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    “Há pessoas que gostam e há pessoas que não gostam e as que não gostam julgo que são muito poucas”
    Siza Vieira*
    (Outras Frases)

    * «”Há pessoas que gostam e há pessoas que não gostam e as que não gostam julgo que são muito poucas.”
    A frase é do arquitecto Álvaro Siza Vieira e surge como resposta às críticas (ver caderno Local – Porto do PÚBLICO de anteontem) que têm sido dirigidas aos projectos de requalificação da marginal quer de Leça da Palmeira quer de Vila do Conde, tal como às mudanças efectuadas na Avenida dos Aliados. Todos trabalhos nos quais Siza Vieira participou.
    Se soubesse que os seus projectos iriam receber este tipo de críticas, o arquitecto afirma que “provavelmente” não aceitaria trabalhar neles. Quando o trabalho que se faz é distorcido”, não – explicou -, dando como exemplo o caso da iluminação em duas das obras.
    Para Siza Vieira, a possibilidade de se reforçar a iluminação em Leça ou em Vila do Conde é um “disparate”. “A iluminação calcula-se nos projectos”, afirmou ontem o arquitecto, à margem da abertura da exposição Desenho nas Cidades na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Dentro dos projectos, “há engenheiros de iluminação”, que fazem esses cálculos, para que não haja desperdícios de energia e não seja colocada “luz de aeroporto”, que tem como principal objectivo “ofuscar”, com dois sentidos: o sentido literal e o do “exibicionismo, com a ideia de buscar mais votos”. No que toca à pintura da ciclovia da marginal de Vila do Conde, o arquitecto riu-se, encolheu os ombros e rematou: “Que pintem! É arte”. »
    Por Tiago Dias no Público Local (Hoje)

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