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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

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    1. País: Golfinho-roaz em perigo

    Dos cerca de 50 golfinhos-roazes que residiam no estuário do Sado em 1992,
    restam apenas 27. Um número de tal forma reduzido que coloca esta população
    – uma das poucas no Mundo a viver em estuário e a única sedentária existente
    em Portugal continental- em risco de extinção. O caso é de tal forma
    preocupante que Hélder Spínola, presidente da Direcção da Quercus, vaticina
    o desaparecimento total daquela população dentro de aproximadamente uma
    década “se nada for feito para a proteger”

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/pais/golfinhoroaz_perigo.html

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    2. V.N.Gaia: Casa Barbot

    Sandra Fernandes

    Quem passa na Avenida da República, em Gaia, junto à actual estação de
    General Torres, não consegue deixar de se questionar sobre o que está para
    lá daqueles portões pretos. A explicação é simples trata-se da Casa da
    Cultura do concelho, mas outrora era conhecida por Casa Barbot.
    Antiga residência unifamiliar edificada na década de 1920 em estilo arte
    nova e único exemplo deste estilo arquitectónico em Vila Nova de Gaia, é
    classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1982.
    A sua arquitectura é uma panóplia de influências artísticas. Na cobertura,
    inclui formas de inspiração árabe, azulejos de inspiração neoclássica e
    ainda elementos de inspiração oriental, aproximando o edifício de um gosto
    francês de finais do século XIX.
    Mandada construir em 1904 pelo seu primeiro proprietário, o vianense
    Bernardo Pinto Abrunhosa, ficará para sempre conhecida por Casa Barbot,
    designação que tem como origem o nome de Ermelinda Barbot, proprietária do
    edifício em 1945.
    Apesar das transformações sucessivas introduzidas pelos diversos
    proprietários, o edifício mantém a estrutura inicial.
    A fachada virada para a avenida apresenta duas varandas sobrepostas, de
    composição conjunta. No ângulo, encontra-se uma outra varanda, de planta
    circular. A fachada norte destaca- -se pelo terraço superior, com cobertura
    hexagonal ao centro, cujo desenho se reflecte no piso inferior, e escadaria
    exterior de acesso ao portal, protegido por cobertura de ferro.
    Boas áreas ajardinadas
    Mas a Casa Barbot, além da sua imponente arquitectura, destaca-se pelos seus
    exteriores. Áreas ajardinadas e envolventes, com os bancos em forma de
    tronco de árvore, a estufa, o lago, a gruta artificial, o mirante, onde
    predominam, novamente, elementos que denunciam as misturas de inspirações
    artísticas que não que se fundiram ao longo dos tempos, são outras das
    atracções deste espaço.
    Muitas das vezes acolhe espéctáculos culturais, tendo sido transformada em
    palco para peças de teatro casa e jardim mais pareciam adereços de um
    cenário shakespearano.

    Casa de artistas
    Na Casa Barbot trabalharam o escultor Alves de Sousa, o mestre estucador
    Baganha, o professor de pintura Veloso Salgado, responsável pela decoração
    de algumas divisões, e o arquitecto Ventura Terra, que assinou a Sala dos
    Passos Perdidos do Palácio de São Bento, em Lisboa.
    A Câmara Municipal de Gaia adquiriu o imóvel, recuperou-o e aí instalou a
    Casa da Cultura, sede do pelouro da Cultura, Património e Turismo da
    autarquia.
    A Casa Barbot – Casa da Cultura dispõe, actualmente, de uma área destinada a
    exposições e à promoção de eventos como debates, colóquios, seminários,
    work- shops, lançamento de livros e momentos musicais.
    Futuramente, deverão ser criadas e entregues à exploração uma livraria e uma
    cafetaria, bem como um posto de turismo.

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/porto/casa_barbot.html

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    3. Novos acessos à ponte móvel entopem Leça
    Hugo Silva

