İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que
    é e faz a Campo Aberto, e se julga útil apoiá-la, faça-se sócio.

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    www.campoaberto.pt
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592

    ==========================
    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 21 de Junho de 2007

    ==========================
    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
    ==========================

    1. Porto: Feira pode ficar no Queimódromo

    A Associação de Feirantes do Distrito do Porto já apresentou a proposta para
    a organização de uma feira mensal no terreno livre do Queimódromo à Empresa
    Municipal Porto Lazer. A iniciativa foi comunicada, na passada sexta-feira,
    numa reunião com representantes da entidade.
    “A Porto Lazer ficou de estudar a nossa proposta e dar-nos uma resposta em
    breve sobre a possibilidade ou não de criar um evento deste tipo no
    Queimódromo. A decisão cabe ao Conselho de Administração da empresa”,
    explicou Fernando Sá, presidente da Associação de Feirantes do Distrito do
    Porto. Um cargo que agora acumulará com a liderança da Federação Nacional
    das Associações de Feirantes. Foi eleito anteontem em Viseu.
    O projecto da associação passa por criar um evento mensal ao ar livre, que
    combine as actividades de mercado tradicional e de feira popular. Não é um
    regresso ao passado. A vontade dos feirantes é trazer animação popular ao
    Queimódromo, como teatro de rua, atracções musicais e divertimentos (que
    estão presentes nas romarias), para além das bancas com produtos. Recorde-se
    que o espaço do Queimódromo foi infra-estruturado para receber grandes
    eventos ao ar livre, estando garantida a realização da Queima das Fitas
    durante os próximos três anos.

    Reunião em Gaia
    A associação tem outro tema entre mãos, que concerne a outra margem do rio
    Douro a recuperação do espaço, usado há vários anos pelos vendedores de
    Canidelo, para que a feira possa continuar a realizar-se na freguesia de
    Gaia aos domingos.
    A beneficiação será paga pelos feirantes. Ontem de manhã, a Câmara gaiense
    apresentou o projecto à associação e, na próxima quarta-feira à noite, será
    mostrado aos feirantes. A reunião com os comerciantes, em que será definido
    o futuro da feira, está marcada para as 21.30 horas no edifício da
    Assembleia Municipal de Gaia. CSL

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/porto/feira_pode_ficar_queimodromo.html

    ==========================

    2. Passeio esquecido há cinco anos sob a ponte

    Carla Sofia Luz

    Arequalificação da marginal ribeirinha do Porto, finalizada há mais de cinco
    anos, deixou um pequeno troço inacabado. São apenas alguns metros sem
    empedrado e esquecidos sob a ponte da Arrábida. Apesar da grande
    visibilidade da área (não é apenas um espaço de passagem é procurado por
    pescadores e por desportistas a pé e de bicicleta), o passar do tempo fez
    com que a recuperação caísse no esquecimento.
    No momento em que se iniciaram as obras da segunda fase de renovação da
    marginal fluvial, a cargo da APOR – Agência para a Modernização do Porto – e
    ainda no mandato do socialista Nuno Cardoso (os trabalhos começaram no final
    de Maio de 2000), a ponte da Arrábida também estava a ser alvo de uma
    intervenção. Os materiais de pintura e os andaimes ocupavam parte do
    passeio, impedindo que a empreitada municipal entre a Alameda de Basílio
    Teles e o Passeio Alegre chegasse a esse troço. Os trabalhos na marginal
    ficaram concluídos no início de 2002, deixando o passeio inacabado.
    “Quando fizeram o arranjo na marginal, deixaram aquele bocado por fazer.
    Está assim há muito tempo e fica feio. As pessoas distraídas podem tropeçar
    nos trilhos do eléctrico”, conta o pescador Almiro Rodrigues, olhando para o
    espaço coberto por água. Como ficou por calcetar, a área tem um declive.
    Quando chove, a água empossa, formando um lago entre os trilhos.
    O problema foi abordado, anteontem, na reunião da Câmara do Porto pela CDU.
    O vereador Rui Sá apresentou uma proposta de recomendação para a rápida
    beneficiação da área, considerando “inadmissível” que o problema se mantenha
    há cinco anos. “Constitui uma situação de gritante desmazelo”, argumentou
    Rui Sá, lembrando que a falta de pavimentação “propicia a ocorrência de
    acidentes”. A proposta mereceu a concordância do vereador do Urbanismo e
    Mobilidade, Lino Ferreira, que se comprometeu a apresentar uma solução para
    o problema na próxima reunião do Executivo, que se realiza no dia 3 de
    Julho.

