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    A Campo Aberto assinou recentemente este comunicado:

    CONVERGIR – Plataforma de associações cívicas do Noroeste/Norte de Portugal
    em matéria de ambiente, urbanismo e ordenamento do território

    Em nome de um modelo social e económico assente na sustentabilidade, a
    Plataforma Convergir não pode deixar de se opor à recente decisão do Grupo
    IKEA, há dias anunciada, de instalar as suas projectadas fábricas à custa da
    destruição de cerca de 50 hectares de Reserva Ecológica Nacional.

    Apesar de existirem alternativas, não estando pois em causa a viabilização
    do empreendimento, o Grupo IKEA optou por negar clamorosamente na prática as
    suas proclamadas intenções de respeitar o ambiente e a natureza nas suas
    actividades empresariais, expondo assim ao desmentido e ao ridículo a sua
    tão cuidada imagem «verde».

    Mas, obviamente, os principais responsáveis são as autoridades e
    instituições nacionais que consentiram em mais uma operação de destruição de
    áreas naturais protegidas, designadamente o Governo, a Câmara Municipal de
    Paços de Ferreira e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
    Norte.

    Mais uma vez, o Governo autorizou a que se suspenda a lei (neste caso o
    Plano Director Municipal de Paços de Ferreira, além da desanexação da REN)
    para permitir a destruição daquilo que a lei protege. Casos recentes como o
    Centro Comercial Nassica ou a Lactogal, ambos licenciados à custa da
    destruição de áreas consideráveis da Reserva Agrícola Nacional no concelho
    de Vila do Conde, juntamente com diversos outros casos semelhantes pelo
    país fora, consumados ou previstos, banalizam o recurso à excepção à lei, a
    ponto de se poder dizer que a excepção à regra se está a tornar na regra da
    excepção. Com isso, o Governo, que apregoa a necessidade de uma firme
    política de ordenamento do território, torna a lei o motor da sua própria
    subversão e o ordenamento uma simples tirada retórica.

    Não pode esquecer-se, neste contexto, a responsabilidade da Comissão de
    Coordenação /Norte que, contra toda a lógica, e ciente da oferta do
    município de Paredes de alojar as referidas fábricas em zona já
    infraestruturada e que não provocaria nova destruição de valores naturais,
    emitiu parecer favorável, atrás do qual se escuda o Governo, à desanexação
    de uma zona de protecção de cabeceiras de água e dotada de povoamentos de
    sobreiros, espécie protegida por lei. Tanto mais extraordinário quanto a
    CCDRN integra a ex-Direcção Regional do Ambiente, a quem caberia o papel
    principal na defesa dos referidos valores.

    A região Norte do País, deprimida social e economicamente em relação à média
    nacional, necessita certamente de uma resposta a essa depressão. Tal
    resposta, no entanto, sob risco de se tornar ilusória, efémera e
    contraproducente, tem que assentar firmememente nos valores da
    sustentabilidade.

    Se necessitamos de investimento e emprego, também não podemos dispensar a
    firme protecção dos solos, da biodiversidade, das paisagens e das nascentes
    das linhas de água. O Norte necessita de um modelo que aposte nos
    investimentos e no emprego que valorizem os seus recursos naturais
    fundamentais, não que promovam a sua destruição. A criação de riqueza
    económica através da destruição irreversível de riqueza natural tão ou mais
    valiosa prepara a prazo a desertificação e a pobreza para os nossos filhos e
    os nossos netos.

    A Plataforma Convergir, e designadamente as associação ALDEIA – Acção,
    Liberdade, Desenvolvimento, Educação, Investigação, Ambiente, a APRIL –
    Associação Política Regional de Intervenção Local, a Associação dos Amigos
    do Mindelo, a Associação dos Amigos do Rio Ovelha, a Campo Aberto –
    associação de defesa do ambiente, o FAPAS – Fundo de Protecção dos Animais
    Selvagens, o GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, a Liga
    Portuguesa de Profilaxia Social, o NDMALO – Núcleo de Defesa do Meio
    Ambiente de Lordelo do Ouro, o Núcleo do Porto da Quercus – Associação
    Nacional de Conservação da Natureza, e a Vento Norte – Associação de Defesa
    do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres, que subscrevem este comunicado,
    apoiam ainda em conjunto a posição recentemente tomada sobre este assunto
    pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, inclusive o
    eventual recurso a acção judicial que anule esta infracção às regras básicas
    do ordenamento do território.

    Porto, 2 de Novembro de 2006

    Para mais informações: Leonor Costa Pinto 931 620 212

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