• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

Veja o site da Campo Aberto:
https://www.campoaberto.pt/

Comente, participe. Divulgue!

==========================
Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio!

Em alternativa assine a revista Ar Livre (que os sócios também recebem).

Peça informações:
contacto@campoaberto.pt

==========================

BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Domingo, 16 de Dezembro de 2007

==========================

Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

==========================
1. Porto Vivo procura parceiro para intervir em D. João I

A maioria das construções do quarteirão da Praça de D. João I, no Porto, será demolida. Cerca de 85% do núcleo desaparecerá para dar lugar a edifícios novos com rés-do-chão e seis pisos, preservando-se, contudo, as características com “valor arquitectónico relevante”. A intervenção, definida no documento estratégico elaborado pela Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana, obriga a mexer em 19 prédios e tem um custo estimado de cerca de 34 milhões de euros.

O imóvel, que acolheu as instalações do ex-Banco do Brasil, sito na Rua Formosa nº470-B e datado de 1976, é o único que não será reconstruído. Os edifícios contíguos (lotes 12 e 13 no infográfico) recuarão para permitir o alargamento da Travessa do Bonjardim, que liga as ruas Formosa e do Bonjardim. Pelo espaço libertado com a demolição das antigas instalações do Banco do Brasil e pelo vazamento do rés-do-chão do prédio na Rua de Sá da Bandeira onde hoje está sediada a Confeitaria Nerita, far-se-á o acesso ao espaço público projectado no interior do núcleo.

A Porto Vivo procura, agora, um parceiro privado para executar esta empreitada, que envolve 19 edifícios e parte do pátio do Bonjardim. A sociedade lançou, ontem, o concurso público para a realização de um contrato de reabilitação urbana do quarteirão de D. João I, seguindo o modelo da Praça de Carlos Alberto. Então, somente a Edifer se mostrou interessada na intervenção, executando, actualmente, o empreendimento Pátio Luso. A dimensão da transformação no quarteirão de D. João I é maior. Em Carlos Alberto, são só oito prédios.

A sociedade prevê que serão necessários cerca de 34 milhões de euros para mudar este núcleo, introduzindo habitação, comércio e serviços e criando 640 lugares de estacionamento público e para moradores. O prazo máximo para esta empreitada é de dois anos e meio. Fora do concurso, fica a recuperação da antiga sede da União de Bancos do Porto e o edifício de escritórios contíguo – empreendimentos Loop e Pateo Bonjardim -, onde se criarão 46 casas, uma loja e 120 lugares de estacionamento num investimento de 13 milhões.

Curiosamente, dez dos 19 imóveis a demolir naquele quarteirão pertencem ao Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imopromoção e ao Fundo Aberto de Investimento Imobiliário – AF Portfólio Imobiliário, geridos pelo Millennium BCP. Este último fundo financiará a construção dos empreendimentos Loop e Pateo Bonjardim, cujo projecto já foi viabilizado pela Câmara.

A Porto Vivo entende que este é o momento para dar um novo impulso ao núcleo, cuja ocupação voltada para os serviços, “adquirida durante o século XX”, está em “lenta agonia”. De facto, 40% dos espaços estão vazios, 30% têm uma ocupação inferior a 50% e existem apenas três parcelas totalmente ocupadas. Uma delas é o Palácio Atlântico, que irá manter-se tal como está.

As fachadas de sete imóveis (assinaladas no infográfico com os números 1, 2, 3, 4, 5, 9 e 10) serão preservadas. No âmbito deste concurso, nascerão 110 novas habitações no quarteirão.

Negociações com STCP por causa do eléctrico
A Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana tem mantido conversações com a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto para que a rede de eléctricos antigos se alargue na Baixa do Porto. Em cima da mesa, está a possibilidade de fazer a ligação da cota alta à cota baixa pelo eixo de Mouzinho da Silveira.

Premiados da frente ribeirinha em Janeiro
Os vencedores do concurso de ideias para a frente ribeirinha do Porto, que contou com a participação de equipas nacionais e internacionais, serão conhecidos em Janeiro do próximo ano. A melhor ideia servirá de base ao documento estratégico para aquela área.

Praça de Lisboa ainda está sob análise
Ainda não há prazo para a conclusão do concurso público de concessão da Praça de Lisboa. A única proposta, apresentada pela Bragaparques, continua a ser analisada pelo júri daquele concurso.

37 quarteirões nas mãos da sociedade Porto Vivo
A Porto Vivo está a trabalhar em 37 quarteirões. Destes, 20 já têm documento estratégico aprovado ou estão em obras.

https://jn.sapo.pt/2007/12/16/porto/porto_vivo_procura_parceiro_para_int.html

==========================
2. Palácio real cliente de limpeza ecológica

Como se fosse um cubo mágico, mas menos colorido. Quase rústico, um pequeno invento chamado eCube promete revolucionar a vida e o rumo da empresa de Rui Carvalho. Depois de se impor no mercado londrino de limpeza de edifícios, podendo gabar-se de já ter “lavado a cara” do Palácio Real, o empresário entra no domínio dos sistemas de poupança de energia.

Preservar o ambiente é um lema sagrado em todos os projectos da empresa. Nascida há menos de dois anos em Londres, a “Greenchoice” oferece serviços de limpeza em que 90% dos materiais são vapor e produtos biodegradáveis. “Neste momento estamos a testar um novo à base de soja”, exemplifica Rui Carvalho. Esse é o segredo do êxito, considera, sublinhando haver em Inglaterra uma atitude cultural e política “mais atenta ao ambiente”. Um exemplo existe uma taxa que contempla reduções para quem comprove poupanças nos gastos energéticos.

Um contexto que ajuda a explicar a ideia de conceber o eCube, que tem afinal um objectivo muito simples regular o consumo de sistemas de refrigeração. Como? A explicação é mais complexa do que a aparente simplicidade do invento. No fundo o minúsculo aparelho é um simulador alimentar, com uma cera capaz de responder às temperaturas da mesma forma que os alimentos. Imagine que abre a porta do frigorífico. Em vez de medir a temperatura ambiente, que sobe, fazendo disparar os motores, o eCube avalia a temperatura dos alimentos.

https://jn.sapo.pt/2007/12/16/sociedade_e_vida/palacio_real_cliente_limpeza_ecologi.html

==========================
3. Internacional:
Roteiro de Bali sem metas para redução de emissões

Todos afirmam que foi uma batalha ganha, apesar dos recuos que foram obrigados a fazer, nomeadamente os Estados Unidos e a União Europeia. Mesmo as grandes organizações ambientalistas, como a Greenpeace e a WWF, consideraram já não ter sido mau de todo que a reunião de Bali se salvasse de um fracasso total. A grande questão central – os compromissos concretos dos países para a redução de emissões de gases com efeito de estufa- ficou remetida para decisões em 2009. Há quem se interrogue se este “roteiro de Bali” é mesmo um caminho, pois não tem sítio definido onde chegar.

https://jn.sapo.pt/2007/12/16/sociedade_e_vida/roteiro_bali_metas_para_reducao_emis.html

==========================

Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
https://groups.yahoo.com/group/pned/

Se quiser consultar os boletins atrasados veja
https://campoaberto.pt/boletimPNED/

==========================
INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
4018-001 Porto
telefax 22 975 9592
contacto@campoaberto.pt
www.campoaberto.pt

Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

======================================

Imprimir esta página Imprimir esta página

Categorias: Boletim

Deixar comentário