• Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes
  • Jul : 6 : 2011 - Perigo para Paisagem Protegida Valongo
  • Jun : 17 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação – resposta da C.M. Porto
  • Jun : 15 : 2010 - Corte de Árvores na Circunvalação

2017

Colocado em 16 e 31 de maio de 2017

A – COBERTURAS VERDES
B – AÇÃO ECOAMBIENTAL, TRANSIÇÃO SUSTENTÁVEL
 E REGENERAÇÃO 

A – COBERTURAS VERDES
Ciclo Observatório do Urbanismo
7 de junho, quarta-feira, às 21:15
Rua de Santa Catarina, 730-2.º, Porto

Com Paulo Palha, Eng. Agrónomo

Tópicos
O que são Coberturas Verdes? Benefícios das Coberturas Verdes, Breve história das Coberturas Verdes; Coberturas Verdes em Portugal; a Associação Nacional de Coberturas Verdes _ ANCV; o Projecto Quinto Alçado do Porto (PQAP).

Paulo Palha é licenciado em Engenharia Agronómica pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. A sua experiência profissional ao longo dos últimos cerca de 20 anos tem sido focada nos espaços verdes e no design ecológico, com uma forte componente de investigação. Atualmente, é Diretor da empresa Neoturf Espaços Verdes Lda, que faz parte da Associação Internacional de Coberturas Verdes (International Green Roofs Association – IGRA). É fundador da empresa Landlab Lda e Presidente da Associação Nacional de Coberturas Verdes – ANCV. Ao longo da sua carreira coordenou mais de 300 projetos de jardins e mais de 100 projetos de coberturas verdes em Portugal e no estrangeiro. Também desenvolveu atividades de ensino e consultoria, orientando diversos estágios e dissertações de mestrado, e realizando diversos cursos sobre coberturas verdes. O seu trabalho é reconhecido tanto a nível nacional quanto internacional, já tendo sido distinguido com diversos prémios.

B – AÇÃO ECOAMBIENTAL, TRANSIÇÃO SUSTENTÁVEL
E REGENERAÇÃO
Encontro interassociativo
7 de outubro, sábado, em Famalicão, no auditório da Casa do Território,
Parque da Devesa, Famalicão

Um encontro de associações, grupos, movimentos, coletivos, formais e informais, e entidades privadas e públicas para troca de experiências, partilha de objetivos e cooperação, com âmbito geográfico temático no Vale do Ave (parte da manhã) e no Noroeste e Norte do País (parte da tarde)

Organização: Associação Famalicão em Transição e Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Em parceria com a Câmara Municipal de Famalicão
Apoio de várias associações: FAPAS – Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens e outras

Programa provisório
Manhã – Mesa Redonda: O Rio Ave e Bacia Hidrográfica: ecologia e ambiente; Região do Ave: transição ambiental, energética, económica e social; Visita à Exposição sobre o Rio Ave na Casa do Território; Tarde: Mesa Redonda – Norte e Noroeste: urgências ecoambientais, transição sustentável e regeneração: síntese e perspetivas de futuro; Grupos de trabalho simultâneos: A – Reflorestar Portugal Como Nunca Se Fez: coberto vegetal, incêndios, abandono, ruralidade, futuro do interior e futuro do País; B – Áreas protegidas: diagnóstico, intervenção, falsas e verdadeiras reformas; Carta de Famalicão 2017: o espírito e as práticas (documento para aprovação).
Para mais informações: contacto@campoaberto.pt

 

 

Tertúlias e debates já realizados em 2017

FECHAR ALMARAZ
Campanha com o Movimento Ibérico Antinuclear
22 maio, segunda-feira, às 18:00
Rua de Santa Catarina, 730-2.º, Porto
Veja mais informação sobre a Campanha Fechar Almaraz. 

