• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

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Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.
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1. A.M. Porto: Mais 2,3 milhões a usar os transportes públicos

A linha urbana de Aveiro da CP é a que tem maior procura

Carla Sofia Luz

O Grande Porto é a região do país em que se registou um maior crescimento da
utilização de transportes públicos no ano passado, em relação a 2005. Os
três operadores públicos da Área Metropolitana do Porto conquistaram mais
2,3 milhões de passageiros. O número de clientes da Empresa do Metro
(prosseguiu a expansão da rede com abertura de novos troços e da linha entre
o Dragão e o aeroporto – Linha E) e da CP continuou a subir. Só a Sociedade
de Transportes Colectivos do Porto (STCP) perdeu utentes. A empresa defende,
no relatório e contas de 2006, que a descida de clientes da ordem dos 9% é
um reflexo da entrada em operação das linhas da primeira fase do metro.

No ano passado, as composições do metro transportaram quase 39 milhões de
passageiros na rede com 58 quilómetros de extensão, o que corresponde a mais
de metade dos utentes contabilizados em 2005 (18,4 milhões). Então, a rede
tinha apenas 34,5 quilómetros. Desde a abertura da primeira linha que as
validações não páram de aumentar. 2006 foi também um bom ano para as linhas
urbanas do Porto da CP.

“Houve uma subida de um milhão de passageiros. É a região do país onde se
sente um maior crescimento na procura do transporte ferroviário, em termos
percentuais. É o acordar para um meio de transporte eficiente. Em média,
cresce 8%, o que não tem paralelo a nível nacional”, explica Cardoso dos
Reis, presidente da CP, recordando que o Grande Porto não era uma região
que, tradicionalmente, usava muito o comboio. A nova geração é uma fatia
importante dos clientes das quatro linhas urbanas da CP. Daí que, como
realçou, ontem de manhã, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula
Vitorino, a empresa tenha investido no aumento de 17% da oferta com mais 41
comboios nos dias úteis, representando 20500 lugares.

“A faixa etária com menos de 35 anos é uma fatia enorme na adesão ao
caminho-de-ferro. A Linha de Aveiro é a que regista maior crescimento, em
termos de volume”, adianta Cardoso dos Reis (ler ‘Nos Carris’), certo de os
sistemas integrados de transporte gerarem maiores eficiências. “Nos locais
onde promovemos a intermodalidade, nota-se um crescimento”, sustenta.

Para Ana Paula Vitorino, a oferta da STCP não pode permanecer estanque e tem
de adaptar-se às necessidade de mobilidade da população. O aumento de
clientes dos transportes públicos no Grande Porto “é a prova do civismo da
população” da região, “que dá lições a todo o país”.

Linha de Aveiro
Esta linha da CP tem sete milhões de clientes por ano.

Linha de Caíde
A proxima Caíde do Porto e tem 4,9 milhões de utentes anuais.

Linha de Braga
Os comboios entre Braga e Porto recebem 5,1 milhões de passageiros por ano.

Linha de Guimarães
Liga Guimarães ao Porto e tem 1,5 milhões de clientes anuais.

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/mais_23_milhoes_a_usar_transportes_p.html

Todos os bilhetes num só centro

O Centro de Mobilidade, instalado na área ocupada pelas antigas bilheteiras
da CP na Estação de S. Bento (Porto), já recebeu mais de 40 mil clientes no
primeiro mês de funcionamento. Com dois balcões de informação e sete para a
venda de títulos da CP, da Empresa do Metro e da STCP, este espaço (cuja
criação custou cerca de 80 mil euros aos três operadores públicos) também
poderá comercializar, no futuro, bilhetes para viagens na TAP.

A hipótese foi avançada, ontem de manhã, pela secretária de Estado dos
Transportes, Ana Paula Vitorino, durante a cerimónia de inauguração do
Centro de Mobilidade, que está em pleno funcionamento desde o mês passado.
Entre 22 de Abril e 16 de Maio, teve uma média de 1820 clientes por dia útil
e 1200 clientes por dia ao fim-de-semana. O tempo médio de atendimento foi
de cerca de dois minutos.

