• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Segunda-feira, 26 de Junho de 2006

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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Opinião: É o fim da picada…

A notícia fez as parangonas de quase todos os jornais. O caso não é
para menos: a população mundial está prestes a ser mais urbana do que
rural enquanto que 4% da humanidade já vive em megalópoles com mais
de 10 milhões de habitantes.

Os números da ONU, entidade que revelou estes números estatísticos
com referência a 2004, são claros e não deixam margem para dúvidas:
48% da população mundial vive agora em cidades e o seu crescimento
até 2030, dada a baixa natalidade mundial que se regista neste
momento, ficará a dever-se à migração rural para as grandes cidades e
à transformação dos espaços rurais em volta das grandes cidades em
zonas urbanas.

São, de facto, notícias alarmante mas que, infelizmente, não nos
devem surpreender, dado também vivemos entre nós a mesma situação. À
nossa escala, sem dúvida, mas igualmente de forma dramática. O
fenómeno da desertificação interior do nosso país é já um dado
consumado ao qual vemos todo o mundo rendido enquanto que as
periferias das nossas cidades, com particular destaque para o Porto e
para Lisboa, estão a crescer de forma alarmante. Se tivermos em conta
que a ONU prevê que os pobres do novo milénio vão viver confinados ou
a bairros degradados das cidades ou, então, nos subúrbios dessas
mesmas aglomerações, o panorama ficará ainda mais negro.

O problema, em concreto, é que de há 40 anos a esta parte, se clama
entre nós, por uma política de ordenamento racional do nosso
território e nada de concreto se tem visto fazer a não ser leis de
base, decretos-lei, regulamentos e planos que, depois, na prática,
ninguém cumpre a começar precisamente por quem as reclamou e/ou por
quem as redigiu.

Há dias desloquei-me a uma freguesia de Penafiel – a Cabeça Santa
para ser mais preciso – e, para variar, em vez de utilizar a auto-
estrada, decidi percorrer a distância utilizando a antiga Estrada
Nacional 15, passando, portanto, pelo centro de Valongo, de Paredes
e, depois, junto à Casa do Zé do Telhado, cortar para Paço de Sousa
até encontrar a estrada que liga Penafiel a Entre-os-Rios. Pois, meus
caros, se não levasse a meu lado a D. Rosa, o mais certo era ter-me
perdido ao longo das vias que percorri encontrei um número
substancial de rotundas, com ou sem chafarizes ao meio, sistemas
semafóricos e placas sinalizadoras que em vez de facilitarem a
condução só a complicavam. E tudo isto acompanhado de uma autêntica
floresta de prédios de três, quatro e seis andares, muitos deles já
construídos; outros ainda em construção. Dir-se-ia que estava noutra
terra mas não; pelo contrário, tinha era caído no país real, naquele
país que o tempo e os homens se têm encarregado de tornar cada vez
mais feio. (…) Mais uns 10 anos e tudo será cimento armado com
algumas estradas pelo meio.

Frnando Oliveira

https://jn.sapo.pt/2006/06/26/porto/e_o_da_picada.html

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1. Porto: Ainda o Plano de Pormenor das Antas

A Sociedade Protectora dos Animais (SPA) acusou a Câmara do Porto de
incumprimento do protocolo celebrado antes do Euro 2004 no âmbito do
Plano de Pormenor das Antas (PPA).
Em comunicado, a SPA refere que vai hoje à Assembleia Municipal do
Porto pedir esclarecimentos a Rui Rio sobre “o motivo pelo qual até à
data não foi cumprido o protocolo celebrado entre as duas partes,
relativo ao Euro 2004”. A sociedade pretende saber porque razão uma
das instituições de utilidade pública envolvidas no PPA, o Futebol
Clube do Porto, “já tem tudo regularizado” e a outra, a SPA, ainda
não.

A presidente da SPA, Ermelinda Martins, explicou que o protocolo
previa que a Câmara do Porto indemnizasse a Sociedade Protectora dos
Animais pela desocupação dos terrenos na zona das Antas, mas esse
pagamento ainda não foi feito. “Falta fazer uma escritura que a
Câmara do Porto já podia ter feito há meses”, referiu Ermelinda
Martins, explicando que a autarquia ainda não cedeu à SPA a parcela
6.6 do Plano das Antas, que a sociedade irá vender para conseguir o
dinheiro que falta para a compra dos novos terrenos. Sem o dinheiro
da indemnização, a SPA não pode comprar os terrenos alternativos já
identificados e sinalizados no concelho de Gondomar, pelo que os
1.240 animais que tem a seu cargo continuam em instalações
provisórias, no antigo Matadouro do Porto.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=c72ce62fbd91
ac7cce34807e87554458

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2. Porto: Lipor recebe prémio internacional

A LIPOR, Entidade responsável pela gestão, valorização e o tratamento
dos resíduos sólidos urbanos produzidos pelos municípios associados
de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim,
Valongo e Vila do Conde, recebeu o prémio ISR 2006 em reconhecimento
do seu compromisso com os pilares da sustentabilidade, materializados
num conjunto de importantes acções.

