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    in JornalismoPortoNet (Ana Correia Costa)
    «O projecto de requalificação dos arquitectos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura para a zona dos Aliados, no Porto, vai começar a ser executado entre segunda e terça-feira, garantiu hoje, quinta-feira, fonte da Metro do Porto ao JPN
    (…)
    Siza Vieira desvaloriza os protestos dos cidadãos dizendo que “não se pode agradar a todos”. “A constestação que vi no sábado foram 30 pessoas”, disse o arquitecto ao JPN a propósito da manifestação do passado sábado contra o projecto de que é co-autor.
    (…)
    Siza Vieira não exclui a hipótese de os dois arquitectos explicarem o projecto aos portuenses, mas afirma que tal só deverá acontecer “perante um convite do presidente da Câmara e da Metro”. O arquitecto esclarece ainda que até ao momento não foram contactados nesse sentido.»
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    2 comentários até agora.

    1. Teófilo M. diz:

      O Siza Vieira viu as 30 pessoas, mas não conhece as 7.000 assinaturas!

      Interessante esta desvalorização, por parte de quem não deve ter medo de explicar o que faz, porque faz e qual a ideia que o move.

      Depois, aquela de só com convite do sr. presidenta da Câmara, cheira-me a jogo do empurra.

      A nódoa cai no mais alvo pano.

    2. Anonymous diz:

      Não sei porque continuam a afirmar que foram apenas 30 as pessoas que estiveram nesta reunião quando no próprio Publico- em notícia de última hora se escreveu que estiveram cerca de 200 pessoas, como se pode ler aqui:
      «Última Hora – Local – Grande Porto 2005-11-12 – 17h08:00
      Manifestação para contestar criação de pavimento em lajes de granito cinzento
      Porto: duzentas pessoas em protesto contra requalificação da Avenida dos Aliados
      Pelo menos duzentas pessoas protestaram hoje contra o projecto de requalificação da Avenida dos Aliados, no Porto, da autoria dos arquitectos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura, a cargo da Metro do Porto.

      Organizada pelas associações ambientalistas Campo Aberto, APRIL e ARPPA e por grupos de cidadãos que intervêm na Internet através de blogues e grupos de discussão, em defesa da preservação da identidade do Porto, a manifestação decorreu na Praça da Liberdade e Avenida dos Aliados para reclamar que o projecto não seja executado como está previsto.

      Os manifestantes, entre estes o músico Rui Reininho, o geógrafo Rio Fernandes e o arquitecto Fernando Lanhas, opõem-se à eliminação dos canteiros e da calçada portuguesa, em calcário branco e preto, e à sua substituição por uma fonte e por um pavimento em lajes de granito cinzento.

      Paulo Araújo, da Campo Aberto, considera que o objectivo do projecto foi demonstrar à Câmara e à Metro do Porto a indignação dos portuenses e exigir o respeito pela legislação, que obriga a abertura de uma discussão pública.

      O ambientalista recordou que já quase sete mil pessoas subscreveram abaixo-assinados contra o projecto de requalificação da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade. “Pode haver até quem goste, mas vai ficar pior, porque ficará uma praça pouco convidativa para que as pessoas lá circulem”, defendeu Paulo Araújo, salientando que a praça central vai ficar mais pequena e o trânsito mais ruidoso, com a substituição do alcatrão pelo paralelepípedo.

      Para os manifestantes, houve por parte dos dois conceituados arquitectos da chamada “Escola do Porto” uma “grande falta de humildade e uma tentativa de impor uma estética pessoal à cidade”.

      O ambientalista alertou para o facto de o granito reter muito mais o calor do que o calcário, o que fará com que, no Verão, as pessoas se afastem da praça, onde já não terão também a frescura da relva e das flores dos antigos canteiros.

      O início das obras, a cargo da Metro do Porto, está previsto para os próximos dias, devendo prolongar-se por cinco meses e custar cerca de 4,8 milhões de euros.

      Ao contrário do que Siza Vieira inicialmente projectou, a estátua equestre de D. Pedro IV vai manter-se na mesma posição, no centro da Praça da Liberdade, estando prevista a transferência da calçada portuguesa para a Rua Sampaio Bruno.»

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