• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Domingo, 25 de Junho de 2006
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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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1- PORTO
Dez perguntas para dez anos
INDAGAÇÕES Rui Moreira- Publico Local
Este ano, a Câmara Municipal do Porto encomendou uma magnífica e original
cascata de São João em mosaico vegetal, com flores e plantas provenientes do
Horto Municipal. Não será, ainda assim, paradoxal que na primeira grande
realização após a polémica obra na Praça e nos Aliados se restitua, ainda
que de forma efémera, aquilo que se lhe retirou?
(Ler texto no fim do Boletim)
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2.PORTO Património Mundial
Só o turismo tirou dividendos
Dez anos depois de ser considerado Património Mundial, o Centro Histórico do
Porto viu crescer de forma notória a actividade turística, embora permaneçam
alguns problemas estruturais, designadamente ao nível da reabilitação urbana.
Fala-se mesmo de oportunidade perdida.
O Centro Histórico do Porto completa hoje 10 anos de Património Mundial,
classificação da UNESCO que abriu inúmeras oportunidades à cidade, só
aproveitadas pelos operadores privados que encheram o Rio Douro de barcos
turísticos. O historiador Hélder Pacheco, o empresário António Fonseca e os
políticos Rui Rio e Fernando Gomes dividiram-se quanto à responsabilização
pelas oportunidades perdidas nesta primeira década de Património Cultural da
Humanidade, mas concordaram no efeito que a classificação teve no “boom”
do turismo fluvial.
https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6894852446699e3efe56b42cff2cff29
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3.PORTO
Património Mundial: classificação soube a pouco
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/grande_porto/Patrim_nio_Mundial_classifica_.html
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4. PORTO
Palacete e Quinta de Vilar de Allen classificados pelo IPPAR
https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=85844&sid=9339
O Instituto Português do Património Arquitectónico está a analisar também
os processos de classificação da antiga Companhia de Moagens Harmonia e do
Cemitério e Igreja da Lapa.
O Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar) classificou como
imóveis de interesse público o Palacete do Visconde de Vilar de Allen, em
Lordelo do Ouro, e a Casa e Quinta de Vilar d”Allen, em Campanhã.
Nos gabinetes da delegação Norte do Ippar estão também em análise os
processos de classificação do Cemitério e da Igreja da Lapa, em Cedofeita, e
dos edifícios da antiga Companhia de Moagens Harmonia, também em Campanhã.
São medidas que contribuem para “valorizar e proteger” o património
histórico, disse ao PÚBLICO Paula Silva, presidente da delegação do Norte
do Ippar. Os monumentos de interesse público ficam salvaguardados por
critérios especiais de protecção, impedindo, por exemplo, que uma autarquia
aprove obras sem autorização prévia do Ippar. Cada imóvel classificado
beneficia também de uma zona de protecção de 50 metros. “São óptimas
notícias. Fico tremendamente satisfeito e muito mais descansado com estas
classificações. É uma boa forma de combater a selvajaria urbanística que
grassa por aí”, assinalou o historiador Hélder Pacheco.» (…)

O legado da Família Allen no Porto
https://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=85845&sid=9339
Casa e Quinta de Vilar d”Allen
Mandada construir em 1839 por Jonh Allen, importador de vinho do Porto.
A obra foi concretizada pelo filho, Alfredo Allen, o mesmo que haveria de mandar
construir o palacete também classificado pelo Ippar
Mantêm-se como propriedade privada e nos seus jardins funciona uma reserva
botânica.
Palacete de Vilar d”Allen.
Construído no início do séc XX por Alfredo Allen, filho de John Allen.
O projecto é do arquitecto Marques da Silva
O edifício é propriedade do Ministério da Cultura
Nas traseiras foi construída a Casa das Artes, de Eduardo Souto Moura
Igreja e Cemitério da Lapa
A igreja foi mandada construir em 1756, para substituir uma antiga capela
Propriedade Irmandade da Lapa
A igreja e o cemitério mantêm as suas funções originais de culto religioso
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5. PORTO
Em que ano foi construídaCasa do Cabido junto à Sé?
No princípio – e aqui o princípio deve entender-se como os primórdios da
nossa nacionalidade e o tempo da organização administrativa e religiosa do
território – o bispo vivia em comunhão com os cónegos, segundo a regra de
Santo Agostinho.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/porto/em_ano_construidacasa_cabido_junto_a.html
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6. PORTO
Balões de S. João causam vários fogos
É o lado negro da tradição. Como acontece todos os anos, os balões de S.
João voltaram a estar na origem de dezenas de incêndios, quase todos rurais,
em diferentes concelhos da Área Metropolitana do Porto. Gaia e Gondomar foram
os mais afectados, numa noite de muito trabalho para os bombeiros.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/porto/baloes_s_joao_causam_varios_fogos.html
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7.PORTO
A Festa da Caricatura reuniu 14 caricaturistas nacionais e estrangeiros
Disponíveis para aceitar a sátira

