İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

windows 10 pro office 2019 pro office 365 pro windows 10 home windows 10 enterprise office 2019 home and business office 2016 pro windows 10 education visio 2019 microsoft project 2019 microsoft project 2016 visio professional 2016 windows server 2012 windows server 2016 windows server 2019 Betriebssysteme office software windows server https://softhier.com/ instagram takipçi instagram beğeni instagram görüntüleme instagram otomatik beğeni facebook beğeni facebook sayfa beğenisi facebook takipçi twitter takipçi twitter beğeni twitter retweet youtube izlenme youtube abone instagram

    A Metro do Porto acaba de consumar mais um
    abate massivo de árvores, desta feita na já largamente desarborizada zona da
    Asprela. Segundo a imprensa, mais de 50 árvores foram arrancadas ou cortadas no
    recinto do IPATIMUP, incluindo salgueiros, amieiros, carvalhos, castanheiros,
    bétulas, freixos e mesmo um ginkgo; os responsáveis pelo instituto
    declararam-se apanhados de surpresa pela intervenção. Infelizmente este tipo de
    notícias vulgarizou‑se. Metro tornou-se sinónimo de mobilidade acrescida
    mas também de nefastas consequências para diversos locais da cidade que, ao
    invés de serem recuperados e melhorados, vêem perder as suas características
    mais distintivas.

    Evidentemente que a tentativa de greenwash
    lançada há dias não passou disso mesmo. Se a empresa está satisfeita por ter,
    supostamente, poupado a vida a mais de 400 árvores devido ao carácter
    reutilizável do Andante, não deveria em primeiro lugar revelar o seu respeito
    pela vegetação nas obras que executa? Haja um mínimo de coerência!

    Cremos que grande parte destes problemas
    seriam evitáveis se a empresa se pautasse por uma postura de maior
    transparência e abertura ao diálogo. Verificamos, pelo contrário, que a Metro
    do Porto se envolve em conflitos sistemáticos com uma grande diversidade de
    instituições da cidade, instituições essas que mereceriam mais respeito e que
    deveriam ser envolvidas de forma mais profunda nos processos de decisão.

    A Campo Aberto vem, de uma forma construtiva,
    propor soluções para o grave problema de governança que tem caracterizado a
    construção do metro e para evitar o abate de mais um corredor arbóreo.

    Governo deve adoptar um regulamento
    ambicioso para a participação pública

    A Campo Aberto irá propor ao Governo através
    do Ministro das Obras Públicas, Mário Lino que aprove, a curto prazo e com
    força de lei, um regulamento ambicioso para promover a participação pública em
    todas as futuras obras relevantes relacionadas com o metro do Porto. Incluem‑se
    não apenas a construção de novas linhas mas também os arranjos à superfície
    decorrentes.

    O regulamento definiria detalhadamente os
    procedimentos a adoptar com vista à informação atempada do público em especial
    das entidades e pessoas directamente afectadas , bem como à sua participação
    efectiva nas decisões, garantindo que sugestões e críticas são analisadas
    cuidadosamente e de forma imparcial. Note-se que a única participação promovida
    até hoje decorreu em 1998 aquando da Avaliação de Impacte Ambiental! Para uma
    obra com a envergadura do metro é insignificante.

    Os avanços e recuos motivados por decisões autocráticas,
    apressadas e mal fundamentadas, e por empreitadas lançadas de rompante sem
    conhecimento prévio das instituições afectadas, têm criado conflitos e
    transtornos que acarretam prolongamento de prazos e agravamento de custos.
    Investir no envolvimento cívico representa por isso mesmo não só a prossecução
    dos princípios democráticos como também um bom negócio.

    Note-se que esta proposta não visa aumentar o
    grau de influência do Governo sobre a Metro do Porto, assunto sobre o qual não
    nos pronunciamos; ela destina-se simplesmente a criar regras claras que deverão
    ser seguidas de modo a corrigir as graves lacunas apontadas.

    A criação de uma ligação directa entre a
    estação do IPO e a ESE permitiria salvar a cortina arbórea existente

    Segundo a imprensa foi já aprovado o recuo do
    muro em frente à Escola Superior de Enfermagem (ESE) para a construção de um
    passeio. Esta obra obrigará ao abate ou transplante de toda a cortina arbórea
    existente, o que, dada a falta de espaços verdes na zona e a destruição a que
    se tem assistido, deveria ser evitado a todo o custo. Estamos em crer que é
    possível evitar este abate procurando soluções alternativas o que,
    lamentavelmente e mais uma vez, não foi feito pelas entidades responsáveis.
    Propomos aqui uma solução, entre outras que eventualmente seriam possíveis, que
    remeteremos tanto à Metro do Porto como à ESE.

    Alega-se que o passeio é necessário para
    tornar a ESE acessível aos peões a partir da estação do metro do IPO. Ora isto
    pode ser conseguido através de uma ligação directa, como se ilustra na foto. A
    ligação pedonal ao Hospital de S. João é sempre possível atravessando-se a rua.
    Não é necessário, nem desejável, construir um passeio limitado por um muro de
    um lado e pela linha do metro do outro. Para garantir a segurança dos peões a
    linha do metro seria protegida por um gradeamento simples.

    O
    passeio deixa de ser necessário fazendo-se a ligação à ESE através deste muro.
    É mais fácil e prático para os utentes. Quem precisar de prosseguir o caminho
    teria de atravessar a linha na estação, situação perfeitamente normal,

     


    A cortina arbórea em frente à
    ESE constitui uma barreira protectora e de beleza significativa. Nunca é de
    mais lembrar que a zona da Asprela perdeu a maioria do seu coberto vegetal,
    apesar de cada vez ser o destino de mais e mais pessoas que, portanto,
    deveriam ter à sua disposição espaços verdes de qualidade.

    A Campo Aberto deseja que o prolongamento da
    linha amarela até ao Hospital de S. João se verifique o mais rapidamente
    possível, mas respeitando os valores naturais que ainda subsistem.

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Deixar comentário