Com a presença de elementos ativos do Movimento Ibérico Antinuclear, designadamente António Eloy, ativista antinuclear de longa data e que tem assumido com outros em Portugal o impulso da Campanha Fechar Almaraz, teremos informações recentes e poderemos debater a questão da ameaça nuclear que Almaraz representa. O Movimento Ibérico Antinuclear, que a Campo Aberto integra e apoia, teve a iniciativa de organizar, no sábado 10 de junho uma manifestação em Madrid para reclamar ao governo do Estado espanhol o encerramento definitivo da central nuclear de Almaraz, ameaça permanente para espanhóis e portugueses, bem à nossa porta. Não queremos Chernobis/Fukuximas em parte alguma e muito menos na Península Ibérica em plena bacia hidrográfica do Tejo!

AGRICULTURA URBANA E PERIURBANA
– contributos para uma visão integrada no sistema urbano alimentar

Ciclo Observatório do Urbanismo
27 de maio, sábado, às 15:00
Rua de Santa Catarina, 730-2.º, Porto
Mais informação neste sítio sobre o problema alimentar urbano. 
E sobre o caso especial do Mercado do Bolhão e suas repercussões alimentares. 

Com Cecília Delgado, Urbanista e Arquiteta 

Tópicos
Pretende-se mostrar que a Agricultura Urbana – AU vai muito para além das mediáticas «Hortas Urbanas» que, de forma regulada ou espontânea, emergem em Portugal. Para ilustrar o debate serão apresentados exemplos práticos de projetos, em Portugal e outros países Europeus, ou mesmo na Ásia e América Latina, que demonstram o potencial da AU não só para a sustentabilidade ambiental e social mas também numa perspetiva de fortalecimento da economia social.

Cecília Delgado é Urbanista e Arquiteta, e investigadora junto do LNEC-Laboratório Nacional de Engenharia Civil e do CICS.Nova – Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa.Mais informações sobre o seu trabalho em:
https://www.researchgate.net/profile/Cecilia_Delgado5/publications

 

Ciclo O Direito à Cidade | revisão do PDM do Porto

14 de janeiro, sábado
Mobilidade Sustentável

Este quarto debate foi moderado pela Professora Cecília Silva e teve como intervenientes Patxi Lamíquiz, Arquiteto, Professor Associado e Investigador na ETSA  (Escuela Técnica Superior de Arquitectura) de Madrid; Manuel João Ramos, Antropólogo, Professor Associado no ISCTE e membro da Direcção da Aliança Mundial de ONG para a Segurança Rodoviária (Global Alliance of NGOs for Road Safety); Mário Meireles, Engenheiro Informático, quadro técnico dos Transportes Urbanos de Braga e membro da Direcção da Associação Braga Ciclável; e Nuno Gomes Lopes, Arquitecto, Vice-Presidente da Associação Comboios XXI e membro da ACdP–Associação de Cidadãos do Porto.

25 de janeiro, quarta-feira
Dos «pavilhões» do Bolhão ao modelo de mercado e à visão de cidade

Debate em coorganização com a ACER – Associação Cultural de Estudos Regionais, integrado no ciclo Observatório do Urbanismo, ciclo que iniciou, em redor de uma petição que pretende salvaguardar elementos do Mercado do Bolhão que os promotores dessa petição, os Arqs. Alexandre Gamelas e Catarina Santos, consideram de valor patrimonial, cultural e artístico em perigo de demolição mas que deve ser respeitado. Ambos estiveram presentes na tertúlia e apresentaram a ideia base da petição, a que se seguiu o debate com os presentes. Sobre este tema veja-se neste e-sítio:

4 de fevereiro, sábado
Urbanismo Bioclimático

Debate moderado por Olívia Guerra, arquiteta, investigadora na ETSAM, com a participação em video gravação de Ester Higueres, arquiteta e investigadora na ETSAM, de Madrid, e com a presença do Professor Eduardo de Oliveira Fernandes (engenheiro e investigador da FEUP) e Ana Monteiro (geógrafa e investigadora / FLUP). O conceito de urbanismo bioclimático define a prática urbanística assente em critérios biológicos e climatéricos, elaborada a partir duma perspectiva sistémica e ecológica da ocupação humana do território. O objetivo deste debate foi o de explorar o conceito, conhecer boas práticas internacionais e perceber como pode o PDM do Porto integrar, nesta revisão, critérios de urbanismo bioclimático.