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/porto/passeio_esquecido_cinco_anos_a_ponte.html

    ==========================

    3. Matosinhos: Nova rede viária “abriu” o Bairro da Biquinha

    Reis Pinto, Joana Bougard
    O Bairro da Biquinha “abriu-se”, ontem, à cidade de Matosinhos, com a
    inauguração de novas acessibilidades. Para os “forasteiros”, é possível
    agora, descendo a Estrada da Circunvalação, aceder ao centro cívico da
    cidade. Para os moradores do bairro, deixou de haver ruas sem saída e todos
    os prédios ficam agora face a uma rua. A Norte, o presidente da Câmara de
    Matosinhos, Guilherme Pinto, abriu ao trânsito cerca de dois quilómetros de
    uma estrada que põe Santa Cruz do Bispo “no coração económico da Área
    Metropolitana do Porto” e cuja rede viária está a despertar a atenção de
    investidores estrangeiros.
    A requalificação da Biquinha, que implicou a abertura de novos arruamentos
    interiores e o arranjo de toda a envolvente do bairro, trouxe uma novidade à
    Rua de D.Nuno Álvares Pereira, que passou a ter apenas um sentido o de
    entrada na cidade de Matosinhos.
    “O investimento foi de cerca de 2,5 milhões de euros, mas, a partir de hoje
    [ontem] o bairro está integrado na malha urbana da cidade. A Autarquia
    gastou, nesta zona e em dois anos, cerca de cinco milhões de euros, onde se
    incluiu a construção do eixo Norte/Sul”, revelou Guilherme Pinto.
    Para a Câmara, a nova ligação facilitará o acesso ao Centro Cívico de
    Matosinhos, onde se localizam a repartição de Finanças, o tribunal, e a
    biblioteca, entre outros serviços.

    Atrair investimentos
    Em Santa Cruz do Bispo, abriu ao trânsito, com um atraso de seis meses
    (tempo necessário para realojar dois casais de idosos), um troço com dois
    quilómetros de via, que permite “operacionalizar” um total de seis
    quilómetros de estradas. A freguesia ficou, assim, com uma ligação directa a
    Leça da Palmeira, mas também às freguesias vizinhas de Guifões e Perafita.
    “Desde Novembro do ano passado que a freguesia já estava a cinco minutos do
    centro da cidade através da rede viária nacional [leia-se Via Regional
    Interior e A4] e, agora, também da rede municipal. Hoje [ontem] entram em
    funcionamento cerca de seis quilómetros de vias situadas em pleno coração
    económico da Área Metropolitana do Porto, localizada entre o porto de
    Leixões e o Aeroporto Francisco Sá Carneiro”, referiu Guilherme Pinto.
    O autarca revelou ainda, que as novas acessibilidades têm atraído a atenção
    de investidores de “todo o Mundo”.
    “A face mais visível desse investimento é espaço comercial Ikea, mas esta é
    uma zona que vai “explodir” em actividade económica. Junto à loja da Ikea
    está a ser construído um horto com característica inovadoras e há uma
    intenção de investimentos para terrenos em frente à Jomar. Mas só dentro de
    alguns meses poderemos concretizar”, destacou Guilherme Pinto.

