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    Manuel António Pina – no JN, 9 de Janeiro, segunda-feira

    «Enquanto no Tribunal Administrativo continuam em apreciação as providências
    cautelares apresentadas por cidadãos e associações cívicas, na Praça Humberto
    Delgado, Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade
    repetem-se as réplicas do
    devastador Terramoto do Porto de 2005. Era o que faltava ao Porto para poder
    rivalizar com Lisboa também na desgraça: um terramoto.

    Com epicentro no gabinete de arquitectura de Siza e grau 4 milhões e uns trocos na escala
    financeira da Metro, S.A., de modo a evitar os incómodos de uma avaliação do
    impacto ambiental, o Terramoto do Porto já dura há quase um ano (o de Lisboa só
    durou uns minutos…).

    Velentim Loureiro/Oliveira Marques (Metro, S.A.), Rui Rio (Câmara), Elíso
    Summavielle/Lino Dias (IPPAR) e Siza Vieira /Souto Moura, mesmo sem os recursos
    de que dispôs a Divina Providência há 300 anos em Lisboa, conseguiram, com pouco
    mais do que meia dúzia de retroescavadoras e meia dúzia de violações da lei,
    “mais do que prometia a força humana”: o coração histórico do Porto, esventrado
    e mutilado, já mal bate
    . Se os portuenses fossem agradecidos, deveriam pôr o
    nome dos sete magníficos aos “Champs Elysées” à moda do Porto que Siza imaginou
    para “recuperar a ordem perdida” do centro da cidade…»

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    2 comentários até agora.

    1. Anonymous diz:

      Até nisso os lisboetas tiveram mais sorte: tiveram o Marquês de Pombal. Nós, além de uma catástrofe «provocada», estamos longe, muito longe de termos um Marquês de Pombal. Triste sina a dos que têm de suportar a incultura. Não só nos arranjam mamarrachos pagos a peso d’ouro, mas ainda por cima arrasam o que há de bom. É angustiante… Se mesmo a grande distância isto «mexe connosco», imagino para quem o sente de perto todos os dias!

      Nunca me cansarei de agradecer a sua luta, Manuela, em meu nome e em nome de todos aqueles que sofrem com a situação mas que já não têm voz para gritar a sua angústia.

      M.R.L., Toronto, Canadá

    2. manueladlramos diz:

      Carissima MRL – obrigada pelos seus comentarios mas queria veementemente aqui deixar de novo referido que a luta NÃO é minha o que é por demais evidente! Eu apenas sou um os editores do blogue cujo conteúdo resulta do empenho de TODOS (MRL inclusive 😉 os que têm dado um pouco do seu tempo a esta causa! E não são poucos! Abraço

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