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    A CAMPO ABERTO CONVIDA

    CONVERSAS NA SEDE

    Com Ricardo Brandão

    « Programa Antídoto
    »

    Sábado dia 10 de Fevereiro-15h30

    (na Sede da Campo Aberto, à rua de Santa Catarina, 730 – 2º andar)

    Ricardo M. L. Brandão

    Licenciado
    em Medicina Veterinária pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto
    Douro em 2002. Pós-graduando em Biologia da Conservação. Coordenador do
    Programa Antídoto – Portugal desde 2003. Técnico Colaborador do
    Instituto da Conservação da Natureza, prestando serviços Veterinários
    no Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens no
    Parque Natural da Serra da Estrela desde 2005. Presidente da Direcção
    da Associação ALDEIA desde 2004, Vice-Presidente da Direcção da
    Associação Palombar desde 2005 e colaborador de várias associações de
    Conservação da Natureza e Desenvolvimento Rural.

    PROGRAMA ANTÍDOTO – PORTUGAL

    Plataforma contra o uso ilegal de venenos

    O
    uso de venenos tem sido referido em várias partes do mundo como uma
    causa importante de extinções ou diminuições drásticas de algumas
    populações de animais selvagens, nomeadamente aves necrófagas. Em
    Portugal, as referências ao uso de venenos para controlo de animais
    considerados nocivos remontam ao século XIX e desde essa época que há
    relatos de vários casos de envenenamento intencional de animais e até
    de pessoas. O extermínio de populações de animais silvestres devido a
    esta prática foi em tempos incentivada pelas próprias autoridades e
    conduziu à extinção de inúmeras espécies em diversas regiões do país.
    Esses incentivos e o consequente reconhecimento público pelo sucesso
    dos envenenamentos originaram alguma documentação histórica da
    mortalidade de espécies consideradas nocivas pelas populações, como é o
    caso do Lobo Ibérico (Canis lupus signatus) ou da Águia-real (Aquila chrysaetus).

    Os
    venenos são usados principalmente para controlar os predadores das
    espécies cinegéticas e pecuárias. Estas práticas são levadas a cabo por
    caçadores e gestores de zonas de caça, ou por criadores de gado,
    respectivamente. As espécies-alvo são os cães e gatos assilvestrados,
    Lobos e mamíferos de pequeno e médio porte, como a Raposa (Vulpes vulpes) e o Sacarrabos (Herpestes ichneumon).
    Os conflitos entre caçadores, ou entre estes e as populações locais
    também têm estado na origem de inúmeros casos de envenenamento. O uso
    de venenos para controlo de roedores e aves silvestres consideradas
    prejudiciais às actividades agrícolas também continua a ser uma prática
    frequente e pouco controlada.

    A
    mortalidade de animais por envenenamento tem sido pouco estudada em
    Portugal e por essa razão é subestimada. No entanto, há vários factos
    que indiciam que o seu impacte sobre algumas espécies silvestres é
    potencialmente relevante, com particular destaque para algumas espécies
    de aves, principalmente as de hábitos necrófagos. Estas espécies são
    susceptíveis a envenenamento primário quando ingerem iscos envenenados,
    mas também secundário quando se alimentam de aves e mamíferos
    envenenados acidental ou intencionalmente. Uma vez que as substâncias
    tóxicas entrem nas cadeias alimentares, podem tomar proporções
    incontroláveis. Outro importante facto relacionado com a mortalidade de
    animais silvestres é que de uma forma geral, são atingidos os
    exemplares em melhores condições físicas e com maior potencial
    reprodutor e por isso, a dinâmica populacional pode ser gravemente
    afectada. Por essa razão, o uso de venenos é uma das maiores ameaças à
    conservação de algumas espécies silvestres.

    Para
    fazer frente a este problema, foi constituída uma plataforma de várias
    organizações publicas e privadas portuguesas, denominada Programa
    Antídoto – Portugal (www.antidoto-portugal.org).
    Esta iniciativa arrancou no nosso país em Março de 2004, após ter sido
    criada em Espanha em 1998 e os seus principais objectivos são conhecer
    os efeitos do uso ilegal de venenos, e estabelecer medidas para
    resolução de vários problemas que estão na sua origem.

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    Categorias: Eventos & Visitas

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