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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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    1. Porto: Urbanização de luxo no Fluvial continua a levantar dúvidas

    Inês Schreck

    A urbanização que está a nascer junto ao complexo desportivo do Fluvial, no
    Porto, continua a levantar dúvidas. Os moradores da Rua da Granja do
    Lordelo, “emparedados” pelos novos prédios, acusam a Câmara de ter aprovado
    recentemente alterações ao projecto que os prejudicam. O presidente da Junta
    de Freguesia de Lordelo do Ouro, Alberto Lima, quer saber o que se passa e
    pediu, na semana passada, esclarecimentos ao vereador do Urbanismo.
    “Enviei uma carta ao vereador Lino Ferreira a perguntar se houve ou não
    alterações ao projecto. Ao que parece, vão deixar de construir uma
    infra-estrutura para lojas que viabilizaria a Rua da Granja do Lordelo, que
    está degradada e abandonada”, contou, ao JN, Alberto Lima. No projecto que o
    presidente da Junta de Freguesia conheceu, através de uma maqueta esteve
    exposta no Fluvial, as lojas do complexo urbanístico ficariam situadas junto
    à escarpa delimitada pela Rua da Granja do Lordelo.
    “Pelos vistos, vão usar o local onde está o stand de vendas para as lojas e
    não vão fazer qualquer investimento na rua”, referiu Alberto Lima, que ainda
    não recebeu resposta da Autarquia.
    Os moradores daquela via são os mais preocupados. Estão a assistir ao
    nascimento do terceiro bloco que, segundo garantem, está mais próximo das
    casas do que o previsto. “Aqui à frente, iam fazer as lojas, pelo menos era
    o que tinham aprovado na Câmara em 2006, mas agora podemos ver que estão a
    fazer as garagens do prédio mesmo aqui em cima”, aponta Maria Helena
    Oliveira, à porta de casa, que não dista mais de cinco metros do futuro
    edifício. Dentro em breve, “vamos perder a privacidade toda” e deixar de
    poder espreitar da janela para o vizinho rio Douro.
    Já não é a primeira vez que os moradores da Rua da Granja do Lordelo
    contestam a urbanização, com frente para a Rua de Aleixo Mota. A altura dos
    três prédios – sete andares – motivou os primeiros protestos em Maio de
    2006. Naquela data, a Câmara e a empresa promotora garantiram a legalidade
    do empreendimento. O presidente da Autarquia, Rui Rio, chegou a admitir que
    a urbanização “terá excesso de volumetria”, mas alegou que o assunto já
    estava decidido quando assumiu o mandato, em 2002, e que o promotor gozava
    de direitos adquiridos.
    Pouco depois, um grupo de ambientalistas solicitou a intervenção da
    Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) para analisar o
    processo.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/porto/urbanizacao_luxo_fluvial_continua_a_.html

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    2. V.N.Gaia: Hospital privado estará a funcionar em 2009