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/porto/nova_rede_viaria_abriu_o_bairro_biqu.html

    ==========================

    4. Norte: Lage defende articulação no turismo

    O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte
    (CCDR-N) destacou ontem que o potencial turístico daquele território pode
    ser dinamizado por uma correcta articulação entre os vários fundos nacionais
    e comunitários disponíveis.
    Falando durante a apresentação, no Porto, do Programa de Intervenção do
    Turismo (PIT), Carlos Lage afirmou que, “apesar das reconhecidas aptidões
    para o turismo e de ter todas as condições para ser um destino turístico de
    grande atractividade, o Norte de Portugal acordou há poucos anos para o
    turismo, que ainda é uma actividade com pouca expressão”.
    Respondendo a críticas de alguns dos presentes relativamente aos destinos e
    produtos turísticos priorizados pelo PIT, que consideraram menosprezar o
    Norte, Carlos Lage destacou que os projectos da região podem e devem
    candidatar-se não só aquele programa, mas também ao Programa Operacional
    Regional do Norte (PO/Norte), que tem disponíveis fundos na ordem dos 2,7
    mil milhões de euros.
    Já a directora do Turismo de Portugal, Teresa Ferreira, respondeu às
    críticas afirmando que “o Norte está contemplado com imensos produtos
    turísticos estratégicos” e que, para o organismo a que preside, as
    prioridades definidas no PIT “são as que melhor permitem responder a uma
    procura turística qualificada”.
    Nuno Santos, vogal do conselho directivo do Turismo de Portugal, considerou,
    durante a apresentação do PIT, que o programa é “especialmente
    diferenciador”, seguindo o princípio de que os investimentos públicos “geram
    externalidades maiores e mais significativas” do que os privados.

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/porto/lage_defende_articulacao_turismo.html

    ==========================

    5. Rio Tinto: Décima morte em menos de um ano na via-férrea

    Hugo Silva

    O atropelamento mortal de um homem, com 65 anos, na passagem de nível da
    Quinta das Freiras, ao final da manhã de ontem, elevou para 10 o número de
    mortes que, em menos de um ano, ocorreram na linha ferroviária que atravessa
    Rio Tinto, em Gondomar. Na freguesia mais populosa do concelho e uma das
    mais populosas da Área Metropolitana do Porto, com quase 50 mil habitantes
    (dados do Censos de 2001), reclama-se o fim das passagens de nível. Há pouco
    mais de uma semana, uma mulher, aparentando cerca de 70 anos, tinha morrido
    junto ao atravessamento do Caneiro.
    “Passa muita gente a pé por aqui. Nos dias que correm, isto já não se
    admite. Deviam fazer uma passagem desnivelada”, protestava, ontem à tarde,
    junto à Quinta das Freiras, um morador que preferiu manter o anonimato.
    Serafim Fonseca, subchefe dos Bombeiros Voluntários da Areosa/Rio Tinto,
    explicou que o acidente mortal aconteceu pelas 12.30 horas e que a via
    ferroviária no sentido Porto/Ermesinde esteve cortada até cerca das 16
    horas. Durante três horas e meia a circulação ferroviária processou-se
    apenas por uma via.
    A vítima, cujo corpo foi projectado cerca de 50 metros do local do
    atropelamento, teve morte imediata, sendo infrutífera a intervenção do INEM.
    A passagem de nível da Quinta das Freiras é unicamente pedonal, ao contrário
    da do Caneiro, que também é rodoviária. Situada a meio de uma longa recta
    entre as estações de Rio Tinto e de Contumil (Porto),torna-se ainda mais
    perigosa uma vez que, naquela zona, os comboios atingem velocidades muito
    elevadas.
    “As pessoas de idade, que têm dificuldades em andar, correm muito perigo.
    Pensam que têm tempo para passar, mas isto é uma fracção de segundos”,
    atentou outro morador. O atravessamento da linha é constante.
    Conforme noticiámos aquando do caso mortal do passado dia 11, a linha férrea
    também é usada por dezenas de pessoas, diariamente, como atalho. Muita gente
    caminha nos caminhos contíguos aos trilhos ou nos próprios carris,
    potenciando situações de grande risco. Nem as placas colocadas pela REFER
    informando da proibição de circular pela linha parece terem efeito.

