İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

windows 10 pro office 2019 pro office 365 pro windows 10 home windows 10 enterprise office 2019 home and business office 2016 pro windows 10 education visio 2019 microsoft project 2019 microsoft project 2016 visio professional 2016 windows server 2012 windows server 2016 windows server 2019 Betriebssysteme office software windows server https://softhier.com/ instagram takipçi instagram beğeni instagram görüntüleme instagram otomatik beğeni facebook beğeni facebook sayfa beğenisi facebook takipçi twitter takipçi twitter beğeni twitter retweet youtube izlenme youtube abone instagram

    Os protestos públicos das
    associações e de quase 7000 peticionários parecem não estar a surtir o efeito
    desejado junto das entidades oficiais, em particular da Câmara Municipal do
    Porto e da Metro do Porto. Não há efectivamente uma boa forma de descrever esta
    posição autoritária de desprezo por todos aqueles que, legitimamente, procuram
    defender o património e memória de uma cidade que também consideram sua. Esta
    atitude arrogante é tanto mais incompreensível quanto o direito à participação
    em matérias de interesse público está legalmente consagrado para intervenções
    que influenciam significativamente as condições de vida da população. Acresce
    que o conjunto urbano formado pela Praça Humberto Delgado, Avenida dos Aliados
    e Praça da Liberdade se encontra desde 1993 em vias de classificação pelo IPPAR
    – o que, só por si, demonstra como o espaço faz parte da memória colectiva da
    cidade e merece ser preservado e recuperado.

    O que torna o caso mais aberrante
    é ainda o facto deste tipo de comportamento já ter sido repudiado noutras
    ocasiões pelo actual Presidente da Câmara Municipal do Porto. O Dr. Rui Rio tem
    vindo a defender, e bem, a necessidade de transparência, a gestão escrupulosa
    dos dinheiros públicos e a defesa do património. Contudo, a intervenção na
    Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade vai no sentido inverso e nem mesmo os
    protestos públicos provocaram uma correcção das falhas detectadas. As entidades
    oficiais optaram por um autismo consciente.

    Ainda assim, as associações
    irão tentar dialogar, novamente, com a Câmara Municipal do Porto, com a Metro
    do Porto e com o IPPAR, numa derradeira “ofensiva diplomática”. Gostaríamos que
    estas entidades estivessem dispostas a lançar um concurso de ideias para a
    recuperação da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade tendo como objectivo
    principal recuperar e melhorar os seus jardins e calçada de acordo com a traça
    original, aumentando o espaço dedicado ao peão e eliminando as barreiras à
    mobilidade. Queremos que a Baixa seja um espaço vivo, com cor, onde dê gosto
    passear. Já basta de praças inóspitas, cinzentas e desprovidas de imaginação!

    Fazer cidade não pode ser
    sinónimo de aplicar uma qualquer fórmula matemática ou padrão geométrico um
    pouco por todo o lado, sem atender à história e ao carácter dos lugares; é,
    pelo contrário, planear com criatividade e participação. O cidadão é
    simultaneamente o seu objecto e objectivo. A cidade nasce do encontro das pessoas,
    do seu trabalho em conjunto – é mesmo das maiores realizações da sociedade!
    Ignorá-las é, por isso mesmo, promover o seu desmembramento.

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Deixar comentário