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    [PNED] Custos do Não-diálogo: Boletim 23.06.05
    [Esta lista tem actualmente 311 participantes inscritos.]

    Veja o blogue!
    https://campo-aberto.blogspot.com/

    Destaque: A democracia efectiva é uma maçada, as consultas públicas e a
    audição dos interessados antes dos factos consumados são uma perda de tempo.
    Mas não o fazer traz piores resultados, mais demoras e mais maçadas.

    Ainda que demorada, a solução mais rápida, mais sólida e mais duradoura é
    sempre o diálogo com os directamente interessados. Se forem associados a
    qualquer mudança ou alteração desde a concepção, se lhes for dada real
    participação na gestão dos processos de transformação em pé de igualdade com
    os restantes intervenientes, se só soluções consensuais forem efectivadas
    (não necessariamente unanimidade, mas reconhecimento da necessidade de uma
    dada solução pelo menos numa fase de tentativa até próxima análise dos
    resultados e processos rectificativos), as decisões tomadas têm mais forte
    probabilidade de funcionarem bem e serem duradouras.

    Talvez o Vereador Fernando Albuquerque pudesse experimentar esta poção
    mágica e, quem sabe, deixaria de se espantar com as reacções dos afectados
    pelas suas decisões.

    JCM

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    Caro Leitor do Boletim Diário PNED:

    Se ainda não o é, e se concorda, ainda que apenas em parte, com o que é e
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    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

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    Quinta-feira, 23 de Junho de 2005

    Títulos do Público sem livre acesso:

    O rigor orçamental e o traçado do TGV Manuel Porto
    Portugueses apoiam democracia, mas vivem alheios à política nacional
    Estudo defende que participação dos cidadãos na vida política aumenta com
    consumo de informação
    “Alto risco” de ataque nuclear em dez anos
    Combate à pobreza minado por venda de armas do G8
    Governo amortece aumento da electricidade para a indústria
    União Europeia quer reduzir em 20 por cento o consumo de energia
    Um em cada seis internados no Hospital de S. João contrai infecções
    Poluição em Lisboa pode obrigar a que os carros só circulem em dias
    alternados
    Rui Sá nega manipulação de relatórios dos SMAS
    Universitários minhotos contra intervenção em S. Bartolomeu do Mar

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    1. Ministro apoia auditoria

    Correia de Campos apoia a Administração do Hospital de S. João na condução
    de auditorias que apurem responsabilidades no processo que permitiu a
    “invasão” do metro e a construção do centro comercial. “Não se pode esquecer
    o que na causa pública se fez desta forma”, frisou.

    https://www.oprimeirodejaneiro.
    pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=88f006885e8010
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    2. Gangs assustam típico S. João, quase entalado entre as obras da Metro e
    ponte do Infante Fontainhas promete resistir

    Era historicamente o ponto nevrálgico do S. João do Porto, mas agora é um
    enclave emparedado entre as obras da Metro e a ponte do Infante. Numa altura
    em que se somam queixas, pela falta de espaço, a insegurança causada pelas
    obras e um alegado gang, a palavra é resistir.

    https://www.oprimeirodejaneiro.
    pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=bb38cb47dc2b41
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    3. Tribunal recusa nova providência

    A segunda providência cautelar interposta pela Câmara do Porto contestando o
    embargo do Túnel de Ceuta foi considerada improce-dente pelo Tribunal
    Administrativo e Fiscal do Porto. O Ippar considera estarem pro-vadas as
    razões do embargo e as responsabilidades da autarquia.

    https://www.oprimeirodejaneiro.
    pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=f67ce25bb06e71
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    4. Câmara entrega a aldeias conjuntos de combate a fogos

    A Câmara de Mação entrega hoje 27 conjuntos de primeira intervenção de
    combate a incêndios a colectividades e associações de três freguesias do
    concelho, anunciou a autarquia. A entrega segue-se a uma outra, realizada no
    passado sábado, perfazendo um total de 44 motobombas dotadas de um depósito
    que a Câmara decidiu entregar este ano a todas as aldeias não atingidas
    pelos incêndios de 2003, segundo uma nota enviada à Agência Lusa.

