Arquivo para 2008

    A Campo Aberto escreveu, em 16 de Dezembro de 2008, ao Ministro das Finanças, exprimindo a sua clara e taxativa discordância em relação ao novo regime relativo a bens do domínio público, em preparação, e apoiando a posição da Plataforma Pelo Património Cultural, que pode ser lida aqui
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    Desde a sua fundação no ano 2000, a Campo Aberto – associação de defesa do ambiente tem dedicado atenção exigente e contínua à árvore e à arborização na cidade. A sua recente intervenção sobre o abate de árvores na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto, insere-se nesse contexto e ganha sentido a essa luz.

    Na sequência de carta enviada em 17 de Novembro de 2008 à Empresa Parque Escolar (E.P.E.), em que se protestava contra esse abate de árvores e se pediam esclarecimentos, foi recebida resposta que permitiu a uma delegação da associação encontrar-se no próprio local do abate com o responsável

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    Conforme aqui noticiámos na quarta-feira, dia 19 de Novembro, a Campo Aberto havia escrito à Parque Escolar, EPE (e também à Direcção Regional de Educação do Norte) pedindo explicações sobre o abate de árvores ocorrido em Outubro na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. A resposta da Parque Escolar chegou-nos poucos dias depois, com data de 21 de Novembro, assinada pelo seu presidente, Eng.º João Sintra Nunes. Foi com agrado que registámos a prontidão e a cordialidade da resposta, coisa a que não estamos de modo nenhum habituados no nosso trato com a administração pública. A carta era
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    Na terça-feira, 28 de Outubro de 2008, o nosso amigo Bernardino Guimarães usou a sua crónica quinzenal no Jornal de Notícias para fazer uma vigorosa denúncia do arboricídio que teve a infelicidade de testemunhar bem junto a sua casa, na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto.


    A escola, situada entre as ruas da Constituição e de Latino Coelho, ocupa o interior de um quarteirão e está cercada de prédios por todos os lados. Por isso, além dos moradores do local e dos utentes da escola, poucos terão dado conta do atentado – que, tirando a crónica de Bernardino Guimarães e uma outra de Jorge

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