11 de março, sábado
Gestão de Resíduos Urbanos

Neste debate, moderado por Elisabete Alves, engenheira do ambiente, arquiteta e membro da Direção do Núcleo Regional do Porto da Quercus, o tema foi a Gestão de Resíduos Urbanos. Contou com uma intervenção videogravada de Carmen Lima, engenheira do ambiente, responsável pelo Centro de Informação de Resíduos da Quercus; e com a presença de Emanuel Monteiro, licenciado em educação social, gestor da Unidade de Educação e Formação Ambiental da LIPOR; de Ana Milhazes Martins, socióloga, embaixadora do Movimento Zero Waste (Resíduos Zero) e fundadora do grupo Lixo Zero Portugal, e da Professora Madalena Alves, investigadora do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho.

25 de março, sábado
Cidade Sustentável – ambiente, economia e sociedade

Sétimo e último debate, nele se procurou uma possível síntese e visão global de todos os aspetos envolvidos no conjunto do ciclo. Moderado por António Verdelho (vice-presidente da Campo Aberto) e Joana Silva (presidente da Organização para a Promoção de Ecoclubes), contou com a participação de João Seixas (geógrafo, professor e investigador do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa); Manuel Jacinto Sarmento (licenciado em estudos portugueses, professor associado do Departamento de Ciências Sociais da Educação, do Instituto de Educação da Universidade do Minho), e Margarida Queirós (geógrafa, professora auxiliar do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território – IGOT e investigadora do Centro de Estudos Geográfico da Universidade de Lisboa).

Outros temas

29 de março, quarta-feira
Aquecimento para a Marcha contra os Transgénicos
Veja também a rubrica Observatório dos Transgénicos.

Tertúlia em volta do filme Sementes de Liberdade, nela projetado, coorganizada pela Campo Aberto, pela Plataforma Transgénicos Fora e pelo grupo Porto Sem OGM, com a participação especial da investigadora agronómica Ana Pacheco, e de Margarida Silva, coordenadora da Plataforma Transgénicos Fora. Esta tertúlia pretendeu abrir caminho à Marcha contra a Monsanto, iniciativa internacional que há alguns anos é secundada no Porto e que este ano ocorrerá no sábado 20 de maio às 15:00, com partida da Praça dos Leões.

31 de março, sábado
Uma Casa Mais Saudável, Uma Família Mais Feliz
Apresentação de livro, pelos autores
Marcelina Guimarães, arquiteta e Miguel Fernandes, geógrafo, da Habitat Saudável, empresa que mantém com a Campo Aberto um protocolo de colaboração.

29 de abril, sábado
Incêndios estivais: fatalidade, negligência ou erro de base?
Mais informações sobre o assunto desta tertúlia. 

Uma tertúlia com duas comunicações iniciais seguidas de debate: 1. A Transição Florestal e a Governança do Risco de incêndio nos últimos 100 anos; apresentada por Tiago Oliveira, com base num trabalho comum com diversos colaboradores (Tiago Oliveira, engenheiro florestal, mestre em gestão de recursos naturais, integra o Centro de Estudos Florestais do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa);  2. Florestar Portugal como nunca foi feito; apresentada por Miguel Dantas da Gama (Miguel Dantas da Gama, engenheiro, foi fundador da Quercus e do Fapas – Fundo de Proteção dos Animais Selvagens, sendo dirigente deste último.)

O tema, na formulação da Campo Aberto: acabar com os fogos episódicos ou acidentais não é obviamente possível; mas as vagas de fogos que há décadas percorrem recorrentemente o nosso país não são nem episódicas nem acidentais.  É possível, desejável e mesmo imperativo acabar com essas vagas recorrentes. Para isso é preciso  identificar os sistemas que lhe dão origem e alterá-los. Decerto não de um ano para o outro, sequer de um lustro para o outro, mas apostando de imediato num trabalho de fundo que só a médio e longo prazo poderá dar resultados sólidos. E isso passa por dimensões convergentes, sociais, territoriais, ecológicas. Para que os fogos voltem a ser apenas episódicos e acidentais.

 

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