İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

windows 10 pro office 2019 pro office 365 pro windows 10 home windows 10 enterprise office 2019 home and business office 2016 pro windows 10 education visio 2019 microsoft project 2019 microsoft project 2016 visio professional 2016 windows server 2012 windows server 2016 windows server 2019 Betriebssysteme office software windows server https://softhier.com/ instagram takipçi instagram beğeni instagram görüntüleme instagram otomatik beğeni facebook beğeni facebook sayfa beğenisi facebook takipçi twitter takipçi twitter beğeni twitter retweet youtube izlenme youtube abone instagram

    «O Rei vai nu no JN por Manuel António Pina
    Pelo que se tem visto desde que está à frente da Câmara, não surpreende a ignorância de Rui Rio acerca do Porto, ignorância que o leva, num recente encarte que fez publicar na Imprensa, a dar S. João Baptista como sendo “o padroeiro da cidade”. Surpreende é que ninguém na Câmara pareça saber que a padroeira do Porto é Nossa Senhora de Vandoma, apesar de a sua imagem figurar há quase mil anos nas armas da cidade. Supondo que alguém, no gabinete de Rio, já tenha reparado nos brasões da frontaria dos Paços do Concelho, e que, se não for pedir muito, possua umas luzes básicas de cultura, haverá de ter visto que o Porto é ali designado por CIVITAS VIRGINIS, ou seja, Cidade da Virgem.
    O próprio Rui Rio o saberia se lesse o JN, pois ainda há 15 dias Germano Silva aqui publicou um artigo sobre o assunto.
    É esta mesma ignorância, se não desprezo, da História e da memória da cidade que está na origem do crime urbanístico que foi a destruição da Avenida dos Aliados e a sua substituição por uma espécie de Tiananmen monocórdica e “sizenta“, um inóspito terreiro com um tanque ao meio, que os “alfaiates do Rei” seus autores, e o próprio “Rei”, nos quiseram fazer crer que iria ser uma nova Piazza Navona ou uns
    Champs-Elysées à moda do Porto

    Outros textos de Manuel António Pina
    Opinião # 4 – “Uma história trágico-urbanística” – (30/06/05)
    Monumento à autocracia – (11.11.05)
    Notícias do terramoto do Porto – (10.1.06)

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    8 comentários até agora.

    1. POS diz:

      Cara Manuela, cá estou 😉

      Trata-se da crónica do nosso caríssimo Manuel António Pina, publicada na última página. Acrescento que a Senhora de Vandoma é padroeira da cidade desde 1952. Antes, o orago era S. Pantaleão. Quanto ao dia de S. João, é feriado municipal desde 1911, por decisão do povo portuense, num referendo realizado através do JN.

    2. Manuela diz:

      Mt. Obrigada POS

    3. teodias diz:

      eu também voto pelo pantaleão.

      a “senhora” foi uma invenção do “estado novo”!

    4. Manuela D.L.Ramos diz:

      Neste texto publicado in Igreja Portucalense – Boletim da Dioicese do Porto (nº 3 Setembro-Dezembro 2003) podem ler-se mais detalhes sobre o culto de Nossa Senhora de Vandoma.

      Mais sobre o culto mariano
      ” REL=”nofollow”>Imagens de Nossa Senhora e as lendas que as envolvem
      (por Germano Silva)

    5. Anonymous diz:

      Sobre S. Pantaleão no Porto:
      «Rua Arménia
      A Rua Arménia era antigamente conhecida pelo nome de Rua dos Arménios, topónimo derivado da comunidade de cristãos arménios que aí se radicaram. Tendo fugido aos Turcos em 1453, os Arménios, uma vez chegados ao Porto foram acolhidos pelo bispo e obtiveram a necessária autorização para se instalarem na zona de Miragaia, construindo o seu forno na Rua do Cidral.

      Na sua fuga para o Ocidente os Arménios trouxeram consigo as relíquias de S. Pantaleão, martirizado em Nicomédia, no tempo do imperador Maximiano. Estas relíquias foram depositadas em primeiro lugar na Igreja de S. Pedro de Miragaia, sendo posteriormente (12 de Dezembro de 1499) trasladadas para a Sé, no tempo do bispo D. Diogo de Sousa.

      Por ordem de D. Manuel I, que quis dar cumprimento à vontade de D. João II (expressa no seu testamento), foi feita uma arca de madeira chapeada a prata para recolher os ossos do mártir, que, infelizmente, foi roubada em 1842, desconhecendo-se até hoje o seu paradeiro. Das relíquias de S. Pantaleão resta unicamente o busto-relicário trazido pelos fugitivos arménios e que se encontra no Museu Nacional de Soares dos Reis. »

      St. Pantaleon

      St. Pantaleon

      Sobre o “Rei nu” não encontrei grande cois mas também não interessa. Rezará a história que foi um dos grandes responsáveis pela destruição do centro do Porto.

    6. loucomotiva.com diz:

      também já vi o Sr.Manuel António Pina a dizer publicamente uns disparates sobre futebol. infelizmente chegamos a um ponto em que todos dão opiniões sobre tudo. penso que ao contrário do Sr.Manuel António Pina que não saberá ver e analizar arquitectura e urbanismo, o Sr.Siza Vieira saberá ler e viajar através dos belos poemas escritos pelo Sr.Manuel António Pina.o mundo de uns acaba por ser um pouco mais vasto do que os outros, daí termos os cultos e os menos cultos.

    7. Anonymous diz:

      Para loucomotiva- O sr. Siza Vi Eira gosta das poesias do Manuel António Pina? Sabe apreciá-las? E para o caso o que nos interessam os gostos pessoais do Sr. Siza Vi Eira? Não podíamos estar mais nas tintas…
      O que aqui está em questão é a Praça Pública e não o Espaço Privado!

      Tripeiro inconformado

    8. victor camoezas diz:

      ACHO QUE OS HISTORIADORES DEVEM APROFUNDAR MAIS A QUESTÃO DO PADROEIRO DA CIDADE DO PORTO EM RELAÇÃO A S.PANTALEÃO.
      victor camoezas

    Deixar comentário