• Set : 17 : 2020 - ALERTA AOS CIDADÃOS: TRÊS JARDINS DO PORTO E 503 SOBREIROS EM GAIA AMEAÇADOS DE MUTILAÇÃO E ABATE
  • Mai : 14 : 2020 - Por Amor da Árvore 2020
  • Abr : 24 : 2019 - Poluição Luminosa
  • Ago : 11 : 2014 - Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico
  • Nov : 23 : 2011 - Petição pela salvaguarda das Sete Fontes

[PNED] Custos do Não-diálogo: Boletim 23.06.05
[Esta lista tem actualmente 311 participantes inscritos.]

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Destaque: A democracia efectiva é uma maçada, as consultas públicas e a
audição dos interessados antes dos factos consumados são uma perda de tempo.
Mas não o fazer traz piores resultados, mais demoras e mais maçadas.

Ainda que demorada, a solução mais rápida, mais sólida e mais duradoura é
sempre o diálogo com os directamente interessados. Se forem associados a
qualquer mudança ou alteração desde a concepção, se lhes for dada real
participação na gestão dos processos de transformação em pé de igualdade com
os restantes intervenientes, se só soluções consensuais forem efectivadas
(não necessariamente unanimidade, mas reconhecimento da necessidade de uma
dada solução pelo menos numa fase de tentativa até próxima análise dos
resultados e processos rectificativos), as decisões tomadas têm mais forte
probabilidade de funcionarem bem e serem duradouras.

Talvez o Vereador Fernando Albuquerque pudesse experimentar esta poção
mágica e, quem sabe, deixaria de se espantar com as reacções dos afectados
pelas suas decisões.

JCM

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BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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Quinta-feira, 23 de Junho de 2005

Títulos do Público sem livre acesso:

O rigor orçamental e o traçado do TGV Manuel Porto
Portugueses apoiam democracia, mas vivem alheios à política nacional
Estudo defende que participação dos cidadãos na vida política aumenta com
consumo de informação
“Alto risco” de ataque nuclear em dez anos
Combate à pobreza minado por venda de armas do G8
Governo amortece aumento da electricidade para a indústria
União Europeia quer reduzir em 20 por cento o consumo de energia
Um em cada seis internados no Hospital de S. João contrai infecções
Poluição em Lisboa pode obrigar a que os carros só circulem em dias
alternados
Rui Sá nega manipulação de relatórios dos SMAS
Universitários minhotos contra intervenção em S. Bartolomeu do Mar

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1. Ministro apoia auditoria

Correia de Campos apoia a Administração do Hospital de S. João na condução
de auditorias que apurem responsabilidades no processo que permitiu a
“invasão” do metro e a construção do centro comercial. “Não se pode esquecer
o que na causa pública se fez desta forma”, frisou.

https://www.oprimeirodejaneiro.
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2. Gangs assustam típico S. João, quase entalado entre as obras da Metro e
ponte do Infante Fontainhas promete resistir

Era historicamente o ponto nevrálgico do S. João do Porto, mas agora é um
enclave emparedado entre as obras da Metro e a ponte do Infante. Numa altura
em que se somam queixas, pela falta de espaço, a insegurança causada pelas
obras e um alegado gang, a palavra é resistir.

https://www.oprimeirodejaneiro.
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3. Tribunal recusa nova providência

A segunda providência cautelar interposta pela Câmara do Porto contestando o
embargo do Túnel de Ceuta foi considerada improce-dente pelo Tribunal
Administrativo e Fiscal do Porto. O Ippar considera estarem pro-vadas as
razões do embargo e as responsabilidades da autarquia.

https://www.oprimeirodejaneiro.
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4. Câmara entrega a aldeias conjuntos de combate a fogos

A Câmara de Mação entrega hoje 27 conjuntos de primeira intervenção de
combate a incêndios a colectividades e associações de três freguesias do
concelho, anunciou a autarquia. A entrega segue-se a uma outra, realizada no
passado sábado, perfazendo um total de 44 motobombas dotadas de um depósito
que a Câmara decidiu entregar este ano a todas as aldeias não atingidas
pelos incêndios de 2003, segundo uma nota enviada à Agência Lusa.