    Reis Pinto

    A primeira pedra do novo Hospital Privado de Gaia (HPG) deverá ser lançada
    até Setembro. O investimento, que ronda os 30 milhões de euros, da
    responsabilidade de diversos empreendedores, entre os quais o Hospital da
    Trofa, vai criar uma unidade que se pretende de “excelência” na área da
    Oncologia. De acordo com o protocolo, que foi assinado, ontem, entre a
    empresa Hospital Privado de Gaia e a Câmara Municipal de Gaia, o
    estabelecimento de saúde deverá estar a funcionar no prazo de dois anos.
    O novo hospital ficará localizado na Rua do Agueiro, em Mafamude, perto da
    Avenida da República, e, segundo o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco
    António Costa, “é uma das peças dos 500 milhões de euros em projectos de
    investimentos que estão a ser apreciados na Gaiurb”.
    Conceito integrado
    O autarca destacou que a Câmara de Gaia pretende, no concelho, “abranger
    todas as áreas da saúde” nos sectores público e privado.
    “Desde a rede primária, que são os centros de saúde – e em breve iremos
    anunciar a construção de três novos equipamentos -, aos hospitais públicos e
    aos privados, de que este é o primeiro exemplo. Temos um conceito integrado
    que responde a todas as necessidades. Por exemplo, em breve irá ser
    divulgado um investimento na área do apoio à terceira idade [trata-se uma
    residência do Montepio Geral, que deverá começar a funcionar no próximo ano]
    dirigida a pessoas de baixo poder económico”, revelou Marco António Costa.
    O grupo de empreendedores envolvidos na construção do novo hospital
    pretende, por seu lado, criar uma “pequena rede de cuidados de saúde, com
    oito hospitais no Norte do país”, referiu Carlos Amaro Neves, presidente do
    Conselho de Administração do HPG.
    São promotores a Amane – Gestão de Investimentos, SA, o Hospital da Trofa, a
    Edigaia, a Sociedade de Construções Maia & Maia. “Os parceiros vão variando,
    mas a nossa rede terá oito hospitais, quase todos na área do Grande Porto. O
    de Gaia, uma unidade de média dimensão, terá um dos melhores centros de
    diagnóstico do país. Temos todo o interesse em estabelecer acordos com
    subsistemas e também em colaborar com o Estado. A crescente necessidade de
    outsourcing por parte do Estado será uma oportunidade para nós.
    Conseguiremos fazer melhor pelo mesmo preço, ou mais barato”, referiu Carlos
    Amaro Neves.
    O futuro hospital terá atendimento permanente, internamento com 60 camas,
    bloco operatório com quatro salas de operação, uma sala de recobro, unidade
    de cuidados intensivos, centro de diagnóstico, consulta externa e
    fisioterapia.

    O protocolo obriga o promotor à criação de 408 lugares de estacionamento,
    dos quais 270 serão públicos e a ter o hospital concluído em dois anos. Como
    incentivos, a Câmara compromete-se a reduzir ou a isentar o promotor do
    pagamento de taxas municipais e a promover as formalidades necessárias à
    atribuição de outros benefícios fiscais.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/porto/hospital_privado_estaraa_funcionar_2.html

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    3. Barcelos: Novo hospital pode ocupar quinta D. Maria

    Liliana Rodrigues

    Apesar de ainda ser uma incógnita, pelo menos oficialmente, a localização do
    novo hospital de Barcelos, a construir até 2012, já mexe “nos bastidores
    políticos” do concelho. O autarca social-democrata, Fernando Reis, garantiu
    ao JN, poucos minutos depois de ter assinado o acordo com o ministro da
    Saúde, que ainda era muito cedo para pensar no local onde será implementada
    a nova unidade hospitalar, em terrenos que vão ser cedidos pela autarquia.
    Reis remeteu o elencamento de opções para o grupo de trabalho que será
    nomeado até final do próximo mês pelo Ministério da Saúde e do qual deverá
    fazer parte.

    Não obstante, o JN sabe que os socialistas barcelenses já têm, pelo menos,
    um terreno ideal para o novo hospital a Quinta D. Maria, junto à rotunda
    cibernética, nas faldas do casco urbano da cidade. “É um espaço que reúne
    todas as condições para essa estrutura tão importante para os barcelenses.
    Tem apenas um senão: está integrada em espaço de Reserva Agrícola Nacional,
    mas sendo de interesse público seria uma questão fácil de provar e
    facilmente contornável com uma proposta de desafectação na Assembleia
    Municipal que, com certeza, teria aprovação por unanimidade”, disse fonte do
    PS local. Manuel Mota, deputado socialista barcelense na Assembleia da
    República, não quer no entanto comentar a possibilidade ou avançar com
    outras hipóteses. Ouvido pelo JN, o deputado sublinha que essa questão não é
    a mais importante, nesta altura e, tal como Fernando Reis, remete essa
    responsabilidade para o grupo de trabalho que será encarregue de toda a
    avaliação pelo Ministério da Saúde. “Espero é que este investimento que é o
    maior de sempre de um Governo no nosso concelho, se concretize o mais
    rapidamente possível”, disse Manuel Mota que também alinha com o presidente
    da Câmara no que toca à maternidade. O serviço, retirado há mais de um ano
    do actual hospital Santa Maria Maior, parece ter deixado de ser uma
    exigência de ambos os responsáveis políticos. “Não é uma questão central,
    até porque os dados recentes mostram que as parturientes estão satisfeitas
    com o serviço prestado nos quatro hospitais que têm escolhido desde há um
    ano. Interessa que sejam instaladas valências que possam ser mais validas
    para Barcelos”, rematou o deputado.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/norte/novo_hospital_pode_ocupar_quinta_d_m.html

