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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Floresta europeia ganha terreno mas continua a perder espécies

A floresta europeia tem aumentado um pouco a sua área (8% nos últimos 15 anos), mas não de maneira uniforme e recorrendo a plantações que criam ecossistemas menos “naturais”. Isso é também o que tem acontecido em Portugal, constata o último relatório da Agência Europeia do Ambiente sobre o uso sustentável da floresta e a biodiversidade. Uma coisa parece certa a Europa não vai conseguir parar até 2010 a perda de espécies, ao contrário do que tinha definido como objectivo.

A Agência Europeia do Ambiente analisou a situação do continente europeu (não apenas da União) e, sobre dados de 39 países, fez as contas aumentou nos últimos anos a área ocupada pela floresta, que cobre 33% daquele território. Desta extensão, apenas 5% podem ser considerados “intocados” pelo Homem e ficam localizados sobretudo na Suécia, na região dos Cárpatos, Alpes e Balcãs. No que toca aos aumentos de extensão florestal, isso ocorreu nomeadamente em três países mediterrânicos (Portugal, Espanha e Itália) e deveu-se à conversão de terra agrícola. O relatório da Agência indica que, nos últimos 15 anos, Portugal passou de 0,6 para 1,2 milhões de hectares de floresta em que se destacam o eucalipto e o pinheiro destinados a produção de matérias- primas.

“Se as práticas silvo-pastoris forem abandonadas, algumas espécies autóctones vão diminuir”, anota o mesmo documento relativamente aos montados característicos de Portugal e Espanha Eles albergam muitas espécies de aves e mamíferos de interesse comunitário, acrescenta o texto, referindo que o seu uso para actividades económicas deve ser extensivo e não intensivo.

Constatando que o papel da floresta está a mudar, o relatório adverte relativamente ao uso de espécies florestais modificadas geneticamente. O princípio deve ser o de precaução, afirma-se aí, especificando que o plantio dessas espécies apenas se encontra em regime experimental em alguns países. Idêntico conselho é dado sobre a recolha de resíduos florestais, que poderá fazer perder o habitat de algumas espécies, entre insectos, líquenes e mesmo mamíferos e aves.

https://jn.sapo.pt/2008/05/30/sociedade_e_vida/floresta_europeia_ganha_terreno_cont.html

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2. Uma bicicleta que circula com a energia do sol

Quando se pensa em bicicleta, pensa-se em pedalar se quisermos sair do local onde estamos. Mas dentro de pouco tempo será possível andar de bicicleta sem ter de dar aos pedais e sem recorrer a bicicletas eléctricas. Como? Um kit de baterias recarregáveis a energia solar e eólica que permita ao velocípede circular sem esforço humano.

Para já, ainda é só um protótipo que está a ser testado numa Buga, a tradicional bicicleta de utilização gratuita de Aveiro. Mas dentro de seis meses, a empresa responsável por esta tecnologia, a Firstep, pretende estar a lançar no mercado esta novidade. “Será transportável e estará na moda”, explica Miguel Condesso, da Firstep, empresa criada por dois alunos da Universidade de Aveiro, e que desenvolve produtos e soluções na área da eficiência energética e energias renováveis.

O preço do equipamento deve rondar os 250 euros e permite, então, andar de bicicleta sem esforço. No entanto, há sempre a oportunidade de escolha. “Se as pessoas preferirem pedalar, ir fazer BTT para o monte ou ir dar uma volta na praia, podem fazê-lo. Mas se a meio se cansarem, sabem que têm esta ajuda. Pensamos que vai ser muito útil sobretudo nas subidas e, por exemplo, para as crianças e idosos que têm menos força para pedalar”, realçou o responsável da Firstep.

Esta tecnologia é adaptável a todo o tipo de bicicletas. O modo de funcionamento é simples. Recorrendo aos “quiosques solares” é possível recarregar as baterias. Os quiosques solares farão parte do mobiliário urbano. “É uma estrutura fixa que, em simultâneo, guarda a bicicleta e carrega a bateria”, explica Miguel Condesso. Os quiosques, que serão lançados ao mesmo tempo que o hit, ficarão distribuídos pelas cidades, “dependendo o número das bicicletas vendidas”. O novo projecto vai ser lançado até ao final do ano em várias cidades portuguesas, mas o responsável não quer, para já, divulgar os locais. Mas a ideia é levar este projecto português a todo o mundo. Para além dos quiosques, há três outras formas de colocar a bicicleta a andar pedalando, descendo (bateria carrega nas descidas) ou recorrendo a uma ficha eléctrica. A pior das opções e, por isso mesmo, o kit dará de imediato a informação de quanto vai custar não ser amigo do ambiente.

https://jn.sapo.pt/2008/05/30/norte/uma_bicicleta_circulacom_a_energia_s.html

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3. Factura energética agravou-se

Apesar da aposta do Governo contra a dependência externa do petróleo, a factura energética portuguesa subiu 2,1 por cento em 2007, face ao ano anterior, de 7.840, para 8.000 milhões de euros, referem dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia. Os dados oficiais mostram que o saldo importador de energia agravou-se em 9,3 por cento em 2007, face a 2006, para 6.448 milhões de euros. Portugal conseguiu exportar, quer em energia eléctrica, quer em refinados de petróleo, 1.558 milhões de euros. A Direcção-Geral de Energia reconhece, no entanto, que o agravamento do saldo importador teria sido maior se o ano não tivesse sido relativamente húmido, o que reduziu as necessidades de fuel e de carvão para a produção de electricidade.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=45c48cce2e2d7fbdea1afc51c7c6ad26&subsec=&id=5160f440a526205e3556817d2cf231d9

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4. Oxalá não haja desilusão
Manuel Correia Fernandes, Arquitecto

As notícias sobre o futuro do antigo Mercado Ferreira Borges são animadoras no que à questão dos equipamentos da cidade se refere. É caso para festejar! É que o pacote camarário para alienação do património municipal considerado improdutivo, incluía este velho edifício, salvo por classificação como “monumento nacional” há 30 anos. Dá, pelo menos, para respirar um pouco e para esperar que o sentido do decoro tenha começado a impor aos governantes um pouco de bom-senso na forma como lidam com o património que é de todos. Embora desconfiados – e com razões de sobra para isso – os cidadãos da região do Porto parecem ter, assim, uma dor de cabeça a menos. Há dias de sorte!

https://jn.sapo.pt/2008/05/30/porto/oxala_haja_desilusao.html

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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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