https://www.oprimeirodejaneiro.
pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=53aad9b02c5aa7
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5. Comerciantes da Ribeira prometem lutar contra encerramento da zona ao
trânsito

Constestam o horário das cargas e descargas, entre as 6h30 e as 11h30. Ontem
de manhã, foi um “pandemónio” com os camiões a bloquear a via MARLENE SILVA

No quinto dia em que vigorou o encerramento da Ribeira do Porto ao trânsito,
o descontentamento dos comerciantes afectados cresceu. Dizem ver agora
provadas as suas preocupações relativamente ao período e condições em que
são efectuadas as cargas e descargas e acusam a autarquia de ter
transformado aquela zona num verdadeiro pandemónio. Os proprietários dos
estabelecimentos prometem lutar contra a decisão da Câmara, só não dizem
quais as medidas que pretendem adoptar.

Certo é que “a qualquer momento, [a contestação] vai explodir”. Foi no
sábado passado que as medidas da Câmara começaram a ser aplicadas. Passou a
ser proibida a entrada dos automóveis junto à ponte D. Luiz I e foi imposto
o sentido descendente na Rua de S. João. A circulação é apenas permitida
entre as 6h30 e as 11h30 para cargas e descargas – um horário que os
comerciantes dizem ser descabido – e as viaturas de emergência médica. “O
horário para cargas e descargas é muito limitado. Somos 52 estabelecimentos
e é inevitável o entupimento de trânsito”, explicou ao COMÉRCIO Luís Faria,
proprietário da “Azeitoneira do Porto”. O comerciante conta que ontem a
confusão foi grande. A via é estreita, pelo que as viaturas bloqueiam,
inevitavelmente ,a circulação.

“Basta que um carro demore 20 a 30 minutos a descarregar”, como sublinhou
Miguel Gonçalves, do restaurante “Peza Arroz”. José Macedo, proprietário
da mercearia “O Pomar”, garante que os comerciantes não vão aturar a
situação por muito tempo: “Isto vai explodir”. Conta que ontem o motorista
de um camião carregado de vinho e que transportava mercadoria para um
restaurante quase foi multado “porque demorou algum tempo”. Só que,
“descarregar vinho não é descarregar batatas”. Luís Faria concorda que “o
trânsito deve ser limitado, mas não sem ouvir as pessoas e sem ter em conta
as necessidades da população”.

Apesar de a Associação de Comerciantes e Moradores da Zona Histórica ter
reunido com o vereador das Actividades Económicas, no passado dia 13, o
proprietário entende que Fernando Albuquerque não tomou em consideração as
opiniões dos representantes da população. “Se nos impõem esse limite de
horas, que nos dêem um local para descarregar”, sugere Miguel Gonçalves. O
comerciante afirma-se “contra o estacionamento, mas a favor do trânsito
livre”.

E Miguel Gonçalves defende que, pelo menos os transportes públicos deveriam
ter passagem. Luís Faria lembra ainda as dificuldades que os moradores com
mobilidade reduzida passam. Até aqui eram transportados até à porta de casa.
Agora, se o querem fazer “têm de sair até às 11h30”. “Não volto atrás” Ao
COMÉRCIO Fernando Albuquerque garantiu que não tem recebido queixas, mas
apenas elogios: “Dizem que a Ribeira está mais bonita”. E não entende as
reclamações:

“São apenas 300 metros de rua e cinco horas para efectuar as cargas e
descargas não chegam?”. Afirma ter tentado fazer o melhor para a cidade e
atribui o descontentamento “aos incómodos que sempre surgem quando há uma
mudança de hábitos”. O autarca garantiu que não voltará com a decisão atrás
e que tudo continuará a fazer “para que a Ribeira seja mais atractiva para
os turistas”.