“Neste momento, já existem contactos entre a CP e a TAP, para que possa
haver um acréscimo do transporte aéreo ao centro. Também vai ser construído
um novo terminal para passageiros de cruzeiros em Leixões e gostaríamos de
associá-lo a este centro ou a outros, cuja criação venha a justificar-se no
Porto”, explica a governante, lembrando que o objectivo deste espaço em S.
Bento passa por “tentar responder a todas as questões que os clientes
colocam e encontrar o título que melhor serve as suas necessidades”. A
vontade de Ana Paula Vitorino é que, num futuro breve, mais operadores
privados possam aderir ao Andante e estarem representados neste centro.

“Vão entrando gradualmente à medida que o sistema do tarifário Andante se
adapta”, crê. A secretária de Estado adianta, ainda, que Lisboa poderá
receber um Centro de Mobilidade. CSL

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/todos_bilhetes_so_centro.html

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2. Porto: Transformar Pavilhão Rosa Mota em multiusos custa 17 milhões

Carla Sofia Luz

Transformar Pavilhão Rosa Mota em multiusos custa 17 milhões
Areconversão do Pavilhão Rosa Mota em espaço multisusos custará 17 milhões
de euros e ficará concluída em 2009. A obra de transformação – que, 50 anos
depois, está a ser projectada pelo autor do pavilhão, o arquitecto José
Carlos Loureiro – começará no próximo ano e a Câmara portuense estima que a
maior fatia será suportada por fundos comunitários, através da candidatura a
apresentar ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Para o
investimento sobrante, será contratualizado um empréstimo.

A Parque Expo apresentou, ontem, os principais aspectos do estudo de
renovação e operacionalização (encomendado pela Autarquia no ano passado) e
sublinhou a vontade em gerir o espaço multiusos no Porto. “Nós estamos
dispostos a assumir a gestão deste equipamento”, sustentou Rolando Borges
Martins, presidente da Parque Expo e administrador da sociedade que, há nove
anos, gere o Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Mas não é o único interessado.
Paulo Dias, dono da Produtora UAU, também manifestou a ambição de ficar, ao
lado de outros empresários nacionais, com a gestão do pavilhão.

“Há um grupo de empresários interessados numa parceria público-privada para
o Palácio de Cristal, em que se insere o Coliseu do Porto”, referiu Paulo
Dias no final da sessão de apresentação, disponibilizando-se que colaborar
com a Câmara ou com a Parque Expo. Para já, não há decisões. O presidente
Rui Rio garantiu que será lançada, ainda este ano, uma consulta pública ao
mercado para a selecção do futuro parceiro. A entidade escolhida criará uma
sociedade com a Empresa Municipal Porto Lazer, que terá uma participação
minoritária (entre 15 a 25%).

“Esta sociedade gestora terá, como encargo, o pagamento de uma renda anual à
Porto Lazer, suficiente para fazer face ao serviço da dívida”, resultante do
empréstimo feito para pagar parte da obra de reconversão, assinalou o
vereador da Cultura, Gonçalo Gonçalves, certo de que será possível iniciar a
intervenção antes da aprovação da candidatura aos fundos do QREN.

“Vamos procurar uma utilização estratégica para o pavilhão, o que terá de
passar por uma parceria público-privada ou pública-pública e por um
verdadeiro project-finance, em que a receita pagará o investimento”,
acrescenta Rui Rio, lembrando os graves problemas de conservação do pavilhão
(só para resolvê-los, a Câmara teria de investir cinco milhões de euros) e a
actual desadequação para acolher “eventos de grande escala”. Então, o
mercado será o Norte, estendendo-se à Galiza. O acolhimento de espectáculos
públicos surgirá como principal fonte de receita (58% da futura ocupação),
sendo possível o aluguer das salas principal e de apoio para iniciativas
privadas (42%). No estudo, a Parque Expo perspectiva que, por ano, o
pavilhão esteja 140 dias ocupado, tendo uma capacidade 5300 lugares. Nos
concertos com bilhetes para a arena em pé, a lotação crescerá para os 6000.

Preços mais baixos do que em Lisboa

A Parque Expo estima que os preços médios do Pavilhão Rosa Mota serão mais
baixos do que os do Pavilhão Atlântico, em Lisboa (que tem uma capacidade
máxima para 20 mil pessoas). Assim, os bilhetes dos espectáculos custarão,
em média, 29 euros; dos family shows, 25 euros; e dos desportos, 16 euros.

