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    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
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    telefax 22 975 9592

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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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    Opinião 1: “O ImpérioContra-ataca”

    Sou dos que pensam que projectos que constituirão um pesado encargo
    para as gerações futuras, como o do novo aeroporto de Lisboa, devem
    ser amplamente discutidos. Mas sou também dos que pensam (porque faço
    os possíveis para não ser totalmente ingénuo) que há interesses
    envolvidos na discussão que nem sempre serão os do país. Quando a
    esmola é grande, o pobre desconfia, e tão natural com a CIP defender
    os seus interesses é suspeitarmos da generosidade com que se dispôs a
    abrir os cordões à bolsa para pagar um estudo defendendo a solução
    Alcochete. Já menos natural será o barulho feito por Francisco Van
    Zeller para, invocando uma informação anónima que quis “deixar claro”
    que não confirmou, acusar o ministro Mário Lino de uma “campanha
    desesperada” para descredibilizar esse estudo. Porque então também o
    ministro poderá dizer que sabe, com base numa informação igualmente
    anónima e não confirmada, que Van Zeller não recebeu informação
    nenhuma? Por outro lado, ao acusar a RAVE de práticas “marxistas-
    leninistas” por contestar o estudo da CIP sem exibir estudos, talvez
    o presidente da AIP, Rui Moreira, devesse exibir os seus próprios
    estudos sobre marxismo-leninismo. Quanto mais não fosse, para
    percebermos que raio entenderá ele por marxismo-leninismo.

    Manuel António Pina

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/ultima/o_imperiocontraataca.html

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    Opinião 2: Sinais

    Novembro seco, de doçura estranha. Registado um número extraordinário
    de incêndios florestais. O dispositivo de combate não estava
    preparado, tal a raridade da seca.

    Enquanto isto ocorre, o Norte da Europa é sacudido por tempestades
    marítimas violentas. Estreiam-se comportas protectoras no Tamisa e na
    Holanda. A engenharia treme face às previsões de intempérie. Mas o
    Verão foi de calor inaudito em torno do Mediterrâneo oriental. Por
    cá, o estio quase não se fez sentir- veio no Outono. Alterações
    climáticas? Parece que o caos climatérico se vai instalando, como que
    à procura de novos padrões que ainda desconhecemos.

    Da frente científica, vêm notícias preocupantes as previsões de
    aquecimento global, e dos seus efeitos, divulgados pelo Painel das
    Alterações Climáticas da ONU – o organismo distinguido pelo Prémio
    Nobel – podem estar a pecar?por defeito. A concentração de dióxido de
    carbono e outros gases na atmosfera está a aumentar mais do que o
    previsto. Entre a geopolítica de Quioto e o que virá de Bali, em que
    ficamos? Se a Europa se esforça um pouco para poluir menos, os
    Estados Unidos estão em compasso de espera pelas presidenciais em
    Outubro. A Agência Internacional de Energia veio dizer que a procura
    de petróleo, gás e carvão não vai abrandar nos 20 anos que se seguem.
    Pudera – só a China está a construir uma central térmica, como a de
    Sines, cada quatro dias.

    Mundo louco? Horizonte sem esperança? Não sabemos, e um optimista
    poderá sempre argumentar que “isto tem ainda de piorar muito, antes
    de começar a melhorar.” Será que vivemos as dores de parto de um
    mundo novo? Mais vale conquistarmos optimismo de acção, sem ilusões
    nem desalento.

    Nisto pensava eu, e mais sinais naturais se me revelavam, folheando
    uma revista as abelhas desaparecem um pouco por todo o lado,
    misteriosamente. A falta de polinização preocupa os produtores de
    frutas americanos. O mesmo em certos países europeus. O que mata
    estes insectos simpáticos, responsáveis directos por boa parte da
    produção alimentar mundial? Talvez a saturação ambiental de
    insecticidas, talvez as radiações electromagnéticas omnipresentes que
    as desorientam e perdem. Talvez um pouco das duas coisas e mais a
    desnaturalização crescente da agricultura. A mesma interrogação em
    relação aos anfíbios, que se extinguem, fenómeno global sem
    explicação. Aquecimento climático que difunde vírus antes
    inexistentes? Destruição do habitat?