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    4. Famalicão: Parque de estacionamento promete gerar polémica

    Alexandra Lopes
    O parque de estacionamento subterrâneo projectado para a Praça D. Maria II,
    em Famalicão, pode demorar algum tempo a tornar-se realidade. A Câmara
    Municipal diz não concordar com um “aditamento” ao contrato de concessão,
    considerando-o “prejudicial” para os famalicenses.
    O documento em causa – um protocolo realizado entre a ParqF – Parques de
    Estacionamento de Famalicão e a Câmara de Famalicão – diz que a autarquia
    tem de encerrar o local onde actualmente decorre a feira “até ao início da
    exploração” do parque subterrâneo. No segundo ponto, estabelece que a
    edilidade “tem de proceder à execução, em paralelo com a construção do
    aludido parque, das obras aprovadas para o parque da Praça Mouzinho de
    Albuquerque [antigo campo da feira] e que conduzem à sua desafectação de
    parqueamento público de veículos automóveis ligeiros”.
    Armindo Costa, presidente da Câmara, diz não concordar com estas condições e
    aponta que o documento em causa “não faz parte dos arquivos da Câmara” e que
    este Executivo não tinha conhecimento do mesmo.
    Por outro lado, o referido protocolo data do mesmo dia da assinatura do
    contrato de concessão e exploração do parque subterrâneo, 3 de Agosto de
    2000, o que causa “estranheza” ao edil. O documento foi assinado pelo
    Executivo da altura, liderado por Agostinho Fernandes, e pelos
    administradores da ParqF.
    Lamentando não ter conhecimento de um documento tão importante, o presidente
    da Câmara avançou que, se não houver um acordo, os tribunais terão de
    decidir. Armindo Costa diz que não pode “potenciar” um parque de
    estacionamento e prejudicar os famalicenses. E aponta que, nos locais em
    causa, estacionam 500 viaturas por dia.
    Contactada pelo JN, a ParqF aponta que a formalização da vontade da Câmara
    Municipal “em protocolo e não no contrato de concessão, em adenda ou de
    outra forma, foi de iniciativa e escolha da referida Câmara Municipal, tanto
    mais que os dois documentos foram outorgados em simultâneo pelo então
    presidente da Câmara e pelos dois administradores da Somague e da
    Construções Gabriel A.S. Couto”.
    Em relação à não concordância da edilidade com as condições do documento, o
    administrador da ParqF, Carlos Couto, diz que se trata de uma questão
    “estritamente política” que escusa comentar, apontando apenas que os
    “contratos são para cumprir, independentemente do “agente” que os
    consubstancia”.
    A mesma fonte escusa comentar o facto de o actual Executivo camarário
    desconhecer o documento e aponta que é uma questão que “diz respeito à
    organização administrativa da autarquia”.
    Por outro lado, Carlos Couto diz “estranhar” o “‘timing’ político desta
    intervenção e de uma tentativa de aproveitamento político da situação, pelo
    facto de um dos seus accionistas ser efectivamente a Bragaparques”.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/porto/parque_estacionamento_promete_gerar_.html

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    5. Gondomar: Acção popular para travar ligações ao saneamento