Principais fontes de receita do multiusos

O aluguer das salas principal e de apoio para eventos é a principal fonte de
receita. A Parque Expo propõe a construção de um espaço anexo ao pavilhão
para desenvolver pequenas iniciativas, antes dos grandes eventos,
acrescentando mais de dois mil metros quadrados de área. Outras fontes de
receita serão o fornecimento de serviços, a concessão de bares, patrocínios,
acções promocionais, venda de merchandising dos espectáculos e o aluguer dos
18 camarotes de 12 lugares (não existem actualmente e terão de ser
construídos).

Pavilhão com mais de 50 anos em mau estado

Só a estrutura de betão apresenta boa qualidade. A falta de trabalhos de
conservação deixou que o edifício se degradasse com o tempo. As clarabóias e
o revestimento da cobertura estão em mau estado. A impermeabilização é
deficiente, permitindo infiltrações de água, assim como o isolamento
térmico. Os equipamentos técnicos estão obsoletos.

Prioridade é criar nova sociedade

Depois de escolhido o parceiro, será elaborado um contrato-programa e criada
a sociedade, seguindo-se a adjudicação da obra . O prazo é de um ano. O
início da exploração está previsto para 2009.

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/transformar_pavilhao_rosa_mota_multi.html

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3. Santo Tirso: Esculturas tornam parque em museu ao ar livre

Um Parque Urbano da Rabada “mais artístico” deverá ser o efeito da oitava
edição do Simpósio Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso.
O espaço, inaugurado em 2005, vai acolher cinco esculturas produzidas para
integrar aquela zona verde. Os nomes dos artistas que lhes vão dar formas
foram anunciados, ontem, pelo director artístico do projecto, o escultor
Alberto Carneiro. Entre cinco seleccionados, houve lugar para uma portuguesa
– Ângela Ferreira. As restantes quatro obras terão assinaturas estranhas à
língua de Camões Wang Keping, Bernard Pagès, Michel Rovelas e Vladimir
Velickovic.

As peças vão somar-se às 39 que já compõem o espólio do Museu Internacional
de Escultura Contemporânea ao ar livre do concelho, e o objectivo é ter, até
2011, altura em que se realizará o décimo e último simpósio, 50 obras
inéditas espalhadas por vários locais públicos de Santo Tirso.

Com esculturas distribuídas pelo Parque D. Maria II ou instaladas junto à
Câmara e ao Pavilhão Desportivo Municipal, a receptividade da população nem
sempre foi favorável. Em 1991, quando surgiram os exemplares resultantes do
primeiro simpósio, “houve um choque”, lembra o presidente da Autarquia,
Castro Fernandes. Estranhezas ultrapassadas, Alberto Carneiro alimenta a
esperança de que “as criancinhas que vão nascendo” sejam o futuro público
das obras. O trabalho de Ângela Ferreira será, aliás, uma “peça funcional
para as crianças”, revela o responsável. De acordo com a Câmara, deverá
estar concluída durante o Verão. “É, provavelmente, o simpósio mais barato
do Mundo”, afirma Alberto Carneiro, referindo que “a Câmara não está a
gastar muito dinheiro, está a adquirir património”. O escultor salvaguarda
que os artistas não cobram os respectivos direitos de autor ou quaisquer
honorários. Recebem um “prémio de presença simbólico” e a Autarquia
paga-lhes a viagem e estadia, adiantou Castro Fernandes. Ana Correia Costa

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/esculturas_tornam_parque_museu_ar_li.html

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4. Baião: Matas vão ser vigiadas à noite

O Plano Municipal de Defesa de Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) de Baião
foi aprovado pela Direcção-Geral de Recursos Florestais, com o objectivo
“ambicioso” de reduzir a metade o número de incêndios e de área ardida. O
plano, levado, anteontem, ao conhecimento do Executivo municipal, tem um
período de aplicação de cinco anos e prevê também uma redução de 80% do
número de grandes incêndios. A novidade, para ser colocada em prática este
ano, prende-se com a vigilância nocturna por equipas mistas de bombeiros e
GNR, entre as 19 e as sete horas. No trabalho de campo, realizado pela
Comissão Municipal da Floresta Contra Incêndios, chegou-se à conclusão de
que um dos picos de incêndios ocorre entre as 20 horas e a meia-noite. O
histórico que fundamentou a elaboração do Plano diz haver relação directa
entre os dias de festas populares e os incêndios.