    Novos acessos à ponte móvel entopem Leça

    Onovo esquema de circulação do trânsito no acesso à ponte móvel do porto de
    Leixões está a entupir Leça da Palmeira, Matosinhos. Sempre que o tabuleiro
    tem de subir para deixar passar os barcos de maior porte muitos, os
    automobilistas ficam presos em extensas filas, mesmo que não queiram ir pela
    travessia inaugurada a 30 de Julho. “Ontem [anteontem] estive parado 20
    minutos. Estava a ver que não conseguia ir trabalhar”, desabafou Fernando
    Machado, leceiro que defende o regresso do esquema de circulação antigo.
    No centro do descontentamento popular está a proibição de circular na
    Avenida do Dr. Fernando Aroso, a partir da Rua Congosta do Abade até à
    marginal, no sentido descendente. Ou seja, quem desce a referida avenida não
    pode seguir directamente até à marginal, tendo de seguir pela rotunda que
    serve de acesso à ponte móvel. Quando a travessia está encerrada, para
    permitir a passagem de navios, instala-se o caos nas artérias circundantes,
    na margem de Leça da Palmeira.
    “E isto acontece em Agosto, mês de férias, quando o tráfego não é tão
    intenso. Queremos ver como vai ser quando as pessoas regressarem ao
    trabalhos”, alertou Abel Soares, da Associação Raízes de Leça da Palmeira,
    que ontem denunciou publicamente o problema. De acordo com aquele
    responsável, a associação nasceu há cerca de um ano e procura ajudar na
    resolução de problemas que afectam a freguesia.
    “Uma das situações que têm sido mais apontadas pelas pessoas que nos
    contactam é, precisamente, a confusão no trânsito desde que foi implantado
    este novo esquema”, explicou.
    Situação anterior melhor
    Abel Soares entende, então, que a melhor solução passará pelo regresso do
    modelo de circulação antigo, sendo permitido aos automobilistas descer toda
    a Avenida do Dr. Fernando Aroso. Dessa forma, não se misturariam com os
    automóveis que seguem para a ponte móvel e que ficam parados quando o
    tabuleiro está levantado. “Na semana passada, eu a minha mulher demorámos 45
    minutos desde a Quinta da Conceição até aqui [avenida]”, acrescentou Abel
    Soares.
    “A situação anterior era melhor a 100%”, sublinhou, também, Fernando
    Machado.
    Abel Soares lembrou que as filas, em Leça, formam-se desde a rotunda da
    Exponor até à ponte móvel e que os automobilistas não têm escapatória, a não
    ser que desrespeitem as regras de trânsito estabelecidas.

    Barreiras de plástico
    Desactivada a 8 de Janeiro deste ano, a ponte móvel de Leixões foi
    totalmente renovada e inaugurada no passado dia 30 de Julho, ou seja, mais
    de seis meses depois. O investimento ascendeu a 14 milhões de euros. Ontem à
    tarde, ainda se procediam a alguns retoques na pintura. Os acessos à ponte,
    no lado de Leça, são ainda provisórios. Os automóveis circulam entre
    barreiras de plástico que delimitam as faixas de rodagem e que impõem novas
    regras para quem circula naquela zona.

    Em Abril passado, a Câmara de Matosinhos analisou uma proposta da
    Administração dos Portos de Douro e Leixões, responsável pela ponte e
    respectivos acessos, que defendia uma rotunda disciplinadora do trânsito
    para a margem de Leça da Palmeira. A Autarquia tinha já rejeitado uma
    proposta anterior, por considerar que o esquema apresentado punha em causa
    os fluxos do trânsito.

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/porto/novos_acessosa_ponte_movelentopem_le.html

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    4.V.N.Gaia: História de um local

    À semelhança de anos anteriores, o Parque Biológico de Gaia volta a
    organizar um programa de ocupação para crianças e jovens dos 6 aos 15 anos
    de idade, para as férias deste Verão. Até ao final do mês de Agosto, ainda
    vão decorrer mais dois campos de férias, estando de momento a decorrer o
    terceiro. Os campos de férias podem ser em regime residencial e não
    residencial. As oficinas de verão têm programas diários com entrada às 9 e
    saída às 17,30 horas. As próximas oficinas decorrem de 13 a 17 de Agosto e
    de 27 a 31 de Agosto. Informações 227 878 138 ou
    atendimento@parquebiologico.pt .
    Todas as quartas e sextas-feiras, a partir das 9,45 horas, o Parque da
    Lavandeira, na freguesia de Oliveira do Douro, em Gaia, é transformado num
    “centro de yoga”. Sem qualquer custo para os interessados, todos os maiores
    de 16 anos – e sem qualquer impedimento médico – podem durante um período de
    50 minutos, e sob a orientação de Luísa Bernardo, “libertar corpo e mente”.
    Através do yoga, técnica de relaxamento, e em pleno contacto com a Natureza,
    pode encontrar um equilíbrio entre corpo e mente, saúde física e espiritual.
    A iniciativa termina no final do próximo mês de Novembro. Não é preciso
    efectuar qualquer inscrição prévia.
    A freguesia de Grijó, em Vila Nova de Gaia, recebe, a partir do próximo
    sábado, a Festa da Cerveja. A programação tem como reis o marisco e a
    francesinha.
    A animação está a cargo de João Paulo, Né Vasco, Dj Telmo e Zé Manel. Para a
    pequenada está prometida uma Aldeia da Criança, que consiste na criação de
    uma área de actividades num espaço de iniciativas de 2500 m2 com
    insufláveis, tenda paintball, tiro com arco e cama elástica.
    As festividades vão decorrer até ao próximo dia14, no Terreiro da Vila
    (junto ao pavilhão municipal), das 19 horas às duas da manhã.

