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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Domingo, 25 de Junho de 2006
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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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    1- PORTO
    Dez perguntas para dez anos
    INDAGAÇÕES Rui Moreira- Publico Local
    Este ano, a Câmara Municipal do Porto encomendou uma magnífica e original
    cascata de São João em mosaico vegetal, com flores e plantas provenientes do
    Horto Municipal. Não será, ainda assim, paradoxal que na primeira grande
    realização após a polémica obra na Praça e nos Aliados se restitua, ainda
    que de forma efémera, aquilo que se lhe retirou?
    (Ler texto no fim do Boletim)
    ==========================

    2.PORTO Património Mundial
    Só o turismo tirou dividendos
    Dez anos depois de ser considerado Património Mundial, o Centro Histórico do
    Porto viu crescer de forma notória a actividade turística, embora permaneçam
    alguns problemas estruturais, designadamente ao nível da reabilitação urbana.
    Fala-se mesmo de oportunidade perdida.
    O Centro Histórico do Porto completa hoje 10 anos de Património Mundial,
    classificação da UNESCO que abriu inúmeras oportunidades à cidade, só
    aproveitadas pelos operadores privados que encheram o Rio Douro de barcos
    turísticos. O historiador Hélder Pacheco, o empresário António Fonseca e os
    políticos Rui Rio e Fernando Gomes dividiram-se quanto à responsabilização
    pelas oportunidades perdidas nesta primeira década de Património Cultural da
    Humanidade, mas concordaram no efeito que a classificação teve no “boom”
    do turismo fluvial.
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6894852446699e3efe56b42cff2cff29
    ==========================

    3.PORTO
    Património Mundial: classificação soube a pouco
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/grande_porto/Patrim_nio_Mundial_classifica_.html
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    4. PORTO
    Palacete e Quinta de Vilar de Allen classificados pelo IPPAR
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=85844&sid=9339
    O Instituto Português do Património Arquitectónico está a analisar também
    os processos de classificação da antiga Companhia de Moagens Harmonia e do
    Cemitério e Igreja da Lapa.
    O Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar) classificou como
    imóveis de interesse público o Palacete do Visconde de Vilar de Allen, em
    Lordelo do Ouro, e a Casa e Quinta de Vilar d”Allen, em Campanhã.
    Nos gabinetes da delegação Norte do Ippar estão também em análise os
    processos de classificação do Cemitério e da Igreja da Lapa, em Cedofeita, e
    dos edifícios da antiga Companhia de Moagens Harmonia, também em Campanhã.
    São medidas que contribuem para “valorizar e proteger” o património
    histórico, disse ao PÚBLICO Paula Silva, presidente da delegação do Norte
    do Ippar. Os monumentos de interesse público ficam salvaguardados por
    critérios especiais de protecção, impedindo, por exemplo, que uma autarquia
    aprove obras sem autorização prévia do Ippar. Cada imóvel classificado
    beneficia também de uma zona de protecção de 50 metros. “São óptimas
    notícias. Fico tremendamente satisfeito e muito mais descansado com estas
    classificações. É uma boa forma de combater a selvajaria urbanística que
    grassa por aí”, assinalou o historiador Hélder Pacheco.» (…)

    O legado da Família Allen no Porto
    https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=85845&sid=9339
    Casa e Quinta de Vilar d”Allen
    Mandada construir em 1839 por Jonh Allen, importador de vinho do Porto.
    A obra foi concretizada pelo filho, Alfredo Allen, o mesmo que haveria de mandar
    construir o palacete também classificado pelo Ippar
    Mantêm-se como propriedade privada e nos seus jardins funciona uma reserva
    botânica.
    Palacete de Vilar d”Allen.
    Construído no início do séc XX por Alfredo Allen, filho de John Allen.
    O projecto é do arquitecto Marques da Silva
    O edifício é propriedade do Ministério da Cultura
    Nas traseiras foi construída a Casa das Artes, de Eduardo Souto Moura
    Igreja e Cemitério da Lapa
    A igreja foi mandada construir em 1756, para substituir uma antiga capela
    Propriedade Irmandade da Lapa
    A igreja e o cemitério mantêm as suas funções originais de culto religioso
    ==========================