Nesse particular, a negro, surge o primeiro fim-de-semana de Agosto (data em
que há seis festas populares em simultâneo no concelho) e o feriado
municipal, dia de S. Bartolomeu (comemorado a 24 do mesmo mês). Estes dias
têm sido as mais problemáticos para os bombeiros, que não têm tido mãos a
medir.

O sucesso do plano passará pela implementação de acções que reduzam
drasticamente os combustíveis (limpezas de matos e fogo controlado),
vigilância e detecção de incêndios e primeira intervenção. José Manuel
Ribeiro, do Gabinete Técnico Florestal, estima em “um milhão de euros a
verba necessária para o implementar no terreno”.

Nos últimos dez anos, Baião teve uma média anual de 272 ocorrências de
incêndio e de 1106 hectares de área ardida. Só no ano passado, os bombeiros
tiveram que combater 132 incêndios. “Actualmente já foram limpos cerca de 60
hectares de mato”, garante o responsável florestal. No mapa de investimentos
imediatos, consta, nomeadamente, a criação de um ponto de água na zona de
Ancede.

António Orlando

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/matas_ser_vigiadas_a_noite.html

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5. V.N.Gaia: Complexo desportivo de Grijó abre em 2008

Se Gaia é um “clube de sucesso”, como caracterizou, ontem, Luís Filipe
Menezes, na cerimónia de apresentação do novo complexo desportivo, em Grijó,
então, a Associação Desportiva de Grijó rejubilou desceu da Divisão de Honra
para a I Divisão da Associação de Futebol do Porto e ganhará uma modelar
infra-estrutura desportiva. “Foi um prémio merecido. A vida é feita de
derrotas e vitórias e hoje [ontem] tivemos um dia grande. Esta cerimónia
representou o renascimento do clube”, assinalou Manuel Gomes, presidente do
popular clube, com mil sócios e 47 anos de vida.

O equipamento destinado a valorizar o parque desportivo do concelho
representa um investimento avaliado em cerca de 1,8 milhões de euros e
levará nove meses a construir. “Se tiver um parto perfeito”, lembrou o
autarca de Gaia.

A futura infra-estrutura desportiva terá capacidade para meio milhar de
espectadores, modernos balneários, gabinetes médicos, tudo o que a
competição desportiva requer e exige. Como o novo complexo ficará próximo da
Escola EB/23 de Grijó, a população estudantil poderá, também, iniciar a
prática desportiva e cultura física.

Existe outro motivo que tornará este novo equipamento mais atractivo, já que
o espaço urbano envolvente ao complexo desportivo será objecto de
reablitação e melhoradas as suas acessibilidades. Mais ainda com a entrada
em vigor do Plano Director Municipal, prevê-se a construção de de moradias
unifamiliares.

“Quando, em tempo de crise, muitos municípios do país investem zero no
associativismo, em Gaia, acontece o contrário. Já construímos um conjunto
bastante grande de equipamentos desportivos, como, por exemplo, as piscinas
da Granja, o complexo de Pedroso e temos em andamento grande volume de
obras. Contas feitas por alto, são mais de 60 milhões de euros”, concluiu.
Manuel Vitorino

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/complexo_desportivo_grijo_abre_2008.html

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6. Aveiro: Câmaras pedem ajuda a Sócrates na questão da ria

José C. Maximino

A Grande Área Metropolitana de Aveiro (GAMA) decidiu solicitar os “bons
ofícios” do primeiro-ministro, José Sócrates, no sentido de “desencalhar” o
processo de criação da futura entidade gestora da ria de Aveiro.

A decisão já foi tomada, pelos presidentes das câmaras da GAMA, no início do
mês, mas o ofício, segundo o que o JN apurou, vai seguir hoje, pelo correio,
para a presidência do Conselho de Ministros,

As autarquias pretendem envolver, também, os deputados eleitos pelo círculo
de Aveiro na resolução definitiva do problema, que se arrasta há vários
anos, e não descartam a possibilidade de recorrer a “outras formas de
pressão positiva”.