O Instituto para a Sustentabilidade dos Recursos (ISRcer), instituiu
em 2003 o prémio ISR para reconhecer publicamente e anualmente,
aquelas pessoas, organizações, empresas e instituições que contribuem
de forma relevante para o cumprimento dos princípios do
desenvolvimento sustentável na sua dimensão ambiental, social e
económica. A LIPOR tem implementado um conjunto de infra-estruturas
que permite dar resposta e o melhor destino final a uma produção
anual de cerca de 500 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos
gerados por 1 milhão de habitantes.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=a2bd22d750d8
73a77ed40ccc68ccffd8

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3. Porto: Fundação PT inaugurou novo Núcleo

O novo Núcleo Museológico de Vilar pela Fundação Portugal Telecom foi
finalmente inaugurado. Após uma remodelação completa, que incluiu a
instalação de novos equipamentos de comunicação, como os suportes de
animação, painéis e publicações, o antigo Museu Vivo de Comutação
Manual está agora preparado para receber visitas, especialmente de
escolas que aí queiram leccionar uma aula diferente, permitindo um
contacto diferente dos mais novos com as tecnologias. ”

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=6f2d643e3db7
ea9a9ea61bc6f2b71c88

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4. Gaia: Gaia Polis tem um ano para gastar 17 milhões

A sociedade GaiaPolis tem um ano para concluir o seu trabalho. No dia
30 de Junho de 2007, a entidade responsável pelo projecto de
requalificação da orla ribeirinha do concelho (Programa Polis) será
definitivamente extinta. E ainda há muito por fazer, a avaliar pelo
Relatório e Contas de 2005 da sociedade, que aponta uma carregada
agenda de objectivos para o ano em curso, com destaque para o
lançamento e a contratação da “generalidade das empreitadas previstas
na intervenção” e o desenvolvimento dos planos de pormenor e
dos “respectivos processos tendentes à sua aprovação”. Por outro
lado, ainda há para concretizar metade do investimento total
previsto, que ascende a 35 milhões de euros. Por enquanto foram
gastos 18 milhões.

https://jn.sapo.pt/2006/06/26/porto/gaia_polis_um_para_gastar_milhoes.h
tml

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5. Oliveira de Azeméis: Existência de colecção de plantas exóticas e
raras faz do parque “um micro-jardim botânico”

O estudo prévio do projecto de arquitectura paisagística para a
recuperação do parque de La Salette, desenvolvido pelo Instituto de
Ciências e Tecnologias Agrárias e Agro-Alimentares
da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, foi apresentado
recentemente. Tornar este estudo um objecto de críticas, sugestões e
contributos por parte de todas as pessoas que gostam do Parque de La
Salette foi o objectivo desta apresentação que decorreu na estalagem
S. Miguel. Para além disso, a Fundação pretende que este estudo seja
um factor para potenciar os valores patrimoniais do Parque, não
esquecendo as belezas ambientais e paisagísticas.

Apresentado pelo arquitecto Paulo Farinha Marques, o estudo incide
sobre o núcleo central do ex-libris e pretende acentuar todo o
traçado antigo do Parque. De igual modo, há uma valorização dos
grandes percursos, que serão mantidos em saibro. Os restantes
caminhos foram repensados de forma a manter o trânsito automóvel e
outros seguem a adopção da calçada.

No que diz respeito à vegetação do Parque de La Salette, foi feito um
levantamento das espécies existentes e, como constatou Paulo Farinha
Marques, “muitas daquelas que cá existem deixaram de ser plantadas e
algumas plantas extraordinárias só se encontram aqui”. O estudo
prevê, por isso, que a vegetação seja mantida e, ao mesmo tempo, se
vá preparando uma renovação de modo que, quando aquela `morrer’,
possa existir uma continuação. “A vegetação foi e é um monumento de
La Salette”, frisou o arquitecto.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=c01d1ee4b3bc
59034a49852a0116079f

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6. Ílhavo: Trilho liga ria à floresta

O trilho “Entre a Ria e a Floresta”, da rede municipal de percurso
pedestres de Ílhavo, deverá estar concluído em Agosto deste ano. O
projecto é uma operação conjunta da Câmara de Ílhavo, Associação para
a Valorização e Promoção do Património(HERA) e Grupo de Espeleologia
e Montanhismo de Aveiro(GEMA). O trilho vai ligar a frente-ria da
Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo à Senhora dos Campos, na
Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré. É a terceira etapa do
projecto, depois da inauguração, no ano passado, dos trilhos “Entre a
Ria e o Mar” e “Costa Nova”.

https://jn.sapo.pt/2006/06/26/centro/trilho_liga_a_floresta.html

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7. “Plataforma Não ao Nuclear” na Internet

Tem apresentação oficial amanhã à tarde, na Casa do Ambiente e do
Cidadão, em Lisboa, a página electrónica da Plataforma Não ao Nuclear
que às 15 horas estará disponível no endereço electrónico
www.naoaonuclear.org.

Numa conferência que servirá também para lançar o livro «As bruxas de
Ferrel» por Mariano Calado, autor da obra (que retrata em estilo de
reportagem romanceada a recusa do nuclear pela população daquela
localidade do concelho de Peniche), o movimento que em Março se
destacou nas celebrações dos 30 anos da oposição ao nuclear em
Portugal visa divulgar, junto da Comunicação Social e do público em
geral, a sua nova página, estimulando a participação de cidadãos e
organizações na dinamização de actividades que dêem corpo aos
objectivos da Plataforma. É também intenção do movimento promover o
debate em torno das opções energéticas, designadamente evidenciando
os riscos do nuclear, fomentar o conhecimento e a utilização das
energias renováveis de baixo impacto ambiental e estimular a
implementação de medidas mais eficazes na tentativa de atingir a
sustentabilidade energética e um desenvolvimento económico, social e
ambiental mais saudável.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?
op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=5875aeb36d9f
ece545ff1d5e0b93aed6

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Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
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Se quiser consultar os boletins anteriores veja
https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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