    5. PORTO
    Em que ano foi construídaCasa do Cabido junto à Sé?
    No princípio – e aqui o princípio deve entender-se como os primórdios da
    nossa nacionalidade e o tempo da organização administrativa e religiosa do
    território – o bispo vivia em comunhão com os cónegos, segundo a regra de
    Santo Agostinho.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/porto/em_ano_construidacasa_cabido_junto_a.html
    ==========================

    6. PORTO
    Balões de S. João causam vários fogos
    É o lado negro da tradição. Como acontece todos os anos, os balões de S.
    João voltaram a estar na origem de dezenas de incêndios, quase todos rurais,
    em diferentes concelhos da Área Metropolitana do Porto. Gaia e Gondomar foram
    os mais afectados, numa noite de muito trabalho para os bombeiros.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/porto/baloes_s_joao_causam_varios_fogos.html
    ==========================

    7.PORTO
    A Festa da Caricatura reuniu 14 caricaturistas nacionais e estrangeiros
    Disponíveis para aceitar a sátira

    A Festa da Caricatura, inserida no VIII PortoCartoon, despede-se hoje da Av. dos
    Aliados. Catorze caricaturistas desenharam ao vivo e de forma gratuita os
    transeuntes interessados. Uma iniciativa realizada em parceria com o Museu
    Nacional de Imprensa e a câmara municipal
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=b4c8de86ba0df01629e1316f5b839d18
    ==========================

    8. PORTO
    O programa especial da Casa da Música (CM) para celebrar a noite de São João
    – o primeiro com a assinatura de Pedro Burmester na direcção artística –
    resultou em pleno. Anteontem, cerca de 2500 pessoas participaram num momento
    inesquecível para a cidade, que, caso tenha continuidade, poderá muito bem
    ter funcionado como o tão aguardado despertar do sonambulismo cultural do
    Porto.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/cultura/porto_que_estas_a_espera.html
    ==========================

    9.PORTO
    Laura Rodrigues, presidente da Associação de Comerciantes do Porto
    Estamos num plano inclinado

    No início do seu terceiro mandato como líder da Associação de Comerciantes
    do Porto, Laura Rodrigues aponta como prioridade a revitalização do sector a
    construção da Casa do Comerciante. A presidente considera que o comércio
    tradicional está “num plano inclinado” com o risco de desaparecer se não
    forem tomadas medidas.
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=6f4922f45568161a8cdf4ad2299f6d23&subsec=&id=c9a1f54bf9a924ae7b1593c17df21f1f
    =========================

    10.Penafiel. Marco
    ‘Verdes’ preocupados com albufeira
    A REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP estão abertas a cooperar com as
    autarquias locais para melhorar a segurança na barragem do Torrão, assegurou
    Antero Resende, do Partido Ecologista “Os Verdes”, no final de uma reunião com
    os responsáveis daquelas duas entidades, responsáveis pela barragem, para
    debater as condições de segurança na albufeira.

    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/verdes_preocupados_albufeira.html
    ==========================

    11. Penafiel
    Código de barras para separar lixo
    A partir da próxima quinta- -feira, “Separar Vai Colar”, a mais recente acção
    de sensibilização da Sociedade Ponto Verde, vai estar na loja Intermarché de
    Penafiel e na loja Ecomarché de Paredes, localidades pertencentes à área
    geográfica onde a Ambisousa, que integra o Sistema Ponto Verde, exerce
    actividade.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/codigo_barras_para_separar_lixo.html
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    12. Arouca: Novo núcleo museológico abre sábado
    Trilobites raras
    O concelho de Arouca vai dispor, a partir do próximo sábado, de mais um
    espaço museológico. Trata-se do Centro de Interpretação Geológica de
    Canelas,
    local onde se poderão admirrar fósseis de invertebrados com milhões de anos e
    trilobites únicas no mundo.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=eaaced589b8d557f61127a242f367df1