    https://www.oprimeirodejaneiro.
    pt/?op=artigo&sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&subsec=&id=53aad9b02c5aa7
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    5. Comerciantes da Ribeira prometem lutar contra encerramento da zona ao
    trânsito

    Constestam o horário das cargas e descargas, entre as 6h30 e as 11h30. Ontem
    de manhã, foi um “pandemónio” com os camiões a bloquear a via MARLENE SILVA

    No quinto dia em que vigorou o encerramento da Ribeira do Porto ao trânsito,
    o descontentamento dos comerciantes afectados cresceu. Dizem ver agora
    provadas as suas preocupações relativamente ao período e condições em que
    são efectuadas as cargas e descargas e acusam a autarquia de ter
    transformado aquela zona num verdadeiro pandemónio. Os proprietários dos
    estabelecimentos prometem lutar contra a decisão da Câmara, só não dizem
    quais as medidas que pretendem adoptar.

    Certo é que “a qualquer momento, [a contestação] vai explodir”. Foi no
    sábado passado que as medidas da Câmara começaram a ser aplicadas. Passou a
    ser proibida a entrada dos automóveis junto à ponte D. Luiz I e foi imposto
    o sentido descendente na Rua de S. João. A circulação é apenas permitida
    entre as 6h30 e as 11h30 para cargas e descargas – um horário que os
    comerciantes dizem ser descabido – e as viaturas de emergência médica. “O
    horário para cargas e descargas é muito limitado. Somos 52 estabelecimentos
    e é inevitável o entupimento de trânsito”, explicou ao COMÉRCIO Luís Faria,
    proprietário da “Azeitoneira do Porto”. O comerciante conta que ontem a
    confusão foi grande. A via é estreita, pelo que as viaturas bloqueiam,
    inevitavelmente ,a circulação.

    “Basta que um carro demore 20 a 30 minutos a descarregar”, como sublinhou
    Miguel Gonçalves, do restaurante “Peza Arroz”. José Macedo, proprietário
    da mercearia “O Pomar”, garante que os comerciantes não vão aturar a
    situação por muito tempo: “Isto vai explodir”. Conta que ontem o motorista
    de um camião carregado de vinho e que transportava mercadoria para um
    restaurante quase foi multado “porque demorou algum tempo”. Só que,
    “descarregar vinho não é descarregar batatas”. Luís Faria concorda que “o
    trânsito deve ser limitado, mas não sem ouvir as pessoas e sem ter em conta
    as necessidades da população”.

    Apesar de a Associação de Comerciantes e Moradores da Zona Histórica ter
    reunido com o vereador das Actividades Económicas, no passado dia 13, o
    proprietário entende que Fernando Albuquerque não tomou em consideração as
    opiniões dos representantes da população. “Se nos impõem esse limite de
    horas, que nos dêem um local para descarregar”, sugere Miguel Gonçalves. O
    comerciante afirma-se “contra o estacionamento, mas a favor do trânsito
    livre”.

    E Miguel Gonçalves defende que, pelo menos os transportes públicos deveriam
    ter passagem. Luís Faria lembra ainda as dificuldades que os moradores com
    mobilidade reduzida passam. Até aqui eram transportados até à porta de casa.
    Agora, se o querem fazer “têm de sair até às 11h30”. “Não volto atrás” Ao
    COMÉRCIO Fernando Albuquerque garantiu que não tem recebido queixas, mas
    apenas elogios: “Dizem que a Ribeira está mais bonita”. E não entende as
    reclamações:

    “São apenas 300 metros de rua e cinco horas para efectuar as cargas e
    descargas não chegam?”. Afirma ter tentado fazer o melhor para a cidade e
    atribui o descontentamento “aos incómodos que sempre surgem quando há uma
    mudança de hábitos”. O autarca garantiu que não voltará com a decisão atrás
    e que tudo continuará a fazer “para que a Ribeira seja mais atractiva para
    os turistas”.

