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    [PNED] Boletim 09.05.2005

    BOLETIM PORTO E NOROESTE EM DEBATE
    resumo das notícias de ambiente e urbanismo em linha

    Segunda-feira, 9 de Maio de 2005
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    1. Obras do Boavista e corte do INATEL podem atrasar PDM

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte sugere
    alterações ao Plano Director Municipal do Porto, manifestando preocupação
    com o projecto de construção do Boavista FC em Ramalde (em terrenos junto ao
    empreendimento Villa Bessa I e II) e com o corte do parque do INATEL para
    criação de uma via paralela à Av. da Boavista. Deputados municipais querem
    que Executivo de Rio reanalise PDM, o que pode significar atrasos na sua
    aprovação.

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/seccion.jsp?pIdSeccion=7&pVar=1115734548616

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    2. Jorge Sampaio inaugura hoje nova Biblioteca de Matosinhos

    Edifício junto à Câmara passa a albergar a Biblioteca Florbela Espanca, o
    Arquivo Municipal e uma galeria municipal com programação assegurada pela
    Fundação de Serralves.

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35916&pIdSeccion=4&

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    3. Fábrica abandonada em Ramalde é depósito de lixo e de miséria dos
    sem-abrigo

    Um cão, uma fogueira, muito lixo, ruínas e miséria são a companhia de
    Alberto, um sem-abrigo que vive numa fábrica abandonada da rua Direita de
    Francos, na freguesia de Ramalde. Para afastar a […]

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35849&pIdSeccion=7

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    4. Insegurança e falta de obras enchem de queixas habitantes das Campinas

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35903&pIdSeccion=7

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    5. Limpeza junto a casas a cair de Alberto Macedo

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35904&pIdSeccion=7

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    6.BTT´s percorreram Porto Antigo

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35881&pIdSeccion=7

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    7. M.DE CAVALEIROS: Condutores vão poder pagar estacionamento através do
    telemóvel

    https://www.ocomerciodoporto.pt/secciones/noticia.jsp?pIdNoticia=35859&pIdSeccion=9

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    8. “Façam os molhes sem destruir”
    Gaia

    “É uma dor de alma o que estão a fazer ao Cabedelo”. A frase é de Ilda
    Figueiredo, que, ontem, na pele de eurodeputada e de candidata pela CDU à
    Câmara de Gaia, visitou o local para denunciar “um cenário de destruição e
    de violação de regras ambientais”.
    “Façam os molhes no Douro sem destruir”,disse, acrescentando que o “não
    cumprimento do estudo de impacto ambiental terá de ser denunciado em
    Bruxelas porque há fundos comunitários em causa”.
    Para Ilda Figueiredo, a zona do Cabedelo, “um parque natural a proteger”,
    está a ser “vítima de atentados ambientais, cometidos pela Administração
    Central, com o fechar de olhos da Câmara de Gaia, que se mostra alheia à
    questão e vai permitir que nasçam na Quinta de Marques Gomes 1300 fogos”.
    A comunista acusa o Estado de “dar mau exemplo” com as obras em execução no
    Cabedelo” e disso “dará conta à União Europeia, para que se cumpra o que
    dita o estudo de impacto ambiental”. A intervenção no Cabedelo, em Gaia, no
    âmbito da construção dos molhes do Douro , já tinha merecido críticas do
    biólogo Bordalo e Sá. O professor catedrático, ouvido pelo JN, questionou a
    localização de um estaleiro na zona e pôs em causa os prazos da obra .
    No entanto, Francisco Lopes, administrador do Instituto Portuário e dos
    Transportes Marítimos, entidade responsável pela obra, contrariou tal
    contestação, afirmando que o estaleiro está no “exacto local onde estava
    previsto pelo estudo de impacto ambiental”. Garantiu, ainda, que o estradão
    para a passagem dos camiões foi “aberto o mais próximo possível da linha do
    mar”, de forma a “evitar interferências do lado da bacia de São Paio, onde
    há espécies protegidas”.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/facam_molhes_destruir.html

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    9. Biblioteca há12 anos no papel fica pronta antes das eleições
    gondomar

