İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592

    ==========================
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

    ==========================
    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
    ==========================

    1. Aguda: Quebra-mar da Aguda desassoreado

    O quebra-mar da Aguda, em Vila Nova de Gaia, vai ser desassoreado.
    Trata-se de um investimento de 400 mil euros, que será assegurado
    pelo INAG. O acumular das areias tem impedido a faina na vila
    piscatória, deixando a comunidade revoltada.

    O Instituto Nacional da Água (INAG) vai fazer uma intervenção no
    quebra-mar da Aguda, em Vila Nova de Gaia, anunciou ontem o vereador
    José Guilherme Aguiar. A empreitada de dragagem das areias e
    reposição nas praias da Aguda Sul e da Granja está orçada em 400 mil
    euros. As obras poderão começar em Março, se a intervenção for
    dispensada de concurso público.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=316ebe07d3bb0d3a4582c19931138c8b

    ==========================

    2. Maia: Vem corrigir todos as irregularidades
    PDM da Maia apresentado até Junho

    A Câmara da Maia espera colocar o novo Plano Director Municipal (PDM)
    em discussão pública até Junho. O vereador do Urbanismo disse ao
    JANEIRO que a transposição de uma norma europeia atrasou todo o
    processo.
    A norma obrigou a câmara a elaborar um estudo de avaliação ambiental
    estratégica. “Como o nosso PDM ainda não estava em avaliação pública,
    estávamos à espera dos pareceres das entidades envolvidas, uma nova
    lei da avaliação ambiental [DL n.º 232/07] veio obrigar a que todos
    os planos careçam dessa avaliação ambiental estratégica”, explicou
    António Silva Tiago. O estudo foi entretanto efectuado pelos técnicos
    da autarquia, entre Setembro e Outubro, e enviada para a Agência
    Portuguesa do Ambiente e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
    Regional do Norte, estando a câmara a aguardar por uma resposta.
    “Infelizmente para nós essas entidades não cumprem prazos, a lei
    marca esses prazos, mas depois não diz o que é que acontece, não diz
    se há diferimento, omite esse aspecto”, lamentou o autarca.
    O PDM é de 1994 mas entrou em revisão quatro anos depois. Uma
    situação que não impediu a câmara e assembleia municipal de aprovar
    projectos para áreas que estavam destinadas para outros fins. O novo
    plano, a ser aprovado este ano, permitirá corrigir muitos desses
    casos que estão a violar as directivas aprovadas em 1994. Os armazéns
    da Maiatur, em Milheirós, construídos em zona verde; uma moradia na
    mesma freguesia, edificada em reserva agrícola; os terrenos da
    Jerónimo Martins, em Folgosa, que foram impermeabilizados apesar de
    estarem em zona agrícola; o Aterro Sanitário da Maia, da Lipor II, em
    Moreira, instalado em reserva ecológica; o Hospital do Lidador,
    também em Moreira, projectado para uma zona de protecção ou parque,
    são alguns dos casos que o futuro PDM da Maia virá corrigir.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=4bae4353744f8608733b15e12911cd49

    ==========================

    3. Nacional: Batalha : Teresa Caeiro exige um mapa nacional com zonas bem definidas
    Corredores para linhas de alta tensão

    A deputada do CDS Teresa Caeiro reclamou ontem que a definição de
    corredores no território para as linhas de alta tensão de modo a
    prevenir conflitos com moradores, como aconteceu no caso da Batalha.
    Numa visita realizada, à região pela qual foi eleita, a deputada
    constatou o “ruído existente” e os riscos para a saúde pública já que
    a linha de maior tensão (400 kilovolts) prevista para a subestação de
    Celeiro, Batalha, “enquadra-se dentro do limite máximo permitido em
    Portugal”, embora seja “500 vezes superior” ao que se verifica
    noutros países. “Vários estudos indicam que a partir do cabo existem
    radiações por uma área de 600 metros” pelo que será necessário “tomar
    medidas preventivas” que podem passar pelo seu enterramento em zonas
    habitacionais, defendeu a deputada centrista, subscrevendo as queixas
    da população. Além disso, Teresa Caeiro exige um “mapa nacional com
    corredores onde se admite que possam passar os cabos de alta tensão”
    para que os moradores e as autarquias saibam os locais onde poderão
    vir a ser construídos esses equipamentos. “Assim, quem comprar
    terrenos para construir a sua casa saberá o que é que está previsto
    para lá”, considerou.
    Por outro lado, defende a deputada, as linhas devem poder ser
    instaladas em algumas zonas protegidas do ponto de vista ambiental já
    que, “nalguns casos” opta-se por soluções junto dos aglomerados
    urbanos, como no caso do Celeiro. “As preocupações ambientais não são
    fins em si mesmo, pois visam proteger as pessoas” pelo que “não faz
    sentido que se prejudique a saúde pública para salvaguardar danos na
    natureza”, frisa Teresa Caeiro.
    Num requerimento interposto, dia 8 de Fevereiro, a deputada já
    acusava a REN de propor corredores para a futura linha de muito alta
    tensão que se aproximam “perigosamente de diversas habitações,
    limitando desta forma, o desenvolvimento urbanístico, bem como a
    qualidade de vida das populações do concelho”. “A nova linha proposta
    agrava as condições de vida da população do concelho da Batalha,
    nomeadamente os três aglomerados urbanos que são muito anteriores à
    construção da fase inicial da subestação na década de 70”, sustenta a
    deputada. Para Rogério Paulo, da Associação de Moradores do Celeiro e
    Lugares Limítrofes, a vista da parlamentar foi “muito positiva” para
    o movimento de cidadãos que se organizou para reclamar contra a
    construção da nova linha. Além desta visita, o movimento está a
    colaborar em acções para divulgar os riscos para a saúde pública
    deste tipo de equipamentos. “No próximo dia 29 vai realizar-se, na
    Câmara da Batalha, uma conferência para esclarecer os efeitos destas
    radiações junto das pessoas”, anunciou Rogério Paulo.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=1422328cf31b32508c7d148179cf52d6

    ==========================
    4. Mundial: Barulho no sono faz subir a tensão

    O ruído nocturno produzido por aviões ou pelo trânsito rodoviário
    pode aumentar a tensão arterial de uma pessoa, mesmo sem a despertar,
    indica um estudo que é hoje publicado no European Heart Journal.

    https://jn.sapo.pt/2008/02/13/sociedade_e_vida/barulho_sono_subir_a_tensao.html

    ==========================

    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

    ==========================
    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por José Carlos Marques

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário