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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2005

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    Para os textos integrais das notícias consultar as ligações
    indicadas.

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    1. PORTO: Câmara recorreu a empresa privada

    prémio STAL fala em violação da greve e vereador do Ambiente diz que a
    operação, que se iniciou anteontem, é legal
    Os camiões de uma empresa privada fizeram, anteontem, recolha de lixo
    acumulado nas ruas do Porto. O vereador do Ambiente da Câmara portuense,
    Álvaro Castello Branco, confirmou a contratação do serviço para normalizar a
    situação.
    Após a Comissão de Trabalhadores da autarquia ter considerado a atitude
    “provocatória e intimidatória”, foi ontem a vez do Sindicato dos
    Trabalhadores deAdministração Local (STAL) de fazer críticas ao recurso do
    Município a privados. Para o sindicalista João Avelino, a Câmara está a
    violar a lei da greve e admite agir judicialmente. “Constitui má fé da
    autarquia ter chamado empresas privadas para fazer recolha de lixo em zonas
    não concessionadas”, acusou o dirigente sindical, lembrando que, na
    madrugada de anteontem, viu um camião da Suma a fazer recolha de resíduos
    nas Antas.
    Críticas rejeitadas pelo vereador do Ambiente. “A posição dos sindicatos é
    mais um acto do circo que montaram em torno desta questão”, considera Álvaro
    Castello Branco, certo da legalidade da contratação da empresa privada. O
    autarca explica que o pré-aviso de greve é para os passados dias 25 e 26 e
    para o dia 1 de Janeiro.
    Carla Sofia Luz

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/grande_porto/camara_recorreu_a_empresa_privada.html

    Câmara de Lisboa também paga subsídio aos lixeiros – Em Lisboa, os
    cantoneiros que desempenham tarefas que os obrigam a lidar directamente com
    resíduos – serão entre 700 e 800 – recebem, desde 1987, um subsídio de
    «insalubridade, penosidade e risco», aplicável em três escalões. Quem
    trabalha no período nocturno, entre as 20 e as 7 horas, recebe ainda um
    extra de 25% por hora sobre o ordenado-base.

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/grande_porto/dois_subsidios_para_cantoneiros.html

    Câmara acusada de violar a lei

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=1ed034acd511580d0f335e73df1a98d8

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    2. VNGaia : Câmara quer casas sociais no Centro Histórico

    O vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, Marco António Costa, desafiou
    o presidente do Instituto Nacional de Habitação, José Teixeira Monteiro, a
    criar condições legais para a implantação de habitação social no Centro
    Histórico do concelho.
    “No sentido de não desertificar o Centro Histórico, que vale acima de tudo
    pelas suas gentes, seria de importância máxima derrubar barreiras legais que
    actualmente impedem formas de apoio habitacional neste meio”, explica a
    autarquia, em comunicado.
    O documento explicita que a proposta de Marco António Costa foi feita
    durante a cerimónia de assinatura de contratos-promessa entre a Câmara e o
    Instituto Nacional de Habitação, referentes à construção de 307 fogos em
    três freguesias Canidelo, Avintes e Arcozelo. Centenas de habitações já
    concluídas, mas que não podiam ser entregues, uma vez que faltava o aval do
    Governo para o seu financiamento e, como tal, para efectuar o pagamento aos
    empreiteiros.
    “Percorremos uma via sacra institucional, por entre ministérios, secretarias
    de Estado e tribunais para a materialização do projecto destes 307 novos
    fogos de habitação social”, desabafou Marco António Costa, citado no
    comunicado da Câmara de Gaia.

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/grande_porto/camara_quer_casas_sociais_centro_his.html

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    3. área metropolitana do porto : Intervir na estrada

    reunião Junta Metropolitana debate, hoje, o projecto de reabilitação da
    Circunvalação Rio indicou nome para cargo de administrador executivo
    A Junta Metropolitana do Porto discute, hoje, a reabilitação urbana da
    Estrada da Circunvalação. Um projecto que representará um “tubo de ensaio”
    para outras realizações de cariz metropolitano e uma forma de revitalizar o
    próprio organismo. “A Junta Metropolitana credibiliza-se com trabalho”,
    sustentou, ao JN, fonte daquela instituição.
    A requalificação da Estrada da Circunvalação – que passa em quatro concelhos
    (Porto, Matosinhos, Maia, Gondomar) – servirá de modelo para futuras
    intervenções intermunicipais. Há anos que são prometidas obras na artéria,
    de forma a torná-la numa via mais urbana. O facto é que o projecto nunca
    teve concretização.
    Hugo Silva

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/grande_porto/intervir_estrada.html

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    4. OPINIÃO. Av Aliados: Civilização da Baixa
    por hélder pacheco professor e escritor

    A Avenida é hoje espelho de meio século de políticas de dessarumação do
    centro do Porto
    fernando timóteo
    “O que está em causa não é só reinventar a Avenida, é falsificá-la”
    Apartir de meados do século XIX, no espaço compreendido entre a Trindade,
    Bolhão, Batalha, Carmo e, obviamente, a Praça Nova, o Porto desenvolveu a
    sua mais brilhante centralidade. A maior, a melhor e, diria, a única, porque
    as demais são arremedos ou provincianismos suburbanos. A ela estão ligados
    factos subjectivos como as personalidades literárias, artísticas,
    científicas e jornalísticas que frequentaram a Baixa (entre muitos, os
    escritores e poetas Camilo, Alberto Pimentel, Júlio Dinis, Soares de Passos,
    Arnaldo Gama, Teixeira de Pascoaes, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão, os
    filósofos Leonardo Coimbra, Sampaio Bruno, Amorim Viana e Basílio Teles), e
    factos objectivos encarnados pelos próprios lugares onde uma concepção
    própria de cultura, requinte e lazer se de-senvolveu.
    Tais lugares são, por exemplo, os botequins e cafés, onde o Porto boémio,
    noctívago e bem-pensante se reunia. Alguns ficariam famosos, como o
    Guichard. Os cafés da Baixa constituíram verdadeira universidade, além de
    preencher os ócios portuenses em redor das mesas da bebida, ou nos jogos
    como as damas, o xadrez e o bilhar e outros.
    Outro factor relevante do brilhantismo da Baixa foram os teatros (como o
    Baquet, o Príncipe Real, o S. João e o Sá da Bandeira) e cinemas (como o
    Olímpia, o Batalha, o Águia d’Ouro, o Trindade, o Rivoli e o Coliseu). Pelos
    seus palcos passavam os mais famosos actores e nos seus ecrãs se estreavam
    as novidades do cinema de aquém e além-fronteiras. E havia restaurantes de
    renome e prestígio inexcedíveis pela cozinha que os distinguia, hotéis e
    pensões onde se aboletavam figuras ilustres e viajantes vindos ao Porto. E
    livrarias que editavam o melhor da literatura portuguesa. Além de lojas do
    comércio sempre à procura da última moda e atractivas em matéria de requinte
    arquitectónico. Quiosques e tabacarias, casas bancárias e a gare ferroviária
    de S. Bento, onde desaguava o universo e o Porto se ligava ao mundo (“…o
    célebre Lino, da Casa Lino junto aos Lóios (…) já contava 34 idas a Paris
    e uma a Lisboa.”, Rúben A.).
    Esta civilização da Baixa, muito diferente do Porto rural, operário e
    piscatório de outras freguesias, era ainda caracterizada por personalidades
    cuja presença se distinguia boémios, actores, coristas, caixeiros,
    professores, cauteleiros, ardinas, vendedores ambulantes de flores,
    cautelas, gravatas, sorvetes e capilés, que enchiam as ruas de humanidade.
    Acompanhando esta permanente actividade, os transportes públicos –
    carruagens, americanos, eléctricos, autocarros, troleys, segundo a ordem do
    seu aparecimento – faziam da Baixa o centro nuclear de um eixo que irradiava
    em todas as direcções. E, como pano de fundo, nas artérias em torno da Praça
    (Sá da Bandeira, Almada, 31 de Janeiro, Clérigos) encontra-se alguma da mais
    notável arquitectura civil dos séculos XIX e XX, que as transformam em
    mostruário do espírito cívico portuense.

    De tal espírito é paradigma a Avenida dos Aliados que, construída no
    território do antigo Bairro do Laranjal, coroou, na vigência da I República,
    o ciclo da modernização do centro do burgo, afirmando a cultura urbana e a
    vida social da cidade ao longo dos últimos cem anos. É evidente que o brilho
    do cosmopolitismo da Avenida se foi, lentamente, desvanecendo.
    Particularmente no último quarto de século, o seu ambiente animado e
    rutilante de cafés, sedes de jornais e de empresas, um prestigiadíssimo
    hospital, escritórios e até habitações, foi-se transformando em fantasma de
    si próprio, terra-de-ninguém e, quando não, abandono e desolação. A Avenida
    é, hoje, o espelho de meio século de políticas de desarrumação do centro,
    que conduziram à decadência da Baixa.
    No entanto, se um vasto programa de revitalização e reabilitação deste
    espaço magistral e carismático se impõe como inadiável, nada justifica que
    se desfigure o que ainda resta do espírito do lugar – jardins, passeios e
    árvores, os seus atributos. A herança do Porto 2001, de alterar o chão e
    deixar o resto ao abandono, parece ter firmado raízes.

    Requalificar o espaço da Avenida? Fazer regressar os bonitos candeeiros de
    ferro que foram substituídos pelos horrorosos postes de rotundas? Restituir
    à Praça a dignidade da sua placa central que, aos poucos, passou a uma nesga
    ovóide e vergonhosa? Acabar com as patológicas travessias de peões e
    resgatar a Praça para as pessoas? Substituir o túnel dos Congregados,
    retrato de uma sociedade que despreza os direitos dos deficientes à
    mobilidade? Acabar com o estacionamento selvagem de automóveis, e de
    autocarros a fazer horas? Transformar o espaço em redor da estátua de
    Garrett num sítio aprazível, com bancos (mas não de pedra), lagos, etc.? E
    mais coisas positivas? Sim, totalmente de acordo. Agora que requalificadores
    promovidos a proprietários da História, em nome da transformação, abastardem
    as nossas referências e trapaceiem os nossos símbolos é um exercício absurdo
    de agressão à cidade. Com o visto do IPPAR! E o pior ainda está para vir,
    quando os requalificadores impuseram que das Cardosas à Câmara é Praça e
    tudo seja liberdade! E morra, de vez, a Avenida. É preciso ter desaforo!
    Os pós-modernos devem aplaudir. Os apreciadores da modernização a martelo
    também. Por mim, que já vivi, vi e suportei muitas ofensas, direi, como meu
    pai, lojista honrado da Baixa do Porto, que estas coisas me revoltam as
    entranhas. Porque, afinal, o que está em causa não é só reinventar a
    Avenida, é falsificá-la.

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/grande_porto/civilizacao_baixa.html

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    5. Viana do Castelo : Passagens de nível vão ser todas eliminadas para o ano
    Acordo firmado entre a Câmara e a REFER prevê a criação de 14 ligações
    desniveladas no concelho Empreitada na freguesia de Darque devem arrancar
    até Março
    Até ao final do próximo ano deverão ser eliminadas todas as passagens de
    nível existentes no concelho. A garantia foi dada à Câmara de Viana do
    Castelo pela REFER, empresa que promove, a partir do próximo mês, a abertura
    de diversos concursos públicos para a realização das obras, que contemplam o
    fecho de 24 travessias, com e sem guarda.
    Luís Henrique Oliveira

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/minho/passagens_nivel_ser_todas_eliminadas.html

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    6. Arcos de Valdevez : Construção de açude terá impacto negativo

    A construção de um açude com quatro metros de altura, no rio Vez, em Arcos
    de Valdevez, é um projecto “de interesse nacional”, que terá impactos
    negativos apenas na fase de construção, revela o estudo de impacto
    ambiental. A empresa Hidrocentrais Reunidas pretende construí-lo para a
    produção de energia eléctrica, encontrando-se o estudo de impacto ambiental
    em consulta pública até 23 de Janeiro.
    De acordo com o estudo, o empreendimento hidroeléctrico está previsto para a
    freguesia de Sistelo, sendo a potência do grupo gerador de 10 MVA (unidade
    de medida de potência). Além do açude, o empreendimento compreende uma
    câmara de carga e um edifício central, onde ficarão a turbina, o gerador e
    os quadros de comando. Engloba ainda uma conduta de derivação e uma conduta
    forçada.

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/minho/construcao_acude_tera_impacto_negati.html

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    7. Caminha : Portinho assoreado

    protestos Pescadores e autarquia de Vila Praia de Âncora reclamam
    intervenção Capitania não encontra justificação para interditar circulação
    Luís Almeida

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/minho/portinho_assoreado.html

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    8. Braga : Câmara abate árvores consideradas perigosas

    A Divisão de Jardins e Espaços Verdes da Câmara de Braga abateu, anteontem,
    sete choupos e dois plátanos, considerados uma ameaça para a segurança
    pública devido ao mau estado em que se encontravam.
    Ao que parece, parte das árvores, localizadas numa encosta da variante de
    Real já estariam, inclusivamente, mortas. A autarquia aproveitou para
    relembrar que, desde há três anos, foi iniciada a eliminação de choupos de
    todo o contexto urbano, cumprindo orientações médicas.
    O abate dos exemplares, com mais de duas décadas, acabou por ser, justificou
    a edilidade, mais um passo daquele processo.
    Segundo o Gabinete da Presidência, a operação – supervisionada por seis
    agentes da Polícia Municipal, que fizeram cumprir o perímetro de segurança –
    será concluída hoje e culminará na substituição dos exemplares por uns menos
    imponentes liquidâmbares, mais conhecida por árvore do âmbar, pela sua
    tonalidade.

    A eliminação dos choupos, que, segundo a mesma fonte, terão uma substância
    considerada inconveniente para a saúde pública, por potenciar alergias,
    continuará por toda a cidade.
    Outra razão está a ser tida em conta para o abate lento de árvores com
    décadas de existência “Tendo em conta as características da raiz desta
    árvore, com forte impacto à superfície, ela revela-se perniciosa para o
    espaço urbano onde se encontra implantada, com a destruição rápida dos
    passeios”, esclarece-se ainda. Em causa está o abate de sete choupos e dois
    plátanos e a sua imediata substituição por outros tantos exemplares da
    espécie “liquidâmbar styraciflua”, trabalhos que foram iniciados anteontem e
    estarão concluídos hoje.
    O abate dos sete choupos e dois plátanos prende-se ainda com o seu mau
    estado de saúde, o que os levava a constituir uma ameaça para a segurança
    pública. Já a “árvore do âmbar” (“liquidâmbar styraciflua”), trata-se de uma
    espécie ornamental, que facilmente atinge os 15 metros de altura. Denisa
    Sousa

    https://jn.sapo.pt/2005/12/29/minho/camara_abate_arvores_consideradas_pe.html

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    9. Porto Vivo cria nova centralidade na zona das Cardosas

    Promete ser mais um pólo de atracção da Baixa do Porto: um hotel de charme,
    habitações modernas, espaços comerciais e uma nova praça interior farão
    renascer o «novo» Quarteirão das Cardosas. Mas o processo será moroso. Obras
    só para 2007 e a conclusão só dois anos depois.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=a919effea35ce7d8325ba06cfcb3001e

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    10. Volume de água no Douro regressa à normalidade

    Os volumes de água armazenados nas principais albufeiras do País subiram
    ligeiramente na primeira quinzena de Dezembro, com destaque para a bacia do
    Douro, que teve um aumento significativo e começa a aproximar-se da média.
    Todavia, a situação de seca com intensidade fraca a moderada mantém-se em 83
    por cento do território.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=6714c853ae2fe627c75633f38feaaa31

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    11. Quinta de Vila Nova de Gaia está abandonada desde o 25 de Abril

    Casa do século XVII classificada pelo Ippar
    A Quinta do Conde, localizada em Vila Nova de Gaia, poderá ser salva da
    ruína total. Está em curso um processo de classificação do edifício barroco,
    que poderá ter múltiplas utilizações culturais e turísticas.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=fa53302515e2a8842dc96d23817c20dd

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    12. AM preocupada com reestruturação da STCP

    A AM do Porto decidiu ontem enviar à secretária de Estado dos Transportes,
    Junta Metropolitana do Porto e Conselho de Administração da STCP um
    documento de recomendação, aprovado com apenas oito abstenções, que denota
    uma preocupação quanto ao projecto de reestruturação daquela empresa de
    transportes públicos. O documento refere que a STCP deverá ter em
    consideração as zonas que, no âmbito da reestruturação, fiquem sem
    transportes alternativos e recomenda mesmo que o projecto seja suspenso
    nesses mesmos locais até que o executivo camarário se pronuncie sobre o
    assunto. O presidente da Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro, Alberto
    Lima, aproveitou para sugerir que nesses locais sejam colocados mini-bus,
    sustentando que para uma zona da sua freguesia já obteve essa garantia da
    STCP.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=edc67bb272be3bbbfd66abee3fc82fc7

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    13. Porto: Dois pavilhões gimnodesportivos

    Durante o ano de 2006, a Câmara do Porto conta iniciar a construção de dois
    pavilhões gimnodesportivos junto às Escolas Irene Lisboa e do Viso que
    estarão concluídos em 2007. Os projectos fazem parte de um acordo celebrado
    com a DREN e que previa a edificação de cinco pavilhões, três deles já
    executados. Também no próximo ano, o viaduto da Prelada, que Rui Rio diz ter
    sido a sua “única promessa eleitoral”, será alvo de uma intervenção que
    terminará em 2007. O presidente da autarquia disse ontem na AM que dentro de
    no máximo dois meses o projecto começará a ser elaborado. Saliente-se ainda
    que na sessão ordinária de ontem a AM aprovou as remunerações dos membros
    dos Conselhos de Administração das empresas municipais.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=3df497c33d063bdab6bcdcc7c8b6c380

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    Acima apresentam-se sumários ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico ou ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal
    de Notícias e de O Primeiro de Janeiro (e ocasionalmente de outros
    jornais ou fontes de informação).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e
    está aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu
    âmbito específico são as questões urbanísticas e ambientais do
    Noroeste, basicamente entre o Vouga e o Minho.

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    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

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