İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

windows 10 pro office 2019 pro office 365 pro windows 10 home windows 10 enterprise office 2019 home and business office 2016 pro windows 10 education visio 2019 microsoft project 2019 microsoft project 2016 visio professional 2016 windows server 2012 windows server 2016 windows server 2019 Betriebssysteme office software windows server https://softhier.com/ instagram takipçi instagram beğeni instagram görüntüleme instagram otomatik beğeni facebook beğeni facebook sayfa beğenisi facebook takipçi twitter takipçi twitter beğeni twitter retweet youtube izlenme youtube abone instagram

    Relacionado com o presente assunto, embora indiretamente, recebemos de António Feio o seguinte pedido:

    «Apercebi-me recentemente que o viaduto da Avenida do Bessa, nos horários de ponta, de manhã por volta das 8:00, e à tarde por volta das 17:00, tem um ar irrespirável. Penso que é, será, pelo acumular da VCI e da zona de trânsito em rampa e excesso de carros a aceder ao mesmo tempo às escolas «Fontes» e «Clara».

    Será possível solicitar análises de qualidade de ar para perceber se os níveis são realmente caso de alerta para a população, centenas de crianças e adolescentes, que usa aqueles espaços?A quem é que deveria pedir responsabilidade pelo que me parece um caso de saúde pública, ou a ausência dela?»

    Cremos que deverá contactar a Câmara Municipal do Porto. Existe um número de telefone no Pelouro do Ambiente, chamado ECOLINHA: 808 200 520, para denúncias de caráter ambiental. Também poderá contactar a Delegação de Saúde Pública do Norte, que parece ser a entidade a quem cabe fazer as análises do ar. Igualmente pode ser abordada a CCDR-N, Comissão de Coordenação da Região Norte bem como a Agência Portuguesa do Ambiente do Ministério do Ambiente.  Nesta ligação pode encontrar instruções de como apresentar uma denúncia em matéria de ambiente. Caso não tenha entretanto mudado… dada a volatilidade da nomenclatura da administração central. No entanto, parece-nos que o melhor será começar pela Câmara pois é ela que regula as questões de trânsito na cidade. Caso necessário, deveria ser ela também, provavelmente, a contactar outras entidades para que o cidadão não tenha que andar entre Seca e Meca a perder o seu tempo e a ser remetido de guiché para guiché. Informe-nos por favor das suas diligências, quer resultem quer não, pois poderá ser útil a outras pessoas.
    Campo Aberto

    Comunicado Campo Aberto
    2 de outubro de 2015

    VEJA NO FINAL DO COMUNICADO COMENTÁRIOS RECEBIDOS

    Monumento ao peão!

    Monumento ao peão!

    A FRAUDE DA VOLKSWAGEN – É IMPERATIVO DISCIPLINAR O AUTOMÓVEL E A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL E DESINVESTIR O PETRÓLEO

    Perante a enorme fraude da Volkswagen recentemente revelada (revelação que tudo indica ser apenas a ponta de um icebergue de dimensões imprevisíveis), a Campo Aberto considera que

    1. É imperativo que as autoridades responsáveis, e em primeira linha a União Europeia mas também as autoridades nacionais do setor em cada país, investiguem todas as ramificações do caso e prestem contas aos cidadãos, facultando-lhes igualmente e a organizações independentes o acesso ao dossiê;
    1. É imperativo que a administração central portuguesa e os executivos municipais nas autarquias optem decididamente por uma política de reabilitação do espaço público, de reequilíbrio da sua utilização, disciplinando o uso do automóvel e exigindo finalmente o respeito pelos direitos dos peões, ciclistas, deficientes e seus veículos, idosos, mães com os seus bebés, limitando às devidas proporções o quase monopólio que sobre esse espaço hoje detém o automóvel;
    1. É imperativo adaptar a rede de vias urbanas, e de rodovias no restante território, a uma clara opção de as preparar gradualmente a um futuro pós-petróleo que todos sabem ser inevitável e desejável num horizonte de apenas algumas décadas;
    1. É imperativo inverter as prioridades, históricas e presentes, que tornaram invasivo e exponencial o recurso ao automóvel particular em detrimento do transporte coletivo; nas cidades onde o tráfego automóvel se tornou pletórico e obstáculo à tranquilidade e saúde dos moradores, e noutras situações equiparáveis, é possível desde já incentivar e premiar os automobilistas com boas práticas e penalizar aqueles que as não têm; premiar por exemplo aqueles que partilham o veículo («co-voiturage») e penalizar os que conduzem veículos não-utilitários, ou seja, de caraterísticas que excedem as necessidades normais de deslocação nas cidades ou de gama superior a um limiar moderado a definir, ou por meio de outros procedimentos;
    1. É necessária para esse fim a colaboração dos cidadãos, que deve ser incentivada e facilitada, e antes de mais nada a dos próprios automobilistas, muitos dos quais desejariam também tornar-se menos dependentes e condicionados pelo uso do automóvel particular.