    Aquecido pelo sol coado que se oferece aos passantes, atravesso o
    jardim do Marquês, no Porto. Onde já não há senão plátanos. O que
    eram flores e arbustos foram-se na vertigem da “requalificação”. E
    reparo, imaginem, nos pardais. Saltitando no solo, perspicazes e
    inquietos. O pardal dos telhados, o “Passer domesticus” quase não
    desperta estados de alma – demasiado banal e familiar. E acho-os
    fascinantes de graça e de inteligência. E recordo-me do que tenho
    lido sobre eles no Reino Unido primeiro, na Bélgica e na França
    depois, a espécie quase desapareceu. Em Londres, a pássaro ladino
    perdeu 90% dos efectivos nos últimos anos, dizem os cientistas.
    Circunspectos jornais britânicos dedicaram muitas páginas a esta
    extinção anunciada (entre nós o declínio ainda não se fez sentir).
    Causas? Pois ninguém sabe. Afeiçoado aos meios urbanos, o pardal
    comum deve estar a sofrer as consequências de alguma disfunção
    ambiental, daquelas de que nem temos consciência. O que mudou para os
    pardais? O que estará mudando para nós, por nossa causa? Falando em
    biodiversidade, e clima, sinais dispersos nos chegam, apelando à
    humildade do nosso saber. A um reencontro com a Natureza que devemos
    inventar.

    Bernardino Guimarães

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/porto/sinais.html

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    1. Porto: Cidade poderá ter clima parecido ao de África

    A Campo Aberto- Associação de Defesa do Ambiente, lançou ontem um
    repto à Junta Metropolitana do Porto (JMP) no sentido de
    dar “prioridade política” às alterações climáticas. O documento
    entregue ao administrador da JMP, Emídio Gomes, com um conjunto de
    medidas possíveis para combater os problemas ambientais será mais uma
    espécie de ponto de partida, uma vez que o desafio abrange também as
    autarquias, as empresas, os sindicatos e organizações sociais e
    profissionais, as instituições de carácter científico, a Universidade
    e o cidadão comum.

    A reunião entre as duas entidades “foi muito positiva” e
    colheu “grande receptividade”, tendo ficado “aberto o caminho para
    novos encontros”, afirmou Bernardino Guimarães, da associação.

    O objectivo é o de sensibilizar todas as instituições da Área
    Metropolitana do Porto para as alterações climáticas, que levarão
    inevitavelmente a repensar o reordenamento do território. Um estudo
    internacional publicado recentemente, atesta o
    ambientalista, “assegura que, daqui a 30 anos, o Porto poderá ter um
    clima semelhante ao de Rabat, no Norte de África”.

    A Campo Aberto espera que todas as entidades encetem “um esforço
    conjugado, integrado e coerente para combater as suas emissões
    poluentes”. Nesse sentido, desenvolveu já um vasto trabalho que
    poderá servir para “balizar o debate”, que se pretende mais profícuo
    do que uma “mera e infindável discussão de cariz técnico ou teórico”.

    Por isso, aconselha as autarquias e a JMP a apostar “na cooperação
    internacional e no intercâmbio de experiências com cidades e regiões
    metropolitanas em outros países, concretamente europeus e norte-
    americanos”. E defende a necessidade de realizar um estudo que
    determine a avalie as consequências possíveis das alterações
    climáticas no território metropolitano, bem como da criação de uma
    ferramenta que permita prever e prevenir os danos.

    Do trabalho já realizado pela associação ambientalista, e que
    pretende ser um impulso para um programa metropolitano eficaz, consta
    um inventário exaustivo das emissões poluentes, seja através da
    energia, cujo consumo deverá ser diminuído, dos transportes ou do
    ordenamento de território através da gestão e ampliação de áreas
    verdes.

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/porto/cidade_podera_clima_parecido_de_afri.html

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    2. Valença: Projecto de Souto Moura sem terreno que o suporte

    A construção de um edifício projectado pelo arquitecto portuense
    Eduardo Souto Moura para o interior da Fortaleza de Valença está
    suspensa por falta de viabilidade da concretização do projecto. Souto
    Moura desenhou o futuro Centro de Interpretação das Fortalezas de
    fronteira no Norte de Portugal e Galiza, mas, no momento de a obra
    passar do papel para o terreno, verificou-se que o solo do local na
    chamada zona da Coroada, onde o imóvel seria edificado, não oferece
    estabilidade para o acolher. A Câmara viu-se obrigada a gastar mais
    85 mil euros na reformulação de um projecto que inicialmente custaria
    cerca de 268 mil euros.

    O valor da reformulação onera o projecto para um investimento
    superior a 350 mil euros. assunto.

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/norte/projecto_souto_moura_terreno_o_supor.html

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    3. Mundo: Especialistas procuram soluções

    Um responsável da ONU considerou um “crime e uma irresponsabilidade”
    não tomar medidas contra o aquecimento global. A afirmação foi feita
    ontem, na abertura da 27ª sessão do Painel Intergovernamental para as
    Alterações Climáticas da ONU (IPCC), que decorre até sábado em
    Valência, Espanha, por Yvo de Boer.

    Este especialista recordou as evidências científicas sobre as
    alterações climáticas, cujo efeitos, sublinhou, se repercutem em
    todos os países com maior ou menor incidência, e em alguns casos,
    acrescentou, são já “uma ameaça para a sobrevivência”. Pelo que,
    salientou, é necessária vontade política e acções concretas –
    advertindo ainda que são os países mais pobres os mais vulneráveis.

