Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2003

    (Para qualquer problema com esta lista, seguir por favor as instruções do
    rodapé desta mensagem.)

    Destaque: Eléctricos

    Entre um eléctrico moderno, relativamente rápido e silencioso e um metro de
    superfície, parece haver mais semelhanças que diferenças. Mas as linhas de
    eléctrico que se estão a implantar no Porto não se sabe se obedecem a alguma
    ideia coerente e articulada com os restantes modos de circulação. A avaliar
    pelo exemplo da rua da Restauração e pela confusa sucessão de factos e
    ditos, não se sabe que função vão os eléctricos desempenhar e por que razão
    não a poderiam desempenhar melhor que o metro em certos percursos. Pode ser
    que, à falta de coerência entre as entidades que até agora se têm ocupado do
    assunto, o PDM revisto venha a trazer alguma ordem e bom senso ­ e a evitar
    mais abates de cortinas arbóreas e degradação de jardins na cidade. Ou
    cairão as árvores da Avenida da Boavista sob os golpes da Metrosserra?

    Seguem-se os resumos de notícias de interesse urbanístico/ambiental
    publicadas na edição electrónica do JN, em 11 de Fevereiro de 2003. A
    selecção é da responsabilidade da associação Campo Aberto. Para os textos
    integrais consultar as referidas páginas ou a respectiva edição em papel.

    PNED = Porto e Noroeste em Debate

    Notícias fora deste âmbito geográfico podem a título excepcional ser
    incluídas por apresentarem interesse evidente para questões relativas ao
    Porto e Noroeste.

    11 de Fevereiro de 2003

    A nova rede de eléctricos

    A equipa do PDM, aproveitando o balanço do Plano de Mobilidade, está também
    a projectar a nova rede de eléctricos para a cidade do Porto. Neste estudo,
    adiantam-se algumas propostas novas, como é o caso de uma circular do
    Castelo do Queijo à Areosa e da Areosa à Alfândega, que mais não é do que um
    aproveitamento da Estrada da Circunvalação para esse efeito.

    A pé ou de bicicleta por essa cidade fora

    Novo PDM do Porto avança com propostas “amáveis” para peões e ciclistas, em
    circuitos construídos especialmente para o efeito
    jorge vilas

    Imagine que, num futuro próximo, lhe será possível deslocar-se ­ a pé ou de
    bicicleta ­, desde a frente de mar de Matosinhos Sul até à zona cultural do
    Freixo. Ou que vai utilizar o “Corredor da Foz” para, pelos mesmos meios,
    deslocar-se daquela freguesia até ao Pólo Universitário da Asprela, passando
    pela Avenida do Marechal Gomes da Costa e pela zona industrial de Ramalde.

    Arranjo paisagístico do porto da Póvoa

    Projecto é da autoria da mesma equipa responsável pelos jardins da Casa de
    Serralves, na cidade do Porto
    José de Azevedo

    ” A 2ª fase do arranjo paisagístico do interior do porto de pesca, orçada em
    um milhão de euros, vai ser a cereja no cimo do bolo do passeio marítimo e
    da orla costeira, entre o cais norte e a igreja da Lapa”, confidenciou, ao
    JN, Macedo Vieira, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, na
    sessão de lançamento do livro “Histórias da história da Beneficente”, de
    José Linhares.

    tondela :

    Abastecimento é promessa adiada
    Autarquias exigem o financiamento para a construção de um sistema de água

    As obras de construção de um sistema para abastecimento de água aos
    concelhos de Tondela, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Mortágua e Tábua
    estão paralizadas devido à falta de garantias de financiamento. “A situação
    é muito complicada, porque o anterior governo tinha prometido apoiar o
    projecto, mas tal, não aconteceu. Até agora, não recebemos um tostão”, disse
    à Agência Lusa, Carlos Marta, presidente da Câmara Municipal de Tondela.
    Segundo o autarca social-democrata, “a candidatura aos fundos de coesão está
    feita, mas ainda nem sequer foi aprovada”. Os cinco municípios esperavam ir
    buscar 80 por cento do custo da obra aos fundos estruturais, ficando com o
    encargo dos restantes 20 por cento.

    Braga

    Ecopontos desfeitos por mão criminosa

    Empresa do aterro sanitário suspeita de “catadores” de papel. Queixa à
    Judiciária já seguiu pelo correio
    PEDRO LEITÃO

    Os presumíveis responsáveis pela destruição de ecopontos, em Braga, poderão
    ser “catadores” de papel. A suspeita é lançada pela Braval, empresa gestora
    do aterro sanitário de Pedralva. Em três anos, foram destruídos pelo fogo 48
    ecopontos. Dois arderam na madrugada de sexta-feira passada. Estavam na
    Avenida Porfírio da Silva e na Travessa dos Senhores dos Aflitos.

    feira :

    Especulação atinge lotes de várias zonas industriais

    O negócio é construir pavilhões para alugar, contrariando o regulamento
    salomão rodrigues

    Os lotes de terreno vendidos em algumas zonas industriais do município de
    Santa Maria da Feira estão a servir interesses de especulação imobiliária,
    contrariando os princípios definidos pelo regulamento de venda, apurou o JN
    Na realidade, apurámos que há empresários que compram dezenas de lotes para
    supostamente ali construírem as suas unidades fabris mas acabam por edificar
    pavilhões que alugam a outras empresas. Há, ainda, quem não cumpra os prazos
    de apresentação dos projectos e o início e conclusão das obras, como prevê o
    regulamento.

    Aveiro :

    Feiras fora do centro

    Pavilhão rectangular vai ser o estaleiro do Polis
    José Carlos maximino

    A Feira dos 28 deste mês é o último certame a ter lugar no velho parque de
    exposições do Cojo.

    Guimarães: PSP refuta críticas do grupo Animal

    joaquim forte

    A PSP de Guimarães refutou, ontem, as acusações proferidas, no
    fim-de-semana, por elementos da Associação Animal, do Porto. A associação,
    que apresentou uma providência cautelar junto do Tribunal Judicial de
    Guimarães para impedir a realização de uma prova de tiro aos pombos, no
    Clube Industrial de Pevidém, acusou os agentes de nada terem feito. Fonte da
    PSP referiu que os agentes agiram de acordo com o que foi determinado pelo
    tribunal, garantindo a segurança dos membros da associação. Segundo Artur
    Mendes, dirigente da associação, o tribunal concordou com o pedido de
    proibição da prova e determinou que os pombos teriam de lhe ser entregues, a
    título de “legal depositário”.

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário