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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Sábado, 06 de Abril de 2007

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações indicadas.

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    1. Aumentam os gastos municipais com a protecção do ambiente

    Mais de metade das despesas municipais com o ambiente prenderam-se com a gestão de resíduos. 31% total de despesas foram para a gestão de águas residuais e 9% foram gastos com a protecção da biodiversidade e da paisagem.

    https://www.marktest.com/wap/a/n/id~d77.aspx

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    2. Quercus alerta sobre orla costeira

    Tem que haver um plano de acção urgente para fazer face ao avanço do mar, sobretudo no que se refere à propriedade privada, defende a Quercus em comunicado ontem emitido.

    A Associação Nacional de Conservação da Natureza propõe a procura de soluções a médio e longo prazo, com avaliação de custos e soluções jurídicas para as áreas privadas que venham a ser destruídas pela subida do nível do mar. Aludindo ao que se tem passado em pontos da Costa como a Caparica e Esmoriz, a Quercus considera que tais soluções não devem implicar “indemnizações e obras impossíveis de cobrir pelo Estado”. O alerta da Quercus surge no seguimento da divulgação de novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e retoma dele também op risco de desaparecimento das zonas húmidas em 30%, sendo que Portugal tem importantes zonas desta natureza, como os estuários do Tejo, Sado, Ria de Aveiro e Ria Formosa. A perda de biodiversidade, devida ao aquecimento e escassez de água, é outro cenário previsto para alguns dos ecossistemas ainda de riqueza significativa que perduram no nosso país.

    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/sociedade_e_vida/quercus_alerta_sobre_orla_costeira.html

    Portugal precisa de um plano de acção urgente
    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=70c2dfbd09e7635e93325d2610bed0fd

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    3. Peritos reforçam previsões de mudanças climáticas

    A negociação foi dura sobre o documento final de consenso na reunião do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, que reuniu em Bruxelas nos últimos quatro dias. Madrugada dentro, os cientistas dizem que resistiram a pressões de delegados governamentais dos EUA, China, Arábia Saudita e Rússia para tornarem as previsões menos catastróficas quanto à subidas dos mares, populações deslocadas, escassez de água, secas e tempestades, fomes, extinção de espécies e perdas nas economias.

    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/sociedade_e_vida/peritos_reforcam_previsoes_mudancas_.html

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    4. Opinião: Lei de Bases do Ambiente

    Muita coisa mudou, desde que a problemática ambiental começou a “ganhar” espaço mediático a partir dos anos 70 do século passado. Os decisores políticos tiveram então de fazer face, de forma crescente, à evidente multiplicação de reportagens, artigos, notícias, etc., sobre disfunções ambientais, catástrofes, reivindicações, poluições locais, ameaças globais, etc..

    O “caminho” que, paulatinamente, tem levado à tomada de consciência ambiental não tem sido fácil. Contudo, se fizermos uma breve retrospectiva, temos de reconhecer que vão longe os tempos em que os ecologistas/ambientalistas eram considerados meros “defensores dos passarinhos” ou denominados de radicais, fundamentalistas e catastrofistas! Por todo o lado, foi-se impondo um sentimento de urgência e de profundo protesto, quer pela degradação da qualidade de vida quer pela destruição do meio natural. Daí que o relatório Meadows, intitulado “Limites do crescimento”, que analisa os impactos da actividade económica na biosfera, publicado em 1972, por iniciativa do Clube de Roma, tenha “caído como um raio” sobre os apologistas do desenvolvimentismo sem restrições.

    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/opiniao/lei_bases_ambiente.html

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    5. Utentes queixam-se da STCP

    O Movimento de Utentes dos Transportes da Maia criticou o Conselho de Administração da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) por ter adiado uma reunião, prevista para anteontem, onde a estrutura entregaria um abaixo-assinado.

    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/porto/utentes_queixamseda_stcp.html

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    6. Arte ecológica no Parque da Cidade de Gaia

    O Parque da Lavandeira, em Oliveira do Douro, irá tornar-se uma grande galeria ao ar livre. Desde a semana passada que doze artistas plásticos vão realizar intervenções artísticas naquele equipamento municipal. A actividade decorre até ao final do mês.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=7ba03f85ff058460dc33162039c7bcda

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    7. Há provas dos riscos de extinção

    Depois de longas horas de negociações, os investigadores de mais de cem países integrados no Painel Intergovernamental da Mudança Climática alertaram para os riscos de extinção de muitas espécies. O risco é real e as provas existem, conforme garantem.
    Cerca de 20 a 30 por cento das espécies vegetais e animais correm o risco de desaparecer se o aumento da temperatura mundial passar de 1,5 para 2,5 graus centígrados. O Grupo de Peritos Intergovernamental sobre a Evolução do Clima (Giec), reunido na capital belga, acrescentou que as populações pobres, mesmo em sociedades prósperas, são as mais vulneráveis às mudanças climáticas, porque os mais pobres são também os menos aptos à adaptação. “Cerca de 20 a 30 por cento das espécies vegetais e animais conhecerão um risco crescente de extinção se os aumentos da temperatura mundial passarem de 1,5 para 2,5 graus centígrados” relativamente a 1990, indica o Giec no seu relatório sobre os impactos da mudança climática.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9&subsec=&id=da3f6c559245bf2e1dbdc885cc022295

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    8. Prós e contras da Ota

    O eventual esgotamento da capacidade da Ota, a longo prazo, pode superar-se com a construção de uma terceira pista, defende o consultor técnico do Novo Aeroporto de Lisboa. Artur Ravara sublinha, contudo, que a melhor resposta ao problema seria aumentar a capacidade do aeroporto do Porto, ou, mesmo, apostar numa solução “Sá Carneiro +1”. A construção de uma infra-estrutura secundária próxima de Lisboa também poderia, em teoria, ser equacionada.

    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/primeiro_plano/nao_e_impossivel_criar_terceira_pist.html

    Aeroporto José Sócrates
    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/primeiro_plano/aeroporto_jose_socratesou_dito_outro.html

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    9. Rio Tinto reclama toda a prioridade no metro
    https://jn.sapo.pt/2007/04/07/porto/rio_tinto_reclama_toda_a_prioridade_.html

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    10. Sapadores florestais prontos

    O presidente da Câmara do Marco de Canaveses apresentou esta semana a equipa de sapadores florestais do concelho. A poucos meses do início do Verão, os funcionários deveram concretizar uma das apostas da autarquia: evitar incêndios.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=80ccee849ebef402663d48f382e66cfc

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    Para se desligar ou religar veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

    Se quiser consultar os boletins atrasados veja
    https://campoaberto.pt/boletimPNED/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e d’O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros jornais
    ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito
    específico são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste,
    basicamente entre o Vouga e o Minho.

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente
    Apartado 5052
    4018-001 Porto
    telefax 22 975 9592
    contacto@campoaberto.pt
    www.campoaberto.pt

    Selecção hoje feita por Cristiane Carvalho

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