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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Sábado, 28 de Julho de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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1. “Centro Histórico fica mais pobre”

Os funcionários da Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto (FDZHP) “lamentam a extinção”, votada no passado dia 25, da instituição “que desempenhou, até à data e apesar das dificuldades, um papel de relevo”. Em comunicado, titulado “o Centro Histórico do Porto fica mais pobre” e assinado por 17 dos 24 trabalhadores, consideram que “é possível a viabilização da FDZHP, desde que devidamente reestruturada”.

Aao fazerem um balanço de 17 anos de trabalho, manifestam “orgulho no trabalho realizado” e a “consciência” de que deram “um contributo para que o Centro Histórico não seja ainda mais problemático do que é neste momento”, apesar da “progressiva degradação da capacidade de intervenção”, desde 2002. “Provocada, em primeiro lugar, pelo facto de a Câmara do Porto deixar de cumprir os compromissos a que se tinha obrigado através do protocolo com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social”.

Em Dezembro de 2002, a Câmara anunciou “uma redução do financiamento em 95%”, mas “apesar desse desinvestimento manteve sempre um peso maioritário no Conselho de Administração” (CA). Segundo os trabalhadores, o CA, “que agora apresentou a proposta de proceder ao despedimento colectivo dos trabalhadores e ao encerramento dos equipamentos sociais, nunca conseguiu responder às exigências”. De acordo com o comunicado, o CA não foi capaz “de apresentar à Segurança Social um contrato-programa credível, que poderia ter viabilizado a actividade da fundação”. Para os trabalhadores, que ficam sem emprego na próxima terça-feira, “a solução encontrada, de repartir os equipamentos e as valências pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social, se formalmente garante a continuidade dos serviços, na realidade contraria o espírito da intervenção” que vinham a realizar.”Fica irremediavelmente perdido o projecto social que presidiu à criação da FDZHP”, dizem.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/porto/centro_historico_fica_mais_pobre.html

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2. Nova rede da STCP “mexeu” com 26 percursos e 16 horários
Joana Bourgard
Metro fez a STCP perder 15% dos clientes, contra os esperados 30%

Reis Pinto

A STCP registou, no primeiro semestre deste ano, cerca de 55 milhões de validações, com a procura mensal média a atingir as 9,2 milhões de validações. No balanço do primeiro semestre da nova rede, a empresa sublinhou, ontem, que o impacto negativo do metro foi de 15%, contra os esperados 30%. Reconhecendo que os dois primeiros meses foram “difíceis”, a STCP revelou que efectuou 26 alterações parciais de percursos e “mexeu” em 16 horários.

Após a apresentação do balanço do primeiro semestre e da análise da Rede de Acesso Fácil, a presidente do Conselho de Administração da empresa, Fernanda Meneses, recordou que “os dois primeiros meses foram especialmente difíceis”, pois foram “muitas mudanças ao mesmo tempo”.

Perturbações

Fernanda Meneses reconheceu que a nova rede “causou algumas perturbações nos clientes” e que, a partir do segundo mês, começaram a fazer “ajustamentos”.

“O que está actualmente em discussão tem a ver com reivindicações antigas, mesmo antes da entrada em funcionamento da nova rede, e respeitante a percursos fora do Porto. Mas aí há problemas com as concessões de carreiras a privados. No Porto, estamos a estudar as ligações da Rua de Álvaro Castelões à Rua de Costa Cabral”, referiu.

Numa análise mais global da presidente do Conselho de Administração da STCP, registou-se uma transferência de utentes da STCP para o metro mas, no conjunto, o transporte público ganhou passageiros. “Mas, aumentámos o número de clientes de títulos ocasionais e ajustámos a oferta à procura, conseguindo, assim, reduzir em 43% o trabalho extraordinário e prevendo, num triénio, diminuir em cinco milhões de euros os custos operacionais da empresa”, referiu.

Oferta diminuiu

Rui Saraiva, administrador da STCP, relembrou as razões para implementar uma nova rede, entre as quais o início de funcionamento do metro, a diminuição de habitantes no Porto (menos 75 mil), o aumento da utilização do transporte privado, ajudado pela evolução da rede viária da Área Metropolitana do Porto, e o facto de a rede anterior remontar a meados do século passado.

“Uma nova rede era a única posição sustentável. Serve os mesmos (seis) concelhos, as mesmas freguesias (52), tem mais 29 paragens (2629) e mais quilómetros (504,4). O número de linhas diminuiu, compensado pela extensão da rede”, sublinhou Rui Saraiva.

Sobre os “ajustamentos” introduzidos, Rui Saraiva revelou que “muitas das alterações já estavam previstas”, reconhecendo que “há muito mais a fazer”.

“A rede não está estabilizada, pois a Área Metropolitana também não. Há uma Carta Educativa que introduz alterações no mapa das escola, uma Cidade Judiciária que se anuncia para o Porto, um novo hospital para Gaia. Temos de acompanhar este processo”, referiu o administrador da STCP.

