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    Texto de Bernardino Guimarães publicado no JN a 7-dez-2009.
    Também online em https://peregrino-bg.blogspot.com/2009/12/copenhaga-e-aqui.html

    Começou a Cimeira Mundial de Copenhaga sobre as Alterações Climáticas. Entre ansiedade e esperança. Veremos até que ponto as nações são capazes de ultrapassar inércias e egoísmos nacionais para chegarem a uma plataforma viável. O consenso geral da comunidade científica (mesmo que se façam ouvir, como é natural, vozes dissidentes) é de que, se não for reduzida significativamente a quantidade de dióxido de carbono e outros gases de efeito de estufa, lançados para a atmosfera como subprodutos da nossa voracidade por energia— e por combustíveis fósseis–, o clima mudará aceleradamente e isso provocará danos imprevisíveis. Procura-se que a temperatura média da Terra não aqueça mais do que 2 graus até ao final do século— que desse aumento já nos não livramos— para impedir que a «febre do planeta» suba mais ainda, sabe-se lá quanto.
    Tenho abordado nestas crónicas a necessidade de as cidades— que é onde mais se consome, energia e outros recursos, e mais se polui— terem uma estratégia de redução do seu impacte ambiental. Venho alertando para a urgência de a Área Metropolitana do Porto fazer esse esforço de inovação e de racionalidade, o que aliás só ajudará a colocar esta região urbana no rol daquelas que preparam bem o futuro, em termos de energia, de eficiência energética sobretudo, de transportes, de ordenamento do território e urbanismo. Muita coisa tem avançado nesse sentido— mas ainda longe daquilo que seria desejável.
    Temos pois de criar as condições para poluirmos menos e diminuirmos o nosso contributo regional para as alterações climáticas globais.
    Mas o mal tem uns 150 anos, desde os alvores da industrialização, e em parte já estará feito. Quer dizer: se podemos evitar a amplificação catastrófica da ameaça climática, não está já ao nosso alcance evitar o que serão efeitos negativos induzidos pelo aquecimento do clima em cerca de dois graus médios.
    Pelo que importa que haja uma «estratégia de adaptação» ao nível local e metropolitano como nacional.
    Começando por saber o que nos diz a melhor Ciência sobre os impactes climáticos com incidência nacional e regional nas próximas décadas. Que impactes podem ser esses e como podemos prepararmo-nos para os enfrentar.
    Exemplos: como prevenir males maiores no litoral que já hoje recua e se desfaz em certas zonas. O aumento do nível do oceano apenas irá agravar o fenómeno. Secas mais prolongadas e estios mais severos causarão mais problemas às florestas e à agricultura e não deixarão de afectar a quantidade e qualidade da água disponível. Seria sensato pensar nisso agora e não quando for tarde de mais. O aquecimento do clima terá consequências, ainda mal estudadas, em produtos que são de há muito baluartes da economia regional—o vinho do Porto por exemplo. E que novidades trará ao turismo? As pescas serão outro sector que verá modificações, de resto já em curso, com algumas espécies tradicionais a fugirem das nossas águas para nelas aparecerem peixes de origem subtropical. Estudar bem estes itens e tantos outros, que terão incidência diversa em cada região, deveria ser uma tarefa também presente na agenda do Grande Porto.
    A saúde e a protecção das populações causa preocupação. Temos planos que enfrentem ondas de calor como a de 2003, que causou milhares de mortes em Portugal?
    Aí tudo falta, creio; planos de emergência que salvem vidas e urbanismo que integre nas prioridades a amenização do clima urbano, com mais zonas verdes e circulação de ar e de água não obstruída, entre outras medidas urgentes.
    Adaptação— vamos ouvir esta palavra muitas vezes no futuro próximo!
    Bernardino Guimarães
    (Crónica publicada no Jornal de Notícias a 7/12/09)

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    Categorias: Notícias

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