İzmir escort » İzmir eskort bayan » Vip Escorts beydağ escort bornova escort buca escort çeşme escort seferihisar escort beylikdüzü escort avrupa yakası escort mecidiyeköy escort beşiktaş escort Escort Paris porn tube porno porn porno amateur

windows 10 pro office 2019 pro office 365 pro windows 10 home windows 10 enterprise office 2019 home and business office 2016 pro windows 10 education visio 2019 microsoft project 2019 microsoft project 2016 visio professional 2016 windows server 2012 windows server 2016 windows server 2019 Betriebssysteme office software windows server https://softhier.com/ instagram takipçi instagram beğeni instagram görüntüleme instagram otomatik beğeni facebook beğeni facebook sayfa beğenisi facebook takipçi twitter takipçi twitter beğeni twitter retweet youtube izlenme youtube abone instagram

    Capítulo I – Âmbito e Objectivos


    Artigo 1º

    ‘CAMPO ABERTO – Associação de Defesa do Ambiente’ é uma Associação sem fins lucrativos, de duração ilimitada, com personalidade jurídica, que visa, exclusivamente, a defesa e valorização do ambiente, do património natural e construído e a conservação da Natureza.

    Artigo 2º

    ‘CAMPO ABERTO – Associação de Defesa do Ambiente’ tem sede na Rua Camilo Castelo Branco, nº 70 – 52, Alto da Maia, 4425-037 Águas Santas, concelho da Maia.

    Artigo 3º

    A Associação é apartidária e rege-se por critérios de total independência e autonomia no domínio político, religioso, filosófico e económico, pautando-se por uma atitude pluralista e aberta no domínio das ideias e convicções.

    Artigo 4º

    O objecto da Associação é a defesa de ambiente e conservação da Natureza, sendo dada especial ênfase à identificação de ameaças graves e de maiores consequências, à promoção do estudo e difusão de correntes de pensamento que contribuam para uma perspectiva ecológica, à busca de alternativas às tecnologias poluentes, à promoção de projectos de desenvolvimento sustentável e de revalorização dos espaços urbanos e rurais utilizando-se alternativas tecnológicas e sociais de baixo impacto para o ambiente.

    Artigo 5º

    Para concretizar os seus objectivos, a ‘CAMPO ABERTO – Associação de Defesa do Ambiente’ propõe-se:

    1. Promover o interesse pelos problemas urbanísticos, de uma perspectiva ambiental e de desenvolvimento sustentável e de baixo impacto, inclusive no contexto das zonas urbanas onde estiver sediada a associação ou onde residirem associados seus;
    2. Contribuir para identificar as ameaças mais graves e de maiores consequências a longo prazo para a natureza e o ambiente, para as analisar e combater;
    3. Contribuir para suscitar o gosto pelas actividades e profissões de ar livre e o sentido da conexão entre saúde pessoal e saúde do ambiente;
    4. Promover o estudo e difusão das correntes de pensamento que mais têm contribuído para suscitar atitudes que visam a diminuição dos impactos negativos da tecnologia e da sociedade sobre o ambiente;
    5. Inventariar e estudar alternativas às tecnologias de elevado impacto sobre o ambiente e promover o interesse teórico e prático por essas alternativas;
    6. Promover o interesse pela análise das incidências construtivas e destrutivas que diferentes formas sociais podem exercer sobre o ambiente;
    7. Promover o interesse pela revalorização das regiões rurais, encaradas como espaços privilegiados de ensaio e concretização de alternativas tecnológicas e sociais de baixo impacto sobre o ambiente.

    Artigo 6º

    Para a prossecução do seu objecto, a Associação recorrerá, entre outros, aos seguintes meios:

    1. Realização de conferências, colóquios, seminários, cursos e outras acções de formação;
    2. Edição de publicações periódicas e não periódicas, elaboração de materiais didácticos formativos ou informativos em diversos suportes, incluindo na Internet;
    3. Criação e manutenção de um centro de documentação sobre as matérias abrangidas no objectivo da Associação;
    4. Realização de experiências concretas que ofereçam alternativas às ameaças ambientais identificadas e apoio
      a iniciativas surgidas com idêntico propósito;
    5. Cooperação com associações e instituições congéneres para a prossecução de objectivos comuns.


    Capítulo II – Dos sócios


    Artigo 7º

    Podem ser sócios os indivíduos ou instituições que aceitem o âmbito e objectivos da Associação.

    Artigo 8º

    As propostas de admissão de sócio, assinadas pelo próprio ou seu representante, são consideradas automaticamente aceites caso a Direcção não notifique recusa no prazo de três meses. De eventual recusa de admissão caberá recurso à Assembleia Geral, no prazo de três meses.

    Artigo 9º

    São direitos dos sócios:

    a) tomar parte na Assembleia Geral e participar nos demais actos de funcionamento da Associação;

    b) ser eleito para os órgãos sociais;

    c) utilizar os produtos e serviços criados pela Associação, de acordo com as respectivas condições ou regulamentos;

    d) recorrer das decisões que considere contrárias aos estatutos e das sanções que eventualmente lhe forem aplicadas;

    e) apresentar sugestões, solicitar informações e esclarecimentos sobre o funcionamento da Associação;

    f) examinar a escrita e demais documentação;

    g) eleger os órgãos sociais, se for um sócio admitido há mais de três meses.