    Depois de esgotado o orçamento municipal em habitações sociais, dá-se lugar
    à cultura no concelho Oposição acusa “oportunismo” da obra antes das
    Autárquicas
    Demorou 12 anos o arranque das prometidíssimas obras de construção da
    biblioteca municipal de Gondomar. Desde o início do mês passado que os
    operários da “Teixeira Duarte” trabalham dia e noite, incluindo
    fins-de-semana e feriados, para terminar a empreitada até Setembro.
    A tempo das eleições? Fernando Paulo, vereador responsável pelo pelouro da
    Educação, garante que se trata de mera coincidência. “A oposição acusa-nos
    de estarmos a fazer obras à pressa, mas não é verdade. Abrimos um concurso
    internacional, ao qual a Teixeira Duarte concorreu e venceu, porque era a
    empresa que oferecia melhores garantias, e predispôs-se a executar a obra em
    210 dias. O que é que havíamos de fazer? Ignorar? Quem nos dera que todos os
    construtores fossem assim”.
    Ana Carla Rosário

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/biblioteca_ha12_anos_papel_fica_pron.html

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    10. Cheiro dos esgotos já levou idosa ao hospital

    Rosalina Martins, inquilina do Bloco 6 no Bairro da Ponte em Rio Tinto,
    Gondomar, convive há anos com o cheiro dos esgotos dos vizinhos. A reformada
    de 77 anos queixa-se de problemas de canalização que originam infiltrações
    das águas do saneamento nas várias divisões da casa.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/cheiro_esgotos_levou_idosa_hospital.html

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    11. À espera de turistas da outra margem
    Porto

    Afastados Donos de rabelo de Gaia obrigados a atracar na marina do Freixo
    Lugar reclamado no cais de Santa Marinha será levado a concurso
    Margarida Fonseca

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/a_espera_turistas_outra_margem.html

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    12. Maior “shopping” da cidade

    Os espaços comerciais do Dolce Vita ocupam uma área de aproximadamente 40
    mil metros quadrados, a poucos metros do Estádio do Dragão. Uma das
    principais novidades do empreendimento é incluir o primeiro hipermercado
    (Continente) da cidade do Porto. A oferta, como convém num centro comercial,
    é numerosa e variada. No total, são 129 lojas, cuja maioria das marcas está
    presente nas outras unidades similares.
    O shopping tem, ainda, sete salas de cinema e 2200 lugares para
    estacionamento.
    O Dolce Vita passa a ser o maior centro comercial da cidade do Porto. As
    maiores superfícies do género, situadas na Área Metropolitana, ficam nos
    concelhos limítrofes (Gaia, Matosinhos, Gondomar e Maia).

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/maior_shopping_cidade.html

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    13. Os três caldinhos, por jorge vilas jornalista

    Apetece perguntar que mais irá acontecer ao urbanismo portuense?
    De súbito, o Porto está confrontado com três “caldinhos” dos antigos o do
    túnel rodoviário Ceuta/Carregal, cujas obras foram embargadas pelo IPPAR; o
    da estação terminus da Linha Amarela do metro junto ao Hospital de S. João,
    alvo da contestação da Faculdade de Medicina; e o do novo Bairro Parceria
    Antunes, junto à Maternidade Júlio Dinis, que o Ministério da Saúde se
    recusa financiar. As empreitadas estão em vias de conclusão, mas pelo andar
    da carruagem é bem possível que a solução destes problemas se arraste para
    as calendas de Abril.
    Quanto ao primeiro caldinho, a ministra da Cultura mandou embargar as obras
    do prolongamento da saída do túnel de Ceuta e, mais ainda, mandou suspender
    os trabalhos na envolvente do Jardim de Carrilho Videira e no espaço entre a
    entrada do Hospital de Santo António e o início da Rua de D. Manuel II. Quem
    está de parabéns em todo este processo é a Direcção Regional do Porto do
    IPPAR conseguiu, finalmente, o que queria. Isto é, assumir o controlo de um
    processo que lhe tinha escapado por entre os dedos das mãos quando teve a
    oportunidade de pronunciar-se sobre o Programa de Renovação da Baixa,
    elaborado pela Sociedade Porto 2001, e deixou passar aquele saída do túnel
    na Rua do Prof. Vicente José de Carvalho, “colada” ao Hospital de Santo
    António. Bom, e agora? Em comunicado, o Ministério da Cultura diz-se
    disponível para negociar projectos alternativos, mas a avaliar pela
    disposição dos interessados dá a ideia que a solução não será encontrada tão
    cedo.
    Não é o Ministério da Saúde que protesta mas, vá lá saber-se porquê, a
    Faculdade de Medicina. Está em causa a construção da estação terminus do
    metro, um projecto com mais de dez anos, mas que só agora “levantou” ondas
    de contestação, justamente quando tudo se conjuga para que a Linha Amarela,
    até Gaia, entre em exploração em Agosto. Representantes de todos os partidos
    já se pronunciaram falando em milhões a mais para enterrar a linha junto
    aquele hospital enquanto os portuenses contam os tostões e perguntam lá para
    os seus botões se toda esta contestação não terá a ver mais com a presumível
    supressão de dezenas de estacionamentos à balda que se verificam diariamente
    naquela zona da Asprela. Até Marco António, líder do PSD/Porto, caladinho
    que nem um rato enquanto o seu partido foi poder, se sentiu na obrigação de
    dizer da sua justiça no termo de uma visita que fez ao local a convite da
    comissão de contestantes.
    Já em relação ao novo Bairro de Parceria Antunes é o próprio ministro
    Correia de Campos que vem dizer, preto no branco, que não vai pagar a
    factura que o Ministério acordou com a Câmara do Porto no termo daquela
    miserável querela levantada por alguns proeminentes clínicos desta cidade
    contra a construção do Centro Materno Infantil, junto à Maternidade de Júlio
    Dinis. Durante anos – cerca de uma vintena de anos salvo erro ou omissão – o
    ministério reivindicou da Câmara os terrenos onde estava construído o
    primitivo bairro Parceria Antunes para que pudesse ser construído o tal
    centro; o município gastou o que tinha e o que não tinha com as
    expropriações e realojamentos de moradores noutros bairros. Mal o executivo
    de Durão Barroso tomou posse, sobreveio a já referida querela e Rui Rio,
    presidente da Câmara do Porto, fez o que lhe competia reclamou os terrenos
    para a construção de um novo bairro e acordou o seu financiamento com o
    Governo. Qual era o ministério que ia desembolsar o dinheiro não importa
    para o caso…
    De modo que o Porto está agora confrontado com estes três caldinhos
    portuenses. Confesso que esta situação me preocupa. Como é que vamos sair
    dela, sem perdas de tempo e de energia?