    Multa até 3000 euros
    É proibido circular pela linha ferroviária e quem cometer tal infracção
    arrisca-se a ser multado. De acordo com a legislação em vigor, o valor da
    multa a pagar varia entre os 250 e 3000 euros. O facto da infracção estar
    sujeita ao pagamento de uma coima (decreto-lei 276/2003 de 4 de Novembro)
    está explícito nas novas placas metálicas colocadas pela Refer em alguns
    pontos da ferrovia.
    Conforme o presidente da Junta de Rio Tinto, Marco Martins, explicou ao JN,
    a linha férrea é usada diariamente por muitas pessoas, que se servem dos
    trilhos e dos caminhos contíguos para encurtar distâncias, designadamente
    nos trajectos até ao centro comercial Parque Nascente. A Junta já solicitouà
    Refer a colocação de obstáculos para dificultar o acesso de peões à linha do
    comboio.

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/porto/decima_morte_menos_um_na_viaferrea.html

    ==========================

    6. Viseu: Museu do Quartzo quase concluído

    O edifício do Museu do Quartzo, o único no mundo dedicado a este mineral, em
    construção no Monte de Santa Luzia, em Viseu, está praticamente concluído,
    anunciou ontem o presidente da autarquia, Fernando Ruas.
    Orçado em cerca de um milhão de euros, o Museu do Quarto está a ser
    construído desde Setembro de 2006 num local onde durante décadas existiu uma
    exploração daquele mineral, ao qual a Câmara de Viseu pretende dar vida.
    Numa visita realizada ao Monte de Santa Luzia em finais de Janeiro, o
    coordenador científico do museu, o geólogo Galopim de Carvalho, tinha
    referido que este estaria pronto a 1 de Junho. Apesar de tal não se ter
    concretizado, Fernando Ruas garantiu hoje aos jornalistas que o museu “está
    mesmo na fase final em termos da estrutura física”.
    “O que nos preocupa mais agora são os conteúdos. Fizemos as gavetas, agora o
    trabalho mais complicado é enchê-las com os conteúdos”, frisou o autarca.
    Segundo Fernando Ruas, já há uma equipa a fazer esse trabalho, tendo mesmo a
    autarquia admitido “uma engenheira de minas que vai trabalhar no
    equipamento”.
    “Da nossa parte temos tudo mais ou menos preparado para o pôr a funcionar.
    Está mesmo na fase final, agora vamos, com a Ciência Viva, escolher os
    conteúdos para o encher”, acrescentou.
    Galopim de Carvalho tem-se referido ao Museu do Quartzo de Viseu como sendo
    “único à escala mundial”, já que “não há em qualquer cidade do mundo um
    único museu dedicado a uma espécie de mineral”. Segundo o que explicou o
    geólogo no dia da visita, num primeiro momento o museu será “muito virado
    para o público em geral e escolas, de interesse vocacionado para a pedagogia
    e cultura”.
    No entanto, o futuro poderá passar também por “encontrar parcerias com as
    universidades do país e constituir ali o centro da comunhão da investigação
    científica do quartzo ao nível nacional”.