    Artigo 10º

    São deveres do sócio:

    a) cumprir os estatutos e regulamentos da Associação e respeitar o seu objectivo, contribuindo para a sua concretização;

    b) participar na vida da associação e sua gestão administrativa;

    c) efectuar pontualmente os pagamentos a que esteja obrigado, nomeadamente as quotas.

    Artigo 11º

    Perde automaticamente todos os direitos o sócio que estiver mais de um ano com a quota em débito, enquanto o respectivo pagamento não for regularizado.

    Artigo 12º

    Pode perder a qualidade de sócio aquele que tiver a quota em débito há mais de dois anos ou aquele que, através da sua actuação, contrarie os objectivos da Associação.

    Artigo 13º

    As sanções disciplinares e expulsões são aplicadas pela Direcção, sendo assegurada ao sócio em causa a possibilidade de apresentar a sua defesa. Todas as sanções e expulsões deverão ser confirmadas ou infirmadas pela Assembleia
    Geral seguinte, que deverá igualmente decidir de qualquer recurso que lhe seja entretanto apresentado.


    Capítulo III – Dos órgãos


    Artigo 14º

    Os órgãos da Associação são a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal. São eleitos em Assembleia Geral, tendo o respectivo mandato a duração de dois anos, e podem ser destituídos pela Assembleia Geral da qual emanam quando expressamente convocada para o efeito.

    Artigo 15º

    A Assembleia Geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos seus direitos.

    Artigo 16º

    A Mesa da Assembleia Geral é composta por um Presidente, um Primeiro Secretário e um Segundo Secretário.

    Artigo 17º

    Compete ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral dirigir os trabalhos, redigir e assinar as actas, dar posse aos membros dos corpos sociais nos oito dias subsequentes à sua eleição e exercer as demais funções que pelos estatutos, pelo regulamento e pela Lei lhe sejam permitidas, sendo coadjuvado nestes trabalhos pelos outros membros da Mesa da Assembleia Geral.

    Artigo 18º

    1 – As competências da Assembleia Geral, as suas reuniões, convocação e regimento serão fixados em regulamento
    interno, sem prejuízo das competências referidas no nº 2 do artigo 172º do Código Civil, que são da exclusiva
    competência da Assembleia Geral.

    2 – A Assembleia Geral será convocada nos termos e prazos dos artigos 173º e 174º do Código Civil.

    Artigo 19º

    A Direcção é composta por um Presidente, um ou dois Vice-Presidentes, um Tesoureiro, um Secretário e um a sete vogais, sendo o total de elementos em número de cinco, sete, nove ou onze. À Direcção compete-lhe dirigir, coordenar e orientar o trabalho geral da Associação.

    Artigo 20º

    A Direcção fixará os pormenores do seu funcionamento, devendo reunir no mínimo três vezes por ano.

    Artigo 21º

    Ao Presidente da Direcção compete:

    a) convocar as reuniões ordinárias e extraordinárias e dirigir os respectivos trabalhos;

    b) representar a Direcção perante a Assembleia Geral;

    c) representar a Associação em Juízo e fora dele.

    Artigo 22º

    O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente e dois Vogais, competindo-lhe fiscalizar a actividade financeira da associação, dar parecer sobre o relatório e contas a submeter à Assembleia Geral, acompanhar o trabalho da Direcção e exercer todas as demais funções consignadas na Lei e nos Estatutos, sendo as suas reuniões convocadas pelo seu Presidente, por sua iniciativa, ou a pedido da Direcção ou do Presidente da Assembleia Geral.


    Capítulo IV – Outras disposições


    Artigo 23º

    1 – A dissolução da Associação só pode ser decidida em Assembleia Geral expressamente convocada para o efeito,
    com um mínimo de três meses de antecedência, sendo exigida, para a dissolução, o voto favorável de três quartos de todos os associados.

    2 – No restante, a Assembleia Geral deliberará e funcionará nos termos legais previstos nomeadamente no artigo 175º do Código Civil.

    Artigo 24º

    As dúvidas de interpretação e aplicação dos Estatutos bem como os casos omissos serão resolvidos de acordo
    com os regulamentos internos e com a legislação geral.

    Imprimir esta página Imprimir esta página

    Categorias: Iniciativas

    Um comentário até agora.

    1. Alberto LOPES diz:

      Caros amigos do ambiente,
      quero pedir-vos uma parceria neste dominio. Ja criei uma associação neste dominio “Associação pela difesa do ambiente” designadamente ” NÔ AMBIENTE I NÔ SAUDE” o que quer dier: o nosso ambiente é a nossa saude. que està em curso de legalisação.
      Estando na mesma luta, espero que de maõs dadas sencibilizaremos o mundo.
      Por enquanto escrevan para min neste email depois transmitir-vos-ei o email da associação, que pelo consenço serà criada brevement.

      o Presidente
      Eng. Alberto LOPES

    Deixar comentário