    Luciana Maruta
    “Estamos a ponderar a execução de uma acção popular para pedir o anulamento
    da concessão da Águas de Gondomar”, afirma Pimenta Dias, um dos dirigentes
    da Associação Gondomarense dos Utentes dos Serviços Públicos Essenciais
    (AGUSPE). Este é o panorama actual de uma situação de confronto que dura há
    cerca de dois anos e meio e que tem por base o preço dos ramais de
    saneamento básico exigido pela empresa “Águas de Gondomar, S.A.”.
    São cerca de 160 os moradores associados a este movimento de contestação
    “aos preços elevadíssimos dos ramais, que a Câmara aprova”, diz Pimenta
    Dias, que não poupa críticas à actuação da autarquia neste caso.
    “Têm-se limitado a assobiar para o lado nesta questão. Tentam ganhar tempo”,
    acrescenta o também vereador da CDU.
    Para além do pedido de reunião com a “Águas de Gondomar” e o vereador da
    Defesa do Consumidor, a AGUSPE avançou já com um processo judicial, do qual
    espera um desfecho positivo. Mas a associação avalia ainda a possibilidade
    de uma acção popular contra a concessão atribuída a esta empresa, que,
    segundo Pimenta Dias, tem actuado de forma fraudulenta. “Inflaccionam as
    facturas de muitas pessoas, não respeitam as carências de certas famílias e
    não possibilitam a instalação de ramais por conta própria. Eles não cumprem
    o regulamento”, contesta.
    Paulo Sousa, um dos moradores de São Pedro da Cova e membro da AGUSPE,
    considera a sua situação ainda mais flagrante. “Mandaram-me uma carta para
    pagar o ramal, quando a minha rua nem sequer foi feita pela Águas de
    Gondomar. Foi obra da Câmara”, afirma Paulo Sousa.
    Fonte do gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Gondomar afirma como
    possível explicação que “a autarquia tem vindo a coordenar intervenções de
    requalificação de ruas com a Águas de Gondomar. Isto pode causar confusão,
    mas não é a câmara que está encarregue do saneamento”, assegurou a mesma
    fonte, revelando não ter conhecimento deste caso específico.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/porto/accao_popular_para_travar_ligacoes_s.html

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    6.Aveiro: Câmara avalia deficiências da praça do peixe

    nuno alegria
    Mercado José Estêvão está nas preocupações da Câmara
    O vereador da Câmara de Aveiro, responsável pelo pelouro dos mercados,
    Carlos Santos, revelou que está a ser feito o levantamento de deficiências
    da Praça do Peixe, cuja possibilidade de encerramento tem motivado protestos
    locais.
    “Estamos a fazer tudo para que o mercado (do peixe) José Estêvão disponha
    das melhores condições e alguns aspectos foram já corrigidos, estando a ser
    feito o levantamento da situação”, declarou o vereador à agência Lusa.
    Carlos Santos disse que, naquele mercado, “vende-se peixe com boas condições
    higiénicas e os serviços da Câmara darão todo o apoio para que assim
    continue”.
    O vereador alertou, no entanto, para a existência de aspectos estruturais no
    edifício, construído em ferro e vidro, que, caso se mantenha o actual fim,
    podem implicar o seu desvirtuamento.
    Por outro lado, defendeu que “hoje os mercados não vendem só um produto e
    era bom que houvesse uma oferta mais diversificada”. Carlos Santos tem
    estado no centro de uma polémica relativa àquele mercado centenário do
    bairro típico da Beira Mar, depois de ter publicamente admitido o eventual
    encerramento por falta de condições, baseado num parecer da Sociedade
    Instaladora de Mercados Abastecedores (SIMAB).
    Aquele vereador promoveu também uma reunião com as peixeiras da Beira Mar
    para avaliar a possibilidade de virem a ser reinstaladas noutro local – o
    mercado de Santiago -, caso a Praça do Peixe tivesse de deixar de ter aquela
    utilização.
    A alegada falta de condições do mercado, que teve obras de reabilitação há
    três anos, não foi corroborada pelo delegado de Saúde e o assunto motivou a
    aprovação, por unanimidade, de uma posição da Assembleia de Freguesia da
    Vera Cruz, defendendo a manutenção e valorização daquele espaço comercial. A
    postura da autarquia , de maioria PSD/CDS-PP, foi também criticada pela
    oposição, que a acusou de pretender dar outro destino ao espaço,
    nomeadamente pelo PCP, que promoveu uma acção de protesto no local,
    salientando que a Praça do Peixe se tornou num símbolo da cidade e que “tem
    condições para se tornar o local de elite do peixe de qualidade, a preços
    compatíveis”.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/norte/camara_avalia_deficiencias_praca_pei.html