    https://jn.sapo.pt/2007/06/21/norte/museu_quartzoquase_concluido.html

    ==========================

    7. País: Modelo de negócio para o TGV assenta em parcerias público-privadas
    Menos 600 milhões de euros

    O projecto do TGV em Portugal vai custar menos 600 milhões de euros do que o
    inicialmente previsto. O modelo apresentado ontem prevê seis parcerias
    público-privadas para um prazo de 40 anos para a concepção, construção,
    exploração e financiamento da rede.
    O modelo de negócio para a rede ferroviária de alta velocidade assenta em
    seis parcerias público-privadas, o que vai permitir reduzir em 600 milhões
    de euros o investimento previsto, anunciou ontem o administrador da Rede de
    Alta Velocidade (Rave).
    Para o eixo Lisboa-Porto a Rave prevê, no modelo apresentado ontem, que
    sejam gastos 4,5 mil milhões de euros, em vez do 4,7 mil milhões previstos,
    e 2 mil milhões para ligação Lisboa-Caia, excluindo terceira travessia do
    Tejo, contra os 2,4 mil milhões previstos.
    O modelo de negócio apresentado conta com parcerias publico privadas (PPP)
    para um prazo de 40 anos para a concepção, construção, exploração e
    financiamento da rede ferroviária de alta velocidade portuguesa.
    A Rave anunciou que a rede portuguesa estará segmentada em 5 troços, dois no
    eixo Lisboa-Porto, dois no eixo Lisboa-Madrid e um troço do eixo Porto-Vigo.
    A cada um corresponde uma PPP, sendo que estes cinco troços representam 90 a
    95 por cento do investimento total. Os sistemas de finalização e
    telecomunicações são autonomizados numa única PPP.
    Segundo este modelo de negócio, o Estado fica responsável pela aquisição de
    material circulante (comboios) que alugará aos futuros operadores.
    A nível político, o PS requereu a audição parlamentar “com carácter de
    urgência” do ministro das Obras Públicas, para Mário Lino prestar
    esclarecimentos sobre o modelo de financiamento da rede ferroviária de alta
    velocidade.
    Num requerimento enviado ao presidente da comissão parlamentar das
    Obras Públicas, o grupo parlamentar socialista assinala a importância
    daquele equipamento, que implicará “um investimento extraordinariamente
    significativo”.
    “Torna-se crucial que a Assembleia da República seja cabalmente informada
    sobre as opções do Governo nesta matéria”, sublinham os socialistas no
    requerimento.
    O vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro disse tratar-se da
    altura ideal ouvir Mário Lino sobre esta matéria, já que este “é o momento
    do debate dos vários modelos”.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=45c48cce2e2d7fbdea1afc51c7c6ad26&subsec=&id=da04821ee6d7d5d68cddbe4f44540060

    ==========================

    8. Vila Nova de Gaia: Estado não cumpre compromissos

    O Governo não está a transferir as verbas acordadas no Programa Polis de
    Vila Nova de Gaia. Luís Filipe Menezes denunciou esta “atitude muito
    injusta” para com a Câmara de Gaia numa visita às obras da marginal
    Afurada – Canidelo e da VL2, inseridas no Polis.
    Lúcia Pereira

    O presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, acusou ontem o Poder
    Central de incumprimento dos compromissos financeiros contratualizados no
    âmbito do Programa Polis de Vila Nova de Gaia. “Há uma percentagem enorme de
    obras que, infelizmente, é feita pela câmara. Acabamos de fazer um
    aprovisionamento financeiro de mais dois milhões de euros na Gaia Polis,
    porque o Estado sistematicamente não cumpre os seus compromissos”, afirmou o
    autarca, à margem de uma visita às obras da marginal de Canidelo e da VL2,
    inseridas no programa Polis.
    Luís Filipe Menezes classificou como “escandalosa” a situação de Vila Nova
    de Gaia, acrescentando que parte dos projectos só existem porque “a Câmara
    teve a imaginação de os assumir como concepção, construção e exploração e em
    muitos casos fazer aprovisionamentos financeiros sistemáticos”. O autarca
    apontou como exemplo o caso da VL2 (ligação da corta alta na Rua da Bélgica
    até à marginal no Cabedelo) e a marginal de Canidelo. “Ainda agora fizemos
    um aprovisionamento de dois milhões euros, se não parava tudo. Não apenas o
    que custa dois milhões de euros, porque as obras estão engatadas umas nas
    outras. A câmara injectou mais dois milhões de euros contra tudo o que
    estava contratualizado”, afirmou, confessando não ter “condições políticas”
    para parar o projecto.
    Menezes atribuiu a escassez de verbas para o programa de requalificação
    urbanística ao número elevado de cidades contempladas. “O projecto Polis
    nasceu para três ou quatro cidades. Quando por pressões políticas a que
    normalmente os governos socialistas são muito sensíveis se passou para se
    passou para 30 ou 40 cidades, passou a não haver dinheiro, fundos
    comunitários e orçamento de Estado”, disse.