Em relação ao primeiro semestre do ano passado, a oferta da STCP reduziu-se, este ano, em 10%, no que é considerado um ajustamento à procura.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/porto/nova_rede_stcp_mexeu_26_percursos_e_.html

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3. Alargamento da A28 entre Francos e Leça

A empresa Estradas de Portugal (EP) anunciou, ontem, que vai alargar a A28/IC1 (Via Rápida) entre o Nó de Francos (Porto) e o Viaduto de Leça (Matosinhos), sem considerar uma sugestão da Câmara Municipal do Porto para conversão parcial do troço em túnel.

A autarquia do Porto pretendia o enterramento parcial do IC1, solução que permitiria o aproveitamento urbano da parte à superfície.

“Após estudos realizados, quer pela Estradas de Portugal, quer pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, esta hipótese foi abandonada”, referiu, à agência Lusa, fonte da empresa responsável pela rede rodoviária nacional, sem especificar as razões que determinaram a recusa da solução proposta.

A fonte adiantou que está em curso a execução do projecto para alargamento da Via Rápida de duas para três faixas em cada sentido de trânsito.

Segue-se o procedimento de avaliação do impacte ambiental da obra, a cargo do Instituto do Ambiente.

“Apesar de ser feito um esforço no sentido de preservar a cortina arbórea existente ao longo de parte do IC1, será necessário afectar algumas dessas árvores para permitir a articulação da rede viária de cariz mais local”, admitiu a fonte da Estradas de Portugal.

A empresa ainda não agendou o lançamento do concurso público, pelo que não pode avançar uma data de início da obra, nem uma estimativa de custos.

A A28, palco de sistemáticos congestionamentos de tráfego, estabelece a ligação da Via de Cintura Interna do Porto (A20) a Viana do Castelo e entronca na A4, que liga Matosinhos a Amarante.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/porto/alargamento_a28_entre_francos_e_leca.html

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4. Causa social faz suspender PDM

A suspensão do PDM de Gaia vai permitir a candidatura de dois novos equipamentos sociais ao Programa Pares, que visa justamente o alargamento da rede de estruturas sociais. A decisão foi tomada, anteontem à noite, com a aprovação, por unanimidade, da Assembleia Municipal.

Mas a concórdia relativa às questões sociais não se prolongou quando se debateu a proposta de desafectação de uma parcela de terreno da Rua Álvares Cabral. Esta é uma medida que viabiliza a concessão, construção e exploração do futuro parque de estacionamento subterrâneo do Centro Cívico.

Embora aprovada, a medida gerou forte contestação por parte do Bloco de Esquerda e da CDU, que votaram contra. “A proposta evidencia a falta de uma política coerente de estacionamento e um incentivo ao uso de automóvel, o que só congestionará ainda mais”, acusou Eduardo Pereira, do Bloco. Ideia também partilhada pela CDU, que acusou a autarquia gaiense de estar a ceder ao domínio privado, a fim de arrecadar mais uns milhares de euros, “não tendo uma política de planeamento no que refere à gestão do trânsito”.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/porto/causa_social_suspender_pdm.html

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5. Esmoriz sem bandeira azul

A praia de Esmoriz, em Ovar, deixou, ontem, de ter bandeira azul e não voltará a poder ostentá-la durante esta época balnear. Mais tudo indica que, se para o ano a situação da barrinha se mantiver inalterada, nem valerá a pena apresentar candidatura ao símbolo maior de qualidade das praias. Isto porque, segundo a coordenadora nacional do Programa da Bandeira Azul da Europa, Catarina Gonçalves, dada a instabilidade da qualidade das águas da praia de Esmoriz, devido à falta de controlo das aberturas da barrinha ao mar, aquela zona balnear não cumpre o critério de atribuição da Bandeira Azul relativo à obrigatória inexistência de descargas poluentes na área envolvente da praia em questão.

Questionada sobre o facto de tal controlo já não existir há muito, Catarina Gonçalves explicou que antes as aberturas da lagoa ao mar eram controladas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro graças ao dique fusível que foi construído na foz da barrinha.

Como o dique não funciona, a situação está descontrolada. Catarina Gonçalves explicou ao JN que a decisão de arrear de vez a bandeira azul foi tomada com o acordo das várias entidades envolvidas na candidatura, ou seja, a CCDR Centro, a Capitania do Porto do Douro, o Centro de Saúde de Ovar e a autarquia.