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    7. Aveiro: Costa Nova espreita Europeu de vela

    O Clube de Vela da Costa Nova pondera a candidatura à organização do
    Campeonato Europeu de Optimist, em 2009 ou 2010.
    A revelação foi feita, ontem, pelo presidente da direcção, David Calão,
    durante a apresentação da 5ª edição da Semana Internacional de Vela da Costa
    Nova, que vai decorrer entre 4 e 11 de Agosto.
    O programa inclui, pela primeira vez, a realização de regatas de vela
    ligeira no mar, nas classes de laser, 420 e catamarans.
    “A Costa Nova tem condições para apresentar essa candidatura. Estas
    competições servem para avaliar a possibilidade de realizar futuras provas
    neste campo de regatas”, confirmou. Para a edição deste ano da Semana
    Internacional de Vela da Costa Nova, a direcção volta a estabelecer como
    objectivo a presença de cerca de 500 velejadores portugueses e espanhóis.
    A prova “4 Horas da Costa Nova”, que se realiza desde 1981, ano da fundação
    do clube, encerra a iniciativa. Para além da vertente competitiva, a
    organização destaca o programa diário de animação e a realização de três
    palestras, com as participações de Gaspar Albino, José António Paradela e
    António Redondo. O orçamento atinge os 30 mil euros.
    José Carlos Sá

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/norte/costa_nova_espreita_europeu_vela.html

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    8. Aveiro: Moliceiro e ria aguardam candidatura à UNESCO

    Jesus Zing
    O processo de avaliação de uma possível candidatura do barco moliceiro e da
    ria de Aveiro a Património Imaterial da Humanidade junto da UNESCO
    (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) deverá
    estar concluído em breve, segundo Rui Losa, que também preparou a
    candidatura da cidade do Porto a património da Humanidade.
    Rui Losa participou ontem numa conferência sobre “o moliceiro e a ria de
    Aveiro património da Humanidade”, que teve lugar ao fim da tarde no
    auditório da região de Turismo da Rota da Luz, integrada no Encontro
    Internacional de Embarcações Tradicionais que está a ter lugar até ao
    próximo dia 19 e que amanhã à tarde integra uma regata de moliceiros pela
    ria de Aveiro.
    “Ainda não há uma candidatura, mas sim uma avaliação que está a ser feita do
    potencial do barco moliceiro e da ria de Aveiro”, disse aos jornalistas Rui
    Losa. “Essa avaliação deverá estar concluída no curto prazo”, referiu ainda
    Rui Losa que se mostrou “optimista” quando a uma possível candidatura,
    adiantando que se ela não se concretizar o trabalho feito “é sempre útil”.
    Segundo disse, o processo de candidatura deve ser muito ponderado “para que
    não haja precipitação”.
    “Pode levar décadas, não pode ser medido em meses ou anos”, disse, lembrando
    que “a lista indicativa nacional tem cerca de dez bens candidatáveis e cada
    país da Europa só podem candidatar um bem por ano”, frisou salientando que,
    nesta fase, o importante “é recolher toda a informação necessária para
    demonstrar a validade da candidatura”.
    A ideia da candidatura do barco moliceiro a Património Imaterial da
    Humanidade surgiu em 2001, aquando da realização em Portugal do congresso de
    embarcações tradicionais e esteve na origem de um protocolo assinado em
    Julho do ano passado entre a região de Turismo Rota da Luz e a Associação
    dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro.
    Em Março do ano passado a Associação de Municípios da Ria (AMRia) constituiu
    uma comissão de candidatura.
    Registe-se que nos inícios do anos 70 do século passado estavam registados
    cerca de 3000 barcos moliceiros a operar na ria de Aveiro e que hoje, apenas
    existem cerca de trinta.

    https://jn.sapo.pt/2007/07/26/norte/moliceiro_e_aguardam_candidatura_a_u.html

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins anteriores veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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