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    A Crónica do arquitecto Manuel Correia Fernandes no Jornal de Notícias
    «Dois edifícios notáveis a meio dos Aliados o de “O Comércio do Porto” e o da CGD
    (…)
    O espaço em que a Avenida se insere, inclui, ainda, duas praças (a da Liberdade e a de Humberto Delgado), foi concebido nos primeiros anos da República como um espaço nobre e representativo da cidade dos novos tempos, como se de um único “edifício” se tratasse. Por isso, entre muitos outros detalhes de que, em geral, todos os edifícios são feitos (e não é este o momento de os referir em pormenor), foi criada uma regra para as edificações que ali haveriam de levantar-se. Ora, entre essas regras, estava, por exemplo, a exigência de que todos os edifícios que ocupassem gavetos – e é o caso destes dois -, deveriam assinalar esse mesmo facto, construindo na confluência das duas fachadas, torreões cúpulas, ou zimbórios, ou quaisquer outros elementos que se destacassem da volumetria geral das fachadas da Avenida. Outras regras existiam, como é o caso, por exemplo, da recomendação para o uso do granito, mas de todas as referidas regras formalmente expressas, havia – como há sempre – uma, de especial importância, ainda que não escrita a de que os diferentes autores dos diferentes edifícios, teriam em consideração um determinado “espírito” que era o de que todos e cada um dos edifícios se haveriam de relacionar entre si, de forma a que o espaço urbano resultante, fosse pleno de harmonia, grandiosidade e simbolismo. E, hoje, pode dizer-se que, para bem da cidade da arquitectura, a regra foi cumprida.
    (…) »
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    (Lista de outros edifícios de valor concelhio e de interesse público situados na Avenida dos Aliados e na Praça da Liberdade)

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