No entanto, segundo o presidente da Junta de Freguesia de Esmoriz, Alcides Alves, nem a Junta nem a Câmara foram ouvidas. No caso desta última, segundo o gabinete da presidência, a Câmara não foi ouvida, mas apenas informada da decisão via e-mail. Alcides Alves, que se diz farto de “uma novela que dura há anos e que traz consequências gravíssimas ao desenvolvimento de Esmoriz”, pondera já apresentar uma queixa no Tribunal Europeu. “Há que apurar responsabilidades sobre a poluição da barrinha”.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/porto/esmoriz_bandeira_azul.html

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6. Curso ensina técnicas da agricultura biológica

Sensibilizar as pessoas para as questões ambientais, contribuir para a alteração das práticas agrícolas e permitir o acesso à certificação são os principais objectivos do Curso de Agricultura Biológica que terminou, ontem, na freguesia de Cedrim, em Sever do Vouga. O curso de 72 horas foi organizado pela Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) e homologado pelo Ministério da Agricultura, teve início a 12 de Julho, com uma carga diária de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/norte/curso_ensina_tecnicas_agricultura_bi.html

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7. Ligação da A7 ao IP 3 desencrava acesso ao litoral

Com a abertura ao tráfego, ontem, em Vila Pouca de Aguiar, do último troço da auto-estrada n.º 7 (A7), numa extensão de cinco quilómetros, fica completa a ligação à A24 e, dessa forma, aberta a porta transmontana para o litoral norte. Não menos importante é a facilidade de ligação a Espanha, tornando mais rápida e menos longa a comunicação rodoviária do Norte de Portugal ao centro da Europa.

https://jn.sapo.pt/2007/07/28/norte/ligacao_a7_ip_3_desencrava_acesso_li.html

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8. STCP: Reclamações sobre Nova Rede são poucas

A presidente da STCP, Fernanda Menezes, afirmou ontem que a quase totalidade das reclamações do público não são relativas à implementação da nova rede da empresa, iniciada a 1 de Janeiro último. “A grande maioria das reclamações são antigas e dizem respeito a zonas que não servimos e que querem ser servidas pelos nossos autocarros, ou a situações novas que não têm a ver com a implementação da nova rede”, sustentou a presidente da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP).

A responsável, que falava aos jornalistas no final da apresentação do balanço dos resultados da nova rede da STCP, citou como exemplo o caso do Centro de Saúde de Rio Tinto, construído numa zona disponível e não urbanizada, que por isso mesmo não era servida pela STCP. “Há sempre acertos a fazer”, disse, frisando que a nova rede da STCP nunca está terminada, evoluindo de acordo com a dinâmica da sua área de concessão.”A implementação da nova rede foi uma experiência difícil, que exigiu determinação”, reconheceu Fernanda Menezes, que fez um balanço “positivo” sobre a mudança.

A implementação da nova rede envolveu a eliminação de 44 linhas da rede antiga, a criação de 30 novas linhas, a introdução do tarifário Andante na totalidade da rede e a introdução de novos planos de frequências.

Menezes considerou que um dos aspectos mais relevantes do primeiro semestre deste ano diz respeito ao aumento do número de clientes que utilizam os transportes públicos no Grande Porto como meio preferencial nas suas deslocações. “Este resultado só é possível devido à intermodalidade e à plena articulação entre as redes da STCP, do Metro do Porto e da CP/Porto”, afirmou. As alterações demográficas na AMP são a principal razão da mudança.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=a564095ba2bf75463ae2a0dbab402ed4

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9. Monção: Desdobráveis promocionais dos percursos pedestres

Concluído o levantamento e executada a sinalização, o executivo monçanense avançou com a promoção dos cinco percursos pedestres do concelho que, juntamente com a Ecopista do Rio Minho, passam a constituir uma mais valia turística para o concelho.
Feitos a pensar no interesse e comodidade do caminheiro, os desdobráveis, em acordeão com seis dobragens, mostram fotografias de cada caminho, indicações como chegar ao início do percurso e informação detalhada sobre o património natural e construído de cada um. Além de um breve regulamento e conselhos úteis sobre caminhadas, os desdobráveis apresentam o percurso numa carta militar, chamando a atenção, através de números, para os locais de maior interesse. Englobam ainda contactos úteis e informação técnica sobre o percurso.

Os cinco percursos estão marcados nos dois sentidos, de acordo com as normas da Federação Portuguesa de Montanhismo. Apesar da sua identificação, é aconselhável o acompanhamento de um guia devido ao elevado valor de informação que proporciona e para garantia da segurança do caminheiro.

Aqui fica uma breve descrição dos percursos existentes: Caminho dos Mortos (Merufe, ecológico-paisagistico, 13.2 quilómetros, cinco horas,); Carvalheira de Abedim (Abedim, ecológico-paisagístico, 6.7 quilómetros, duas horas e meia); Cova da Moura (Cambeses e Longos Vales, histórico-cultural, 5.2 quilómetros, uma hora e meia); Chã da Carreira (Tangil, ecológico-paísagistico, 8.6 quilómetros, quatro horas e meia) ; e Santo António de Vale de Poldros (Riba de Mouro e Tangil, ecológico-cultural, 13,2 quilómetros, cinco horas).

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=802fbbd13ee551da78f0797724d700b1

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
basicamente entre o Vouga e o Minho.

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
Apartado 5052
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Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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