castros do Noroeste Peninsular que procura a classificação como Património Mundial, pela UNESCO (ler caixa). Um dos maiores povoados do país, com 140 mil metros quadrados de área, embora apenas cinco mil tenham sido escavados pelos arquólogos.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/porto/arqueologos_um_seculo_a_escavar_a_ci.html

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5. Apresentado mapa de ruído do concelho

Foi ontem apresentado publicamente o mapa de ruído do concelho da Maia. Este mapa descreve os níveis de exposição ao ruído da população, gerados pelas várias fontes sonoras existentes, principalmente pelas vias de tráfego rodoviário e aéreo e zonas destinadas a estabelecimentos comerciais, de serviços e indústria.

O mapa de ruído, obrigatório devido à entrada em vigor do Regime Legal sobre Poluição Sonora, mostra que as principais fontes de ruído diurno e nocturno no concelho são o tráfego rodoviário e aéreo. Gemunde, S. Pedro de Avioso e Santa Maria de Avioso são as freguesias mais tranquilas. Vila Nova da Telha é a mais ruidosa, devido á proximidade ao aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Apesar do forte índice de industrialização, a Maia não se revelou, neste estudo, um concelho com elevado ruído.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/porto/apresentado_mapa_ruido_concelho.html

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6. Seis freguesias ficam sem transporte durante o Verão

São localidades que, durante anos, assistiram à passagem de bólides em etapas do Rali de Portugal. Hoje, nem os autocarros por ali passam. Pelo menos durante os meses de Verão, privando quem menos tem inclusivamente de deslocações ao centro de saúde.

Do problema queixam-se seis freguesias do vale do Âncora, situadas em Caminha (Gondar, Orbacém, Riba de Âncora e Vile) e Viana do Castelo (Amonde e Freixieiro de Soutelo) que, juntas, não totalizam cinco mil residentes. Segundo os autarcas, a situação, que não é nova, verifica-se uma vez terminadas as aulas e, com elas, as carreiras feitas durante o período escolar, que vão servindo para suprir as carências da população. Com as férias, o serviço simplesmente desaparece, motivando lamentos e queixas que, segundo os eleitos locais, “têm vindo a agravar-se”. Do lado da concessionária, que alude a “reajustamentos” feitos em diálogo com as autarquias locais, o argumento é o da rentabilidade do serviço “Não faz sentido criar horários quando não há passageiros”. Enquanto isso, significativa fatia da população, com destaque para os mais idosos que, em muitos dos casos, residem sozinhos, vêem-se privados de transportes.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/norte/seis_freguesias_ficam_semtransporte_.html

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7. Lobos “ganham” viaduto

Os lobos, espécie protegida, (e também corços, os javalis e outros animais) do Parque Natural do Alvão vão poder atravessar em segurança a auto-estrada que cruza aquela zona protegida, com a construção de uma passagem superior específica para o efeito. Pelo menos cinco lobos morreram atropelados entre 2003 e 2005 nas estradas que atravessam o Parque Natural do Alvão. Agora, a auto-estrada 24 (A24), no troço a construir entre Vila Real e Vila Pouca de Aguiar, vai incluir o primeiro ecoduto do país, uma passagem superior específica para animais.

Hoje , abre ao tráfego o troço da A24 entre a fronteira de Chaves (Vila Verde de Raia) e Pedras Salgadas, com 37,5 quilómetros, numa cerimónia que terá a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e do monistro das Obras Públicas, Mário Lino, oito dias depois da data inicialmente prevista para a a inauguração. O adiamento ficou a dever-se ao Mundial na Alemanha.

Uma vez que a A24 atravessa uma área de Rede Natura onde estão identificadas duas alcateias de lobos, a da Sombra e a da Falperra, houve uma “grande preocupação ambiental” desde o início da construção desta via rápida, disse à Lusa um colaborador do Parque Natural do Alvão, Paulo Barros. Acrescentou que, com esta passagem, poderá manter- se o contacto entre as duas alcateias o que “garantirá uma maior variabilidade genética entre os lobos”. A A24 vai funcionar em regime de Scut (sem custos para o utilizador) e está a ser construída pela concessionária Norscut.

Paulo Barros referiu que o Ecoduto está a ser construído no sublanço entre Fortunho (Vila Real) e a Falperra (Vila Pouca de Aguiar), numa área identificada como corredor ecológico e que já era normalmente utilizada pela fauna. Disse ainda que aquela “ponte verde” terá 15 metros de largura e 30 de comprimento, para além de barreiras de madeira nas suas bermas.

Toda a área envolvente à passagem, inclusive o próprio Ecoduto, será sujeita a um melhoramento paisagístico, ou seja, serão plantadas árvores e arbustos para minimizar o impacto da estrada na vida animais.

“O objectivo é ultrapassar o efeito barreira da via e fazer com que os animais não se apercebam que estão a passar por cima de uma auto-estrada”, salientou.

Segundo Sandra Magalhães, colaboradora da empresa responsável pela obra – Norinter, no sublanço da A24 entre a Falperra e as Pedras Salgadas estão ainda a ser construídas sete passagens inferiores agrícolas adaptadas à grande fauna. Referiu ainda que este troço da A24 só estará concluído em Julho de 2007 e que será o último desta auto-estrada a entrar em funcionamento.

A construção da A24, antigo IP3, teve início no distrito de Vila Real 20 anos depois da primeira promessa de construção deste itinerário que ligará Viseu, Vila Real e a fronteira em Chaves.

https://jn.sapo.pt/2006/07/15/norte/lobos_ganham_viaduto.html

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8. Resende: Obra, que custou 120 mil euros, é inaugurada amanhã

A zona envolvente da ponte da Lagariça, em Resende, uma das quatro travessias ancestrais em alvenaria que no Rio Cabrum, dispõe a partir de amanhã de equipamentos de apoio à prática de actividades recreativas e balneares.
A ponte situa-se no limite da freguesia de Freigil, próximo da Torre da Lagariça e da casa com o mesmo nome da freguesia de S. Cipriano, um conjunto que está ligado à literatura de Eça de Queiroz na obra «A ilustre Casa de Ramires» e que foi classificado como Monumento Nacional em 1977.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=50a375c0db370899b4fdb16162fce784

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9. Túnel do Marão atrasado

Num requerimento entregue na Assembleia da República e a que a agência Lusa teve ontem acesso, os deputados Ricardo Martins, Adão e Silva e Jorge Costa, querem saber para quando se prevê o lançamento do concurso de concessão do Túnel do Marão, proposto no calendário inicial do Governo para Maio.
Depois de anos de reivindicações por parte da população transmontana, o Governo anunciou em Abril a construção da auto-estrada que vai ligar Amarante a Bragança e vai servir de alternativa ao IP4 onde morreram cerca de 250 pessoas.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=0ba77574c649484385497f5a3f18982c

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
https://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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