A Festa da Caricatura, inserida no VIII PortoCartoon, despede-se hoje da Av. dos
Aliados. Catorze caricaturistas desenharam ao vivo e de forma gratuita os
transeuntes interessados. Uma iniciativa realizada em parceria com o Museu
Nacional de Imprensa e a câmara municipal
https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=b4c8de86ba0df01629e1316f5b839d18
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8. PORTO
O programa especial da Casa da Música (CM) para celebrar a noite de São João
– o primeiro com a assinatura de Pedro Burmester na direcção artística –
resultou em pleno. Anteontem, cerca de 2500 pessoas participaram num momento
inesquecível para a cidade, que, caso tenha continuidade, poderá muito bem
ter funcionado como o tão aguardado despertar do sonambulismo cultural do
Porto.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/cultura/porto_que_estas_a_espera.html
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9.PORTO
Laura Rodrigues, presidente da Associação de Comerciantes do Porto
Estamos num plano inclinado

No início do seu terceiro mandato como líder da Associação de Comerciantes
do Porto, Laura Rodrigues aponta como prioridade a revitalização do sector a
construção da Casa do Comerciante. A presidente considera que o comércio
tradicional está “num plano inclinado” com o risco de desaparecer se não
forem tomadas medidas.
https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=6f4922f45568161a8cdf4ad2299f6d23&subsec=&id=c9a1f54bf9a924ae7b1593c17df21f1f
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10.Penafiel. Marco
‘Verdes’ preocupados com albufeira
A REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP estão abertas a cooperar com as
autarquias locais para melhorar a segurança na barragem do Torrão, assegurou
Antero Resende, do Partido Ecologista “Os Verdes”, no final de uma reunião com
os responsáveis daquelas duas entidades, responsáveis pela barragem, para
debater as condições de segurança na albufeira.

https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/verdes_preocupados_albufeira.html
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11. Penafiel
Código de barras para separar lixo
A partir da próxima quinta- -feira, “Separar Vai Colar”, a mais recente acção
de sensibilização da Sociedade Ponto Verde, vai estar na loja Intermarché de
Penafiel e na loja Ecomarché de Paredes, localidades pertencentes à área
geográfica onde a Ambisousa, que integra o Sistema Ponto Verde, exerce
actividade.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/codigo_barras_para_separar_lixo.html
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12. Arouca: Novo núcleo museológico abre sábado
Trilobites raras
O concelho de Arouca vai dispor, a partir do próximo sábado, de mais um
espaço museológico. Trata-se do Centro de Interpretação Geológica de
Canelas,
local onde se poderão admirrar fósseis de invertebrados com milhões de anos e
trilobites únicas no mundo.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=eaaced589b8d557f61127a242f367df1

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13. MARCO?
Televisores das escolasdesligados para sempre
Os velhos televisores da Escola Básica Mediatizada de Soalhães, no Marco de
Canaveses, desligaram-se para sempre. O mesmo sucedeu com as “Telescolas” de
Paredes de Viadores, Vila Boa de Quires e Gouveia, todas no município
marcuense, um dos últimos bastiões do chamado ensino mediatizado.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/norte/televisores_escolasdesligados_para_s.html

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14. SANFINS
Monumento nacional está a cair aos pedaços há anos
Ruínas do convento de Sanfins, classificado monumento nacional, podem vir a
ser reabilitados pela Câmara de Valença

subida é longa e tortuosa. Mas vale a pena. É a pé que se chega ao mosteiro
de Sanfins,um monumento nacional completamente ao abandono, há anos, a 200
metros de altitude, entre a montanha pelada, para cima, e a antiga mata de
carvalhos e os socalcos cultivados. Entre caminhos antigos, vê-se parte do
muro da cerca ainda conservada e do aqueduto que nos aproxima da igreja, e
entendemos a sua posição estratégica face à margem galega,
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/minho/monumento_nacional_esta_a_cair_pedac.html
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15. Miranda do Douro
Raça asinina mirandesa está a ser revitalizada
De burro pelas rotas do contrabando

As rotas do antigo contrabando entre Portugal e Espanha estão a ser percorridas
por turistas de ambos os lados da fronteira. Ao todo, serão percorridos 22
quilómetros por seis aldeias fronteiriças, onde há anos atrás se passava o
café, o pão e o vinho às escondidas.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=64e37bbe727a9e41dbe44d5f66ee5365
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16.
Concursos para recuperar Buçaco
Após a aprovação do financiamento para a recuperação da Mata Nacional do
Buçaco, Carlos Cabral, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, informou
estar já a ser preparado, “pelos Serviços Regionais do Centro da
Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), o lançamento dos respectivos
concursos”.