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    13. MARCO?
    Televisores das escolasdesligados para sempre
    Os velhos televisores da Escola Básica Mediatizada de Soalhães, no Marco de
    Canaveses, desligaram-se para sempre. O mesmo sucedeu com as “Telescolas” de
    Paredes de Viadores, Vila Boa de Quires e Gouveia, todas no município
    marcuense, um dos últimos bastiões do chamado ensino mediatizado.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/televisores_escolasdesligados_para_s.html

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    14. SANFINS
    Monumento nacional está a cair aos pedaços há anos
    Ruínas do convento de Sanfins, classificado monumento nacional, podem vir a
    ser reabilitados pela Câmara de Valença

    subida é longa e tortuosa. Mas vale a pena. É a pé que se chega ao mosteiro
    de Sanfins,um monumento nacional completamente ao abandono, há anos, a 200
    metros de altitude, entre a montanha pelada, para cima, e a antiga mata de
    carvalhos e os socalcos cultivados. Entre caminhos antigos, vê-se parte do
    muro da cerca ainda conservada e do aqueduto que nos aproxima da igreja, e
    entendemos a sua posição estratégica face à margem galega,
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/minho/monumento_nacional_esta_a_cair_pedac.html
    ==========================

    15. Miranda do Douro
    Raça asinina mirandesa está a ser revitalizada
    De burro pelas rotas do contrabando

    As rotas do antigo contrabando entre Portugal e Espanha estão a ser percorridas
    por turistas de ambos os lados da fronteira. Ao todo, serão percorridos 22
    quilómetros por seis aldeias fronteiriças, onde há anos atrás se passava o
    café, o pão e o vinho às escondidas.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=64e37bbe727a9e41dbe44d5f66ee5365
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    16.
    Concursos para recuperar Buçaco
    Após a aprovação do financiamento para a recuperação da Mata Nacional do
    Buçaco, Carlos Cabral, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, informou
    estar já a ser preparado, “pelos Serviços Regionais do Centro da
    Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), o lançamento dos respectivos
    concursos”.

    A DGRF é a entidade responsável pela gestão do projecto de recuperação da
    Mata Nacional do Buçaco, cujo financiamento, aprovado no dia 31 de Maio de
    2006, está orçado em cerca de 1,3 milhões de euros e inclui verbas
    comunitárias, destinando-se à concretização, em três anos, do projecto de
    requalificação da mata, elaborado pelo Departamento de Biologia da
    Universidade de Aveiro, com a coordenação de Amadeu Soares.
    https://jn.sapo.pt/2006/06/25/centro/concursos_para_recuperar_bucaco.html

