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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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    1. Opinião: Crónica de Outono

    Que coisas incomodam o cronista, este que aqui se assina? Não que
    esta seja pergunta de interesse geral. Mas atrevo-me, trazendo assim
    a tonalidade intimista e introspectiva que convém à crónica. Por
    estes dias, e como acontece a tanto mortal, entristece-me suavemente,
    ligeiramente, o Outono que se instala. A chuva miudinha, a humidade
    visível, o vento atrevido, rápido, e a luz. A falta dela, declinante
    desde o fim do Verão, que se sente no entardecer pardacento, a
    anunciar Inverno. De caminho, muda a hora (estranha coisa!) e o dia
    finda demasiado cedo, esconde-se a tarde ainda a gente não se
    abasteceu de claridade.

    E isto, compreenderão, acabrunha qualquer um, também o articulista
    ambiental, que ainda por cima tem de tratar, não raramente (já lá
    vamos) de clima e da desestabilização do mesmo. A azeda inclinação
    reflecte-se na crónica e nem sempre o resultado pode ser agradável.

    Mas outros factores, não necessariamente sazonais, influenciam os
    humores de quem escreve atento aos factos por dever de ofício e
    felina curiosidade, vejo desfilar eventos irritantes, adventos
    lamentáveis, por entre a cinza da época. Na televisão, os discursos
    petrolíferos de Bush e de Chavez, cada um no seu estilo e cadência, a
    vacuidade do que se discute e refila nos partidos políticos, as
    ideias dos urbanistas quando se lembram de urbanizar, a birmanesa
    ditadura destroçando monges e estudantes em imagens de satélite. Na
    rua, a estupidez e grosseria das praxes académicas, o lixo acantonado
    na berma da estrada junto aos ecopontos. Por exemplo. (Com certeza
    não querem que continue.)

    Mas, pior ainda, aquele cavalheiro que ouvi bradar, outro dia no
    café, veio agravar a sisudez pálida do meu estado de espírito. Dizia
    ele, assertivo “Já estou cansado de tanta conversa acerca do
    aquecimento global, das mudanças climáticas e tudo isso. Não me diz
    respeito. Sabem que mais? Quem aqueceu o clima que o arrefeça. Ai
    agora nós é que vamos resolver o problema?”

    Escutei e inicialmente só me veio à mente o tribuno que ali estava,
    era só querer e ainda o veríamos encabeçar uma autarquia, quem sabe o
    país, tal era a monta do talento denunciado. Mas logo o teor do
    argumento, sofismado entre fumo e antes do futebol, me deteriorou a
    tarde. E já que “in loco” não me pronunciei, dou conta da minha
    reflexão é mesmo fácil aliviarmos a carga, afastando de nós encargos
    e faltas? Neste caso do clima, e sendo nós todos glutões de
    combustíveis fósseis, devoradores de recursos e poluidores, enredados
    nos templos do consumo e da velocidade, será assim normal que
    apontemos sempre os “outros”, os tais em cujos ombros recai a culpa
    toda?

    Que é feito da responsabilidade individual? Se o ululante cidadão do
    café se referia às grandes potências, que mais emissões poluentes
    produzem, talvez alguma razão lhe assista. Serve isso para desculpar
    acção e inacção de países mais pequenos, de regiões mais pobres, das
    cidades, dos honrados cidadãos individualmente consideradas? Não me
    parece.

    A neura outonal motivou-me para a pergunta queremos ser cidadãos, do
    país e do Mundo, ou apenas consumidores ávidos, contestatários
    avulsos e pagadores de impostos relutantes?

    (Lembrei-me de que os automobilistas que se vão fornecer de
    combustível a Espanha, por amor ao preço certo e ao depósito cheio,
    estão a aliviar a estatística das emissões poluentes em Portugal?que
    passam a ficar a cargo do país vizinho! – mas, que tem isto a ver?)

    Entardece enquanto o cronista acaba o escrito. A cidade adormece. Bem
    vistas as coisas, que há de mais natural do que a mudança das
    estações?

    Bernardino Guimarães

    https://jn.sapo.pt/2007/10/02/porto/cronica_outono.html

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    2. Porto: Protesto por um melhor serviço STCP

    O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto
    (MUT-AMP) realizou ontem pelas 18h00 um protesto contra o serviço
    prestado pela rede STCP após Janeiro deste ano.

    José Ribeiro afirmou que “a nova Rede STCP diminuiu claramente a
    qualidade dos serviços de transportes públicos, e com ela diminuiu a
    qualidade de vida de todos nós”, referindo que “a nova Rede não serve
    para chegar a vários serviços como são exemplo o Hospital da Prelada
    no Carvalhido, o Hospital de Santa Maria na Rua de Camões, o SAP da
    Constituição e muitos outros”. O responsável do MUT-AMP salientou
    ainda que “alguns bairros sociais, os locais onde mais pessoas
    recorrem aos transportes públicos, foram esquecidos ou prejudicados”.

    O movimento de utentes da STCP fez um balanço muito negativo dos
    últimos nove meses da STCP, desde que a sua rede foi
    reestruturada. “Demoramos mais tempo nos percursos e esperamos mais
    tempo nas paragens”, afirmou o responsável. O aumento da necessidade
    de transbordos foi também fortemente criticado pelo movimento, que
    considera que contribuiu consideravelmente para o aumento do tempo
    dos percursos e do desconforto dos utentes da STCP. O representante
    do MUT-AMP, José Ribeiro, foi taxativo na crítica à diminuição ou
    eliminação de carreiras à noite ou ao fim de semana. “`A noite e ao
    fim de semana não há autocarros. Então os passes que pagamos não dão
    para todos os dias do mês?”, questionou.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=fd0d8d7790b32285f5b9c4535eb022f1

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    3. Porto: Sustentabilidade energética

    A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto vai ser o palco
    amanhã, pelas 14h30, do lançamento nacional dos cursos doutorais em
    Sistemas Sustentáveis de Energia, incluídos no Programa MIT-
    Portugal. As áreas de especialização deste curso doutoral são
    quatro:
    “Planeamento de Sistemas de Energia”,
    “Cidades e Regiões Sustentáveis”,
    “Mercados de Energia” e
    “Redes Eléctricas Avançadas”.
    O objectivo é o cruzamento de novos conhecimentos nas principais
    áreas dos sistemas de energia, de modo a criar uma nova geração de
    investigadores aptos a desenvolver soluções na sustentabilidade
    energética. Os programas visam a qualificação avançada na área dos
    sistemas de energia numa perspectiva sistémica, incluindo a análise
    da procura, da oferta, das energias renováveis, das tecnologias de
    conversão e dos seus impactos económicos e ambientais.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=e5d43f7ac11cf7feb5bfd0aa353d35b3

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Maria Carvalho

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    Categorias: Boletim

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