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/porto/historia_um_local.html

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    5.Viana do Castelo: Acesso ao Parque da Cidade vai ser pago

    O acesso ao Parque da Cidade, em Viana do Castelo, vai ser pago, garantiu o
    presidente da Câmara Municipal, Defensor Moura. “É um equipamento que é
    preciso manter e custa dinheiro”, justificou o autarca, para a tomada de
    decisão.
    “É demagogia querer dar tudo gratuitamente às pessoas. O que custa tem de
    ser pago. Pouco, mas pago”, disse Defensor Moura, garantindo que os cidadãos
    “não vão pagar o necessário para manter, mas irão contribuir para a sua
    manutenção, como já acontece com o Gil Eannes, ou como no funicular de Santa
    Luzia”.
    Defensor Moura revelou ainda que haverá dois tipos de preços “Os visitantes
    habituais pagarão um valor simbólico. Os visitantes ocasionais pagarão um
    pouco mais”. Os “cidadãos têm de ter consciência que o que tem valor e que
    custa a manter tem de ser pago”, afirmou, ainda, Defensor Moura, garantindo
    que a decisão foi tomada “sem medo de demagogias fáceis que possa haver por
    aí”.
    O presidente da Câmara Municipal ainda não tem datas definitivas para o
    total usufruto do espaço, sendo que, por agora, o Centro de Interpretação e
    Monitorização Ambiental já está em funcionamento. Quanto ao parque, em
    concreto, “vão fazer-se as plantações (que não podiam ser feitas no Verão),
    em Novembro e Dezembro, prevendo-se que as pessoas possam usufruir, à
    vontade e em pleno, o espaço, cerca de três meses depois”, concluiu Defensor
    Moura. Miguel Rodrigues

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/norte/acesso_parque_cidade_ser_pago.html

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    6.Guimarães: Cicloturismocom pista maior

    A Câmara Municipal de Guimarães quer ampliar a pista de cicloturismo criada
    na antiga linha férrea que ligava a Fafe. A pista poderá ver duplicada a sua
    extensão actual, de 14 quilómetros, entre Guimarães e Fafe. O projecto está
    a ser estudado e prevê a ligação da ciclovia à cidade desportiva – passando,
    portanto, pelo centro da cidade de Guimarães – e, numa fase posterior, à
    localidade de Silvares.
    O projecto tem vindo a ser estudado no pelouro do Urbanismo e poderá levar o
    conceito de ciclovias a diversos pontos do concelho, como Pevidém, Caldas
    das Taipas e Silvares. A empreitada mais complexa será a travessia da
    estrada nacional 206, para ligar Aldão (onde começa a pista do lado de
    Guimarães) à cidade desportiva (que integra o pavilhão multiusos, as
    piscinas e a pista de atletismo).
    Em vez da passagem de nível sobre a estrada, tal como existiu enquanto a
    linha Guimarães-Fafe esteve activa, a solução passará por um túnel sobre a
    via, seguindo depois, tal como o comboio de outrora, pela encosta da Penha,
    através do Parque da Cidade, até à cidade desportiva. Daqui, a pista seguirá
    para Silvares, num percurso pelas margens do rio Ave, que terão de ser
    recuperadas.
    Desenhado entre vales e serras, o corredor oferece uma boa alternativa para
    todos os que gostam de desporto e natureza. A pista de cicloturismo regista,
    no período de Verão, a maior utilização. A maioria dos utilizadores opta por
    usar a bicicleta, mas há quem se faça à pista a pé, tirando partido do
    percurso plano (excepção a cinco quilómetros no sentido Fafe-Guimarães, de
    ligeira subida) e da paisagem.
    A ciclovia resulta da transformação da linha férrea que ligou, durante
    décadas, as duas cidades. Quando os comboios deixaram de circular, as
    câmaras de Guimarães e de Fafe decidiram converter o corredor numa pista, em
    1996.

    Joaquim Forte

    https://jn.sapo.pt/2007/08/09/norte/cicloturismocom_pista_maior.html

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins atrasados veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias, do Público e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente
    de outros jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Para mais informações e adesão à Associação Campo Aberto:
    contacto@campoaberto.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

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