    São de facto cada vez mais as pessoas que desejariam depender menos do uso do automóvel – mas que só o conseguirão gradualmente no contexto de uma transição planeada e faseada pelos poderes públicos para uma nova mobilidade, que trará enormes benefícios não apenas para o ambiente mas também para a comodidade, saúde individual, alegria e qualidade de vida dos cidadãos. Isso não significa que os cidadãos e suas associações não possam e não devam desde já, por sua iniciativa, fazer opções, empreender ações e adotar comportamentos que preparem o ambiente mental para essa transição.

    A Campo Aberto convida a refletir e divulgar a análise que se segue, que constitui parte integrante deste comunicado, e a retirar as ilações práticas que dela decorrem. A reprodução integral do texto é livre e incentivada, com referência da sua fonte.

    Manifestação em Inglaterra contra a invasão e destruição do território por estradas

    Manifestação em Inglaterra contra a invasão e destruição do território por estradas

    ESTAMOS A FALAR DO QUE É IMPORTANTE QUANDO DIZEMOS QUE HÁ MOTORES HONESTOS E OUTROS DESONESTOS?

    Não são os motores que são desonestos, mesmo que sejam da Volkswagen: é a indústria automóvel que age com desonestidade. Estas ações sistemáticas agora conhecidas dizem-nos que essa indústria no seu conjunto não é inócua e que o sabe muito bem. O automóvel é um dos vetores industriais mais disseminados e socialmente inquestionados da destruição do meio ambiente. É uma arma que cada um tem nas suas mãos, e não falamos apenas da arma responsável por acidentes de viação: é uma arma letal apontada ao meio ambiente e ao espaço social. Há mais de cem anos que, coligada com a indústria dos hidrocarbonetos, ela ataca o princípio de sustentabilidade que deveria estar no centro das nossas vidas, quer de um ponto de vista atmosférico e estritamente ambiental, quer de um ponto de vista social e socioeconómico. Acresce que há cem, cinquenta ou mesmo trinta anos, não era ainda imaginável a sobrepopulação automóvel que existe hoje: o planeta não tem qualquer possibilidade física, ambiental ou energética de suportar uma população automóvel que se aproxima da população humana.

    Não podemos subestimar o enorme poder do lóbi da indústria automóvel, quer a nível de países produtores, quer a nível global. A Alemanha, país que se orgulha (e em alguns setores com razão) de estar na vanguarda da política favorável ao ambiente, tem sido, graças a esse lóbi, no que concerne o automóvel, um dos maiores travões na melhoria da legislação europeia nesse domínio.

