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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 14 de Fevereiro de 2008

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. Opinião:
Novas tecnologias energéticas
Nuno Grande, Médico e professor universitário

Em Dezembro de 2007, a revista CORDI FOCUS da Comunidade Europeia salienta que a Comunidade Europeia apela para o esforço conjunto dos países da Comunidade para promoverem um plano para estimular a pesquisa das novas tecnologias de forma a diminuir a emissão de carbono para a atmosfera, com as consequentes alterações climáticas.

De facto, os recursos imperativos que permitem desenvolver o projecto individual de vida são a água potável, o ar respirável e um sentido para a existência.

Os diversos tipos de energias alternativas estão a mobilizar os recursos naturais de formas peculiares nas diversas regiões. A Região Norte de Portugal caracteriza-se pela possibilidade de implementar os diversos tipos de energias alternativas como a eólica, a fotovoltaica e a bioenergética.

Ao nível dos locais litorais é possível implementar a energia das marés.

Afirma-se neste artigo que é urgente que ocupemos a liderança mundial no domínio das tecnologias de fraco teor em carbono, o que exige que a Europa se organize para tal. O Conselho Europeu para as Energias Renováveis, o EREC, saúda a ideia das novas indústria europeias que se propõem controlar o sector da “chaufage” e da climatização, conforme o salienta Olivier Shafer, da Comissão Europeia.

A Região Norte, considerada entre as bacias hidrográficas dos rios Minho e Douro, reúne todas as condições para assumir este desafio da Comunidade Europeia e desenvolver a estratégia já iniciada com as energias eólica e a fotovoltaica.

Deste modo penso ser fundamental que o poder locar dos conselhos desta região devem ser mobilizados para se implementar as novas tecnologias energéticas, mesmo antes de se promover a regionalização.

https://jn.sapo.pt/2008/02/14/opiniao/novas_tecnologias_energeticas.html

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2. Instalado sistema automático para fechar Ribeira ao trânsito
Hugo Silva

Está a ser instalado um sistema automático de condicionamento do trânsito na Ribeira do Porto. Em todos os acessos que vão desaguar à zona conhecida como Praça do Cubo (Cais da Ribeira, Rua de S. João, Rua da Alfândega, Rua da Reboleira), são já visíveis as estruturas físicas do sistema, cujo funcionamento prático, pelo menos numa primeira fase, limitar-se- -à a um meco automático, que pode ser movido a partir da sala de controlo de tráfego da Câmara do Porto, nos Paços do Concelho, conforme explicou o director municipal da Via Pública, Alves da Silva.

Estacionamento

“Actualmente, o trânsito na Ribeira já está condicionado, mas o sistema, que implica deslocação ao terreno, nem sempre é eficaz e é muito vandalizado”, reconheceu Alves da Silva. O meco tem horas marcadas para subir e descer, sendo que a operação é feita manualmente. Mas como a estrutura é vandalizada com frequência, mesmo nas horas em que é proibido circular, os automóveis transitam livremente. O Largo do Terreiro, por exemplo, transforma-se em parque de estacionamento improvisado, com os automobilistas a aproveitarem cada centímetro disponível.

https://jn.sapo.pt/2008/02/14/porto/instalado_sistema_automatico_para_fe.html

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3. 15 mil assinam pelo Bolhão

Os cidadãos do Porto vão ser convidados a adquirir o Mercado do Bolhão no próximo sábado através de um anúncio a ser publicado nos jornais. A ideia surgiu do movimento cívico que se uniu pela defesa daquele equipamento e respectivas valências, sendo apenas uma das várias soluções já pensadas para evitar que a Câmara Municipal permita a sua demolição e avance com o que consideram ser “um acto de puro mercantilismo”.

“Pode ser visto apenas como um gesto simbólico, mas não vamos ficar por aqui”, afirmou ontem José Maria Silva, porta-voz do Movimento, adiantando que até ao dia 21, ou seja, na próxima quinta-feira, estarão “concluídas outras acções de protesto, bem como pronta a petição – neste momento conta 15 mil assinaturas – para entregar na Assembleia da República. “O objectivo é conseguir, pelo menos, 20 mil e tentar que discutam o caso”.