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    1- Texto Integral – retirado do Publico Local- Porto
    «Dez perguntas para dez anos
    INDAGAÇÕES Rui Moreira
    Este ano, a Câmara Municipal do Porto encomendou uma magnífica e original
    cascata de São João em mosaico vegetal, com flores e plantas provenientes do
    Horto Municipal. Não será, ainda assim, paradoxal que na primeira grande
    realização após a polémica obra na Praça e nos Aliados se restitua, ainda
    que de forma efémera, aquilo que se lhe retirou?
    Espero que as árvores cresçam depressa e frondosas e que surjam as esplanadas
    para que a praça se anime. Porque nada é eterno e as modas passam, será que
    um dia, um brilhante arquitecto e um futuro presidente da câmara resolverão
    voltar a colori-la?
    Entretanto, passamos a dispor de uma praça ampla e empedrada, onde antes havia
    canteiros recortados. Pensei que a nova morfologia ia ser aproveitada para
    eventos que, por uma razão ou outra, fugiram para outras paragens. Não sou
    apreciador de desfiles militares, mas admiti que estando a praça pronta a
    tempo das celebrações do 10 de Junho no Porto, estes se realizassem no
    centro. Afinal a Foz foi mais uma vez o palco escolhido para acolher a parada,
    que ficará na memória pelo colapso fumegante do velho tanque, bem junto ao
    palanque das autoridades. Não será que a praça, agora aplanada em terreiro,
    era o cenário mais propício para estes exercícios?
    Nas mesmas avenidas junto ao mar, decorreram este mês as Corridas das Festas da
    Cidade do Porto. Na véspera, realizara-se por lá um “Passeio dos Avós”. Não
    será que, a exemplo da corrida de São Silvestre, se deveriam realizar todas
    estas provas populares no centro da cidade?
    Também na praia, encaixado entre o Castelo do Queijo e o apodrecido edifício
    da STCP que foi colégio e que ia ser discoteca, à vista dessa anedota
    transparente que continua por implodir ou animar, a CMP instalou um estádio
    improvisado, com um ecrã gigante, para se comemorarem os feitos da nossa
    selecção. Diz-se que já lá estiveram 8000 espectadores num só dia. Ouvi as
    queixas dos bares da Ribeira, que não compreendem por que é que a sua zona foi
    esquecida. Não será que, atendendo ao interesse turístico, à profusão de
    bares e restaurantes, à proximidade do rio, ao magnífico cenário, se deveria
    ter apostado (ou apostado também) na Ribeira e no centro histórico?
    A Foz tem atractivos naturais. Tem a proximidade do Parque da Cidade, onde se
    respira o verde e se miram os patos e os cisnes enquanto a gripe não os
    vitima, tem as praias e os seus bares para todos os gostos, tem o calçadão
    onde os portugueses patinam, pedalam, correm ou caminham, onde se enchem os
    pulmões de ar saudável e se esvaziam as gorduras pelos poros. Mas também tem
    residentes, que não merecem o sacrifício permanente de não poderem sair de
    casa sempre, e são muitas vezes, que a autarquia os bloqueia com os seus
    eventos. Não será que estes portuenses também têm direito ao sossego, a
    passarem o fim-de-semana sem algazarras?
    Reanimar a Baixa e o centro histórico não é obra fácil, porque as cidades
    são, para os humanos, o que os ecossistemas são para a natureza. Crescem e
    prosperam através do metabolismo de vários factores, e escondem o stress até
    entrarem em declínio rápido pela interacção de múltiplos e invisíveis
    agentes. Não será, contudo, que uma autarquia pode e deve contrariar do
    êxodo da população, utilizando para isso todos os instrumentos ao seu
    dispor?
    Não duvido do empenho de Rui Rio. A criação da SRU comprova essa sua vontade
    férrea, que também corresponde a uma promessa eleitoral que convenceu os
    portuenses, depois da barafunda da Porto 2001. Não será, contudo, que há uma
    contradição evidente entre as juras aos comerciantes e a política que tem
    sido seguida, anos após ano, pela autarquia?
    Este é o fim-de-semana do São João. A nossa festa, que continua viva,
    popular, única. Ano após ano, contudo, vai-se dispersando e afastando dos
    seus palcos tradicionais. Será que um dia voltaremos a ter as fogueiras nos
    Lóios e as enchentes nas Fontainhas?
    Há dez anos, o centro histórico foi classificado como património mundial da
    humanidade. Depois do grande empenho em conseguir tal galardão, o entusiasmo
    esmoreceu. Não terá sido, afinal, mais uma daquelas tristes e tardias
    condecorações a título póstumo em que somos pródigos? »

    Ainda No Publico:
    Palacete e Quinta de Vilar de Allen classificados pelo IPPAR
    O Instituto Português do Património Arquitectónico está a analisar também
    os processos de classificação da antiga Companhia de Moagens Harmonia e do
    Cemitério e Igreja da Lapa. Por Nuno Amaral (textos) e Adriano Miranda (fotos)

    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins atrasados veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

    ==========================
    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse urbanístico
    ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de Notícias e de O
    Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais ou fontes de
    informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
    específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
    contacto@campoaberto.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

    Selecção hoje feita por Manuela D.L.Ramos

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