    Insustentabilidade automóvel
    A Volkswagen, que é o maior construtor automóvel, tem recorrido habitualmente a uma publicidade dita «verde» em torno dos seus veículos. Agora, alguns responsáveis querem fazer-nos crer que o software para redução de emissões em situação de testes é um facto pontual, arquitetado por alguns membros de uma direção da empresa. Não é: a indústria automóvel – toda ela – mostrou de diversas maneiras desprezar o meio ambiente e qualquer conceito de sustentabilidade ecológica. Na verdade, serve-se deles dentro de uma lógica publicitária característica da chamada «economia verde». E tem para isso a anuência das instituições europeias, que teriam na sua mão estudos e nada fizeram (cf. por exemplo o documento EUR 24697 EN – 2011, «Analyzing on-road emissions of light-duty vehicles with Portable Emission Measurement Systems (PEMS)». É esta lógica – e a rede de cumplicidades que a sustenta – que permitirá à indústria conduzir-nos ao ponto de não retorno em questões como a mudança climática ou o esgotamento dos recursos planetários. Ora, convém afirmar que os parâmetros seriam sempre, mesmo se respeitados, insuficientes. A indústria age concertadamente e vê o planeta como um mercado global: a sua estratégia visa conquistar regiões e países onde a penetração do veículo particular é ainda diminuta, para logo fomentar aí a universalização da sua posse. Em países como Portugal, esse processo pareceu ser sinónimo de democratização social e económica. Só lentamente foram sendo aparentes os seus efeitos negativos. Hoje, a evidente insustentabilidade automóvel deve estar no centro das políticas viárias, ambientais, sociais e económicas.

    A vida urbana foi capturada pelo carro particular. Alguns países tentam reconquistar a muito custo uma parte do espaço vital urbano, libertando uma fração do enorme potencial dos transportes públicos e dos velocípedes. Em Portugal, esse esforço é insignificante, já que nunca se atreve a circunscrever o uso do automóvel, o que seria o denominador mínimo de tais políticas. Contudo, torna-se evidente que a circulação automóvel terá de ser restringida, quer por razões de racionalidade urbana e viária, quer por causa dos problemas ambientais derivados do uso de combustíveis fósseis. Assinale-se ainda que o impacto do automóvel nas regiões rurais ocorre, sobretudo, pelo viés das autoestradas e outras vias que retalham o território, excedendo em muito as necessidades das populações dos campos, e ao serviço sobretudo de uma pendularidade diária maciça dos e para os centros urbanos que se sobrepõe e esmaga qualquer política económica e ambientalmente racional de mobilidade. Também aqui, o recurso ao transporte público ou ao velocípede, e a outros meios, são alternativas viáveis e necessárias. Não nos opomos a todos os transportes motorizados. O que recusamos é a motorização de todo e qualquer transporte.

    Esta burra e o seu dono deram a volta à França!

    Esta burra e o seu dono deram a volta à França!

    Encerramento progressivo da economia do carbono
    Quando vemos a publicidade automóvel que hoje inunda os
    outdoors e os media, torna-se claro que a agressão da indústria, sendo global e sistemática, depende também de uma ilusão: cada vez mais, o apelo que existe é aquele dirigido ao consumismo e ao individualismo dos condutores. O que vemos na publicidade são veículos conduzidos através do espaço natural, casulos que estabelecem uma relação de domínio sobre a natureza, pela sua potência dominadora e intangível. É uma boa representação da mentalidade delirante que envolve a indústria automóvel. É simplesmente uma mentira projetada sobre a vida e o mundo e não há nenhuma inocência nela. Há demasiados automóveis entre nós e o seu número não pára de aumentar. Sendo que os automóveis são também em geral cada vez maiores e mais potentes. Um automóvel é um objeto tecnológico, inteiramente dependente de um altíssimo dispêndio energético, que consumiu, logo no seu fabrico, elevadas quantidades de água e de metais, que pesa uma ou duas toneladas nos casos mais frequentes, transportando uma média de 80 quilos de carga útil e circulando na maior parte das vezes com um único passageiro. Quando seria imperativo, se queremos sobreviver, deixarmos no solo a maior parte dos hidrocarbonetos conhecidos, o automóvel acelera continuamente todos esses consumos e essa extração. Por outro lado, o automóvel elétrico não pode ser entendido como a panaceia anunciada por alguns. A energia consumida por este tipo de veículos também é poluidora e fonte de CO2. A indústria sabe-o, já que reserva esse setor da sua produção para fins essencialmente publicitários dos grupos de construtores, mas nunca abandonou nem se prepara para abandonar a maciça concentração dos seus investimentos nos combustíveis fósseis.

