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    Segundo o “projecto de execução das obras em curso” a que tivemos acesso por solicitação feita à Camara Municipal do Porto, ficámos a saber que afinal o estreitamento da placa central ocorre apenas na parte superior da Avenida dos Aliados. Assim sendo, não corresponde à verdade dizer-se (como o têm feito os representantes da CMP, da Metro e do IPPAR, invocando esse facto como uma espécie de “justificação”) que a destruição e a total supressão da zona ajardinada com canteiros, na placa central onde se encontram as estátuas de Henrique Moreira, se deve(u) a “razões de escala”, ou seja, ao facto de se ter que alargar os passeios e por isso se ter que estreitar a placa.
    Aqui vai ficar uma eira de pedra com assinatura, mas não se preocupem pois, como explicou o representante do IPPAR na Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura, «é uma qualificação em termos do aumento do espaço público disponível para as pessoas exercerem o seu direito de cidadania enquanto cidadãos, portanto mais possibilidade de encontro, mais possibilidade de passearem quer na placa central quer nas zonas laterais

    Dêem-lhe os nomes de qualificação, requalificação, o que quiserem. Nós chamamos-lhe destruição, demolição! E desde o início achámos que era um presente envenenado!

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    4 comentários até agora.

    1. Anonymous diz:

      Cada vez percebo menos! Pois se se vai estreitar a placa central e se tiram os jardins, quem é que vai passear ou encontrar-se com amigos numa zona reduzida, «desabrigado» no meio do trânsito? Pobres estátuas que vão ficar a olhar para tão triste cenário. O que vale é que são de pedra (como os “ilustres” do IPPAR e quejandos) e de bronze.

      É tanto o disparate, que não tem por onde se lhe pegue.

      M.R.L.

    2. Anonymous diz:

      Não há dúvida que a lingua portuguesa é muito traiçoeira, E assim nos enredam com palavras para levarem para a frente os mamarrachos que já fizeram noutros espaços. Será para bicicletas ou skates (como vemos em frente à Casa da Música) mas nunca para exercer “o direito de cidadania”.
      O”povo” junta-se expontâneamente, até à porta das fábricas falidas … Tudo isto é uma prepotência, acho que só mesmo os arquitectos em causa poderiam dar o dito por não dito e tentarem um remendo daquilo que destruíram e seria sempre um remendo. Só o vento, o sol do Verão e o lixo andarão no tal espaço! Parece uma coisa impossível, não poder travar isto.
      EP

    3. manueladlramos diz:

      “Eles” dizem o que querem, fazem o que querem e ainda lhes sobra tempo! (o que não nos sobra de todo a nós;-(
      As zonas ajardinadas vão mesmo deixar de existir apesar de “eles” afirmarem o contrário; como muito bem comenta o PVA aqui:«Que não haja dúvidas: no futuro, a executar-se este projecto, não haverá qualquer jardim na Avenida dos Aliados, pois ninguém pode honestamente confundir um alinhamento de árvores em caldeiras com um jardim. Ninguém – excepto a Metro do Porto: lê-se no art.º 156 desta peça que, “onde antes havia placa central com jardim, o projecto em apreço mantém placa central com jardim”. É preciso ter lata!»

    4. Anonymous diz:

      O sr. arquitecto Souto Mouro que é empregado da Metro quis lá saber do partimónio ou dos jardins ou coisa que o valha. O que ele quis é dar este “biscatezinho” ao seu amigo e associado e contratou-o. Este, o Sr. arqitecto Siza Vieira, que tinha visto o seu projecto afastado em 2001, fica todo contente. Vai dái o sr presidente da CMP que de cultura pouco percebe, achou que era uma boa ocasiao para mostar que nao que até se dava com com gente bem nesse campo e aceitou. o IPPAr no meio disto tudo? são todos amigalhaços. Deviam ir todos mas é para a cadeia! Não é nada disto? Não? mas parece e cada vez mais.
      Zé povinho

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