    Obras em curso
    Luís Filipe Menezes falava numa visita às obras da VL2, via estruturante que
    vai desembocar num parque de estacionamento em frente ao Cabedelo, de onde
    vai partir o acesso à marginal entre a Afurada e Canidelo, que terá uma
    componente pedonal, próxima do rio, e uma rodoviária, numa cota um pouco
    mais alta. O vale será preservado como zona ecológica e terá um Parque
    Ornitológico. “Era extremamente complexo entrar e sair daqui”, lembrou o
    autarca, acrescentando que estas obras conjuntamente com a futura via
    panorâmica que vai ligar a VCI ao Cais do Cavaco tornarão mais fácil a
    fluência de tráfego entre a zona de lazer e turismo da beira-rio e as zonas
    urbanas da cota alta. Menezes salientou ainda que as novas vias implicam
    também a reabilitação urbana e que as novas infra-estruturas aproximam não
    só os gaienses, mas também as gentes da Área Metropolitana do Porto do Rio
    Douro.

    ———————

    Polis
    Empreitadas emblemáticas
    A inauguração da VL2 está prevista para o próximo dia 25 de Julho. A via
    custou 800 mil euros e resultou de negociações complexas durante vários anos
    com os proprietários dos terrenos. Segundo Menezes, à infra-estrutura estão
    “acoplados três licenciamentos de projectos imobiliários de muito qualidade,
    de um grupo israelita, da Saviotti e da ESAF”. A marginal de Canidelo vai
    custar dois milhões de euros e deverá ficar pronto até ao final do ano. “São
    duas empreitadas emblemáticas do ponto de vista da reabilitação urbana”,
    disse o autarca, considerando que juntamente com a reabilitação total da Rua
    da Bélgica e da Rua Marques Gomes (com concursos já lançados pela Câmara) e
    com a futura via panorâmica (que será financiada por privados) o sistema
    rodoviário urbano ficará estabilizado alguns anos.

    ———————–

    Menezes contra TGV
    Luís Filipe Menezes voltou a criticar a opção pelo TGV em Portugal,
    defendendo que o investimento poderia ser aplicado noutras áreas. “Estamos a
    falar de oito mil milhões de euros. Duzentos milhões de contos vezes oito.
    Isso dava para fazer todo o parque escolar português ao nível da Finlândia,
    dava para fazer mil creches, para fazer mil centros de dia e ainda sobravam
    quatro mil milhões de euros para colocar bem a rede rodoviária nacional que
    fora dos itinerários principais e complementares está um caos e para
    investir nas pequenas e médias empresas”, afirmou o autarca de Gaia, que
    falava à margem de uma visita às obras Polis a decorrer em Canidelo. Menezes
    desvalorizou o facto do TGV ser pago ao longo de 20 ou 30 anos, considerando
    que seria possível montar uma engenharia financeira idêntica para fazer mil
    escolas e creches. “Certamente, os portugueses vão ficar muito felizes por
    chegarem em menos dez minutos ou um quarto de hora a Lisboa ou por virem ao
    Porto visitar uma cidade que vai deixar de ter televisão pública, que não
    tem bancos, que não tem empresas, nem actividade económica”, ironizou.
    Apontando os exemplos de países como a Noruega, a Suécia e a Dinamarca, Luís
    Filipe Menezes salientou que o “TGV é claramente um meio de transporte de
    países de dimensão continental em que por razões de extensão territorial e
    por razões da competitividade em termos de custos com o avião é um
    transporte alternativo. Portanto, é um transporte do centro da Europa”. Para
    o autarca, não é despiciente o facto das grandes multinacionais europeias e
    americanas ligadas ao sector terem pressionado a União Europeia para a
    construção de comboios de alta velocidade.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=369e8cbf6c6ec9a106843976040d66eb