A ideia, já apresentada às comissões políticas distritais de PS, PSD e
CDS-PP, passa pela apresentação de um requerimento conjunto, na Assembleia
da República, assinado pelos 15 deputados aveirenses, a questionar e exigir
do Governo “uma solução para a ria”.

“Andamos preocupados há muitos anos, mas ficámos particularmente preocupados
com a resposta do ministro do Ambiente, na Conferência Nacional do Ambiente,
que decorreu na Universidade de Aveiro. Quando pensávamos que vinha anunciar
a decisão do Governo, veio cá dizer que havia decisão para o ano”, disse,
anteontem à noite, o presidente da Junta Metropolitana, Ribau Esteves, à
margem da reunião da Assembleia Metropolitana da GAMA, que pretendeu
assinalar a “activação plena ” desta associação de municípios. Ribau Esteves
insistiu em que o que está a acontecer com a ria, desde que passou para a
jurisdição do Ministério do Ambiente, “é particularmente grave”. E
“inacreditável”, acrescentou.

“As indefinições são múltiplas e já vão, até, nas questões de natureza
administrativa, como a cobrança das taxas de ocupação do domínio público”,
protestou.

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/porto/camaras_pedem_ajuda_a_socrates_quest.html

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7. Nuvens de pólen irritam moradores da Meadela

Luís Henrique Oliveira

Moradores e comerciantes estabelecidos no Largo da Feira da Meadela
reivindicam da Câmara Municipal o corte dos choupos aí existentes e a sua
consequente substituição por árvores de outra espécie.

Na origem das queixas estão as “autênticas nuvens de pólen” libertado pelos
choupos, considerando os residentes tratar-se de árvores “que não de
coadunam” com o ambiente citadino, “dado potenciarem doenças alérgicas e das
vias respiratórias”. Observando que, por causa disso, têm de manter portas e
janelas “permanentemente fechadas”, quatro dezenas de residentes rubricaram
um abaixo-assinado e enviaram-no à Câmara, que promete dar “a melhor
atenção” ao caso.

“Isto é péssimo. Não tem explicação. Já tive de levar uma neta que vive
comigo ao médico por causa destas árvores. Se soubesse disto antes, não
tinha comprado cá casa”, lamentou Olívia Santos, residente em urbanização do
Largo da Feira, assinalando que os choupos – em número de sete e com dezenas
de anos -, “situam-se hoje em zona completamente urbanizada”. Domiciliada no
bairro do Fomento, em frente ao largo, Sandra Sousa disse que foi, também,
obrigada a levar o filho, de quatro meses, ao hospital devido à alergia
causada pelo pólen libertado pelas árvores. “Isto é uma porcaria. Todos se
queixam mas continuamos a ter de conviver com este problema”, acrescentou
Carmo Monteiro, também moradora no bairro, afiançando que “o algodão” que se
desprende das árvores chega a entrar pelas frinchas das janelas. “Às vezes,
até parece que está a nevar, mas não é nada bonito”, considerou. Sobre a
questão, os signatários referem-se, ainda, a directivas que “aconselham o
abate destas árvores, sobretudo nas zonas urbanas”.

Instado sobre o problema levantado por comerciantes e moradores, o
presidente da Câmara, Defensor Moura, afiançou que os serviços da Autarquia
estão a acompanhar a situação. A propósito, assegurou “temos preocupações
com isso, sendo disso prova a resolução de alguns problemas noutros pontos
da cidade. Trata-se de queixa à qual vamos dedicar a nossa melhor atenção”.

https://jn.sapo.pt/2007/05/24/norte/nuvens_polen_irritam_moradores_meade.html

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8. Porto: Feira do Livro prepara despedida do Rosa Mota

A Feira do Livro do Porto arranca hoje e as expectativas de editores e
livreiros são grandes face a anos anteriores. Esta é última vez que o evento
se realiza no Rosa Mota e, talvez por isso, Manuel Ribeiro, secretário da
feira, sublinhe que tem de ser “uma edição marcante”.

https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=7f2ec4c6931501271c547cbca06d52d4

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
de Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
jornais ou fontes de informação).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

=============== PNED: Porto e Noroeste em Debate ===============

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