    Os especialistas do Painel Intergovernamental para as Alterações
    Climáticas da ONU estão reunidos desde ontem para aprovar o último
    relatório que sintetiza as linhas orientadoras para a nova estratégia
    mundial de combate às alterações climáticas. Irão discutir os
    resultados das investigações realizadas por milhares de cientistas de
    todo o mundo e aprovar o quarto e último relatório sobre as mudanças
    climáticas no planeta.

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/sociedade_e_vida/especialistas_procuram_solucoes.html

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    4. País: Leguminosas ajudam solo e são boa fonte de proteína

    O que faziam, ontem, numa sala obscurecida, 400 pessoas, oriundas de
    todo o Mundo e que pareciam alheadas do tempo luminoso em Lisboa? O
    mesmo vai acontecer até à próxima sexta-feira, para que fiquem ali
    feitos um balanço e a transmissão dos avanços conseguidos
    internacionalmente na pesquisa das plantas leguminosas. Está
    reconhecido o seu valor nutritivo e até preventivo em diversas
    doenças, sabe-se que elas contribuem para fixar azoto no solo, mas
    nem sempre o seu cultivo dá o melhores rendimentos. Na União Europeia
    e em outras regiões prossegue um esforço de pesquisa para que a fonte
    proteica das muitas variedades de grão existentes assuma um lugar
    menos humilde face aos cereais.

    Feijão, grão de bico, lentilha, fava, ervilha, tremoço, chicharro.
    Este um conjunto de entre as leguminosas mais conhecidas entre nós e
    que, também em muitos outros países, constituem uma das fontes
    proteicas mais importantes, quer em alimentação humana, quer através
    dos compostos para animais em que entram. Todas estas plantas têm
    também em comum a vantagem de fixar o nitrogénio naturalmente e
    evitando assim maior recurso a fertilizantes poluentes.

    Esta 6ª Conferência Europeia sobre Leguminosas faz agora um
    levantamento do que a ciência investiga nos laboratórios e no terreno
    quanto às fragilidades destas culturas. A União Europeia tem em curso
    um projecto integrado sobre a grande família genética que são as
    leguminosas e em que são abordadas as implicação do seu consumo,
    produção e transacção. Encontrar novas soluções agronómicas e
    encontrar novas variedades são os propósitos dessa parceria que
    envolve 26 países, dos quais 14 da União Europeia. Foram-lhe
    afectadas verbas no valor de 15 milhões de euros.

    “Melhorar o ambiente e a segurança alimentar” será o contributo da
    ciência para a expansão e rendimento do cultivo destas plantas, disse
    ao JN o presidente da Associação Europeia de Proteaginosas. De acordo
    com Álvaro Ramos Monreal, a Europa “está numa situação perigosa”,
    pela dependência das importações. O fraco rendimento do cultivo (sem
    o apoio de fundos europeus) aliado a doenças das culturas tem ditado
    essa dependência. A investigação tem sido direccionada para os
    cereais.

    Portugal tem um clima que “impõe muitas limitações”, segundo Tavares
    Sousa, especialista em melhoramento de plantas, a trabalhar no
    Instituto Nacional de Recursos biológicos, através do Instituto
    Nacional de Investigação Agrária. Segundo ele, poderemos obter
    variedades de leguminosas que sofram menos com a sede, as
    temperaturas altas ou a geada. Mas há, também, anota, uma falha na
    organização do mercado para o escoamento da produção.

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/sociedade_e_vida/leguminosas_ajudam_solo_e_boa_fonte_.html

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    5. País: Actividade do homem

    A actividade do homem causou nos últimos 100 anos 50 vezes mais
    extinções do que as que seriam provocadas apenas por razões naturais,
    lembrou ontem o ministro do Ambiente a centenas de empresários
    europeus.

    “O reconhecimento do valor económico da biodiversidade e a introdução
    de uma lógica económica nas políticas de conservação da natureza são
    peças chave na luta contra o declínio da biodiversidade, podendo
    estabelecer-se um paralelismo com o que se verifica nas políticas de
    combate às alterações climáticas”, declarou Nunes Correia na abertura
    da conferência “Negócios e Biodiversidade”, que está em decorrer em
    Lisboa.

    No final da sessão, o governante disse que o objectivo da reunião é
    convencer as empresas a aderirem a um sistema voluntário em que
    cumpram determinados critérios que possam contribuir para melhorar a
    biodiversidade. “Basta alterar pequenas práticas para haver grandes
    ganhos de biodiversidade”, afirmou o ministro.

    https://jn.sapo.pt/2007/11/13/sociedade_e_vida/actividade_homem_causou_mais_extinco.html

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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