(Reprodução do slide final da esclarecedora intervenção de José Rio Fernandes na Reunião Pública do dia 6 do corrente mês; segue um beve resumo)

    O Dr. Rio Fernandes abriu a sessão e, delineando a sua génese, explicou as razões pelas quais esta zona emblemática da cidade, em que surgem configurados pelo menos três momentos históricos bem distintos, é uma zona de grande valor patrimonial.
    Foi veemente na sua crítica da imposição à cidade de uma contemporaneidade descaracterizadora que uniformiza e destrói o que é único, processo iniciado com as “requalificações” da Porto 2001 e agora continuado com este projecto.
    O aspecto económico-social e a oportunidade da intervenção em curso, numa cidade tão carente de obras mais urgentes, também foram questionados.
    Para além destes aspectos, e no âmbito da evolução moderna das cidades, RF explicou ainda o alcance do conceito de “metrópole policêntrica” e concluiu a sua apresentação lembrando as vantagens de se desmultiplicarem as intervenções urbanísticas, privilegiando pequenas intervenções localizadas e descentralizadas e deixando de lado as grandes operações formais.
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