Em curso está também a possibilidade de poderem interpor uma providência cautelar capaz de travar o processo. “Os nossos advogados estão a estudar a Lei do Património e as implicações da demolição de Mercado. Se se concluir – como julgamos – que o património arquitectónico e cultural não está a ser respeitado, haverá condições para agir juridicamente”, acrescentou José Maria Silva.

“A Câmara foi eleita para gerir o património da cidade e não para o entregar por 50 anos ao grande capital privado, com prometendo a gestão de futuros autarcas, provocando ainda mais o fosso social que a cidade atravessa”, lê-se na petição.

Outras acções de cariz popular estão já a ser preparadas também. E o Bolhão não será o único assunto a despoletá-las. Ontem houve uma reunião para que todos os movimentos cívicos da cidade possam constituir-se como uma única plataforma, cujo objectivo será lutar por todos os equipamentos que a Câmara do Porto pretende privatizar.

https://jn.sapo.pt/2008/02/14/porto/15_assinam_pelo_bolhao.html

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4. Guimarães: Outra vez o mercado
Francisco Teixeira, Doutor em Filosofia

A decisão de encerrar e transformar não se sabe em quê o antigo mercado municipal tem-se revelado umas das decisões mais desastrosas da actual política municipal. Em nome de um higienismo e de uma modernidade virtuais, encerrou-se um dos principais e ainda relativamente vivo núcleo de animação comercial da cidade, a precisar de modernização comercial e conceptual, é certo, mas com enormes potencialidades cívicas e comerciais. O abandono do antigo mercado, ao invés de resolver um problema, criou, aparentemente, dois o problema de um novo mercado que não arranca, que endividou pequenos comerciantes e que arrisca tornar-se num elefante branco e o ter aberto, no coração urbano, um buraco que ainda não se sabe como há-de ser preenchido.

https://jn.sapo.pt/2008/02/14/norte/outra_o_mercado.html

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5. Queixas nos autocarrosem dia de manifestação
Jesus Zing

No dia em que os trabalhadores da Empresa Municipal de Mobilidade (MoveAveiro) se manifestaram contra a administração (ver peça em baixo) e confirmaram novas greves, o JN andou de autocarro para saber o que pensam os utentes do serviço e do aumento do tarifário aprovado esta semana pela Câmara de Aveiro.

https://jn.sapo.pt/2008/02/14/norte/queixas_autocarrosem_de_manifestacao.html

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6. Movimento pelo Bolhão quer respostas da Câmara

O Movimento Cívico pelo Bolhão quer respostas concretas da Câmara Municipal do Porto acerca do projecto de reabilitação do mercado tradicional, projecto esse que todos sabem que existe, mas ninguém sabe como vai ser. “Tem-se dito muita coisa, mas ainda ninguém sabe nada. Queremos que a câmara nos dê respostas, queremos conhecer os detalhes do contrato”, disse o arquitecto Gomes Fernandes, um dos membros do grupo de cidadãos que se reuniu ontem à noite na sede da Associação de Socorros Mútuos do Porto. O Movimento Cívico pelo Bolhão exige que a autarquia e a TramCroNe tornem claro, de uma vez por todas, o que vai acontecer ao mercado tradicional, ou então ameaçam passar das palavras aos actos no próximo dia 21, que assinala os 30 dias da aprovação do projecto de reabilitação do Bolhão na Assembleia Municipal do Porto.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=d7d43614cca0f715ab300d14726403ef

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7. Base de dados para um melhor combate aos fogos

A criação de uma base de dados meteorológicos e um reforço da capacidade de resposta durante todo o ano são as principais novidades da directiva operacional para combate a incêndios florestais ontem apresentada em Lisboa.
A base de dados, que entrará em funcionamento a 15 de Maio e ficará disponível durante todo o ano, vai fornecer em tempo real dados meteorológicos, factores de risco, níveis de humidade, vegetação, pontos de água e linhas de corta-fogo.
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, disse que as informações da base de dados vão permitir “um acompanhamento permanente” do combate aos incêndios. “Ninguém pode garantir qual a área ardida num determinado ano, mas podemos garantir que a coordenação está mais operacional”, sublinhou. No âmbito da directiva operacional para combate a incêndios, os meios operacionais ficarão disponíveis durante todo o ano.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=d396246a9349a17571c92bec820e7d5e

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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