«A contestação ao projecto de renovação da Praça da Liberdade e da Avenida dos Aliados chega a Bruxelas. Cinco associações cívicas do Porto solicitaram, ontem, por carta, a intervenção do comissário europeu do Ambiente, depois de terem enviado, na semana passada, queixas para o Ministério Público e Inspecção-Geral do Ambiente contra a Empresa do Metro e a Câmara Municipal do Porto.
    (…)
    As associações consideram a atitude da Câmara e da Empresa do Metro “censurável”, acusando-as de desrespeitar o estudo de impacte ambiental da Linha Amarela, no troço da Avenida dos Aliados e da Praça da Liberdade – previa a recuperação do jardim com a reposição do desenho existente antes da obra de construção da estação de metro nos Aliados – e a violar a legislação (lei nº 83/95) por não lançar um debate público nem promover a audição dos cidadãos nessa intervenção.
    Na missiva remetida ao ministro das Obras Públicas (publicada no blog da Associação Campo Aberto) , as cinco entidades pedem a “urgente interrupção das obras” e o agendamento de uma audiência o mais rapidamente possível para expor as razões da contestação do projecto para os Aliados, de Siza e de Souto Moura. C.S.L.»

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