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    Na primeira parte deste debate que pertence ao ciclo 5 Anos de PDM organizado pela Campo Aberto e que se realizou a 23-fev-2011, os diferentes convidados fizeram uma análise rápida daqueles que lhes parecerem ser os principais pontos a destacar na execução deste plano.

    Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.
    Duração Total: 45:48

    José Castro (BE) referiu a questão das UOPG, a ferramenta apontada no PDM para a sua implementação, como uma oportunidade perdida na medida em que não foi implementada nenhuma das UOPGs propostas. Referiu ainda que a proposta do PDM de duplicar a área verde da cidade, passando de 7 para 14 m2/pessoa, que ainda assim ficaria abaixo dos 20m2/pessoa de média europeia, não foi conseguido e finalmente apontou aquilo que lhe parece ser a contradição entre a proposta do PDM de aposta da reconstrução e as novas construções que na sua opinião se têm iniciado na cidade.

    Pedro Moutinho (CDSPP) referiu que este processo intermédio de avaliação será simplesmente para aperfeiçoamentos do regulamento do PDM, definição com rigor das linhas de fronteira da cidade, hierarquização da rede viária e classificação dos solos não estando previsto a alteração das linhas mestras do PDM. Referiu ainda que lhe parece importante rever o número de UOPG que na sua opinião são excessivas.

    Rui Sá (CDU) chamou à atenção para o processo de criação do PDM ter sido alvo de bastantes contributos e de ter, numa fase já avançada da sua elaboração, sofrido não só uma mudança da equipa que o estava a desenvolver mas principalmente uma mudança na visão política que lhe estava subjacente, fruto da primeira vitória de Rui Rio, foi por isso um dos PDMs com mais discussão mas que foi posteriormente implementado numa situação de maioria. Para além disso, a destacar o facto de até agora ter havido 4 Vereadores de Urbanismo com 4 interpretações diferentes do que é o PDM. Finalmente referiu que vê com preocupação aquilo a que o PSD chama de pequenas correcções mas que a CDU considera de alterações que podem ser fundamentais do PDM.

    Correia Fernandes (PS) caracterizou o PDM como um documento demasiado edificatório e criticou a forma dos PDMs a nível de lei e na sua aplicação. Considera que não é possível fazer planos sem escala e que essa escala não existe quando não se pensa para além da circunvalação. Considerou também que as UOPGs podem ser uma grande oportunidade para a cidade.

    Finalmente João Diogo Alpendurada (PSD) destacou o conceito de estrutura ecológica que foi incluido no PDM mas referiu a falta de ligação dessa estrutura ecológica com outras de outros municipios. Também mencionou as UOPG como uma oportunidade de mudança para um planeamento mais aberto da cidade.

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    Categorias: Notícias

    Um comentário até agora.

    1. Magusto e Tertúlias em Diferido | TRIPLO II diz:

      […] que pertenceu ao ciclo 5 Anos de PDM organizado pela Campo Aberto e que se realizou a 23-fev-2011. https://www.campoaberto.pt/2011/03/10/pdm-do-porto-perspectiva-politica-i/ This entry was posted in Geral Blog by [ Luís Reis @ Edição Triplo II ]. Bookmark the […]

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