    ==========================

    9. Porto: Associação de utentes esteve com Isabel Oneto

    A reunião entre o Movimento de Utentes da STCP e a Governadora Civil do
    distrito, Isabel Oneto, trouxe uma nova esperança para os utentes
    descontentes com a nova reestruturação. A Governadora promete ser uma
    mediadora entre o movimento e a STCP.
    José Sá Reis

    Foram enviadas quatro cartas pelo Movimento de Utentes dos Transportes da
    Área Metropolitana do Porto (MUT – AMP) antes de se efectivar o encontro
    pretendido – e concretizado ontem, ao início da tarde: a 19 de Janeiro, 21
    de Abril, data que fora aceite pelo Governo Civil do Porto, mas cuja agenda
    não permitira aos membros do MUT – AMP tal reunião, a 11 de Maio e (a
    última) 14 de Junho.
    O assunto era comum a todas elas: “A nova rede do Serviço de Transportes
    Colectivos do Porto (STCP) de 1 de Janeiro de 2007” – data da entrada em
    vigor da reestruturação das linhas urbanas de autocarros.
    Seis meses depois, o “drama” mantém-se. Segundo o MUT – AMP, nada ainda foi
    feito “de relevante” – “apenas uma ou outra reestruturação pontual, como a
    registada em Rio Tinto, por exemplo”. Mas nada mais. Um “período temporal”
    que, segundo o movimento, “não se justifica, já que os utentes têm mostrado
    insistentemente o seu descontentamento através de manifestações e abaixos –
    assinados” levados à Administração da STCP.

    Semana para pensar
    A reunuião de ontem juntou à mesma mesa a Governadora Civil do Porto, Isabel
    Oneto, e três representantes do MUT – AMP. Do encontro, um “primeiro passo”
    para a resolução do problema: “O Governo Civil do Porto mostrou-se
    disponível – na figura da responsável Isabel Oneto – para servir de
    mediadora neste processo”. Uma mediação que só avança, segundo André Dias,
    elemento ouvido pelo JANEIRO no final da reunião, se “o movimento apresentar
    os problemas concretos das novas linhas apresentadas”. Uma competência que
    não cabe ao MUT – AMP, mas “à STCP, que já deveria ter feito este estudo e
    apresentado aos orgãos competentes”.
    Para além da supressão de algumas linhas ou troços de linhas essenciais, o
    Movimento mostra-se contra “o tarifário que é pago, o novo sistema de
    bilhética utilizado – os cartões electrónicos – e contra as paragens
    construídas, que não protegem os utentes do frio e da chuva”. Mas, por
    agora, e durante a semana que a Governadora lhes deu para redigirem as
    “medidas concretas”, o MUT – AMP promete “reunir para melhor reflectir sobre
    esta proposta”.

    ————————-

    A saber
    Viagens abusivas
    André Dias e José Carvalho, do MUT – AMP, acusam ainda “algumas companhias
    de transportes de passageiros” de utilização abusiva das paragens e lugares
    de estacionamento da cidade do Porto. “Temos conhecimento que algumas
    companhias concelhias, como a Resende ou a Maia Transportes, fazem serviços
    dentro do Grande Porto, com veículos mais poluentes e com a alegada
    negligência da STCP”.
    Mas, que nem tudo são espinhos neste assunto, o MUT – AMP destaca “a
    excelente iniciativa da STCP na introdução dos veículos a gás natural”, mais
    amigos do ambiente e “com carácter formativo junto dos seus utilizadores”,
    frisa Dias.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=434b8fd0387f422e56fabb44a2ba1ce3

    ==========================
    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    =============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Boletim

    Deixar comentário