Destaque: Um júri razoável

    Todos os projectos apresentados para cobertura de ruas da Baixa de Coimbra
    foram chumbados pelo júri… (notícia n.º 6).

    Podemos dizer que houve bom senso e mais haveria se o júri simplesmente
    chumbasse a própria ideia de cobrir ruas. Nem o clima nem os objectivos de
    pretensa concorrência com os centros comerciais fechados o justificam.

    Que as baixas das cidades precisam de incentivos e reanimação, sem dúvida.
    Mas que a solução consista em fechar ruas quando em climas mais rigorosos as
    ruas comerciais abertas têm êxito e se mantêm, é o que deveria fazer pensar
    em soluções de outro tipo.

    Oxalá no Porto e em Matosinhos os júris, se os houver, sejam igualmente
    razoáveis.

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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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    Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007
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    1. VNGaia: “Argumentos falaciosos” impedem conclusão da Circular do Centro
    Histórico de Gaia
    Câmara acusa Refer de “má fé”

    Continuam tensas as relações entre a Refer e a Câmara de Gaia. O
    vice-presidente da autarquia acusa a empresa pública de “má fé” quando
    argumenta que não pode ceder espaço de canal para a Via Circular do Centro
    histórico por motivos de segurança.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=b859fc50f5e0a7b0f0c5abd8bd964abf

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    2. Sermonde: Aterro à espera do Governo

    Continua por encontrar uma solução para o aterro sanitário da Suldouro, em
    Sermonde, que atingirá a capacidade máxima a curto prazo. Executivo e
    oposição da Câmara de Gaia uniram-se para exigir ao Governo o fim do aterro
    e uma solução alternativa.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=2ef030932c010727826e1733c4bab30f

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    3. Braga: Braga
    Moradores de Palmeira exigem saída de fábrica de alumínios por poluição

    Moradores de Palmeira, nos arredores de Braga, manifestaram-se domingo
    contra a actividade alegadamente poluente da fábrica de alumínios Recial,
    dizendo que funciona sem licença e atenta contra a saúde pública. O cidadão
    João Fernandes, porta-voz dos residentes disse aos jornalistas que os
    moradores exigem ³uma garantia por escrito² de que a fábrica cumpre a
    promessa de abandonar o local, uma zona residencial da freguesia. ³Nada nos
    diz que a empresa queira agora cumprir a promessa de ir para o concelho de
    Viana do Castelo, algo de que nunca deu mostras de pretender concretizar²,
    salientou.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=a07d1c62752a41a23123a931dee03598

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    4. Opinião Grande confusão/Crónica de Bernardino Guimarães

    1- Um dos maiores problemas da nossa administração, local ou nacional,
    parece ser a indefinição de competências e a incapacidade de cooperação,
    prevalecendo uma certa lógica de “capelas” que dificulta quer a aplicação de
    medidas quer o escrutínio das responsabilidades. Não é raro depararmos com
    situações que ilustram isto. Por vezes, nem sequer remam para o mesmo lado
    os departamentos, divididos por conflitos de liderança, concorrência
    funcional ou simplesmente falta de informação. Nenhum Simplex logrou ainda
    remediar tais situações, que se sucedem no tempo e no espaço, atrasando
    tudo, inutilizando por vezes até os esforços mais generosos. Qualquer
    reforma da administração pública deveria ter isto em conta- e se a tão gasta
    “modernização” significa ainda qualquer coisa de palpável, então teria aí
    muito para mudar. Mas o cronista pouco entende de reformas
    administrativasŠdeixem-me então enunciar incoerências recentesŠe nocivas.

    https://jn.sapo.pt/2007/02/20/porto/grande_confusao.html

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    5. VNGaia: Governo aceita participar no capital da SRU

    Afinal, o Governo poderá ser parceiro da Câmara gaiense na gestão da
    CidadeGaia – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU). Após mais de um ano à
    espera de uma resposta da Administração Central, chegou, este mês, a
    confirmação estatal do interesse em integrar este projecto. No entanto, não
    será o sócio maioritário, como sucede no Porto.

    O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
    manifestou, em carta enviada no passado dia 6 deste mês, a “disponibilidade”
    do Governo em “participar no capital social da SRU, constituída em Vila Nova
    de Gaia, até ao limite de 20% do mesmo”, como se lê na missiva, a que o JN
    teve acesso. O governante não indica, porém, quando se concretizará essa
    adesão à sociedade. Refere apenas que, à semelhança do que aconteceu no
    Porto, o representante do Estado será o Instituto Nacional de Habitação
    (INH). A entrada no capital da sociedade sucederá “quando estiverem reunidas
    as condições de operacionalidade dessa participação no quadro do novo regime
    legal das SRU e da lei orgânica do Instituto de Habitação e Reabilitação
    Urbana, entidade que sucedeu ao INH”.

    https://jn.sapo.pt/2007/02/20/porto/governo_aceita_participar_capital_sr.html

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    6. Coimbra: Júri chumba cobertura da Baixa

    Nenhuma das cinco propostas apresentadas para a cobertura das ruas Ferreira
    Borges e Visconde da Luz convenceu o júri do concurso e o Executivo
    municipal que, ontem, ratificou o chumbo. Se esta decisão de considerar que
    nenhuma das soluções cumpria os critérios essenciais – “valorização do
    espaço público no centro histórico”, “consolidação da imagem que fez da
    Baixa e da Alta um ex-libris da urbe” e a salvaguarda da diversidade e
    revitalização do comércio existente – foi pacífica, já a recomendação do
    júri de indemnizar os concorrente não mereceu a concordância do Executivo.

    No relatório, o júri sugere que a autarquia “atribua, dentro dos limites
    máximos fixados na lei, uma compensação pecuniária igual para todos os
    concorrentes, para cobrir, pelo menos parcialmente, as despesas inerentes à
    sua participação neste concurso”.

    Marcelo Nuno, vereador do PSD, considerou que este seria um sinal “de
    generosidade excessiva” para com concorrentes que sabiam, de antemão, a
    regras do concurso, sublinhando que as propostas também não foram aceitáveis
    pelo Instituto Português do Património Arquitectónico, e toda a vereação
    alinhou pelo mesmo tom.

    Os projectos apresentados contemplavam estruturas metálicas com coberturas
    em v ou redondas tipo cogumelos, um corredor subterrâneo e outros dois de
    coberturas, uma contínua e outra fragmentada.

    Vítor Baptista, do Partido Socialista, lamentou o “conformismo” de Carlos
    Encarnação. “Grave é que o presidente da Câmara nem tenha soluções. O
    presidente da Câmara não consegue ter um projecto estruturante do que se
    deve fazer”, acusou. T M

    https://jn.sapo.pt/2007/02/20/centro/juri_chumba_cobertura_baixa.html

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por José Carlos Marques

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:

    Campo Aberto – associação de defesa do ambiente

    www.campoaberto.pt
    campo-aberto.blogspot.com

    Apartado 5052
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    telefax 22 975 9592
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