    A necessidade urgente de mudarmos de vida para que possamos ter ainda formas de vida decentes e dignas neste planeta implica o desaparecimento do automóvel nos moldes em que ele existe hoje nas nossas sociedades: a Conferência de Paris sobre Alterações Climáticas de 1 de dezembro de 2015 tem a obrigação de lidar com a maior ameaça ambiental que já existiu. Uma ameaça que só pode ser prevenida propondo o encerramento progressivo mas decidido da economia do carbono. O recurso ao fracking no gás de xisto, às areias betuminosas e aos poços offshore em águas profundas, que são hoje já técnicas de resultados devastadores numa escala antes inimaginável, tentando adiar esse fim por algumas décadas, é suicida e criminoso. Em grande medida, o automóvel sustenta essas políticas. As nossas necessidades de transporte, de troca económica e social, de organização urbana, podem e devem ser repensadas excluindo progressivamente, e em grande medida, o automóvel particular, libertando o espaço e a sociedade da sua suposta necessidade imperativa. É a vida que é imperativa. Para mudarmos de vida a tempo temos de mudar de transporte no tempo exato.

    A Direção da Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    Recebemos de Eduardo Ferreira um extenso comentário em várias partes, de que incluímos para já a primeira, antecedida de uma notícia que nos chegou via Tiago Carvalho.

    Em resposta a mensagem nossa com o texto do comunicado  difundida numa lista de debate  recebemos de Tiago Carvalho, em 6 de outubro, esta ligação na qual se referem as resistências de alguns automobilistas (em Lisboa, neste caso preciso) a quaisquer alterações que limitem o espaço de que dispõem nas vias públicas mesmo quando essas limitações beneficiam outros utentes desse espaço.

    Recebemos também, em 8 de outubro, um extenso contributo de Eduardo Ferreira, que tinha já contribuído para o debate sobre a Circunvalação – ideias para melhorar uma via caótica:

    DIESELGATE

    «O DIESELGATE é apenas mais um dos muitos ‹gates› em que andamos ‹embrulhados›. Desde a manipulação em ‹bolsa/finança/dívida dos estados›, agricultura, na química e investigação de fármacos, na indústria automóvel, futebol, nas emigrações, na energia, na construção.Se Cristo voltasse à terra nem imagino quais seriam os ‹vendilhões do templo› que seriam expulsos desta vez.O diselgate, tem tido um pouco mais de projeção, suponho,  porque os ‹impolutos› e ‹respeitáveis› comerciantes e industriais europeus, fizeram de parvos investigadores, políticos, ambientalistas, consumidores, etc, etc.

    O que fizeram é um crime, até ético. Desenvolveram tecnologia superior à de todos os outros (motores mais eficientes, com menores consumos, mais amigos da ‹nossa saúde›), e por isso, justificavam-se os financiamentos e as isenções fiscais que o ‹nobre investimento e a sua nobre sapiência› produziu. Inteligências supremas é o que eram. Superiores a tudo. Até nos danos causados.

    Lá está. Santo com pés de barro.Neste caso especialmente, há crime ambiental, económico, industrial, tecnológico, fiscal, ético e político.Se entenderem, podemos falar de cada uma das partes e porque acho que assim é. Cito alguns dos ‹comentários› que têm sido produzidos. Em especial no Fórum Leaf.

    É preciso que todos, e cada um, não se deixem levar pelas explicações ‹minimalistas› dos comprometidos com o negócio. O crime tem mais de 11 milhões de razões para ser repudiado.

    Só as ‹retribuições› atribuídas a um dos responsáveis já seriam razão bastante para que se tomassem medidas muito sérias. Espero que a Justiça Alemã não vá na treta e defenda a honra do convento de santa merkelinha! São eles os primeiros perdedores na economia.Para mim, há razões suficientes para se implementar uma taxação imediata de toda a tecnologia DIESEL no setor dos veículos ligeiros de passageiros. Isso no imediato. A curto prazo, seria necessário proibir a construção destes motores, pois há tecnologias limpas, mais baratas e mais eficientes. E criar o Museu do Diesel.

    A saúde de nós todos devia impor os ‹normativos› à industria da ‹porcaria›. A ver vamos. Por enquanto o crime compensa!»
    Eduardo Ferreira

    instagram likes kaufen

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Deixar comentário