    Albuquerque diz mesmo que o que o preocupa é “uma pessoa a almoçar com um
    cano de escape a meio metro”. Porém, Miguel Gonçalves, proprietário de um
    restaurante, diz nunca ter recebido queixas dos clientes por terem os carros
    a passar enquanto comem uma refeição na esplanada. “No Inverno, isto é um
    deserto… Sem carros, haverá mais assaltos” O Verão ainda agora começou,
    mas os comerciantes da Ribeira estão preocupados com a chegada do Inverno e
    com os efeitos que terá, nessa época, o encerramento da rua ao trânsito. “No
    Inverno, a Ribeira é um deserto à noite. Sem trânsito automóvel, os
    estabelecimentos correm um risco maior de serem assaltados”, alerta Luís
    Faria, proprietário.

    Hélder Simões, da “Casa das Cestinhas”, recorda que, mesmo com os automóveis
    a passar, havia quem temesse ir àquela zona da cidade, povoada de bares e
    restaurantes. “Agora será muito pior”, teme. A opinião é corroborada por
    um outro comerciante, Miguel Gonçalves, que acredita: “Nessa época, a
    Ribeira transformar-se-á numa zona marginal”.

    https://www.ocomerciodoporto.pt/

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    6. AVEIRO: Candidato da CDU quer saber porque morrem as árvores do Estádio

    António Salavessa diz que vai levar o assunto à próxima Assembleia
    Municipal, bem como as contas da Empresa que gere o Estádio

    https://www.ocomerciodoporto.pt/

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    7. Trás-os-montes

    Tradição rural certificada Os pequenos agricultores transmontanos que
    pretendam vender os seus produtos com uma marca que lhes garanta um preço
    acrescido, associado à produção em moldes tradicionais, já não precisam de
    recorrer as vulgares certificações de denominação de origem ou indicação
    geográfica, rótulos de qualidade muitas vezes burocraticamente complicados e
    morosos de obter. Poderão fazê-lo de forma mais “simples”, através de uma
    marca da Federação das Associações Agro-Florestais Transmontanas
    (Fagrorural), cedida por uma congénere alentejana “Filhos da Tradição”. O
    logótipo da marca, que constará dos rótulos, está carregado de simbolismo um
    guarda-jóias em forma de concha, com a expressão “mundo rural”, jóia
    ameaçada pela agricultura industrializada. Para poderem usar a marca, os
    agricultores transmontanos terão de obedecer a algumas regras. Devem seguir
    os moldes tradicionais de produção, não podem “abusar” na utilização de
    químicos e devem respeitar o ambiente. Têm, ainda, de ser “produtores de
    porta aberta”, deixando os consumidores observar a produção “in loco”. As
    explorações terão de vistoriadas por técnicos da Fagrorural. A nova marca
    “é uma saída para a agricultura familiar, que não vê reflectida nos preços
    dos produtos o que a diferencia da produção extensiva”, diz Armando
    Carvalho, presidente da Fragrorural.

    https://jn.sapo.pt/2005/06/23/pais/tradicao_rural_certificada.html

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    8. v. pouca de aguiar

    Recuperação paisagística em pedreira de granito

    https://jn.sapo.pt/2005/06/23/pais/recuperacao_paisagistica_pedreira_gr.html
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    9. braga

    Peixes arriscam regresso lento às águas do rio Este ambiente Dezenas de
    crianças de S. Vítor participaram em acção de limpeza Responsáveis falam de
    melhorias, mas coligação PSD/PP/PPM insiste em “abandono” do curso de água

    https://jn.sapo.pt/2005/06/23/minho/peixes_arriscam_regresso_lento_aguas.html

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    10. Muralhas valorizadas

    35 mil euros para a limpeza e manutenção das muralhas

    A Câmara de Monção, apostada em valorizar o património construído do
    concelho, adjudicou os trabalhos de limpeza e manutenção das muralhas da
    localidade, pelo montante global de 35 mil euros.

    https://jn.sapo.pt/2005/06/23/minho/muralhas_valorizadas.html

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    Para desligar-se/religar-se ou para ler as mensagens em modo página, net
    veja informações no rodapé da mensagem.

    O arquivo desta lista desde o seu início é acessível através de
    https://groups.yahoo.com/group/pned/

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias, de O Primeiro de Janeiro, Comércio do Porto e do Público Local
    Porto e Minho (em um ou vários dos citados, não necessariamente em todos).

    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste, basicamente entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por José Carlos Marques

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
    Apartado 5052, 4018-001 Porto

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