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/os_tres_caldinhos.html

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    14. O Maria Pia e o Centro Materno-Infantil
    por fernando pereira membro da comissão médica do hospital maria pia

    Quando, no Verão de 2003, afirmámos a nossa convicção de que o objectivo do
    Ministério da Saúde e do Hospital de S. João não era a construção de um
    verdadeiro Centro Materno-Infantil, ou seja, de um Hospital Pediátrico
    associado a uma maternidade, como se previa no projecto inicial de Parceria
    Antunes, abandonado por razões exclusivamente económicas, mas sim e apenas
    proceder a uma ampliação e modernização dos serviços pediátricos e
    obstétricos do Hospital de S João, diversas vozes se ergueram tentando
    desmentir estas afirmações, sem nunca terem, todavia, apresentado
    argumentos.

    https://jn.sapo.pt/2005/05/09/grande_porto/o_maria_e_o_centro_maternoinfantil.html

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    15. Quercus acusa incineradoras

    Os ambientalistas da Quercus acusam as empresas que tratam o lixo doméstico
    de receberem “indevidamente” todos os anos cerca de 11,4 milhões de euros
    pela queima de plástico. Segundo os ambientalistas, aquela verba tem sido
    paga pelo Estado às empresas Valorsul (Lisboa), Lipor (Porto) e Madeira (do
    arquipélago madeirense) por queimarem anualmente 1,1 milhões de toneladas de
    plásticos, recolhidos no meio do lixo doméstico, sem terem sido separados
    para reciclagem. “Esta situação é ilegal, pois as verbas destinam-se ao
    financiamento das energias renováveis e a lei comunitária determina que a
    queima de plástico não é uma fonte de energia renovável”, afirmou Rui
    Berkmeier. “Segundo a lei [decreto-lei 33-A/2005], a energia libertada pelos
    incineradores é paga na totalidade como energia renovável, recebendo 0,076
    euros por kWh [quilowatt/hora]”, adiantou.

    https://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c74d97b01eae257e44aa9d5bade97baf&subsec=&id=b969b9abb59a990c66d09f2220adcdd4

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    INFORMAÇÃO SOBRE O BOLETIM INFOPNED:

    Acima apresenta-se o sumário e/ou resumos de notícias de interesse
    urbanístico/ambiental publicadas na edição electrónica do Jornal de
    Notícias, de O Primeiro de Janeiro e do Comércio do Porto.
    Esta lista foi criada e é animada pela associação Campo Aberto, e está
    aberta a todos os interessados sócios ou não sócios. O seu âmbito específico
    são as questões urbanísticas e ambientais do Noroeste entre o
    Vouga e o Minho.

    Selecção hoje feita por Alexandre Bahia

    Para mais informações e adesão à associação Campo Aberto:
    campo_aberto@oninet.pt
    telefax 229759592
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