A DGRF é a entidade responsável pela gestão do projecto de recuperação da
Mata Nacional do Buçaco, cujo financiamento, aprovado no dia 31 de Maio de
2006, está orçado em cerca de 1,3 milhões de euros e inclui verbas
comunitárias, destinando-se à concretização, em três anos, do projecto de
requalificação da mata, elaborado pelo Departamento de Biologia da
Universidade de Aveiro, com a coordenação de Amadeu Soares.
https://jn.sapo.pt/2006/06/25/centro/concursos_para_recuperar_bucaco.html

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1- Texto Integral – retirado do Publico Local- Porto
«Dez perguntas para dez anos
INDAGAÇÕES Rui Moreira
Este ano, a Câmara Municipal do Porto encomendou uma magnífica e original
cascata de São João em mosaico vegetal, com flores e plantas provenientes do
Horto Municipal. Não será, ainda assim, paradoxal que na primeira grande
realização após a polémica obra na Praça e nos Aliados se restitua, ainda
que de forma efémera, aquilo que se lhe retirou?
Espero que as árvores cresçam depressa e frondosas e que surjam as esplanadas
para que a praça se anime. Porque nada é eterno e as modas passam, será que
um dia, um brilhante arquitecto e um futuro presidente da câmara resolverão
voltar a colori-la?
Entretanto, passamos a dispor de uma praça ampla e empedrada, onde antes havia
canteiros recortados. Pensei que a nova morfologia ia ser aproveitada para
eventos que, por uma razão ou outra, fugiram para outras paragens. Não sou
apreciador de desfiles militares, mas admiti que estando a praça pronta a
tempo das celebrações do 10 de Junho no Porto, estes se realizassem no
centro. Afinal a Foz foi mais uma vez o palco escolhido para acolher a parada,
que ficará na memória pelo colapso fumegante do velho tanque, bem junto ao
palanque das autoridades. Não será que a praça, agora aplanada em terreiro,
era o cenário mais propício para estes exercícios?
Nas mesmas avenidas junto ao mar, decorreram este mês as Corridas das Festas da
Cidade do Porto. Na véspera, realizara-se por lá um “Passeio dos Avós”. Não
será que, a exemplo da corrida de São Silvestre, se deveriam realizar todas
estas provas populares no centro da cidade?
Também na praia, encaixado entre o Castelo do Queijo e o apodrecido edifício
da STCP que foi colégio e que ia ser discoteca, à vista dessa anedota
transparente que continua por implodir ou animar, a CMP instalou um estádio
improvisado, com um ecrã gigante, para se comemorarem os feitos da nossa
selecção. Diz-se que já lá estiveram 8000 espectadores num só dia. Ouvi as
queixas dos bares da Ribeira, que não compreendem por que é que a sua zona foi
esquecida. Não será que, atendendo ao interesse turístico, à profusão de
bares e restaurantes, à proximidade do rio, ao magnífico cenário, se deveria
ter apostado (ou apostado também) na Ribeira e no centro histórico?
A Foz tem atractivos naturais. Tem a proximidade do Parque da Cidade, onde se
respira o verde e se miram os patos e os cisnes enquanto a gripe não os
vitima, tem as praias e os seus bares para todos os gostos, tem o calçadão
onde os portugueses patinam, pedalam, correm ou caminham, onde se enchem os
pulmões de ar saudável e se esvaziam as gorduras pelos poros. Mas também tem
residentes, que não merecem o sacrifício permanente de não poderem sair de
casa sempre, e são muitas vezes, que a autarquia os bloqueia com os seus
eventos. Não será que estes portuenses também têm direito ao sossego, a
passarem o fim-de-semana sem algazarras?
Reanimar a Baixa e o centro histórico não é obra fácil, porque as cidades
são, para os humanos, o que os ecossistemas são para a natureza. Crescem e
prosperam através do metabolismo de vários factores, e escondem o stress até
entrarem em declínio rápido pela interacção de múltiplos e invisíveis
agentes. Não será, contudo, que uma autarquia pode e deve contrariar do
êxodo da população, utilizando para isso todos os instrumentos ao seu
dispor?
Não duvido do empenho de Rui Rio. A criação da SRU comprova essa sua vontade
férrea, que também corresponde a uma promessa eleitoral que convenceu os
portuenses, depois da barafunda da Porto 2001. Não será, contudo, que há uma
contradição evidente entre as juras aos comerciantes e a política que tem
sido seguida, anos após ano, pela autarquia?
Este é o fim-de-semana do São João. A nossa festa, que continua viva,
popular, única. Ano após ano, contudo, vai-se dispersando e afastando dos
seus palcos tradicionais. Será que um dia voltaremos a ter as fogueiras nos
Lóios e as enchentes nas Fontainhas?
Há dez anos, o centro histórico foi classificado como património mundial da
humanidade. Depois do grande empenho em conseguir tal galardão, o entusiasmo
esmoreceu. Não terá sido, afinal, mais uma daquelas tristes e tardias
condecorações a título póstumo em que somos pródigos? »

Ainda No Publico:
Palacete e Quinta de Vilar de Allen classificados pelo IPPAR
O Instituto Português do Património Arquitectónico está a analisar também
os processos de classificação da antiga Companhia de Moagens Harmonia e do
Cemitério e Igreja da Lapa. Por Nuno Amaral (textos) e Adriano Miranda (fotos)

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Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse urbanístico
ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de Notícias e de O
Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais ou fontes de
informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
contacto@campoaberto.pt
telefax 229759592
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Selecção hoje feita por Manuela D.L.Ramos

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