Albuquerque diz mesmo que o que o preocupa é “uma pessoa a almoçar com um
cano de escape a meio metro”. Porém, Miguel Gonçalves, proprietário de um
restaurante, diz nunca ter recebido queixas dos clientes por terem os carros
a passar enquanto comem uma refeição na esplanada. “No Inverno, isto é um
deserto… Sem carros, haverá mais assaltos” O Verão ainda agora começou,
mas os comerciantes da Ribeira estão preocupados com a chegada do Inverno e
com os efeitos que terá, nessa época, o encerramento da rua ao trânsito. “No
Inverno, a Ribeira é um deserto à noite. Sem trânsito automóvel, os
estabelecimentos correm um risco maior de serem assaltados”, alerta Luís
Faria, proprietário.

Hélder Simões, da “Casa das Cestinhas”, recorda que, mesmo com os automóveis
a passar, havia quem temesse ir àquela zona da cidade, povoada de bares e
restaurantes. “Agora será muito pior”, teme. A opinião é corroborada por
um outro comerciante, Miguel Gonçalves, que acredita: “Nessa época, a
Ribeira transformar-se-á numa zona marginal”.

https://www.ocomerciodoporto.pt/

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6. AVEIRO: Candidato da CDU quer saber porque morrem as árvores do Estádio

António Salavessa diz que vai levar o assunto à próxima Assembleia
Municipal, bem como as contas da Empresa que gere o Estádio

https://www.ocomerciodoporto.pt/

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7. Trás-os-montes

Tradição rural certificada Os pequenos agricultores transmontanos que
pretendam vender os seus produtos com uma marca que lhes garanta um preço
acrescido, associado à produção em moldes tradicionais, já não precisam de
recorrer as vulgares certificações de denominação de origem ou indicação
geográfica, rótulos de qualidade muitas vezes burocraticamente complicados e
morosos de obter. Poderão fazê-lo de forma mais “simples”, através de uma
marca da Federação das Associações Agro-Florestais Transmontanas
(Fagrorural), cedida por uma congénere alentejana “Filhos da Tradição”. O
logótipo da marca, que constará dos rótulos, está carregado de simbolismo um
guarda-jóias em forma de concha, com a expressão “mundo rural”, jóia
ameaçada pela agricultura industrializada. Para poderem usar a marca, os
agricultores transmontanos terão de obedecer a algumas regras. Devem seguir
os moldes tradicionais de produção, não podem “abusar” na utilização de
químicos e devem respeitar o ambiente. Têm, ainda, de ser “produtores de
porta aberta”, deixando os consumidores observar a produção “in loco”. As
explorações terão de vistoriadas por técnicos da Fagrorural. A nova marca
“é uma saída para a agricultura familiar, que não vê reflectida nos preços
dos produtos o que a diferencia da produção extensiva”, diz Armando
Carvalho, presidente da Fragrorural.

https://jn.sapo.pt/2005/06/23/pais/tradicao_rural_certificada.html

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8. v. pouca de aguiar

Recuperação paisagística em pedreira de granito

https://jn.sapo.pt/2005/06/23/pais/recuperacao_paisagistica_pedreira_gr.html
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9. braga

Peixes arriscam regresso lento às águas do rio Este ambiente Dezenas de
crianças de S. Vítor participaram em acção de limpeza Responsáveis falam de
melhorias, mas coligação PSD/PP/PPM insiste em “abandono” do curso de água

https://jn.sapo.pt/2005/06/23/minho/peixes_arriscam_regresso_lento_aguas.html

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10. Muralhas valorizadas

35 mil euros para a limpeza e manutenção das muralhas

A Câmara de Monção, apostada em valorizar o património construído do
concelho, adjudicou os trabalhos de limpeza e manutenção das muralhas da
localidade, pelo montante global de 35 mil euros.

https://jn.sapo.pt/2005/06/23/minho/muralhas_valorizadas.html

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Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
veja informações no rodapé da mensagem.

O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
https://groups.yahoo.com/group/pned/

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INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
Vouga e o Minho.

Selecção hoje feita por José Carlos Marques

Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
campo_aberto@oninet.pt
telefax 229759592
Apartado 5052, 4018-001 Porto

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